Uchihas Life.

7 Capítulo 07 - Um dia totalmente diferente.


Notas iniciais
Hey galerinha, o capítulo será narrado pelo nosso amado Sasuke, ok?

\"\"

Capítulo O7 — Um dia totalmente diferente.
Sasuke narrando.



Acordei com Itachi me chacoalhando. Ele não parava de gritar. Sinceramente, meu irmão estava tendo distúrbios ou perda de neurônios, não é possível.

- Pô Sasuke, mesmo se o mundo tivesse acabando, você não acordava. Dorme igual uma pedra, eu hein. – Falava enquanto sentava na cama. Eu durmo igual a uma pedra? Ele tem que ouvir ele mesmo roncando.

Peguei meus óculos que estava em cima da cômoda, e os coloquei. Depois fui ver que horas são.

6 horas da manhã.



- ITACHI! Sabe que horas são? – Ok, eu não fui acordado pelo Itachi ás 6 da manhã, é só um sonho no qual eu vou acordar, é isso Sasuke. Pensamentos positivos.

- 6 horas da manhã, dã. Depois eu que sou lerdo. Mamãe deu ataque por que não fomos pra escola ontem. A Tsunade ligou aqui em casa, perguntando da gente, e blá, blá, blá. – Respirou fundo, e olhou para mim. – Sasuke, mamãe quer ter aquelas consultas familiares.

Consultas familiares. Ter uma mãe psicóloga, que tenta entender os problemas da família é tenso.

Nota mental: Não ter que encarar mais uma consulta familiar.

- Sasuke, você ainda ta usando esses óculos pré-históricos? Nem os homens das cavernas usariam. – Debochou Itachi. – Comprei esses óculos novos pra tu, tatu.

Desde quando Itachi virou poeta? Tu, tatu. Que medo dele.

Abri a caixinha do óculos, e dentro dela tinha um óculos legal. Até que Itachi tinha bom gosto.

Eu não posso falar nada de bom gosto, usava um óculos estilo vovó míope dos anos 40. Ok, parei.

Tirei meus óculos pré-históricos — Eles vão para meu museu no futuro. – e coloquei meus novos óculos.

- Até que dá pro gasto esses óculos. – Falei jogando meu antigo óculos em cima de Itachi.Gosto de jogar coisas em cima dele, virou mania.

- Virei lixo agora pirralho? – Falou se levantando e colocando meus amados ex-óculos na cômoda. – Desce logo, to com medo da mamãe. Não encaro aquela psicótica, sozinho.

- Mamãe deve estar com a macaca hoje. Vamos logo antes que ferre tudo.

Descemos as escadas devagar, parecendo que éramos agentes do FBI e estávamos em uma missão mega, ultra secreta.

Mamãe estava sentada na poltrona do meu pai, com uma caderneta na mão.

Ela nos lançou um olhar mortal, e depois um olhar curioso.

- Itachi, cadê o Sasuke-chan? Perguntou olhando para mim.

Minha própria mãe não me reconheceu? Magoei agora.

- Mãe, essa pessoa não alienígena, é o Sasuke. – Me chacoalhou, quase vomitei meu jantar de ontem, beijos.

- MEU FILHO? Sasuke-chan, você ta uma gracinha, coisa linda. Cute, cute da mamãe. – Falou apertando minhas bochechas.

Minha mãe acha que eu tenho o que? 5 anos? Ok, vamos deixar ela ser feliz, e acabar com minhas bochechas.

- Vamos ao que interessa. Sentem-se, nossa consulta vai começar. – Falou sentando-se na poltrona de novo. Medo do que vai acontecer agora.

Sentamos no sofá, eu, Itachi, e logo em seguida meu pai.

- Vamos começar por você, Itachi-chan. Defina seu irmão em uma palavra. – Perguntou anotando alguma coisa em sua caderneta.

- O meu brother, hm sei lá. Deixa eu pensar... O Sasuke em uma palavra. Esquisito. – Eu? Esquisito? Só sou um pouco diferente.

- Sasuke-chan, você agora. Defina seu irmão em uma palavra.

