Um Amor Complicado!

12 Fim dos planos de Schovenus!


Notas iniciais
Hello peoples!! Cheguei com o penúltimo capítulo, é tá acabando :( Que pena, já havia até me acostumado a escrevê-la; mas não lamentaremos agora, curtam o capítulo, e só por perguntar, quem lembra da Anna? A dona da Paty? Se esqueceram dela? Não? ótimo! Se sim, voltem ao final do capítulo seis, e lembraram, é só, até lá em baixo!!


No prédio do Dr. Doonfesmirtz... (3 dias mais tarde)

– À quanto tempo estamos aqui? — Ranny perguntou jogada em um dos cantos daquela gaiola.

– Hum... Três dias, provavelmente. — respondeu Vanessa.

– Droga.

Nenhum dos milhares planos havia dado certo, serviram apenas para distrair e atrapalhar Humpert, que tinha dificuldade em conseguir achar algum Inator que servisse em seu plano.

– Paty — chamou-a Ranny, um pouco baixo. — Sua dona deve estar preocupada, eu acho. — comentou indiferente.

É, Paty havia se esquecido de Anna. Coitada, sua dona era uma pessoa tão sensível, já fazia três dias, ela com certeza estaria desesperada.

– Ranny eu já te disse. Esses animais não vivem com donas, ou algo assim, são treinados numa organização, ou eu sei lá. — Vanessa intrometeu-se na conversa.

– Ah fica na sua!

Área dos Três- Estados... (também 3 dias depois...)

Ferb tinha saído um pouco de casa, já que Isabella e Phineas estavam lá, e ele não queria passar o resto da tarde de vela por aí. Ele só caminhava sem rumo, tinha perdido as contas de quanto tempo ficara em casa, tentando confortar o irmão, já que Candace era péssima nisso.

– Ah meu Deus, cadê você? — uma voz de garota o tirou de seus devaneios, ele olhou pra os lados tentando achar a dona da voz. — Paty! Paty cadê você? Por favor. — ele passou os olhos pelo lugar novamente dando de cara com uma garota baixinha, de cabelos rosa na altura dos ombro, olhos azuis claros inchados e vermelhos de tanto chorar.

– Tudo bem? — ele perguntou aproximando-se.

– Não, você por acaso não viu nenhuma ornitorrinco branca por aí? Ela sumiu e eu... Não a encontro em lugar nenhum! — ela estava claramente desesperada, tremia um pouco e soluçava.

– Não... — foi o que preciso para o pouco de esperança que ela tinha ir por água a baixo. — Mas posso te ajudar a encontrá-la. Sabe também tenho um ornitorrinco, ele vive sumindo também. — riu de leve.

– É, acho que se quiser, pode me ajudar. — corou um pouco. — Sou Anna, prazer.

– Ferb, o prazer é meu. Bem, hum.. Você tem alguma foto da Paty? — perguntou voltando ao assunto.

– Tenho sim, olha. — estendeu duas fotos do seu bichinho, e ele as analisou.

– Bom, temos muitos lugares para procurar, então... Me diz, tem algum lugar preferido? — ela assentiu.

– Ela gostava de ficar bastante pelo centro, depois no shopping. — contou nos dedos.

– Tudo bem, vamos primeiro ao centro, se ela não estiver por lá vamos procurar no shopping certo?

Ela assentiu novamente e os dois foram a caminho do centro, procuraram em todo lugar e nada. Foram ao shopping e nada. Onde estaria Paty? Pensava Anna. Ferb achou melhor levá-la pra sua casa, para descansar um pouco, afinal já estava ficando um pouco tarde.

No prédio do Dr. Doofensmirtz...

– HUMPERT! EU VOU TE MATAR QUANDO EU SAIR DAQUI!! — Ranny gritou com todo o ar que podia, ela tentava de tudo para sair. Mas era impossível.

– Se sair minha cara loirinha. — zombou passando por eles. Heinz estava tocando uma gaita, Vanessa lendo uma revista, e Paty brincando com uma bolinha qualquer. Já Ranny estava ameaçando Humpert, e o xingando de tudo quanto é nome.

– Seu cabeçudo imbecil, vou te estrassalhar igual a gelatina, entendeu? — ameaçou entre-dentes.

