Two Dimensions, One Fate

6 CORRAM, PUNKS... Espera aí...


Notas iniciais
Título do Cap. alterado! O outro tava meio grandinho u.u... Foi muito difícil não trocar a parte da perseguição inteira pela frase "eles ficaram correndo e desviando das lanças" Exagerei nessa de colocar os nomes antes da fala >—> Posso não ter me empenhado muito dessa vez, mas adorei escrever esse cap... MWAHAHAHAHA

Toriel corria na direção da criança humana já por um bom tempo. Esta sorria e acenava impaciente, dando alguns pulos de alegria de vez em quando e desviando dos ataques da líder da Guarda Real. Um círculo apareceu na frente da ex-rainha, mas ela não viu e avançou. Sentiu alguma coisa logo em seguida, virou para trás para ver o que era e percebeu que uma lança mágica tinha feito um rasgo em seu vestido.

Só então ela percebeu a encrenca em que se meteu.

Olhou para o chão. Os círculos apareciam por toda parte, próximos aos seus pés, que ela juntou para diminuir a chance de ser acertada. Teve muita sorte de não ter se machucado por enquanto. Mas e agora? O que faria? Ficaria parada, sem atitude no meio de uma situação como aquela? Avançaria, mesmo sabendo os riscos? Voltaria atrás e deixaria sua criança lá, em perigo? Estava tão desesperada que nem viu um círculo sob seus pés juntos.

Sans prestava muita atenção antes de pisar. Não estava progredindo muito rápido, mas o cuidado era necessário: qualquer dano seria fatal. No entanto, ao olhar para frente, viu que Toriel estava sem ação. Pensou em teleportar para perto dela quando reparou que a mesma estava prestes a ser acertada.

Toriel olhava para Frisk, que parecia estar assistindo, mas, de repente, sentiu aquela sensação estranha novamente. Vinha de sua alma. Então, sem nem mesmo saber como, ela foi impulsionada para frente, caindo, mas logo se levantou. Virou para trás e viu uma lança sair do mesmo lugar em que estava. Que perigo! Mas uma luz que piscava em azul e amarelo iluminava tudo. A monstra avistou Sans lá no fundo. Sim, é claro, ele fez aquele negócio de novo!

Sans parou de mexer com sua magia, tinha conseguido proteger Toriel. Quando voltou sua concentração para os círculos, percebeu um muito próximo de si e se assustou, quase caindo no chão.

Frisk, no começo, estava contente em ver Toriel e Sans, mas não demorou muito para perceber que eles estavam com dificuldades. Ele começou a assistir, preocupado, mas logo se deu conta de que isso não levaria a nada. Ficar parado era a pior solução, ou ele deveria continuar avançando ou ir ao encontro de seus amigos. A segunda opção soou melhor e ele começou a retroceder.

Chara se esquivava de todos os ataques com uma facilidade imensa, e estava bem avançada em relação aos outros, mas ao retroceder por ter errado o caminho percebeu ao fundo Frisk andando na direção contrária ao fim da ponte. Mais ao fundo ainda, algumas silhuetas... Estavam longe demais para serem identificadas.

— O que ele está fazendo!? Ele não estava me acompanhando!?

Ela resolveu ir atrás dele.

Sans, antes que fosse atingido, resolveu parar de enrolar e teleportar para perto de Toriel logo. Apareceu do lado da mesma.

Toriel: — Você está bem?

Sans: — Sim... Pelo menos por enquanto, sim.

Os dois voltaram a prosseguir e perceberam que Frisk estava indo na direção deles, errando o caminho algumas vezes, mas desviando de todos os ataques. Isso deixou Toriel animada, mas despertou uma preocupação profunda em ambos: e se não fosse o pacifista? Só tinham parado para pensar nisso agora. E, meus caros, não é uma boa ideia parar para pensar quando se está sob ataque da Undyne em uma ponte-labirinto! Eles ficaram preocupados em tentar adivinhar se o Frisk que se aproximava era o pacifista ou não e Sans foi acertado em cheio!

Toriel: — NÃO!

