UMA INTRUSA EM CREPUSCÚLO 2 - De Volta Para Casa
13 Capítulo 13 - Uma Intrusa no Apocalipse Zumbie parte 5 - Final
Os corredores do santuário estavam mais calmos do que pensou que estaria em quanto isso desfilava que nem uma criança que acabou de receber um doce, até perceber que não estava sendo seguida pelo Marcus.
— Não vem? – Perguntou inocentemente.
Marcus virou o rosto em sua direção em choque.
— My Love? – Falou Marcus para Megan – MY LOVE??? – Gritou Marcus, sua ficha finalmente tinha caído.
— Você percebeu. – Constatou Megan, desviando o olhar para baixo, antes sua postura era confiante, agora já não podia dizer o mesmo, seus ombros estavam encolhidos, suas mãos entrelaçadas uma a outra, seus olhos não conseguiam encarar o vampiro. – Eu deveria ter um discurso preparado, mas tudo aconteceu tão rápido que nem tempo para respirar eu tive.
Marcus não ouviu uma única palavra do que a Megan disse, estava absorto em seus próprios sentimentos. Não era a Negam, mas sim a Megan, não era mais a pessoa que havia lhe sequestrado e lhe devolvido suas memórias apagadas e lhe deixado com uma dor insuportável de abandono.
Seu corpo agiu por conta próprio e quando se viu já tinha colocado a jovem contra a parede, a deixando de olhos arregalados.
— Eu tenho muito a dizer, mas não é hora nem lugar pra isso, mas eu preciso ter certeza, você é a Megan? – Perguntou o vampiro com expressão seria, mas seus olhos mostravam desespero.
— Eu sou a Megan.
Marcus suspirou de alivio e apoiou sua cabeça na parede, Megan era mais baixa que o vampiro, o que era uma vantagem em algumas situações.
— Você não sabe o inferno que eu passei, sobre coisas que eu sentia, mas não sabia o porquê. – Falou o vampiro com a voz cansada. – Então a Negam apareceu, você não imagina a dor que eu senti ao saber o que você tinha feito comigo.
— Eu nunca quis te machucar meu amor. – Megan colocou as mãos na maçã do rosto de seu amado e encarou os olhos vermelhos, por dentro ela via muito sofrimento, e dessa vez era tudo culpa sua. – Aro estava abusando do meu poder, eu precisava fazer alguma coisa, mas se eu quebrasse a tríade eu não sabia as repercussões, me apagar da vida de vocês foi a única solução que pensei. E doei muito, cada passo que dei longe de você foi uma tortura, eu preferi sentir a dor do meu corpo divino sendo purificado do que sentir a dor de te perder.
— Mas você esta aqui agora. — Falou Marcus.
— E eu não vou te deixar e que se danem os Volturi, que se dane o Aro, você é meu e eu sou sua, para todo sempre, vamos sair desse lugar construir uma nova vida, criar nossa própria linhagem, podemos até fingir ser humanos e viver em uma cidade humana, faremos o que você quiser! – Falou Megan com os olhos transbordando em lagrimas, sua voz de choro doía de se ouvir.
Marcus a abraçou e lhe deu um beijo longo, onde suas línguas finalmente se reencontravam depois de tanto tempo longe um do outro, era um beijo a caloroso e cheio de sentimentos, Marcus finalmente pode sentir que estava em casa, onde aquela mulher estivesse era o seu lar.
Marcus se afastou para Megan respirar e com sua mão desabotoou a calça da mais nova e colocou a mão por dentro da sua calcinha e começou a estimula-la, ela já estava molhada por conta do beijo, sua mão fria batia em contraste com o intimo de Megan que era úmido e quente, em sua pele parecia que a dela pegava fogo, sem conseguir resistir mordeu o pescoço da loira e começou a penetrar seus dedos em sua vagina em quanto sugava seu sangue, os gemidos dela eram musicas para seu ouvido, e lhe deixavam louco, colocou o segundo dedo e fez movimento de vai e vem cada vez mais rápido.
— Marcus.. – Gemeu Megan no seu ouvido. A mulher tinha passado seus braços em volta do pescoço do vampiro, o deixando lhe sugar a vontade.
— Meus dedos pegam fogo quando estão dentro de você, eu preciso de mais. – Falou Marcus com a boca escorrendo o sangue de Megan.
A loira nem se importou com o sangue nos lábios do vampiro e o beijava ferozmente e preparava para receber o membro do seu homem ele foi rápido e sem pudor, seus gemidos ecoavam pelo corredor o que parecia motiva-lo para ir ainda mais rápido. Até que foi colocada no chão e sua calça e sua calcinha já não estavam presas ao seu corpo, sua perna direita era segurada para cima pelas mãos frias do vampiro que metia com força. Não se importava com ninguém gemia com todo prazer, seu corpo queria aquele pau dentro de si, aquele pau gelado que esparramava todo aquele liquido quente lhe preenchendo, soltou um grito de prazer, ambos tinham gozado.
