Notas iniciais
Onegai, Desculpem pela demora! ó.ò
Finalmente! Fiquei procurando uma boa capa para esse capítulo a semana toda, e voa-lá!
Esse capítulo explicará algumas coisas sobre essa história.
Alguma pergunta, pergunte no comentários. Talvez eu responda. ;)
Os capítulos a seguir talvez serão narrado por mais personagens, então as terá novas aparições de personagens.
Boa Leitura. ^^


(Megurine Luka)

– Miku, estou falando com você! – reclamei olhando para minha melhor amiga que estava perdida em pensamentos.

Nossa, poderia pelo menos me dar um pouco de atenção invés de me deixar no maior vaco conversando com o vento!

Nós estávamos na pausa para o almoço, em uma das mesas do pátio da cantina terminando de almoçar e aproveitando para colocar o assunto em dias, ou tentando.

– Ah, sim Luka, também acho ótimo... – disse ela voltando sua atenção para mim e bebendo o último gole do refrigerante que antes estava cheio.

– Como assim você acha ótimo?! Estou falando que Lion se confessou para mim na hora em que fui ao banheiro e tentou me agarrar e você ai falando que acha ótimo?! – gritei horrorizada e ao mesmo tempo surpresa com a resposta de Miku.

Como assim? Sou amorosa, mas não fácil!

Após eu em responder, ela arregalou os olhos e se entregou á curiosidade.

– Tá de brincadeira? O maior garoto popular dessa escola e presidente desse colégio foi flertar com você Luka? Isso que é uma revira volta e tanto! – disse Miku segurando o riso.

– Que é?! Acha mesmo que eu por ser um pouco calada, não consigo pegar nenhum deus grego? – Gritei começando a ficar nervosa e modificando minha voz.

– Não, por mim, acho que você é bem mais solta que eu. – disse virando o rosto de lado e voltando sua atenção para outro ponto.

Não falei mais nada, deixando aos ouvidos, sons de pessoas conversando, andando, correndo, comendo, gritando pelo colégio. Eu gostava de silêncio, deixava a minha mente pensar com clareza com os acontecimentos.

Voltei minha atenção para Miku, e olhando para o ponto onde ela estava olhando.

Melhor, observando.

Pouco metro de nós estava um menino de capuz, acho que se chama Kaito, pois não prestei muita atenção nas apresentações dos alunos. Fiquei prestando atenção no ser que estava sendo agora conhecido como nosso “Sensei”. Definitivamente, não gostei da aura que estava ao redor dele, era marrom como barro.

Esqueci-me de dizer, consigo ver as auras das pessoas.

A mente humana é definitivamente uma caixinha de surpresa, onde nem o homem conseguiu achar uma explicação raciocinável para defini-la...

Quando era pequena fui adotada por ótimos pais que infelizmente não pude agradecer por cada, abraço, carinho, educação e amor que eles me deram e me ensinaram. Nunca me esqueci deles e não me esquecerei dessa experiência de ter uma família.

Pensar neles às vezes me deixa um pouco destruída, por me lembrar do dia que descobri que eles faleceram em acidente de carro, quando estavam voltando da segunda lua de mel deles.

Também não pude perguntar para eles como eu consegui essa tatuagem.

Sim, tenho duas tatuagens nos dois braços:


03


Fui muito maltratada e julgada por outras pessoas sobre isso, quando eu começava a fazer amizades, elas se afastavam de me por se diferente e estranha que até quando tinha oito anos fui atacada por outras garotas que me chamava de monstro e aberração por ter tatuagens e “dons” que outras crianças não tinha.

Até conhecer Miku, a minha única e melhor amiga.

Aquela que nunca me deixou, e sempre me ajudou nas horas que eu precisava.

Eu agradeço a Kami por ter enviado ela para me ajudar quando criança, pois se aquelas crianças tivesse me machucado, eu nem sei o que aconteceria a seguir.

Merda, Agora não é hora de chorar Luka!

– Vou ao banheiro – eu disse com a voz falhando para Miku, antes que ela pudesse responder algo, eu sair correndo do pátio a fora.

Droga, porque não esqueço o passado!?

Mesmo sabendo da resposta, eu não queria admitir.

Eu ainda vivo o passado.

Estou oca por dentro.

Estou com um vazio no coração...

Chegando perto da torneira que á do lado da quadra, enterrei minhas mãos de baixo dela e comecei lavar meu rosto, misturando as lágrimas com o líquido gélido que a água estava.

– MAS QUE DROGA DE VIDA, POR QUE NÃO CONSIGO TIRAR ESSE VAZIO DO CORAÇÃO? – Explodi de raiva jogando a água das minhas mãos de lado e mandando mentalmente as pessoas que me ouviram para o inferno.

– Por que ninguém ainda não conseguiu destruir essa barreira que você colocou em volta dele. – disse uma voz á poucos metros de mim.

Levantei a cabeça para onde veio o som e me deparo com um homem alto com tatuagem de números nos braços.

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(Miku Hatsune)


– Luka me espere! – Gritei ao levantar por ver lágrimas dela voarem no ar na hora que ela começou a correr.

Ao perceber, Luka já estava longe de vista.

Mas o que diabo aconteceu agora?! Será que ela se chateou por eu não ter dado tanta atenção no que dizia hoje? Mas parecia tão tranquila naquele silêncio...