Itachi em uma palavra, difícil.

- Irritante. – Me limitei a dizer. Essa palavra se encaixa na definição do Itachi, já que ele vive me irritando.

Mamãe anotou mais alguma coisa em sua caderneta, e olhou para papai com um olhar mortal. Ele estava sendo fuzilado – Literalmente. – pelos olhos da minha mãe.

- Fugaku, querido... Me defina em UMA palavra, pense bem nessa palavra. – De tanta força que minha mãe fez pressionando a caneta contra o papel, a coitada da caneta quebrou.

Meu pai engoliu seco, ele sabia que essa palavra definiria seu casamento com a mamãe.

Tá, nem tanto. Só estou fazendo drama. Mais é quase isso.
- A palavra que eu te defino, é...

▪▫▪

1 hora depois.



Depois da – Assustadora. – consulta familiar, Itachi e eu fomos para o meu quarto. Ele falou que ia me dar umas dicas sobre como me comportar na escola – Como se eu não soubesse. – com meu novo visual.

- Não é só porque eu mudei meu visual, que eu vou mudar minhas atitudes Itachi. – Falei arrumando meu quarto.

Mamãe fala que sou meio obcecado por limpeza. Eu não acho, só gosto de coisas em seus devidos lugares.

- Não to falando isso criatura, to falando que como você ta lindo igual seu irmão, ou seja. Lindo igual a minha pessoa. – Ele nem se acha né? – Você tem que tomar alguns cuidados.

- Cuidados? – Indaguei.

- Exatamente. Com seu “novo eu”, vai vim “novos você”. Ou seja, puxa-sacos, e gente falsa. Você vai ter que mudar o seu jeito com essas pessoas, não ser grosso com elas e mandar elas para a puta que pariu, mais dar uns cortes nessas pessoas entende?

Itachi me dando um conselho? Suspeito, mais nem tanto. Desde o dia da minha transformação, senti que eu e Itachi ficamos mais unidos. Como irmãos de verdade, que estranho.

- Hm. Entendi. – Me limitei a dizer, o que Itachi me disse, fez eu refletir.

- Então Sasuke, fica esperto moleque. De zoiu aberto. – Zoiu? Não seria olho? Itachi precisa de aulas de português.

- Itachi, obrigado. – Agradeci. Primeiro conselho que ganhei do Itachi.

Nota mental: Pedir mais conselhos á Itachi.

- Obrigado nada, vai passando 10 conto ai. – Estendeu a mão. Ele acha que eu virei bando pra dar 10 conto? Digo, reais.

- Idiota. – Falei rindo. Haha, ri muito Itachi.

Itachi e eu ficamos conversando até umas 8:00 horas, nunca tivemos tanto assunto que nem hoje. Até que foi legal.

10 minutos depois.



Já estava limpinho, tomei banho, coloquei meu uniforme. Quase morri colocando minhas lentes de contato, e fui escovar os dentes.

Olhei para a pasta, a pasta olhou para mim. Uma troca de olhares um pouco desconfortante.

Nota mental: Não trocar olhares com objetos que não possuem olhos.

- Vamos lá pasta, não me suje. É um dia especial para mim.

Re-lembrando Nota mental: Parar de falar com objetos de higiene bucal.

Peguei a pasta, minha escova. E vamos lá.

Com cuidado, coloquei a pasta na escova e nada aconteceu. AMÉN! Primeira vez que coloquei pasta de dente na pasta sem me sujar, algo me diz que o dia vai ser bom.

Mal percebi que a pasta estava com um buraco, e sujou toda a minha mão quando eu apertei para passar a pasta na escova.

- Kami-sama, justo hoje isso tinha que acontecer?

Lavei minha mão, e dessa vez não limpei na toalha. É errando que se aprende.

Escovei meus dentes, e olhei para a pia.

Olhei para o gel, e o gel olhou para mim. OK! Parei de trocar olhares com objetos.

Peguei o gel, e o joguei no lixo. Nunca mais coloco gel no meu cabelo. Dicas do Orochi.

20 minutos depois.



- Força Sasuke! – Falava Itachi dando tapinhas nas minhas costas.