— Meu amor, você faz um sexo gostoso pra caralho, mas eu preciso salvar a cidade agora. – Falou Megan em quanto recuperava o fôlego.
— Eu ainda não terminei. – Falou o vampiro com a voz rouca.
Dessa vez Marcus lhe virou e começou a lhe comer por trás, seus gemidos ficaram descontrolados, a velocidade das estocadas não diminuíam, ele ainda tinha muita energia.
— Eu tenho uma cidade... – Megan não conseguiu terminar de falar, e nem tentou retomar a frase.
Marcus a penetrou fundo e deixou todo o gozo entrar na sua companheira, que respirava desconcertada.
— Transar com você é muito bom! – Falou Megan.
***
Megan e Marcus entraram em uma sala como se nada tivesse acontecido e começaram a pensar na cidade.
— Estamos em uma cidade cheia de mortos-vivos, o plano era transformar todos em vampiros usando meu sangue, que também é o sangue da Negam, mas vai demorar até criar o vírus que irá replicar o vampirismo do Tesla e aplicar em média escala, e o seu veneno de vampirismo demora dois dias. – Explicou Megan a situação para o Marcus.
— Então vão todos morrer. – Concluiu o vampiro.
— Mas é claro que não! Eu estou aqui, não sou a deusa do tempo, mas posso acelerar as coisas do meu jeito. – Sorriu Megan para seu amado.
— O que vai aprontar dessa vez? – Perguntou o vampiro já sabendo que não seria algo pequeno, não vindo da Megan.
— Ainda não estou em minha plena forma, o que significa que não posso criar mundos, mas posso criar um escudo na cidade inteira, posso dar dois a três dias para você transformar quem puder. – Explicou Megan o seu plano.
— Tem um furo no seu plano. – Apontou Marcus – Recém-criados precisam se alimentar.
— Tem isso também. – Suspirou.
Vários pensamentos lhe passaram por sua mente, poderia ter animais o suficiente na cidade para eles se alimentarem? E seriam o suficiente para aplacar sua cede, provavelmente não, para poder ter controle requer tempo, e tempo era o que não tinham.
— Vou ter que usar magia Unseelie. – Pensou Megan em voz alta. – Precisamos treinar todos e não sabemos se vamos conseguir sangue animal para suprir as necessidades de todo mundo, fora que tem criança e seres de outra espécie entre nós. Eu crio a barreira, você transforma quem puder quem não puder colocamos em estado suspenso, através de magia, não estará vivo e nem morto, faremos o mesmo com os recém-criados, ativarei a magia em quanto estiver mantendo o escudo.
— Você pensou em tudo. – Falou Marcus – Menos no obvio.
Megan o encarou confusa, piscou repetidamente, o que poderia ter esquecido? Tinha pensado em todas as possibilidades, qual não pensou?
— É serio? – Marcus encarou a loira em quanto segurava o riso. – Megan você é um gênio em miniatura, mas às vezes você não pensa.
— Fala o que esta tão obvio! – Falou cruzando os braços, irritada.
— Cria um portal em alguns vidros, conectado com o lado de fora da barreira. – Explicou Marcus com um sorriso bobo no rosto. – Negam atravessou o universo para te buscar uma vez, acha que não da conta de uma barreira feita por humanos?
Megan abriu a boca e logo fechou se sentiu a criatura mais burra do universo, era tão obvio que chegava a ser ridículo.
— Eu vou avisar ao Tesla sobre o novo plano. – Respondeu Megan vermelha de vergonha.
***
Na televisão passava.
“Zona de quarentena é bombardeada pelo governo.”
A porta voz da segurança nacional informa que um vírus alastrou a população de forma radical e sem precedentes, com o numero de infectados aumentando a cada segundo foi feito uma quarentena, isolando os infectados, os mesmos apresentavam sintomas de raiva e compulsão por carne humana. O vírus foi popularizado como Vírus Zumbie. A sua origem veio de um fungo que sofreu uma mutação. O centro de controle de doenças não foi capaz de encontrar uma cura. A população não infectada foi testada e retirada da zona de quarentena. Infelizmente 90% da população já haviam sido infectadas quando o governo tomou a decisão. Hoje famílias e amigos perderam seus entes querido por esse vírus mortal. Os Estados Unidos da América fica de luto.
Megan e Marcus estavam sentados no sofá da sala de um dos inúmeros quartos que tinha na mansão de Helen Magnus, assistindo o noticiário.
— Filhos da mãe, se não fosse por mim inocentes teriam morrido por essa gente estúpida que acha que um míssil resolve tudo. – Esbravejou Megan irritada.
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