Um Amor Entre Dois Traidores

3 A História Dos Dois Traidores!


Notas iniciais
Bem, eu não tenho muito o que falar, apenas que aproveitem e bom feriado.

~~~~//Ikuto POV\\\\~~~~~

– Meu senhor fique! Não se preocupe, nós iremos protegê-lo desse espião – disse um dos meus servos.

– Espião? Mas que espião? Do que é que você está falando? – comecei a gritar já que ele saiu correndo – Hoy, Espere! Droga!Ham? Amu?

– Você está bem? – perguntou ela vindo em minha direção.

– *Hai! Mas o que está acontecendo? – não conseguia entender nada.

– Não se preocupe, daqui alguns segundos você não precisará mais saber! – O que? O que ela quis dizer com isso?

~~~~~//Autora POV\\\\~~~~~

– Ah! Amu! Pare! O que você está fazendo? – disse Ikuto sendo enforcado por Amu.

– Desculpe meu senhor, parece que era só um delinquente que estava fazendo zona por ai, infelizmente não conseguimos pegar o espião – disse um membro da máfia na porta – Ah? O que?

– O quê? Então você é a espiã? – perguntou ele com dificuldade por estar sendo enforcado.

– Você sabia que eu estava aqui? – perguntou ela ao mesmo tempo que ele.

– Hoy, afaste-se do meu senhor! – disse aquele membro da máfia na porta.

– Ah, droga! Não vai dar tempo! – disse ela se direcionando a janela.

– Volte aqui – gritou ele indo até a janela para alcançá-la.

No momento em que ela pulou pela janela olhou para trás e seu olhar se encontrou com o de Ikuto que agora estava surpreendido.

– Ah, foi por pouco – disse ela ao chegar no chão.

– Ali, ela foi por ali – gritou um cara.

– Droga! – disse ela começando a correr em direção ao muro.

Por sorte ela conseguiu escapar e não foi pega, e pelo o que tinha escutado Kukai também, mas a partir daí teria que tomar mais cuidado já que agora ele, o herdeiro da máfia, sabia quem ela era, e pior ainda agora teria que ir no encontro em que havia combinado com ele, caso o contrário ele teria certeza quem ela era e poderia investigar sua vida inteira, ou seja, ela estaria cavando sua própria sepultura. Essa poderia ser sua última chance de matá-lo...

Como eles haviam combinado, ela foi ao restaurante escolhido por ele no dia seguinte as 20:00. Ela estava sentada apenas o esperando, com o copo na mão, de repente alguém veio por trás dela e o encheu, era ele, ela pode reconhecer pelo toque de sua mão. Ele havia chegado, teria que estar preparada para qualquer coisa, por isso na hora em que ele se sentou, ela pôs uma arma em cima da mesa e escondeu por debaixo do guardanapo, ele para se prevenir fez o mesmo, mas colocou a arma no colo.

– E então? – perguntou ele – demorei muito?

– Huh, sabe que eu nem senti sua falta – respondeu ela num tom de ironia.

– Sério?! Não é o que me parece, já que seu copo estava vazio – disse ele apontando para o copo dela que agora estava cheio graças a ele.

– Champanhe senhor? – perguntou um garçom

– Não obrigado, não há nada para comemorar, por isso me traga apenas um pouco de vinho – respondeu Ikuto.

– Sim senhor – disse o garçom se retirando para pegar o vinho.

– Então, o que te trás aqui? – perguntou Ikuto.

– Pensei que tivesse me convidado querido – respondeu Amu.

– Sabe, depois de ontem à noite pensei que recusaria meu convite – disse Ikuto.

– E por que eu faria isso? – disse Amu.

– Não tente mentir para mim sobre isso, eu já sei – disse ele dando uma longa pausa até perguntar: Dance comigo?

– Tem certeza que quer que isso seja uma perguntar? – provocou Amu.

– Por quê? – perguntou de novo Ikuto.

“Você me chamou pra dançar aquele dia” começou a cantora.

