Tão Parecidas, Tão Diferentes

10 Capítulo 10 - Até que ela não é tão chata.


Notas iniciais
Titulo referindo-se a Sabrina.

Até que ela não é tão chata.

– Manuela On -

Estava almoçando. Mas não estava mais calma como sempre, afinal, agora estou sequestrada. Não posso nem se quer conversar com minha família, amigos...

– Manuela! Mudei de planos. — Regina entra no lugar.

– Qual ?

– Você não irá levar mais janta para Isa. Eu vou. Vocês não vão mais se encontrar.

– Oi ? Como assim ? — Pergunto desesperada.

– É Isso, mesmo. Se vocês se encontrarem, podem acabar fazendo planos para fugir.

– Em momento algum passou isso pela minha cabeça.

– Acho muito bom, mesmo. Se não, quem vai sofrer, é sua família. Você quem decide isso. — Ela se retira dali.

Simplesmente fiquei de boca aberta com as palavras daquela mulher. Como a Isa pode ter vivido 13 anos ao seu lado ? Essa mulher é horrível!

– Marina... — Ela me interrompe.

– Ouvi tudo. Fica tranquila. Não vou deixar que nada de mal aconteça pra você ou a Isa.

Aquelas palavras, me confortaram. Mas mesmo assim, ainda tinha medo. Corri para abraçar a Marina. Enquanto não estou com meus amigos e família, ela tomaria conta de mim.

– Manuela, os amigos da Isa estão aí. Vê se faz tudo direitinho.

– Pode deixar.

Segui até a sala, somente Marina veio atrás. Lá estavam os irmãos Vaz, e o André.

– Oi, minha rainha. — Felipe me abraça.

– Oi, pessoal. — Falo.

– Isa, viemos aqui convidar para dar uma volta no parque. O Que acha ? — Julia.

– Bom... — Olho para Marina que logo saiu atrás de Regina. — Eu não sei.

– Como assim não sabe ? — André pergunta desconfiado.

– Ela sabe, sim. Pode ir, Isa. — Marina que volta para sala rapidamente.

– Tá bom.

Foi só o tempo de subir e se trocar. Vicente nos levou até o tal parque. E nos deixou com alguns dinheiros.

– Que lindo! — Felipe encantado com o lugar.

– Ah, o Carrossel, Felipe ? Pode ir lá. — Joaquim zomba com o irmão.

– Eu não. Quero ir no trem-fantasma.

– Fechou. — Julia que se aproximava do brinquedo.

– Vamos, Isa ? — André.

– A-ah. — Gaguejo.

– Eu sei que você é a Manu. Pode deixar, te protejo. — Joaquim sussurra, e eu, sorrio de lado.

– Obrigada. — Falo.

Entramos no brinquedo. Era muito assustador. Toda hora levava algum susto. Isso era motivo de piada ? Pode apostar, que sim!

– Manuela Of -

– Isabela On -

– Pode comer. — Regina me entrega um prato de comida.

– Vindo de você ? Não muito obrigada.

– Fica tranquila, não fui eu quem preparei. Foi sua amada babá.

– O Que está fazendo com ela ?

– Eu ? Nada. Simplesmente ela tem que me obedecer, agora. Você não manda em mais nada, Isabela!

– Vamos ver, então.

– Desiste. Daqui, ninguém te ouve! — Ela sai gargalhando.

Mulher falsa, idiota e sínica! Como eu te odeio... Mas você ainda vai ver só. Quem vai ganhar esse jogo ? Ha ha ha, sou eu!

– Isabela Of -

– Téo On -

– Oi Téo. — Tia Rebeca chega na sorveteria.

– Oi tia Rebeca. — Respondo.

– Então, ficou sabendo alguma notícia da Manuela ?

– Infelizmente... Não, tia.

– Ah, meu Deus! Não chega nenhuma notícia sobre ela. — Ela fala toda preocupada.

– Olha, se eu souber de alguma coisa. Fica tranquila, que prometo lhe contar.

– Ai, Téo. Você não existe. Obrigada pela força. — Ela me dá um beijo de despedida, e sai.

Onde será que a Manu se enfiou, em ? Não manda nenhuma mensagem, nem liga... Nem nada.

Acho que a Isabela, deve saber de alguma coisa... Ah, a Isabela... *Suspiro* ela é tão linda... Sim, não posso vê-las, mas posso senti-las.

– Téo Of -

– Joaquim On -

– AAAAAH! — Isabela, quer dizer, Manuela sai gritando do trem-fantasma.

– Ué, Isa. Mas você não tinha medo disso. — Julia.

– A-ah, não tinha. Mas queria assustar vocês. Por isso gritei. — Ela gagueja no começo.

– Hum, sei. Tá estranha. — Ela fala desconfiada.

– Estranha ? Vocês estão malucos. Ela está normal. — Falo.

– Ui. Que lindo. Defendendo a Dona Junqueira. — André.

– Ei, a Isa é só minha rainha! — Felipe cruza os braços.

– Não, não Felipe. Sua namorada é a Lola. — Julia corrige.

– Ela não gosta de mim. — Ele faz bico.

– Logo ela vai gostar. — André caindo na gargalhada.

– O Felipe ? Conquistando uma garota ? Não sei não, em. — Falo rindo.

– Você também é frouxo pra essas coisas, tá. — Ele diz, e paro de rir na mesma da hora.

– Não teria tanta certeza. — Doou uma olhada pra Manuela, que fica vermelhinha de vergonha.

– Joaquim Of -

– Mateus On -

– Não, Sabrina. Você não pode vir conosco. — Reclamo.

– E Quem disse que eu quero ?

– Você tá ai implorando.

– O Que estão fazendo ? — Dóris.

– A Sabrina quer vir ao Haras com a gente.

– E Qual o problema ?

– Também não vejo nada de mal. Ela não costuma andar conosco, mas... Pode começar. — Téo fazendo Sabrina sorrir.

– Ai, obrigada Téozinho. — Ela dá um beijo em sua bochecha.

– Af, vamos então ? — Pergunto.

– Vamos. — Todos.

Entramos no carro. Pedro e Helena nos levou até o Haras. Lá é tão divertido. Assim, ficamos mais perto da natureza, e os animais.

– Vamos no lago. — Dóris corre até ele.

– Espera ai, Dóris. — Corro atrás dela.

Sim, todos corremos até o lago. Ficamos brincando de guerrinha d'água. Foi até que divertido. Até que a Sabrina, não é tão chata assim...

Notas finais
Amanhã não sei se posto. Afinal, tenho aula de manhã, de tarde vou fazer compras, e de noite tenho niver. Portanto, se postar, somente no "Carrossel - Aventura Jovem" que é minha fic principal. Bjo, bjo até depois de amanhã :*