Ele caiu, com dor, e ela se apressou para socorrê-lo. Sans estava ferido, ela precisava fazer alguma coisa! Ele já estava deitado quando sua amiga cabra se ajoelhou e o sentou com um dos braços.

Sans: — Me ajuda, Tori...

Toriel: — Calma! Tá tudo bem!

Ela começou a invocar várias chamas, que aqueceram e iluminaram o ambiente. Mas não eram chamas normais... Elas eram verdes! Então, com um movimento, todas atingiram Sans, que se assustou, mas logo se sentiu perfeitamente bem.

Sans: — O que foi isso?

Toriel: — Magia de cura.

O esqueleto se levantou, ainda surpreso com a eficiência da magia. Os dois voltaram a ir na direção da criança humana, mesmo com a incerteza, mas sem a pressa de antes. Sans ajudava Toriel a se esquivar dos ataques, uma vez que ela não era muito boa nisso, e vice-versa. Afinal, tinham acabado de passar por um grande susto.

Chara estava em alta velocidade, e não freava por nada. Nem mesmo uma linha de círculos que apareceu a fez parar. Ela se concentrou e pulou o ataque, indo alto o suficiente para não ser atingida, voltando a correr assim que aterrissou. Nesse ritmo, ela alcançou Frisk rapidamente, apesar de ter errado o caminho 3 vezes. Pegou o garoto pelo braço e saiu correndo na direção do fim da ponte, desviando de todos os círculos. Ela era boa nisso, bem diferente de sua mãe monstra, que quase caiu da ponte ao errar o caminho.

Frisk 1: — Não! Para!

Frisk 2: — Por que você estava voltando?!

Frisk 1: — Olha lá. É a Toriel e o Sans.

Chara parou para checar o que seu amigo disse e viu Sans e Toriel discutindo alguma coisa. Ouviu a senhora gritar “Por que você não teve essa ideia antes?!”, mas não conseguir ouvir o resto da discussão. O que eles estavam fazendo na ponte, afinal?

Será que seria uma boa hora para atacá-los?

Do outro lado, a monstra cabra colocou o companheiro debaixo do braço como se ele fosse um objeto.

Sans: — Heh. Meu irmão me carrega assim sempre… Carregava.

Novamente aquela coisa esquisita na alma, mas dessa vez Toriel sabia exatamente o que era. Show de luzes amarelas e azuis. Ela começou a flutuar alto, o suficiente para que Undyne não fosse capaz de acertá-la mesmo se mirasse perfeitamente. Então, um voo na direção das crianças. Dessa vez, até que o passeio foi legal, uma vez que ele foi mais planejado que o outro. A monstra até pensou em abrir os braços, mas se lembrou que isso faria Sans cair. Não era uma boa ideia.

Não demorou muito para se aproximarem das crianças. Foram recebidos por um dos Frisks, o pacifista, enquanto o outro observava surpreso.

Frisk 1: — MÃE! SANS!

Toriel: — Minha criança!

Undyne ouviu os cumprimentos, e imediatamente parou de atacar. Se deu conta do que tinha feito.

“Mãe? Minha criança? Sans? O QUE EU ESTOU FAZENDO?! Existe uma família nessa ponte! O Sans está lá! Eu posso ter machucado uma família! Eu posso ter machucado o irmão do Papyrus! Preciso checar isso!”

Ela saiu correndo, procurando alguma passagem para a parte de cima da ponte, mas, ao encontrar uma rampa de madeira, ouviu passou vindos de debaixo de ponte, e um som igual ao de seus ataques.

Os gritos foram altos, de todos os 4: Frisk 1, Chara, Sans e Toriel. A ponte tinha sido partida pelas lanças mágicas de Undyne antes que os monstros aterrissassem. A parte da ponte em que as crianças humanas estavam cedeu, e elas caíram em um abismo. O susto ao ver a cena fez com que a magia fosse abortada e os monstros caíssem de seu voo. Sans foi rápido, se teleportou para o chão da ponte antes da queda, mas não conseguiu ajudar Toriel, que acabou caindo, mas conseguiu amortecer sua própria queda ao cair de pé. Ambos correram para checar os meninos, mas eles já não podiam mais ser vistos, mesmo com as luzes do olho de Sans.

