Notas iniciais
Explico nas notas finais, vamos ao capítulo !

PDV Bella

Assim que entrei na sala de estar da mansão Cullen, avistei Marie e Joe brincando no chão velados por Tanya. Era estranho vê-la no papel de mãe, mas separada da minha raiva dela, eu desejava que isso trouxesse paz a ela. Coloquei minha bolsa no sofá, e o barulho dos meus sapatos chamaram atenção de todos. Quatro pares de olhos viraram na minha direção.

__Boa noite, Isabella.

__Olá Tanya._ sorri pra Marie e ela me mandou um aceno com a mão. __Hum. Olha eu quero que entenda que eu não aguento mais. Eu estou cansada.

Meus suspiros entre as frases demonstravam isso; o quanto eu estava cansada de tê-la intrometida na minha vida com Edward. Aquele era o ponto final que todos nós queríamos e ansiávamos.

Aquela parecia que seria uma conversa entre eu e ela, pois meus sogros estavam calados e sentados a esquerda como árbitros, e Edward estava concentrado demais nas crianças.

__Eu vim para dizer que vou viajar pra fora do país com Paul e Joe. E estou abrindo mão de qualquer coisa da família Cullen.

__Você não está fazendo mais que sua obrigação Tanya!

__Cala sua boca e me escuta! Não faça com que eu me arrependa de cada palavra que eu disse.

A cara de desdém que ela fez, me deu vontade de dar um tapa na cara dela, mas me segurei. Nenhuma agressão faria com que eu me sentisse bem.

__Quando Carlisle me ajudou, me deu a chance de crescer como pessoa e amadurecer. Graças a isso, eu posso ser a mãe que Joe merece, e por isso... eu quero sair daqui, construir uma família de verdade ao lado do homem que eu amo.

Aquela frase me surpreendeu de uma forma que eu não esperava. A velha Tanya que eu conheci, uma mulher vingativa e amargurada parecia que não existia. A forma como ela olhava para o garotinho lindo fazia com que eu me lembrasse da primeira vez que vi Marie e então eu soube que ela eatava falando sério.

__Olha Tanya não posso esquecer tudo que já aconteceu...

__Não estou pedindo isso, Isabella, muito menos pedindo perdão. Só queria que soubessem que eu vou seguir minha vida e que meu fantasma não vai mais assombrá-los._ disse de forma confiante.

Tanya não agira como esperávamos mas tudo bem, o fato de saber que sua presença não existiria mais nas nossas vidas já era uma grande coisa. Cessada a conversa, Esme e Carlisle tentaram deixá-la a vontade, mas era impossível não perceber como ela estava incomodada. Como se fosse errado estar ali; e pelo pouco de juízo que ela tinha talvez tivesse certa consciência.

Foi difícil separar as crianças, Marie chorava terrivelmente sempre que tirávamos Joe do seu lado. Crianças se apegavam facilmente principalmente minha bebê que não convivia muito com outras crianças.

__Marie, filha, o Joe tem que ir! A mamãe dele quer ir embora._ falei pegando-a no colo enquanto chorava. Vê-la triste me partia o coração.

__Não mamãe, é o amiguinho de bebê!_ chorou.

__Outro dia o Joe vem brincar com você, tá?_ Tanya se aproximara tentando acalmar minha bebê. Joe também não parecia satisfeito no colo de Edward, a testa franzida enquanto meu marido tentava fazê-lo rir.

Marie coçou os olhinhos e olhou bem dentro dos olhos de Tanya. Algo refletiu e brilhou nos olhos de ambas, como se algo tivesse surgido ali. E então a criança birrenta sorriu encontrando o sorriso sincera da ruiva. Secretamente, no fundo do meu ser, pedi a Deus para que aquela ligação não provasse que Marie e Tanya tinham a mesma cabeça; era um pensamento horrível, mas não consegui me controlar.

Na saída, nossa antiga inimiga se despedira timidamente de todos, e quando chegou a vez de Carlisle seus olhos cintilaram. O brilho da gratidão.

__Obrigado por tudo, Carlisle. Serei etermamemte grata por tudo que você fez por mim.

__Não me agradeça, Tanya. Não há necessidade. Só honre o que me disse uma vez, seja feliz e ficarei imensamente satisfeito.

Eu amava o fato do meu sogro ser incapaz de ser indiferente até com uma formiga. Me fazia desejar um dia alcançar aquele nível de bondade e satisfação pessoal de saber que fui capaz de ajudar alguém que me fizera mal.

Aquela noite depois que chegamos em casa, e colocamos Marie na cama -depois de prometer que Joe voltaria para uma visita — Edward e eu seguimos para o quarto. Tomamos banho, e deitamos na cama abraçados.

__Ela me surpreendeu._ comentei.

__A mim também. Mas eu estou feliz por ela e desejo que ela e Paul sejam tão felizes quanto nós._ senti o sorriso na voz de Edward e no aperto de seu abraço.

__Impossível.

__Por que, dona Isabella?

Sim, ele estava debochando da minha cara, mas ignorei esse fato. Subi na cama, e sorri tocando seu rosto, vendo seu sorriso de volta.

__Impossível porque ninguém no mundo nunca será capaz de amar alguém tanto quanto eu amo você.

Aquela era a verdade mais sincera que eu já havia falado durante toda minha vida. A certeza que ninguém jamais poderia amar alguém como eu o amava.

__Deixa eu te provar o quanto eu te amo.

Os braços de Edward se apertaram ao meu redor, e sua boca no meu pescoço. No nosso beijo estava impresso o gosto da paixão que tínhamos. Tê-lo dentro de mim aquela noite foi magnífico, então no auge da madrugada alcançamos o tão sonhado orgasmo e no alto do prazer nos entregamos e relaxamos...

Notas finais
Meninas esse capítulo foi feito a uma mão só, a Ingrid tá meio enrolada, então depois de séculos de espera tá ai o capítulo. Me desculpem qualquer coisa, e se houver erros perdoem também pois eu tô on pelo celular e o capítulo não foi revisado. Espero que entendam, e perdoem. Até o próximo :*