– Porque, e se eu recusar? – respondeu e perguntou Amu ao mesmo tempo.

“Mas eu nunca sei rodar”

– Quem disse que você vai recusar?! – respondeu Ikuto agora ao lado da cadeira de Amu esticando sua mão como um convite para eles dançarem.


“Toda vez que eu girava parecia


Que a minha perna sucumbia de agonia”



– E então, uma espiã hein?! Quem diria – disse Ikuto.


– O mesmo para você, nunca imaginaria que o herdeiro da máfia seria um *baka-hentai – disse Amu – ah – disse ela depois de ter sido pressionada contra a parede por ele.

“Em cada passo que eu dava nessa dança

Ia perdendo a esperança”

– Então, o que você tem escondido ai? – perguntou Ikuto puxando-a de volta para a pista de dança.

“Toda vez que eu errava você dizia

Pra eu me soltar porque você me conduzia”

– O que foi? Não confia em mim? – perguntou ela também, nesse instante ele tirou um tipo de faca que estava escondido em sua perna por debaixo do vestido e a arremessou, fazendo com quem ficasse presa na parede – feliz?

– Quem sabe?! – respondeu ele.

– O que é isso? – perguntou ela sentindo algo duro na perna dele.

“Só sei dançar com você

Isso é o que o amor faz”

– O que foi? Não confia em mim? – disse ele irônico, ela abaixou até chegar nos pés dele e tirou uma arma que estava presa um pouco acima do calcanhar dele e a jogou para longe pelo chão – pronto agora você não tem nada a esconder, nem eu, o que acha de conversar um pouco?

“Só sei dançar com você

Isso é o que o amor faz”

– Pode até ser – disse ela olhando para os lados vendo que os membros da máfia estavam entrando no salão para pegá-la – mas hoje não.

“Cada passo que eu dava nessa dança

Ia perdendo a esperança” agora era um cantor

Eles pararam de dançar e ela subiu as escadas para o segundo andar como se estivesse planejando fugir por ali.

“Você saco a minha esquizofrenia

E maneirou na condução” cantora agora

– Você não vai escapar – disse ele olhando ela subir as escadas e entrar no banheiro, ele começou a subir as escadas atrás dela e logo depois houve uma explosão e as pessoas que estavam no segundo e no primeiro andar começaram a correr para fora e ele percebeu que ela não estava mais lá, então olhou para saída e viu que ela já havia escapado. Ikuto começou a correr atrás de Amu, mas ao sair do restaurante viu que a mesma não estava mais por perto.

“Só sei dançar com você

Isso é o que o amor faz”

– Senhor, seu casaco está fazendo “Bip” – disse um homem ao lado de Ikuto.

– O quê? – então Ikuto percebeu que havia uma bomba grudada em seu casaco e o tirou rapidamente o arremessando para longe – ufa, essa foi por pouco. Hinamori Amu, você ainda será minha.

– Ah, por sorte eu consegui escapar com aquela bomba, ainda bem que ele não conseguiu ver.

“Mas, eu sei que ele ainda virá atrás de mim” pensou Amu em quanto dirigia.

– Tenho que sair daqui o mais rápido o possível – disse Amu para si mesma agora em seu apartamento – com certeza consigo uma passagem para Los Angeles ou algo do tipo, fico por lá por algum tempo, vejo se precisam de algo e depois volto. Com certeza deve haver algo decente para fazer lá... – Amu foi interrompida logo após de bater em algo em quanto sai de casa, mas era algo quente e cheirava tão bem – ah, Ikuto.

– Te-Pe-Guei! – disse Ikuto.

– Ah – disse Amu, ela tentou dar um tapa em Ikuto para conseguir fugir, mas ele a segurou.

