Um Amor Capaz De Libertar

20 Capítulo XVIII - Investigação


Notas iniciais
Então, quero agradecer às minhas leitoras fiéis e guerreiras que estão esperando uma eternidade por essa fanfic. Vocês são umas anjinhas! Então, o cap não tá betado e etc. Mas espero que gostem, tem uma açãozinha hoje (finalmente) e é isso pessoal. Quem gostar deixa um review vai me fazer MUITO feliz porque hoje dia 30 de junho eu tô de aniversário! YAY! Olha que legal, eu que tô de aniversário mas o presente é de vocês K Muito bem, chega de papo furado! Boa leitura pessoal!

O celular vibrava no criado mudo de Isabella. Ela acabava de sair dobanho, os cabelos molhados pingando o restante de água em suas costas. Elatinha a toalha enrolada no corpo miúdo, saindo apressada pra atender ao toquede I Was Broken. No últimotoque, seus dedos compridos apertaram o botão para atender a chamada. Sequertinha visto o número no visor do aparelho.

Alô?

Bella? Uma voz fina como o canto dospássaros soou.

Ela congelou na mesma hora, e precisou pigarrear antes de responder:

Oi... Mãe?! Reneé escutou um suspiro dooutro lado da linha Ér, como você vai?

Vou bem, Bells. Isabella sorriu ao ouvir o apelido dado por seu pai, há vários anos, depois de muito tempo que não falava com sua mãe. Ela não esperava receber tal ligação, não sabia o que esperar. Então, seu pai e eu conversamos um pouco. Sabe filha, estamos meio sozinhos, e sinceramentequeríamos nos desculpar por aquilo tudo. Você já sabe, os boatos correm por aí e nós ficamos... Como posso dizer isso?! Ficamos contentes com a notícia de que você está bem agora!

Ela sabia que essa era a maneira de Reneé dizerque estava feliz por ela ter perdido seu bebê.

Que bela conversa para uma manhã! Ela pensou, enquanto Reneé prosseguia:

E fomos realmente tolos por termos te tratado daquela forma, filha. Te amamos tanto, mas não sabíamos como agir. Enfim, eu e Charlie achamos interessante te convidar pra almoçar conosco hoje, se você não estiver ocupada. Afinal, eu e seu pai não sabemos mais como anda sua vida, o que você anda fazendo, Bells. Você está bem? De repente, sua mãe soourealmente preocupada, que até parecia ensaiado.

Ah sim mãe, eu estou bem, estou me recuperando. Garantiu, pondo umaconfiança na voz, além da que realmente possuía.

Ótimo! Reneé — respondeu, mas não parecia estar satisfeita com a resposta tão objetiva. — Então Bells, você aceita almoçar com seus pais hoje? Como um pedido de desculpas... E aliás,acho que temos muito o que pôr em dia.

Bells podia imaginar a mãe sorrindo, na casa em que ela costumou morardurante toda a infância. Ela ainda guardava mágoa pelo acontecido, por seuspais terem a deixado ir embora daquele jeito. Mas parte de seu coração queriaperdoar, queria dar uma segunda chance. Isabella não queria viver o restante desua vida longe de seus pais. Na época, eles só não sabiam como agir e nemela! mas resolveu considerar as palavras da mãe. Talvez não fosse tãoterrível assim aceitar o convite de Reneé.

Ok mãe. Eu vou, mas antes eu tenho uma condição. Não se ouviu nada notelefone, então Bella soube que a mãe estava dandoespaço para ela continuar. Eu encontrei uma pessoa, e nós estamos digamos, juntos. Eu queria levá-lo pra conhecer vocês, jáque querem me ver também.

Aé?! Ela pareceu surpreendida pela notícia.Talvez achasse que ainda estava com Jacob, ou simplesmente não teria ninguém depois do que acontecera. — Tudo bem então, sem problemas. Vamos te esperar e o seu namorado... Ahn... — Ela interrompeu, como se perguntasse o nome do rapaz.

Edward. O nome dele é Edward. Bells disse, sentindo as bochechasesquentarem, por um motivo que não compreendeu de imediato Logo, soube que setratava da palavra namorado que ainda lhe causava surtos detimidez.

Certo. Você e Edward então... Até depois filha, um beijo. Bella mandou outro beijo, e desligaram.

Ela terminou de secar o corpo, enxugando bem os cabelos naturalmenteondulados. Depois de vestir-se, desceu e foi ao mercado. Dessa vez usou opróprio dinheiro pra comprar alguns mantimentos pra casa. Edward continuara emcasa, dormindo num sono pesado.

