Um Amor Complicado!

9 Tudo se encaixa & O começo do problema!


Notas iniciais
Hey! Sentiram minha falta amorecos? Hahaha, não? Ok, né. Bem, outro capítulo finalmente terminado! Estou em época de provas, então...Já sabem, complicado, ainda não sei quando virá o próximo, então fiz um capítulo...Hum, maior! Espero que gostem ^.^

Isabella mal saia de casa desde a visita de Seline. Claro que tentava manter sua quase depressão escondida de seu namorado. Namorado. Ela pensava que aquela palavra já não causava o mesmo sentimento de antes, ela já não sentia nada. Ela realmente estava com problemas.

Naquele dia, Ginger avisou que a visitaria, precisara arrumar tudo, inclusive a si mesma. Após um banho e uma maquiagem, olhou-se no espelho. Ela não parecia mais a mesma Isabella de alguns anos atrás. Sua vida parecia ter despencado! A única pessoa que amara na vida, estava namorando.
Namorando sua "inimiga"!

Seus devaneios não duraram muito, pois a campainha logo tocou anunciado a chegada de Ginger. Ela realmente ficou feliz por ter um pouco de tempo com uma de suas melhores amigas. Abriu a porta contente, mas seu sorriso foi ralo a baixo ao ver Phineas parado na porta. Ele estava de costas, provavelmente admirando a vista da bela rua, ao espera-la abrir, ele estava bonito, os cabelos ainda bagunçados e o vento forte que fazia não ajudava muito, mas ela gostava assim, a camisa de mangas curtas azuis mostrava o novo físico adquirido, provavelmente, pelas invenções malucas que eles faziam ou então, academia. Usava uma calça preta e coturnos acinzentados, ele estava maior que ela agora.

– P-Phineas?! — sua voz saiu bem mais falha que o imaginado. O garoto virou-se rápido, e a observou, até um pouco sem querer. Os cabelos estavam em um rabo de cavalo alto, shorts brancos e uma camiseta rosa simples.

– Oi err...Isabella. — falou corando, fazia muito tempo desde que não conversavam direito.

– O que..O que está fazendo aqui? — foi direta.

– Bem, eu...Na verdade, a Ginger me mandou vir aqui.

– A Ginger? Porque?

– Ela ficou um pouco doente, e o Baljeet está com ela...Enfim, ela apenas me pediu para vir aqui.

– Ela poderia ter ligado, não? — perguntou um pouco desconfiada, e Phineas riu de leve e passou os dedos pelos fios ruivos, afim de tira-los dos seus olhos.

– Ah não. Ela não pode. Digamos que o celular dela está...Na China. — explicou com um tom brincalhão ao se lembrar do dia que se teleportaram para a China, apenas para ver uma tia de Ginger que ficara doente. Ela deixou o celular lá. Aquele dia foi engraçado.

– China? O que está fazendo lá? — perguntou claramente confusa.

– Longa história. Mas bem, acho que não vai querer que eu conte certo? — foi uma pergunta retórica, e ela realmente quis responder que: sim, adoraria ouvir a história. Mas não conseguiu, pois Phineas já estava se distanciando da casa.

– Phineas! Espera eu preciso... — correu até ele, ou tentou. Porque nos últimos degrais, suas sapatilhas prenderam em um fio que passava por ali, e tropeçou. Preparou-se para o impacto, mas...Nada.

– Isabella? Tudo bem? Se machucou? — Phineas perguntou enquanto a segurava, impedindo-a de bater com força no chão. Por uns minutos, ou segundos, ela se perdeu naqueles olhos azuis, aqueles olhos que sempre a fizeram perder o chão. Estavam ali.

Ninguém realmente falou nada, não havia nada o que dizer. Involuntariamente, se aproximaram, selando os lábios em um beijo calmo e que esperaram por tanto tempo. Mas um estalo na mente de Isabella a fez perceber a burrada que estava fazendo. Se separou na hora.

– Eu não posso. Você não pode!