– Uhum, você não vai fugir dessa vez – disse ele agora a beijando, ela hesitou por uns instantes, mas depois se entregou aquele doce beijo que ia se tornando cada vez mais profundo e mais apaixonado — não se preocupe, eu nunca machucaria a pessoa que amo.

~~~~~~~//Amu POV\\\\~~~~~~~~

“A pessoa... Que... Amo?” pensei.

Soltei minha mala sendo levada pelo desejo de continuar ali com o Ikuto para sempre, ele foi me empurrando até cairmos no sofá. Ele me beijou de novo.

“Eu nunca machucaria a pessoa que amo, neh? Amu-chan?”

– Pare com isso! – disse levantando-o um pouco – Eu, eu não posso.

– Ham? Por quê? – perguntou Ikuto para mim sem entender nada.

– Porque, eu não posso deixar mais ninguém se machucar por minha culpa – disse.

– Ham? E você acha que eu tenho medo daqueles idiotas da CIA? – disse Ikuto irônico.

– Não Ikuto! Eu definitivamente não posso deixar que AQUILO aconteça de novo — disse.

~~~~~~~//Autora POV\\\\~~~~~~~~

– Aquilo? O que você quer dizer Amu? – perguntou Ikuto, lágrimas começaram a escorrer do rosto delicado de Amu — O que foi Amu? Por que está chorando? Vamos Amu! Por favor, me responda! Por que está chorando?

– Baka! – gritou Amu – Por quê? Por quê? Por que isso tinha que acontecer comigo?

– Amu! – disse Ikuto com uma voz meiga – Não se preocupe meu amor.

– Meu amor! Era assim que ele me chamava – disse Amu parando de chorar e deixando sua franja cobrir seus olhos – Foi isso que ele disse para mim. Para eu não me preocupar, mas no fim, ele foi um mentiroso.

– Quem é ele? Por que ele é um mentiroso? – perguntou Ikuto sem entender nada.

– Provavelmente você não sabe, poucas pessoas sabem. Apenas aquelas que estavam com a gente naquele dia sabem. O dia em que eu fui condenada, há dois anos. Eu tinha acabado de entrar para CIA, era uma das melhores, até que um dia me enviaram em uma missão de infiltração com outro agente. Nossa missão era apenas recolher informações e nos manter vivos, não devíamos abandonar o outro nunca, mas infelizmente nos descobriram. Eu fiquei muito assustada, e na primeira oportunidade que tive, eu fugi deixando o meu parceiro para trás. Ele foi torturado e morto depois, já que ele não abriu o bico. Então eu o conheci, Hotori Tadase, outro agente, sucessor do presidente da CIA. Nós nos apaixonamos, estava tudo bem, até quando a mulher daquele agente que havia morrido, soube o verdadeiro motivo por ele ter sido morto, ou seja, eu. Ela exigiu justiça, e então eu fui condenada a sofrer tudo o que o marido dela sofreu. Mas o Tadase não deixou, ele não suportou a ideia de eu ser torturada e morta, então ele foi condenado no meu lugar. Eu o vi morrer, bem na minha frente, podia ouvir seus gritos de agonia, mas no fim ele ainda morreu sorrindo para mim. No fim, eu apenas me tornei uma traidora por abandonar um parceiro no campo de batalha e por deixar que a única pessoa que eu amava morrer no meu lugar – contou Amu.

– Mas Amu, você não teve culpa, estava assustada apenas fez o que julgou ser certo – disse Ikuto tentando consolá-la.

– Não Ikuto, eu tive culpa sim. Pois eu não parei por ai. Depois disso eu quis me vingar daquelas pessoas que mataram o Tadase. Então eu fui participando de missões, caçando um por um. Matei várias pessoas, até mesmo inocentes, até mesmo parceiros de equipes. Depois daquilo, tudo o que me importava era cumprir as missões, mesmo que para isso tivesse que matar meus próprios companheiros – disse Amu — eu queria vingança pelo morte dele, mas nunca consegui achar alguém que soubesse do paradeiro da pessoa que contou tudo para aquela mulher... Então continuei vivendo alimentada por esse ódio.

– Você não foi a única então – disse Ikuto agora se sentando.

– O que? Como assim? — perguntou Amu.

