Ugly Ningens

3 Death Note - pt1


Notas iniciais
Então, gente... Aqui tô eu. Demorei, tenho meus motivos para demorar, mas acho que vocês querem é o capítulo, sim? HUAHAU Não sei porque, mas quis fazer essa paródia. Sei lá, depois de ver um vídeo de DN feat. Acre surtiu inspiração xD E esse vai ser um dos únicos capítulos que vai ter continuação, pq não quero escrever muito em um cap só por se tratar de comédia. Espero que gostem gente, e já vou responder os outros caps! Ainda não revisei, mas juro que assim que der faço isso. Comentem qualquer errinho aí, pls E, como sempre, vocês podem dar sugestões de algo pra eu fazer. Depois dessa, vou tentar escrever sobre crepúsculo, o problema é que nem sei nada sobre o filme, aí vou tentar ver alguma coisa antes, sorry :k

1

Yuuichirou já estava cansado daquela vida. Todos os dias, as mesmas coisas aconteciam.

Sempre as mesmas pessoas cometendo crimes, matando as outras. Na sua classe, já não aguentava mais ser o melhor aluno da detenção. Não havia muita coisa útil que acontecia na sua vida nem no mundo, e tudo era tão meio termo quanto ter que escolher um sabor de salgadinho… Triste. Aquele lugar precisava de um salvador; ser renovado.

Um dia, na sala de aula, estava olhando pela janela, porque prestar atenção na aula de matemática já era o terror, imagine na de física! E ele não tinha culpa se era de humanas. Via o vento levando folhas, a grama balançar, os alunos do outro prédio colocando fogo no andar de culinária… Até aí tudo bem. Mas ver um caderno caindo do céu era demais, né? Porque não tinha como ninguém jogar aquilo lá de cima, da mente do inteligentíssimo Hyakuya.

Curioso, matou a terceira aula e saiu da escola para ir ver o tal caderno. Pegou-o e viu um anjo de seis asas na capa e imaginou algo sacro vindo daquilo. Bom, quase isso. No título, ficava escrito…

Serafim da Morte.

… Com letras góticas muito radicais.

Abrindo a nota, viu algumas coisas escritas e as leu em voz baixa:

— Primeiro... A pessoa cujo nome for escrito no caderno morrerá dentro de 60 segundos por ataque cardíaco. — Olhou duas vezes pro caderno, franziu a expressão e pensou consigo: — Nossa, que legal! Dá pra fazer a festa com isso aqui!

Escondeu o troço na mochila e voou mais rápido do que o gato à jato para chegar em casa. Era órfão, então seus pais, obviamente, não estavam em casa¹. Tinha lido todas as instruções no caminho e até chegou a guardar algumas, que foram bem poucas. Subiu as escadas e ao abrir a porta, se deparou com algo meio furry: Parecia um monstro, mas ainda assim era humano. Tinha cabelos cor de uva e uma forma feminina.

— Você deve ser o demônio comedor de dango² que fala aqui no caderno, né?

— Sim, sou eu mesma, Yuu-san. Parabéns por ter pego o caderno! — Ela sorria como se fosse derreter.

— Ei, eu queria te perguntar umas coisas antes de escrever no caderno. — Parou e pensou, porque tinha esquecido da maioria. — Bem… Por que você tá toda feliz? E porque jogou o caderno aqui?

— Yuu-san… É uma história muito triste. No mundo dos shinigamis não há muita coisa pra gente fazer, só jogar Yu-Gi-Oh! e assistir animes pra shippar. E… Eu estava cansada. Cansada daquele mundo que não mudava, estava podre. Porque sempre que eu gostava de um casal, eles não eram canon, e eu não me contentava com as fanfics e com os doujinshis de jeito nenhum! Aí decidi jogar o caderno aqui; não que eu me preocupe como vão usá-lo, só quero poder ver yaoi no mundo 3D. E acho que fiz uma ótima escolha!

Yuu não entendeu nada.

— Uau, que bom, hein… Massa…

Logo ignorou ela e pegou uma caneta pra escrever no caderno. Já sabia muito bem o nome de quem escrever… Aquela que mais lhe mandava para a detenção, a professora de português. Mas ele pensou um pouco antes, ela dava aula de humanas, então isso não seria muito viável. Mas ela já tinha feito ele passar por coisas muito ruins, como proceder?

— Yuu-san, é ser morto ou morrer — falou, tentando ser poética, mas disse mesmice.

— … Isso não me ajuda muito, não tem mais opções não?

Então, escreveu o nome da professora no caderno e pensou no rosto dela enquanto isso. Passou sessenta segundos.

Não dava pra saber se ela tinha morrido ou não. Mas no embalo, ele foi escrevendo o nome de todos os professores que odiava. Quando terminou, alguém bateu na porta do seu quarto (ou seja, alguém que tinha intimidade pra ter a chave de casa. Quem mais seria além de Mikaela?) e ele abriu.

— Mika!

— Yuu-chan!

Os dois se abraçaram. Shinoa só observava, como toda fujoshi faz.

— Ah, então você também tem um Serafim da Morte? — disse, todo sorridente e nada surpreso.

— Tenho! Você também tem? Já matou quantas pessoas? — falava como se fosse a respeito de algum jogo, estava tudo bem.

— Já perdi a conta. Mas, Yuu-chan, tem alguém que eu não consigo matar… Sabe, aquele professor de física… Já escrevi o nome dele trocentas vezes no caderno, mas não acerto uma… O nome dele não é verdadeiro, afinal! — Mikaela não era mandado para a detenção, era o melhor aluno da turma, mas errou um dos valores numa fórmula e mesmo chegando no resultado certo, o professor lhe cortou um décimo de ponto.

— Guren… Nós definitivamente vamos descobrir o nome verdadeiro dele! Vamos ser os deuses da nova escola!

E Shinoa continuava observando. Definitivamente tinha escolhido bem.

Continua...

Notas finais
E então? ¹ - Que coisa triste pra se dizer no dia dos pais :k ² - Um doce mto doce do Japão que costuma vir em espetinho