Eu estava nervoso, não sabia como ia ser meu dia quando eu colocar meu pé dentro da escola.

Como as pessoas reagiriam? O que elas iriam falar? O que eles iam pensar?

- Eu sei no que você ta pensando Sasuke. – Sabe? Eu hein, ele lê pensamentos? – Pare de pensar no que as pessoas vão pensar de você, vai e sai logo do meu carro.

Respirei fundo, e pensei no que Itachi disse. “Parar de pensar no que as pessoas vão pensar de mim”.

Abri a porta do carro, e sai. Agora não tinha mais jeito.

Itachi estacionou o carro, e entramos no colégio juntos.

Quando pisei no corredor do colégio, senti que todos parassem, e ficassem olhando para mim. Ta bom, o que está acontecendo?

Todo mundo olhando para mim, to fedido? To cagado? Eu to o que meu Deus?

Bom, como eu estou eu não sei dizer. Só sei que esses olhares estão realmente me deixando nervoso. Não só os olhares, mais os comentários também.

Um grupo de garotas passou ao meu lado, e me olharam como se fossem engolir a minha pessoa. — Ele é aluno novo? – Comentou uma dessas garotas. Será que eu estou tão diferente assim?

- Sasuke já ta fazendo sucesso, parece até que é meu irmão. – Falou Itachi.

Ignorei o que Itachi disse, – Como sempre. – E fui para o banheiro. Não aguentava mais ser – Quase – comido, engolido, e digerido pelos olhares daquelas garotas.

Entrei no banheiro e deixei Itachi parado igual a um pedestal. Coloquei minha mochila em cima da pia e olhei meu reflexo. – Nossa, estou-me estranhando. Vivo me olhando no espelho agora, eu hein.

- Como eu mudei. – Falei para mim mesmo.

Sim, mudei muito. Estou tão diferente que nem minha própria mãe me reconheceu.

Diferente, sinto que meu dia vai ser assim. Diferente.

Voltei a me olhar no espelho, e apoiei as minhas mãos na pia. Passei uma das mãos em meu cabelo e voltei a me apoiar na pia.

Meu cabelo estava todo repicado, e com duas mexas na parte da frente caindo sobre meu rosto. O bom de ser filho de japonês é que eu nasci com o cabelo liso.

Foi o que o Orochi falou.

Nota mental: Marcar cabeleireiro com Orochi. Não esquecer.

- Ei, moleque. – Falou Itachi, encostado na porta do banheiro. – Tudo bem? Você me deixou lá plantado feito um... Milho?

- Não, é que... – Quando eu ia terminar de falar, uma das portas do banheiro se abre.

E uma figura de cabeleira ruiva sai de dentro, causando um imenso susto. – Pelo menos, eu me assustei.

- Fala ai, brotos. – Falou Gaara fazendo sinal de paz e amor.

- Pô Gaara, vai assustar o bichinho da banana cara. – Falou Itachi. Bichinho da banana? Haha, dessa vez eu ri.

- Relaxa na graxa, por que a vida é de borracha. Firmeza? – Gaara é bom de rima, Ihul.

Saímos do banheiro e cada um foi para sua sala. Itachi foi para o andar do terceiro ano, e Gaara para o segundo.

O corredor estava vazio, todos já estavam nas salas de aulas. Oh Kami-sama! Já basta eu ter faltado ontem, e hoje vou chegar atrasado? Meu histórico escolar foi pelo cano.

No frente da porta, da minha sala, vi uma garota ruiva. Será que é a Karin? Preciso falar com ela.

Cheguei perto, e coloquei minha mão sobre o ombro dela.

- Karin? – Falei com a voz rouca.

- Que Mané Karin. – Falou se virando e batendo seu cabelo no meu rosto. Quem essa garota pensa que é? – V-você é dessa sala? – Perguntou apontando para a porta.

- S-sim. – Gaguejei. Acho que nunca vou parar de gaguejar, preciso aumentar minha auto-estima.

Ela nada respondeu, só bateu na porta. E a bruxa... Digo, a professora Anko abriu a porta.