– Quando eu era pequeno, o meu pai decidiu que por a minha mãe ser muito fraca e saber muita coisa sobre a gente, que ela deveria morrer. Pois caso ela fosse pega por um agente ou algum inimigo ela poderia ser torturada e contaria tudo sobre nós, então estaríamos mortos. Quando eu soube que meu pai havia decidido aquilo, já era tarde de mais, minha mãe já havia sido morta. Então para me vingar de meu pai eu comecei a recolher cada vez mais informações para a CIA. Ele nunca descobriu, mas por causa disso muitas pessoas morreram tentando protegê-lo dos agentes. Era muito fácil qualquer um se infiltrar, pois sabiam tudo, meu pai nunca desconfiou de mim. E então, há pouco tempo atrás eu descobri que ele pretendia matar a Utau também, mesmo ela sendo uma boa atiradora, mas eu agi primeiro e coloquei em um dos drinques dele um tipo de veneno. Diferente dos demais, já que durante sua vida inteira meu pai sempre quase era morto por venenos então consegue reconhecê-los de longe, eu coloquei um veneno que provoca uma doença que ainda não foi descoberta na medicina. Mas agora, muito mais gente está morrendo, tentando me proteger, o único sucessor da máfia, apenas um moleque que deve morrer fácil. Além de ser um traidor ninguém sabe e eles ainda me protegem com suas vidas, pensando que eu sou um cara que faria tudo por eles.

– Mas Ikuto você não teve culpa! Quem sabe o que poderia ocorrer se seu pai continuasse como o chefão, ele mataria muito mais pessoas, e mataria pessoas inocentes também! – disse Amu.

– Eu sei, mas no final eu também sou um traidor – disse Ikuto.

Depois de um tempo ouviram um barulho vindo de fora, mas era apenas um morador do prédio.

– É melhor sairmos daqui! Se a CIA desconfiar que algo aconteceu comigo esse será o primeiro lugar que iram procurar – disse Amu se levantando.

– Mas para onde vamos? – perguntou Ikuto.

– Não sei. Na sua casa também não podemos ir já que aquele cara me viu. – respondeu Amu.

– Hum, acho que eu tenho uma ideia – disse Ikuto com um sorriso malicioso.

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– Uma casa de verão?! – disse Amu surpresa ao ver a casa – essa é o melhor lugar que você tinha para virmos?

– O que foi não gostou? Se quiser podemos ir para um hotel e... – Ikuto foi interrompido por Amu.

– Baka-Hentai não foi isso que eu quis dizer – disse Amu corada – mas tipo isso aqui não é nenhum tipo de férias não! A CIA inteira pode estar atrás da gente.

– Por isso mesmo que aqui é perfeito – disse Ikuto — Ninguém conhece além de eu, você, o Nagi, o Kairi, a Utau, a Rima e a Yaya, ou seja, só pessoas de confiança e bem próximas a mim. A em falar neles, eu os convidei para virem para cá, e disse que passaria um tempo aqui até as coisas se acalmarem em relação ao espião que se infiltrou entre a gente e que achava melhor eles virem também.

– Por mim tudo bem – disse Amu, “É até melhor, assim não tem como eu ficar sozinha com esse Baka-Hentai” pensou Amu com uma gota na cabeça [N/A: Ela não é muito sincera com seus sentimentos, neh?!].

– A Amu-chan, vejo que já chegou – disse Utau.

– Ah e chegou na hora certa, nós estávamos indo para a praia aproveitar um pouco o Sol – disse Rima com uma toalha na mão e uma bolsa de praia no ombro.

– Uhum, com certeza deve estar bem quente lá fora, talvez a gente até entre na água para se refrescar um pouco – disse Yaya.

“Com certeza isso não é uma gangue e sim um grupo de adolescentes de férias” pensou Amu.

– Hum, Amu quer dizer que você vai entrar também? – perguntou Ikuto se aproximando dela com um sorriso malicioso.

– Baka, eu não vou entrar, além do mais eu não trouxe biquíni – disse Amu séria.