Provavelmente, ela só acordara mais cedo do que ele naquele domingo, poistinha ido dormir muito bem na noite passada. Sequer imaginava que os toquesdele podiam fazer aquilo com ela.

Edward

Minha cabeça repousava no braço, os acobreados caindo no rosto, no entantoem meu inconsciente não se incomodara com isso. Acordei com o corpo relaxado,meus olhos recusando-se a se abrirem, querendo aproveitar alguns instantes amais, a sensação do cobertor contra meu corpo.

Tal calmaria se devia a experiência que proporcionara à Isabella naquelaúltima noite. As memórias dela, o cheiro de sua pele ainda impregnado em suamente.

Aquele momento de fato, não fora só dela. Tinha sido tão prazeroso pra mimquanto sabia ter sido descoberto por ela.

Na verdade, tinha estado tão louco por Isabella que foi impossível ignorara necessidade dela, a vontade que consumia seu ser de tê-la completamente prasi.

Tinha saído do quarto da garota, quando esta, docemente sonolenta, caíranos braços da noite. Fui até o banheiro, esperando que um banho gelado meacalmasse os ânimos.

A água caía em meu corpo, lavando aqueles meros resquícios dela das minhasmãos, mas nada pudera me apagar aquele desejo que tinha dela.

A boca pequena entreabrindo em suspiros, o corpo quente, a pele macia e aumidade de prazer escorrendo pelas suas coxas.

Aquele foi o fim para mim. Minha mão caminhou até minha ereção, nãocontrolada nem mesmo pelo frio que sentia a cada gota de água que atingia minhapele. Gemi quando iniciei movimentos lentos, imaginando o corpo esguio dela emminhas mãos.

Saí do banho me enxugando natoalha macia e vesti uma camisa de linho e uma calça jeans. Não queria parecernem muito formal, nem informal demais naquela ocasião.

Belladitou o trajeto inteiro enquanto eu dirigia até a casa dos pais dela. No fim,mesmo nervoso e com as mãos suadas, o almoço fora muito agradável. A Sra. Swan havia preparado um belo peru temperado, servido comvinho branco para todos. Até parecia dia de ação de graças, feito à refeiçãoespecial que Reneé havia feito.

Ao contrario do que eleimaginava, os pais de Bella foram simpáticos epareciam de fato felizes pela filha ter se recuperado do acontecido.

Depois do almoço Bella me levou para um pequeno passeio no jardim de suaantiga casa. Comemos maçãs colhidas na hora, embaixo da árvore, sentados nagrama. Rimos bastante e logo chegou a hora de irmos.

Despedimo-nos dos familiares de Bells com uma boa impressão em nossas mentes.Nos sentíamos felizes, principalmente Bella que me agraciava com aquele sorriso delicado dela,sempre segurando minha mão como se fossemos um só.

Narrador

Havia um mês que Charlie estava trabalhando no novo caso. Depois do beloalmoço que tivera com a filha e o seu mais novo infelizmente genro, erahora de voltar ao trabalho, afinal.

Tinha reunido uma pequena equipe para aprofundar o assunto do crime nochalé. Com sorte, depois de tanto tempo, conseguiram desvendar o último localem que James havia estado.

Disfarçadamente, Charlie com o objetivo de não ser reconhecido, foi até aBoate em Seattle. Era um lugar comum, menores bêbados,garotas muito novas dançando e exibindo seus corpos. Se ele tivesse um mandato,provavelmente já teria levado muitos para as celas, ali mesmo. Porém, oobjetivo dele não era esse. O objetivo era saber como aquele criminoso tinhaagido ao estar ali.

Perguntou para a moça do bar, enquanto pedia um chopp,como quem não quer nada, se ela sabia do caso do rapaz que era um estuprador ehavia morrido num chalé ali perto.

A moça não soltou nada importante, e ele sabia que não deveria perguntarpara mais gente, ou levantaria suspeitas. Logo, ele teria que dar um jeito. Eesse jeito, seria partir para as câmeras de segurança daquele local. Só assim,ele saberia como de fato, James havia chegado ao estado que estava, quando o encontraram morto no chalé.

Notas finais
Reviews/recomendações pra fazer a aniversariante feliz hoje? (: Um beijo! PS: DESCULPEM PALAVRAS, VÍRGULAS E ETC JUNTAS, EU NÃO ME DOU BEM COM O HTML! Se alguém souber arrumar pra mim vou ficar feliz KKKK