- Quem são vocês? – Perguntou encostando-se à porta. Como ela é folgada não?

- A-anko-sensei, sou eu. Uchiha. – Falei olhando para baixo.

Ela colocou a mão em meu queixo e levantou minha cabeça.

- Uchiha, não pode ser. Você está... Diferente. Vamos, entre querido. Não poderíamos começar a aula sem você.

Anko sendo gentil? Vai chover canivete, só pode.

- Você é... Tayuya, estou certa? – Perguntou.

A garota – Sem-educação. – respondeu um ‘sim’ com a cabeça.

Entramos na sala, e mais uma vez todos os olhares se dirigiram á mim. Ignorei os olhares e sentei no meu lugar.

Quando sentei, a sala ficou em silêncio. E senti meu ombro sendo cutucado. Era o idiota do Naruto.

- O que você quer? – Perguntei sem a mínina vontade de saber no que ele iria falar.

- SASUKE! – Gritou. – É você mesmo? Você tá mó estranho.

Me virei para trás encarando Naruto, e falei.

- Estranho não, diferente.

- Uchiha-san, pode vir responder essa pergunta no quadro? – Perguntou Anko-sensei.

Me levantei e fui até o quadro. Percebi que uma certa garota falava de mim.

- Tenten, aquele é o Uchiha? Aquele nerd? – Perguntou a garota de cabelos rosados.

- Cara, eu acho que sim. M-mais não pode ser. Ele ta um gato! Sakura, você não vai né? – Perguntou. Ela não vai onde? Minha curiosidade um dia me mata.

Respondi a pergunta no quadro, e voltei ao meu lugar. Mais continuei prestando atenção na conversa.

- C-claro que não! Já esquematizei um plano. Nunca vou fazer aquilo, mesmo com ele feito essa mudança nele mesmo. – Riu como uma patricinha metida, como se ela não fosse uma.

Será que elas falavam de mim? Não dei muita importância, meu celular vibrou mais uma vez. Até sei por que, eu acho.

- Mensagem. – Falei de modo com que somente eu pudesse ouvir.

“Sasuke-kun! Como você está diferente. Ta tão lindo. Vou te dar uma dica de quem eu sou. Amarelo, o que pode ser amarelo? Descubra você mesmo, se lembre da infância.

Um beijo, e um queijo.
Admiradora secreta.”



Lembrar da infância? O que ela quis dizer com isso? Bom, não tenho tempo para pensar nisso. Preciso prestar atenção nas aulas, e não em uma admiradora secreta.

Nota mental: Desligar o celular quando entrar na sala de aula.

Enquanto eu me perdia em pensamentos inúteis, uma bolinha de papel caiu em cima da minha mesa.

Olhei para o lado, foi Hinata que jogou a bolinha de papel.

- Abri, e lê o que está escrito. – Falou baixinho, e voltou a prestar atenção na aula.

Olhei para a bolinha de papel, e depois olhei para Hinata.

Meu coração batia acelerado, eu estava ficando nervoso... Mais por que estou desse jeito?

É só um bilhete, não tem o porquê eu ficar assim. Realmente, não sei o que está acontecendo comigo.

Uma simples coisa, como um bilhete vindo da Hinata, já mexe comigo. Não sei por que, mais Hinata anda mexendo muito comigo, argh!

Balancei minha cabeça tentando tirar aqueles pensamentos. Inútil, não consigo parar de pensar nela.

Abri a bolinha de papel, e olhei o que tinha dentro.

“ Sasuke, preciso falar URGENTE com você. Caso de vida ou morte! D:
Hina.”

Fiquei pensando a aula inteira no bilhete que a Hinata me mandou, isso estava me deixando nervoso.

Comecei a suar frio, minha respiração estava acelerada, eu estava tendo um colapso nervoso. Não, não estava mais quase.

Tic Tac.

Tic Tac.



Finalmente a hora passou, e já estávamos indo para o refeitório. Procurei pela Hinata, mais ela saiu muito apressada da sala.

O que está acontecendo com ela? Ela anda estranha ultimamente.

- Garotas... – Falei para mim mesmo, enquanto me encostava na parede.