— CRIANÇAS! SANS, USA SUA MAGIA NELES!

— Não dá, estão fora do meu campo de visão.

Toriel ficou desesperada. O olho do esqueleto apagou, ele voltou ao normal, mas também estava preocupado.

— Precisamos descer, mas voar não é a melhor opção, temos que ficar fora do caminho principal. Por aqui, conheço um…

Ele ia terminar com a palavra “atalho”, mas assim que se virou viu Undyne correndo em sua direção. Nem tinha ouvido os passos.

Undyne: — SANS, SEU NERD! O QUE DIABOS VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI?! PODERIA TER MORRIDO!

Sans: — Aí, pega leve, quase morri mesmo!

Undyne: — SE VOCÊ ESTIVESSE MORTO, EU JURO QUE TE MATAVA!

Toriel parou de olhar para o abismo e se virou para a guerreira, furiosa.

Toriel: — A CULPA TERIA SIDO SUA!

Os 2 pararam de discutir na hora. A monstra cabra estava REALMENTE com raiva.

Toriel: — Você nos atacou sem nem querer saber!

Undyne: — Mas eu avisei antes!

Toriel: — NÃO INTERESSA! Como pode ser tão cruel?!

Undyne: — Mas…

Toriel começou a invocar chamas. Sans saiu de perto antes que sobrasse para ele. A senhora das Ruínas começou a atacar Undyne, que foi atingida de início, mas logo fez uma lança mágica verde e começou a bloquear os ataques.

Toriel: — Minhas crianças! Você rachou a ponte!

Undyne: — Não fui eu!

Ela lançou ainda mais fogo.

Toriel: — Você seguiu aquelas crianças… Elas poderiam ter se machucado!

Era fogo para todo lado.

Undyne: — São humanos! E não fui eu que quebrei a ponte!

Toriel: — Foi quem então?! Eu?! CRIATURA NOJENTA!

Quanto mais elas brigavam, mais Toriel atacava, e mais difícil ficava para Undyne bloquear os ataques. Felizmente, a mesma se recusava a lutar contra a cabra. Era a hora de interferir, antes que a ponte, que era de madeira, estivesse pegando fogo.

Sans: — Toriel, por favor, para!

Toriel: — Fica fora disso, Sans!

“Ele chamou ela de Toriel? É esse o nome dela? Estranho… Esse nome me soa familiar...”

Undyne: — Espera um pouco… Eu te conheço?

Toriel: — N-não! Nunca te vi na vida!

Undyne: — Não… Não pode ser… Seu nome é mesmo Toriel?

Ela parou de atacar. Undyne desfez sua lança verde.

Toriel: — S-sim! Por quê?!

Undyne: — Eu já ouvi esse nome…

Toriel: — Não nos conhecemos!

Undyne parou para pensar. Depois daquela briga, finalmente teve tempo para observar Toriel. Era uma monstra cabra com um vestido roxo comprido… A memória veio à tona.

Flashback ON

Um jardim lindo, flores douradas por todos os cantos, uma luminosidade quase que mágica. Esta era a sala do trono, no castelo de New Home. Naquele mesmo jardim, uma batalha de pequeno porte tinha acabado de se encerrar.

— Acho que terminamos o treinamento por hoje…

— NÃO! Eu quero mais!

— Eu já estou cansado, pequena... Não vou conseguir te treinar direito se estiver pensando em uma poltrona confortável.

— Problema seu! Eu não descanso!

O rei Asgore deu uma breve risada enquanto, carinhosamente, bagunçava os cabelos da menina, chamada Undyne.

— Eu tive uma ideia. Que tal se formos para a minha casa? Eu posso preparar um chá para nós dois.

A garota aceitou, meio contrariada.

— Então vamos.

Os dois caminharam juntos para fora da sala do trono e seguiram por vários corredores até chegarem nas escadas. Subiram e já estavam na casa do rei Asgore. Era uma casa maior do que o comum e muito confortável. Ele abriu as correntes que separavam a escada do resto da casa, mas a pequena monstra já tinha passado por baixo e estava observando o local.

