Notas iniciais
N/Ingrid: Oi pessoas q querem nos matar, tudo bem com vcs ? (se escondendo atrás do sofá) Então... Vamos as explicações do porque da demora em postar... Meu querido companheiro notebook, q está velhinho já, me deixou na mão completamente, de novo ¬¬ Pois é... eu ainda não estou acreditando q ele está chegando ao seu fim, então o coloquei no concerto de novo :'/ O segundo motivo... Eu e a Avah tivemos o tão famoso e horroroso bloqueio T.T Quem escreve já deve ter passado por isso pelo menos uma vez na vida e sabe como é triste, chato, horrível e etc... Eu estava pensando em criar um grupo no facebook para vocês ficarem sabendo dessa fic e das outras q estão por vir, então o q vcs acham ? Querem ou não ? Com no máximo 10 PESSOAS concordando eu crio o grupo ok ? Ah mais uma coisa... Estou postando no dia 12, por q amanhã É MEU ANIVERSÁRIO, e não sei se vou poder pegar o note do meu tio de novo, então me deem pelo menos um parabéns, estou super carente :'( Estou finalmente fazendo 18, tô ficando velha, ninguém merce isso aff -.- Mas enfim.. Já falhei (escrevi) demais né ? rs Até o próximo, bjss ;* BOA LEITURA !!!

PDV Edward

3 semanas depois...

Olhei para Bella que arrumava sua mala mais rápido que o normal, ela estava praticamente morrendo de saudade da nossa pequena espoleta e não iria aguentar mais um segundo longe dela, palavras dela. Eu a entendia perfeitamente, afinal me sentia assim também. Só ficamos duas semanas em Florença porque realmente precisávamos de um tempo sozinhos, já que Alice nos proibiu de dormir juntos.

Uma coisa totalmente desnecessária, mas quando Alice decide está decidido. Por um lado eu não estava com nenhuma pressa de voltar para casa, porque eu sabia o que nos esperava lá, não sei se estava preparado para encarar Tanya e ter a conversa que devíamos ter tido a muito tempo.

__Amor você já arrumou sua mala?_ ela disse enquanto colocava os presentes que compramos para nossa família na outra mala.

__Sim, arrumei enquanto você dormia.

__Ok, podemos falar com Marie e nossa família de novo?

__Tudo bem_ disse pegando o notebook.

Felizmente alguém estava online. Chamei pelo skype e logo apareceu o rosto alegre de Alice.

__Oi Alice, como vocês estão ?

__Estamos bem maninho. E vocês ? Quando voltam ?

__Ainda hoje, vamos pegar o voo daqui a duas horas, vamos chegar ai por volta de 23 horas.

__Oh que bom, tem alguém aqui com muita saudades de vocês. Espere um minuto.

Ela saiu da frente da câmera voltando em segundos com a minha princesa toda maquiada.

__Meu Deus Marie..

__Eu sei papai, to um arraxo né?_ ela disse fazendo um biquinho logo em seguida, mostrando o batom vermelho que estava um pouco borrado.

__É filha, você está um arraso.

__Eu tô sentindu muitas saudades de vocês, mas tenho q ir agola, eu vou no shop com a tia Lice e a tia Rose complar ropa pra mim e pro bebezinho. Vocês já estão votando ?

__Sim filha, quando você acordar amanhã o papai e mamãe vão estar ai com você_ Bella disse sorrindo.

__Tudo bem, amo vocês papai e mamãe_ ela disse enquanto jogava beijos para nós.

__Também amamos você princesa_ eu disse.

Eu e Bella conversamos mais alguns minutos com Alice, perguntando sobre todos da família.

Ela nos deu o panorama de tudo — e que Tanya estava atrás de nós querendo conversar em suas palavras — e depois saiu. Como ela disse, as garotas iam ao shopping — ela nunca superaria esse vício.

Mais tarde, demos adeus a Florença e pegamos nosso voo. Logo estaríamos em casa e era isso que mais queríamos, afinal estávamos morrendo de saudade da nossa espoleta.

PDV Paul

Ainda não podia acreditar que Tanya tinha feito isso comigo, simplesmente não entrava na minha cabeça que ela foi capaz de fazer tudo isso e dizer que não se arrependia.

Meu filho ficou um ano sem mãe, por causa dessa palhaçada toda.

Ela não deve fazer a mínima ideia do quanto eu sofri tendo que proibir meu filho de chamar Irina de mãe e olhar em seu rosto confuso cada vez que eu pedia para ele não voltar a falar aquelas palavras, porque eu imaginava que minha amada Tanya estava morta e meu filho nunca iria conhecer a mulher que o colocou no mundo.

Era um absurdo isso tudo, mas ela queria conversar comigo, e depois de uma semana ponderando concordei. Eu também prometi que não a afastaria de Joe, então nós iriamos conversar.

