A garota Atravessou o portão na escuridão. Seus olhos já estavam secos das lágrimas e nada mais conseguia tirar sua atenção. Era jovem, aparentava ter quinze anos. Estava em um manicômio desde seus doze anos e agora com dezessete não conseguia mais viver lá. Era a primeira vez que pisava na rua em anos. Mal conseguia enxergar, as luzes dos postes incomodavam sua visão.

Seu nome era Ana. Significado? Graciosa. Mas não era isso o que pensavam dela. Depois de ver seus pais morrerem em sua frente, fugiu para a casa do namorado. Era criança, ele talvez um pouco mais velho, ela não se lembrava do rosto dele. Felipe. O nome deixava-a com uma imensa alegria que se esvaziara. O garoto era bobo, a escondeu dentro de casa e a polícia os achou. Não havia suspeita do homem de preto que matou os pais de Ana. A única pessoa que podia estar na casa era ela. As provas diziam que ela havia matado seus pais. Era horrível para a menina ser ameaçada de tudo isto. Era triste.

Foi internada no Manicômio juntamente com Felipe. Ele dissera que foi o dono da morte dos pais dela. Mas Ana Sabia que era mentira. Solange e Fábio eram um doce com Felipe. O Genro perfeito. Notas A, Grande jogador de futebol. Ana decidiu não falar nada. Tinha muito medo de tudo.

A cela dos dois eram separadas. Estavam longe por segurança. Felipe as vezes conseguia fugir e ir até onde ela estava, cuidava de seus cabelos, limpava as cicatrizes das chicotadas. De longe, o lugar parecia ser somente um centro de reabilitação. Mas para quem estava dentro, era um canto masoquista e sádico. Estupro, dor.

A primeira sessão de tratamento de Ana foi Horrivel. A jogaram em uma cela com vinte homem. Eles as olharam de lado.

- Você matou seus pais, criança — Um homem tirou a roupa, deixando o membro ereto de fora. A garota começou a chorar. — E você a ajudou.

De longe ela viu. Felipe estava amarrado com arame farpado em seu corpo, vários deles envolviam seu Pênis. onde sangrava contantemente.

- Ele vai morrer! — Ela gritou com medo e um homem deu um tapa em seu rosto.

- Você está proibida de falar.

O que se passou a seguir, foram os primeiros dos piores segundos da vida de Ana. Os homens arrancaram sua roupa aos poucos. Vários objetos foram colocados em seu corpo. Um pedaço de ferro fez com que sua boca ficasse permanentemente aberta. Suas mãos foram amarradas, e ela foi erguida de forma que sua boca, vagia e anus ficassem na distancia do membro ereto dos homem.

Foram exatamente doze horas. Ela podia ver a sombra da única luz que passava pelo teto. Doze horas que pareciam horrorosos dias. Homens entravam e saiam. a penetravam por todos os cantos e mal conseguia gritar. Felipe, cada vez que se manifestava também era açoitado e estuprado. Ana sentia vergonha e não olhava nos olhos dele. A garota havia se guardado tanto tempo para o namorado e agora era estuprada ali, sem poder ao menos pedir desculpas. Lágrimas caiam de seu olhar se misturando com o sangue da boca cortada.

Os homem se cansaram de estupra-la e soltaram Felipe. Ele foi ordenado a cada segundo o que fazer com ela. Ele também não queria, mas sempre que rejeitava, longas marcas ensanguentavas caiam da menina. Estavam-na usando para se divertir. Ana relaxou quando percebeu que a Penetração era de Felipe. Era o único toque que ela queria. Mas depois de um tempo, os homem o empurraram, fazendo com o que Pênis dele começasse a machuca-la. Ele não podia fazer nada. O amarraram na posição que estava. Ana Se contorcia de dor.

- Está bom não está? — um homem chegou com uma agulha — Que tal ser a ultima vez que metem.

Ana chorou, não mais que Felipe, mas assim que o facão cortou um pedaço do membro dele, o Garoto praticamente desmaiou. A menina ficou desesperada. Era tudo culpa dela.

Enquanto caminhava na rua, via algumas luzes acesas e avisos na televisão. Ela havia fugido. Uma garota perigosa. Ela sabia que não era assim. Era tudo sua culpa, pensou novamente entrando dentro da floresta. Os animais se perturbavam com sua presença. Seu cheiro era um horror. Carniça. Talvez, nem os urubus a queriam.

- Pare! Ana! Pare!

A voz de Felipe ecoava em sua mente. Parecia que ele estava ali. Mas não. O mataram na frente dela quando eles tentavam fugir. Porque tudo isso! Felipe a continuava chamando mas ela não ligou. O precipício estava a sua frente. Ela olhou devagar e virou de costas. Podia ver Felipe em Sua frente. Ensanguentado. A imaginação dela estava a torturando. Felipe a Agarrou. Deu seu ultimo suspiro e se jogou.

Notas finais
Sei, é uma curta história de forma má.
Mas era o que estava tendo para escrever no trabalho.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.