– Não tem problema eu te empresto um – disse Utau.

– Não – negou Amu.

– Põe – disse Ikuto.

– Não – negou Amu de novo.

– Entendo – disse Ikuto.

– Sério? – perguntou Amu.

– Não – respondeu Ikuto – se você não colocar pode deixar que eu mesmo coloco .

– Baka-Hentai – disse Amu corada – pode deixar que eu mesma ponho.

– Utau, me mostra onde é o banheiro, por favor – disse Amu entrando na casa.

– Hai – disse Utau sorrindo.

~No banheiro...

– Utau, será que você poderia amarrar aqui para mim? – perguntou Amu segurando o biquíni.

– Ah, hai – disse Utau entrando no banheiro – sabe Amu eu fico feliz que o Ikuto tenha te encontrado.

– Ham? Por quê? — perguntou Amu.

– É que sabe, antes de te conhecer, ele não se preocupava com nada, era apenas um preguiçoso, só se importava consigo mesmo e dormia com qualquer mulher que via pela frente – respondeu Utau – mas com você é diferente, ele parece mesmo gostar de você, ele até voltou a se alimentar direito, e há um bom tempo ele não bebe. E está até sendo gentil com todos! Parece que agora ele se importa com outra pessoa além dele mesmo.

– Entendo... – disse Amu corada depois de ouvir aquele comentário de Utau.

– Pronto – disse Utau indicando que havia terminado de amarrar o biquíni – a ficou perfeito, você está linda.

– O-obrigada – disse Amu ainda corada.

– Vamos, as meninas devem estar esperando por nós – disse Utau se direcionando a porta.

– Ah, hai – disse Amu seguindo-a.

– Espere Amu – disse Ikuto segurando-a pelo braço.

– Ham? O que foi? – perguntou Amu se virando.

– Pensei que ía por o biquíni – disse Ikuto cortando o clima.

– Hoy, eu disse que ia por o biquíni, não que ia ficar só de biquíni – disse Amu.

– Ah tanto faz – disse Ikuto pegando algo no bolso – o que eu quero mesmo é te dar isto aqui.

– I-Ikuto, é-é lindo – disse Amu encantada ao ver o colar em forma de cadeado.

(Colar:http://www.cosplayisland.com/files/costumes/1240/7777/Humpty_lock4.jpg)

– É para você – disse Ikuto chegando mais perto de Amu para colocá-lo.

– Obrigada – disse Amu pondo a mão no colar que agora estava preso em seu pescoço – mas, não precisava, tenho certeza que deve ter custado muito caro.

– Na verdade, eu pretendia mesmo comprar um para você, mas eu resolvi te dar esse, já que o herdei da minha mãe, e ela disse que eu deveria dá-lo a mulher que mais amasse nesse mundo – disse Ikuto fazendo Amu corar.

– Ah, obrigada – disse Amu, nesse instante Ikuto levantou seu queixo e a beijou.

– Huhuhu, ainda é engraçado te ver corar – disse ele olhando-a.

– Ba-baka – disse Amu desviando o olhar por estar envergonhada.

– Hoy Amu! Vamos logo – gritou Utau.

– Ah, hai! – disse Amu parando na porta e olhando sorridente para Ikuto – *Ja nee.

– Amu! – disse Utau.

– Hai-Hai – disse Amu correndo para fora em quanto Ikuto a olhava surpreendido por aquele “Ja nee”.

~~~~~//Ikuto POV\\\\~~~~~

“Huh, Hinamori Amu, com certeza você é única”

Notas finais
Nossa esse cap. foi grande, e saiu quase sem querer.

Desculpe por qualquer erro de ortografia e a letra que eu coloquei durante a cena da dança é "Só Sei Dançar Com Você" - Efêmera

*Hai = Sim.

*Baka-hentai = Idiota-pervetido.

*Ja nee = Até mais.

Espero que tenham gostado e espero reviews!!

Um abraço, um beijo, e um queijo,

Da sua,

Gaburi-chan.