Só que eu tinha medo de mim mesmo, do que eu poderia fazer. Eu estava magoado, mas sabia do poder de Tanya sobre mim e tinha medo de não resistir.

O que mais me frusta é saber que mesmo depois do momento de raiva e mágoa, eu sempre continuaria amando ela. Eu sempre iria entender seu lado mesmo não a apoiando. É frustante mas fazer o que ? Essa é a realidade, eu amo a minha gostosa.

Nos encontramos no restaurante perto do meu apartamento. Quando cheguei, ela já estava lá. Vestido vermelho justo, decote, saltos, sorriso... Ela nunca mudaria mesmo. Nem em mil anos, perderia a sensualidade.

__Vermelho? Achei que tivesse dito que mudou, eu esperava um azul talvez_ sorri.

__Eu mudei mas não virei santa. Sei o quanto o vermelho mexe com você._ ela deu uma piscada e uma cruzada de perna.

Pronto, eu estava na palma da mão dela!

__Então veio me seduzir?

__Você sabe que eu jamais deixaria de tentar.

Pedimos algo pra beber e então começamos a temida conversa. Eu estava tenso, com medo do que ela falaria. E do que eu seria capaz de dizer, mas já estava ali, então não tinha jeito.

__Então do que exatamente tudo isso se trata?_ perguntei aflito.

Ansiedade, nervoso, raiva e tesão crescendo dentro de mim.

__Se trata de eu te ter de volta Paul. A gente só percebe as coisas quando fica sem, e a verdade é que... Eu te amo.

Nem eu acreditei. Ela estava falando sério. E foi aí que eu gelei e esquentei ao mesmo tempo, de uma vez só.

__Tanya eu ... Por favor não brinca comigo assim.

__Eu não estou brincando. E você sabe. Eu quero você, quero ser a mulher que você ame todas as noites, quero ser uma mãe perfeita para o Joe, quero ficar com você e o Joe, isso é tudo o que eu desejo. Mas isso só vai acontecer se você quiser também.

Por fora eu estava sério, mas por dentro eu estava comemorando. Ela realmente falava sério, eu conhecia todos os seus jeitos e manias, sabia que quando ela mentia apertava levemente os olhos e mordia o seu lábio, coisa que felizmente ela não fez agora.

__Você tem certeza ?

__Você sabe que sim_ ela disse com um sorriso.

__Não Tanya, eu não sei. Depois de tudo que você aprontou, eu só tenho certeza de mim_ eu não queria dizer aquilo mas saiu sem eu perceber.

Ela me olhou magoada e eu quis chutar minha bunda por isso.

__Eu sei de tudo que eu fiz de errado Paul e também sei que não foi pouco. Mas você não tem o direito de fazer com que eu me sinta mal pela decisão que tomei por amor a você e ao Joe.

Suspirei. Ela estava certa, eu não tinha esse direito. Erros todos nós temos e isso não é motivo pra julgar ninguém. Principalmente a mulher que eu amava e que eu sempre seria apaixonado.

__Você tem a mínima noção do quanto eu esperei e desejei que você dissesse isso um dia?_ perguntei, não contendo o sorriso. Ela também e eu derreti todo com aquele sorriso que eu amava.

__Eu estou dizendo agora. Te amo.

__Eu também te amo, muito. Você não sabe o quanto_ eu disse, chegando mas perto dela.

__Posso imaginar_ ela disse passando a mão no meu rosto, descendo para parte de trás do meu pescoço dando uma leve puxada no meu cabelo, droga, meu ponto fraco e ela sabia disso.

Dei um beijo nela e logo ela já estava quase pendurada no meu pescoço. Nosso beijo começou a ficar obsceno demais pra um lugar público. Sua língua girando dentro da minha boca do jeito que só ela sabia e a puxada no meu cabelo estavam me deixando com um puta tesão. E não era só isso: era nossa saudade que acabaríamos com ela do nosso jeito.

Deixei uma nota de cem dólares na mesa e saímos apressados. Praticamente corremos até meu apartamento e assim que abri a porta, ela me jogou na parede e me deu um beijo daqueles que me endureceu lá em baixo.

Coloquei minhas mãos em sua bunda a puxando para meu ponto mais necessitado, o que fez com que ela liberasse um gemido que foi abafado por minha boca.

Ela se livrou da minha camisa e passava suas mãos por meu peito me fazendo ficar mais quente.

Rasguei seu vestido de fora a fora, expondo-a completamente. Seu corpo totalmente nu na minha frente fez com que eu ficasse mais quente ainda. Ela sorriu encima de seus saltos e então abaixou-se na minha frente.

Sentir sua boca ao meu redor foi a melhor coisa que tive durante esse tempo todo. A boca daquela mulher devia ser feita de veludo de tão macia e quente que era. Fazia milagres no meu pau! Ela enrolava a língua na minha cabeça e punhetava a base com uma mão, a outra acariciava minhas bolas. Tanya nem teve tempo de me chupar direito porque logo eu já estava soltando jatos quentes de porra em sua garganta.