– O que? — o ruivo perguntou na hora, confuso. Ele poderia entender sobre tudo. Química, física, saberia até como reverter a gravidade. Mas porque Isabella precisava ser um mistério? Em tudo! Talvez, ela seja a única coisa que ele não possa entender.

– Eu estou namorando! Você está namorando. — falou rapidamente.

– Eu sei do Jason e...Espera! Eu estou namorando?

– Ah claro que não! É a pedra! óbvio que é você!

– Isabella eu não estou namorando. — explicou, calmo.

– Sim, você está. — ela insistia.

– Com quem então? — perguntou rolando os olhos.

– Com a Seline!

Phineas ficou paralisado ao ouvir o nome de sua ex-namorada. Porque ela diria que estão namorando se...Foi aí que as peças se encaixaram no quebra cabeças perfeito!

No prédio do Dr. Doofensmirtz...

– Ranny! Ei, Ranny! — Vanessa chamava a loira baixo.

– Que é? — respondeu sem interesse algum.

– Quero conversar com você. — respondeu ainda no mesmo tom. Ao perceber que Ranny não a escutaria assim, foi direto ao assunto. — É sobre o Dr. Humpert.

A atenção da loira foi diretamente para Vanessa, assim como a mesma previu.

– Fale.

– Bem, eu não confio nadinha nele, eu e...

– Eu também não, mas isso é... — Ranny começou a falar interrompendo a morena que a fuzilou com os olhos.

– Enfim, como EU estava dizendo — recomeçou. — Eu acho que esse Dr. Humpert está armando algo pra cima do meu pai. E eu estou com um péssimo pressentimento. Sinto que ele é d...

– Olá queridos! — Dr. Humpert apareceu do nada, com a mesma roupa e sotaque levemente sueco, suspeitou Ranny.

– Humpert! Meu amigo! — exclamou Heinz animado. — Venha, tenho alguns projetos novos. Meus Inators estão incríveis.

– Oh sim. Claro. — o tom levemente sueco desapareceu por uns segundos, e um tom sombrio tomou conta de sua voz, mas por meros segundos que ninguém perceberia.

A não ser Ranny.

A loira abriu a boca para falar, mas o barulho da janela quebrando anunciou uma visita que não era exatamente muito bem vinda. Paty.

– Olha quem apareceu. — Ranny falou ironicamente. — Mas infelizmente tenho algo mais importante que te destruir hoje.

Paty parou por uns segundos, estática.

– E antes que faça aquele barulhi... — Ranny novamente foi interrompida pelo grunhido de provocação de Paty. — Como eu ia dizendo — respirou fundo contendo a raiva. — tenho uma...Investigação, para fazer.

Outro grunhido, mas dessa vez de curiosidade.

– Dr. Humpert, animal! — irritou-se. Paty rolou os olhos.

– Achamos que... A mochila! — Vanessa entrou no meio da conversa, mas parou no meio da frase apontando para uma mochila azul marinho jogada em um canto escondido.

As três correram silenciosamente em direção a mochila bem fechada. A abriram com um pouco de dificuldade, mas lá estava: papeis e mais papeis, uma garrafa de água na metade, e um monte de bugigangas. Mas apenas uma coisa chamou a atenção: uma pasta vermelha bem fechada.

Ranny foi a primeira a ver e a pegar. Cortou os fios que a envolviam e abriu lendo rapidamente os papeis que estavam lá. No fim, da leitura, Vanessa e Paty estavam abismadas, a loira continuava com a expressão impassível no rosto, suas únicas palavras transbordaram na ironia:

– Super confiável, Heinz!

Notas finais
Então? Como está? Em minha mais humilde opinião, achei bem legal, mas isso é com vocês! Bem, tenho um aviso para dar. É triste dizer isso, mas....Infelizmente Um Amor Complicado está chegando ao fim, ela terá poucos capítulos, mas ainda não defini quantos, então tem um pouco de chão ainda hahahaha. Acho que é só, espero reviews hein? ^^ É só povo!! Até o próximo. Beijinhos da Lunna ♥♥