– Tenho tanto medo... — passou perto da gaiola, perto demais. Ranny conseguiu segurar seu jaleco e puxá-lo contra as barras de ferros, próxima a ela.

– É melhor ter mesmo seu velho. Por que eu não terei dó de você, quebrarei cada ossinho da droga do seu corpo! Agora abra essa porcaria de gaiola! — falou baixo, ameaçadora e com um sorriso psicopata nos lábios, Humpert estremeceu e usou o que tinha de força para se livrar das mãos da garota.

– Sua louca. — falou recompondo-se.

– É, eu acho que sou mesmo. Agora abre essa porta ou... — ela parou de falar quando viu Monte, Major Monograma, e Perry entrando pelo terraço.

– Ah Humpert, estávamos loucos para colocar as mãos em você. — o Major afirmou e Humpert deu um passo para trás.

– Você não é o único vovô. — a loira ralhou. Perry e Monte vieram abrir a gaiola, onde estavam os quatro.

– Vocês estão bem? — Monte perguntou olhando para Vanessa que vinha correndo abraçá-lo.

– Ah Monte que saudades. — ela falou baixo.

– Eu também Vanessa. — esquecendo totalmente dos pais, eles se beijaram, atraindo toda a atenção pra eles.

– Vanessa? — Heinz chamou-a confuso.

– Monte? — Major Monograma, estava no mesmo estado.

– Ahn... Estamos namorando? — Vanessa riu um pouco ainda abraçada ao namorado.

– Mas... — os pais estavam em choque.

– Se vão ficar nessa ladainha pra sempre, eu tenho um velho pra bater! — Ranny anunciou andando na direção de Humpert.

– O-olha querida Ranny, nós podemos negociar... — a garota soco-o forte fazendo o velho cair com um corte grande no rosto e sangrando. Ela se preparou para dar outro, mas uma mão a impediu.

– Já chega. Não quer matá-lo, quer? — ela virou-se bruscamente, dando de cara com um ruivo alto e forte, mas nada exagerado, olhos verdes, e leves sardas e com uma camiseta branca de botões, uma calça azul escuro, e sapatos pretos. Era bonito, mas nunca abalou-se com beleza.

– Na verdade...

– Carl? Pensamos que demoraria um pouco mais na base. — Monograma interrompeu a loira.

– É, eu já tinha feito tudo mesmo então...

– Como EU ia dizendo — Ranny chamou a atenção de volta pra si, ainda tentando livrar-se das mãos do ruivo. — Sim, eu quero muito matá-lo.

– É. Mas não vai. — respondeu Carl rolando os olhos.

– Anda Carl, me larga! Caramba! — continuava tentando se soltar, mas não estava com sua força total não comia bem a três dias.

– Não. Agente P, prenda o Humpert, eu cuido da loira. — Perry e Paty foram na direção de Humpert e prenderam-no.

– Idiota! — bufou a garota.

– Você é irritante viu? — comentou.

– É eu sei. E sou linda também, coisa que não posso negar. — deu de ombros e ele riu.

– Também não pode negar sua bela ficha na O.S.U.S.B certo?

– Certo, espera...Vocês tem uma ficha minha? Nunca cometi crimes. — fez cara de inocente.

– Ah é? Não é isso que ela diz, loira!

– Bem, eu não quero ficar pra descobrir. Vou embora, ruivo, te vejo por aí. — piscou pra ele e saiu andando. Até que chegou em Paty. — Acho que está na hora de você ir não? Ah e nossa trégua acabou aqui ok?

Paty assentiu de leve e Ranny saiu pela porta. Logo depois, Paty também.

Na casa dos FlynnFletcher....

– Olha Anna, quando você menos esperar... Olha! — Ferb falou apontando para a porta onde Paty estava. A garota correu e abraçou fortemente o animal, sussurrando algo.

Paty estava feliz por poder voltar, estava aproveitando o carinho de sua dona, até ver Ranny pela janela. A loira apenas riu vitoriosa e sibilou: Eu sabia. E deu as costas indo embora.

É, finalmente aquele pesadelo acabou pra todo mundo.

Notas finais
Então? Hein? Hein? Gostaram? Espero que sim, estão ansiosos pro final? Também espero que sim! Enfim, obrigada pelos reviews, ainda não tive lá muito tempo para responder todos com calma, é só. Até o próximo, que será o último... Enfim, até! Beijinhos da Lunna ♥♥