Ouvi alguns passos no corredor, e algumas risadas. Olhei para trás e vi um grupo de garotas segurando algumas latas de coca-cola, e algumas caixas de chocolate.

Não me importei muito, e ignorei o fato delas ficarem me olhando e dando risadas.

Nenhuma garota em toda a minha vida – Fora a minha mãe. – olhou para mim, e deu aquelas risadinhas sem graças. Não estou acostumado com isso.

Desencostei da parede – Pois ela deve ter germes, e eu esqueci meu álcool gel em casa. – e fui para o refeitório procurar pela Hinata, que desapareceu do mapa. Isso é muito tenso.

Essas mesmas garotas começaram a me seguir, me senti em uma perseguição. Onde eu era o perseguido. Isso me deu medo.

Mais que dia diferente que eu tive hoje, primeiro, a Anko foi boazinha comigo, A Hinata me deu um bilhete estranho, Sakura e sua cobaia humana de shopping (Tenten) estavam falando de mim, eu acho. Naruto não ficou enchendo o meu saco, e fui perseguido por um bando de garotas.

Não sei se dizer, se o meu dia foi bom ou ruim, é um dia diferente. E coloca diferente nisso.

E até agora não vi a Temari, estranho. Normalmente ela sempre vem me pedir bala. Onde será que ela está? Bom, isso não vem ao caso.

- Ei você, garanhão. – Gritou uma voz conhecida, será a voz do Gaara? – Aonde você tava cumpadi?

Olhei para trás, e vi um ser de cabeleira ruiva. Lê-se: Gaara.

- Cumpadi? – Repeti. – É compadre, não acabe com o português. – Odeio gírias, já tenho que conviver com Itachi, que 5 palavras que ele fala, 7 são gírias. Isso me irrita profundamente.

- Sasuke, para de ser quadrado mano. Se liga. A Hina tava te procurando. Ela tava tão estranha cara, o que você fez? – Perguntou curioso. – Se você fez alguma coisa com ela – O que eu faria com Hinata? Gaara sabe ser idiota. – vou chamar meu bonde, pra te bater cara. Relaxa, to zoando com você.

Nota mental: Ignorar as idiotices do Gaara.



Há há, morri de rir Gaara. A Hinata estava me procurando? Mais se ela estava me procurando, por que saiu feito um raio da sala de aula, sem mesmo olhar para mim?

- Garotas... – Repeti para mim mais uma vez.

- Sasuke, você ta falando com quem? O fastasminha camarada? – Perguntou Gaara, passando a mão em frente de meus olhos.

Nota mental: Parar de falar sozinho, e repetir coisa para eu mesmo.



Enquanto eu me perdia em minhas notas mentais, senti uma mão delicada e um pouco gélida, tocar a minha.

Olhei para trás, e me deparei com dois orbes perolados.

- H-hinata. – E mais uma vez, Uchiha Sasuke gaguejou na frente da Hinata. Podem bater palmas agora.

- Uchiha, preciso falar seriamente com a sua pessoa. – Falou firme, e me puxou pela mão até o pátio da escola.

Não trocamos se quer uma palavra, eu estranhei o jeito que a Hinata falou comigo. Ela nunca me chamou pelo meu sobrenome.

Engoli seco, senti um frio na barriga só de pensar no que estaria por vir.

Enquanto andávamos, decidi quebrar o gelo, e perguntar o que estava acontecendo.

- Hinata, o que está acontecendo? – Perguntei sério e frio ao mesmo tempo.

Ela nada respondeu isso estava me deixando irritado. Está situação é irritante.

5 Minutos depois.



- Sasuke-kun, preciso de um favor seu. Como eu te falei, caso de vida e morte Sasuke! – Falava sentando-se no banco do pátio. – Senta aqui.

Sentei-me ao seu lado, e indaguei.

- Então?

- Sasuke, preciso que você finja ser meu namorado por um mês.

Notas finais
Haha, espero que tenham gostado galerinha! *-*TCHARAM! E agora, será que Sasuke vai fazer o favor que Hinata pediu? Veremos no próximo capítulo!