__Hum.. Seu gosto continua o mesmo, gostoso como sempre_ ela disse pegando uma gota da minha porra que escapou e a levando a boca.

__Merda Tanya..._ a peguei no colo, fazendo com que ela enrolasse suas pernas em meu quadril, meu pau ficando próximo a sua boceta quente.

Andei pelo apartamento rapidamente, esbarrando em alguns móveis pelo caminho, já que Tanya decidiu que era muito interessante ficar se esfregando em mim, tirando completamente minha razão.

Eu amava esse jeito atirado que ela tinha, me fazia morrer de tesão. Não tive tempo de chegar no quarto, ou acabaria gozando no chão de tão duro que meu pau já estava de novo e minhas bolas pesadas. Imprensei a minha puta na parede e meti meu pau nela sem que ela nem percebesse.

__Ah, Paul!_ ela gemeu se agarrando nos meus ombros.

Bombeei forte nela, em meio a gemidos altos. Eu mordia o pescoço dela e não parava um minuto de estocar. A forma como estava grudada em mim, a cada arremetida dentro dela, seu clitóris se esfregava no meu quadril e por isso Tanya gritava e gemia loucamente me arranhando.

__Ah... fode, Paul! Ah, porra...!

__Goza pra mim._ gemi rouco no ouvido dela.

Não demorou e a boceta de Tanya estava convulsionando, ordenhando meu pau me levando a gozar com ela.

__Eu te amo_ disse depois que minha respiração ficou normalizada, como ainda estava com meu rosto em seu pescoço aproveitei e dei alguns beijos intercalando com pequenas pequenas mordidas, sorrindo quando percebia que sua pele ficava arrepiada.

__Eu também te amo_ ela disse enquanto fazia um carinho gostoso na minha nuca.

__Como ficamos agora?

__Quero você e Joe comigo. Quero ser sua mulher.

Beijei-a sem poder acreditar no que ouvi. Ela sorriu na minha boca e continuou me beijando.

Horas depois Irina chegou com Joseph da rua, cheia de sacolas. E logo ouvi sua voz pela casa ecoando meu nome a minha procura.

Levantei e esperei Tanya pra irmos até a sala.

__Não sei se posso ir ver Irina.

__Como assim Tanya?

Conversei com ela e contei que Irina sentia tanta saudade quanto nós. Então meio incerta ainda, ela foi comigo de mãos dadas.

Quando chegamos à sala, Irina deixou um pacote cair no chão e seus olhos encheram de lágrimas ao ver a irmã.

__Ta-Tanya?

Tanya chorou e correu para os braços da irmã.

__Deus.. Você está viva_ Irina chorava abraçada a Tanya.

__Sim minha irmã_ Tanya estava igual ou pior que Irina, as duas choravam copiosamente, elas continuaram abraçadas por vários minutos matando a saudade, enquanto eu ficava junto com Joe.

Depois de se acalmarem um pouco Tanya pegou Joe de mim sentando no sofá e começando a explicar toda a situação para Irina.

__Você não precisava ir pra tão longe pra ficar bem._ Irina se sentia meio que traída.

__Isso não importa mais, Irina. Eu estou aqui agora._ Tanya pegou nas mãos da irmã, e sorrindo enxugou suas lágrimas.__ Me diga o que quer fazer. Eu faço acontecer.

__Eu não quero nada, Tan.

__Paul disse que está fotografando, e eu tomei a liberdade de fazer uma coisa._ ela respirou fundo e eu fiquei curioso__ Coloquei suas fotos em um concurso e você foi selecionada. Pode expor suas fotos na Colômbia.

__É o que?

__Você vai se quiser, claro mas... É uma experiencia única Irina.

__Ah meu Deus, Ah meu Deus..._ ela levantou do sofá rapidamente com um enorme sorriso estampado em seu rosto.

__Então.. Isso quer dizer que você aceita ?

__Eu... É claro que sim.. Isso é simplesmente incrível, muito obrigado irmã, nem sei como posso te agradecer_ ela disse voltando a abraçar Tanya.

__Você não precisa, isso é meio que meu agradecimento por cuidar dos meus amores_ ela disse me olhando com um sorriso e beijando a cabecinha de Joe que dormia tranquilamente em seu colo.

Nós ainda aproveitamos muito o dia, e a noite eu e Tanya nos amamos por muitas horas, mas foi quando fechei meus olhos naquela noite, que eu percebi que eu finalmente tinha aquilo que eu sempre quis. Uma família com Tanya. Então meu sofrimento e meus erros no final valeram a pena pra trazer algo melhor e maior para minha vida. Meu amor de volta.

Notas finais
N/M: Dps de séculos, estamos vivas. Comentem, bjss :*