– Parece que você terá mais um problema para resolver depois. – disse uma voz se sentando na minha frente. Virei o rosto para a pessoa que tinha se sentado no lugar de Luka e me deparo com ele – vida de um rato de laboratório é assim mesmo, infelizmente.

Olhei para Kaito sem entender sua última resposta. “Rato de Laboratório”? O que ele quis dizer com isso.

Foi um insulto ou uma revelação?

– Mas o que – Antes de eu terminar a pergunta, ele pegou a minha mão esquerda e colocou o rosto ao próximo ao meu ouvido, me deixando muito corada.

– Para uma PSA, você é bem linda e forte pela aparência e caráter.

Se não fosse a pergunta que me apareceu na cabeça sobre o que ele tinha me chamado, eu teria me derretido ali mesmo nele.

Ele me chamou de linda e forte... LINDA?! Ele me acha linda?! Esse garoto ainda irá me enlouquecer um dias desses...

O que diabo estou pensando?! Ele só é um maluco que fala cada idiotice! Eu não tenho uma mente pervertida como o da Luka, não!

Mas pela aparência de deus grego, quem é que não babaria nele?

Voltando ao estado normal, afastei-me um pouco dele.

– Você sabe do seu passado Miku? – perguntou ele.

– Do-o que v-você esta falando? – perguntei um pouco trêmula, como assim? Ele sabe de algo?

– Em 2014, os melhores cientistas da Ásia foram chamados para um trabalho que a China e o demais países estavam trabalhando – dizia ele colocando a mão esquerda sobre o queixo como se tivesse pensando – Diziam eles que estavam á procura de uma cura sobre as doenças que estavam predominando o mundo naquela época, que tinha matando centenas de pessoas que contraíram ela, só que o que o governo americano não sabia, era que a Ásia estava fazendo um “vírus” para melhorar as habilidades de um ser humano para poderem usarem em soldados e começar uma guerra com a América e o demais continentes.

Olhei para ele confusa, o que ele quer dizer com tudo?

Vendo a minha curiosidade e silêncio, ele prosseguiu.

– Para que o experimento fosse concluído e evoluído, eles resolveram experimentar o vírus em humanos, foi um dos piores erros deles. – terminou de dizer dando um risada involuntária.

Olhei para ele com olhos arregalados e confusos, para o absurdo que acabei de ouvir dele.

Como assim? Produziram alguma coisa e usaram em humanos? Mas que absurdo! Mas... Como ele sabe disso tudo? Ele deve estar mentindo para mim, é... Impossível...

– Você é maluco, falando uma mentira sem tamanho — falei me levantando.

Antes que eu começasse a correr atrás de Luka, Kaito agarra meu pulso e diz:

– Posso terminar de falar? – perguntou com a face séria e segurando meu pulso com uma força mais elevada.

Na hora fiquei assustada com a força que ele pressionava no meu pulso, pensei que ele iria se partir.

É difícil em acreditar em tudo que ele esta dizendo, uma parte de mim fala que é mentira e pede pra eu sair correndo.

Mas...

Outra parte esta curiosa para saber o que aquilo tem a ver comigo.

Vendo isso, ele solta meu pulso e olho para ele, acenando com a cabeça para ele continuar.

– Os humanos que foram experimentos foram adotados pelo nome de Projetos Seres, os PS. Eles foram levados para a base principal da organização da China, juntos com mais de 60 crianças e 100 adultos infectados com o novo experimento. Nos primeiros meses, 80 por centos dos infectados morreram por seus corpos terem rejeitado o “vírus”. – disse com os olhos perdidos em algum ponto – Com as pessoas Presas nos laboratório e servindo como ratos para eles, 17 meses se passou deste o começo dos experimentos, assim sobrando 23 pessoas vivas dentro daquele inferno. O pessoal sobrevivente trabalhava nas habilidades que ganharam, uns conseguia correr mais rápidos, outros tinha uma força incrível, podia se curar rapidamente ou curar outras pessoas, podia ver o futuro, podiam-se ver todos os tipos de poderes que humanos nunca imaginou que existisse, até o dia que teve a Rebelião, o dia em que lutaram pela liberdade.

Kaito voltou a olhar para mim, mas de um modo diferente, tristeza e... Admiração?

–Tiveram pessoas que se reproduziram lá dentro, assim vindo uma nova era, as dos Projetos Seres Avançados; PSA. – disse se aproximando o rosto um pouco mais de mim. – Foi lá que conheci você e sua família Miku.

O que...? O que ele quer dizer com isso...? Como assim, ele conheceu minha família verdadeira, me conheceu lá?

– Como assim você me conheceu lá? – perguntei trêmula, mesmo que eu já estava ciente com a resposta.

– Eu, você e sua amiga somos da nova era do Projeto, somos PSA. – disse se levantando da cadeira segundos depois de ouvir o sinal do termino da pausa.

Vendo que eu ainda estava sentada e olhando para ele em estado de choque, ele sorrir e termina.

– Bem Vindo ao meu mundo, Hatsune Miku.

Notas finais
Pronto... postei o capítulo que aposto que respondeu muita pergunta de você, leitor(a).
Perguntas e opiniões, podem comentar, responderei o mais breve possível.
Espero que tenha gostado desse capítulo, semana que vem, atualizarei o capítulo 6.
até lá, tomara que eu ache uma capa descente... ^^""
Até semana que vem! ;D