— Casa legal.

— Obrigado! A sala é por ali. Eu só vou fechar a corrente e já vou.

— Beleza.

Undyne correu até a sala e encontrou uma mesa com duas cadeiras grandes e duas pequenas. Também tinha uma lareira, uma poltrona e uma estante. Se aproximou da estante para ver que tipos de livros tinham lá, mas não encontrou nada que lhe interessava. O rei entrou na sala e a encontrou vasculhando entre as prateleiras.

— Se interessa por livros?

— Não... Pelo menos não por esses! Que coisa chata!

Asgore riu, mas a menina chutou a estante.

— Hey, se acalma! A estante pode cair e te machucar.

— Uma estante não é mais forte que eu!

Ela usou sua magia e fez uma lança azul fluorescente. Segurou sua arma e a apontou para o móvel. O rei resolveu que precisava parar aquilo antes que Undyne destruísse sua casa e, pior ainda, acabasse se machucando.

— Por que você não vai explorar a casa enquanto eu preparo o chá?

— Pode ser…

Ela desfez sua lança mágica e saiu correndo para o outro lado da casa. Ao chegar no fim do corredor que levava aos quartos, ouviu a voz do rei gritar lá da cozinha.

— UNDYNE!

— QUE É?!

— TEM PREFERÊNCIA?!

— NÃO!

Ela voltou para o começo do corredor e entrou no primeiro quarto. Tinha duas camas, o armário, um tapete... Tudo cinza. O que chamou a atenção de Undyne foi um porta retrato com uma foto em que todos estavam sorrindo. Nessa foto tinha o Asgore e três pessoas que ela não reconheceu, sendo duas delas também cabras. Nisso, ela ouviu o rei chamando.

— UNDYNE! O CHÁ ESTÁ PRONTO!

A menina pegou o porta retrato e foi correndo para a sala. Asgore estava sentado em uma cadeira grande. Ela se sentou em uma pequena.

— Como não tem preferência, escolhi "Flores Douradas". É o meu favorito!

Undyne colocou o porta retrato no colo e tomou um gole. Era gostoso…

— Sr. Dreemurr!

— O que foi?

Ela colocou o objeto sobre a mesa.

— Quem são esses na foto com você?

O rei se sentiu triste ao ver aquela foto, mas Undyne nem percebeu.

– Oh… Essa é a minha família! Está vendo essa moça?

Asgore apontou para a cabra na foto, que usava um longo vestido roxo.

– Sim.

– É minha esposa! O nome dela é…

Flashback OFF

Undyne: — ...Toriel.

Toriel: — Me perdoe, mas eu não te conheço! Pra mim, você não passa de uma louca tentando matar crianças!

A guerreira se curvou.

Undyne: — Majestade.

Toriel e Sans: — Hein?

Undyne: — Como eu não reparei antes! Eu sei quem é você! Você é a rainha desaparecida!

Toriel sentiu sua alma gelar. Não era pra ninguém saber! Undyne levantou o corpo.

Undyne: — Você não me engana! Eu vi a foto no castelo! É você! Escuta, foi o rei Asgore quem me treinou, quase todo dia eu o visito, e ele sente sua falta! Você foi embora e nunca mais voltou… Alguns até dizem que você está morta! Por que você fugiu?!

Toriel: — Eu não tenho que te dar satisfação!

Sans: — Espera aí… Então você é mesmo a rainha desaparecida, Tori?

Toriel: — Acho que não dá mais pra esconder…

Undyne, de repente, pegou Toriel no colo e começou a carregá-la para o começo da ponte.

Toriel: — EI!

Sans: — Wow, deixa ela Undy.

Undyne: — O rei vai adorar te ver, majestade! Fuhuhu!

Toriel: — Que mania vocês têm de me tirar do chão!

Sans não conseguiu segurar a risada. Seguiu as duas.

Toriel: — Me põe no chão!

Undyne: — Por quê? Ainda existem pessoas te procurando, você faz falta no reino. Não vou te deixar fugir! Não de novo!

Toriel: — Sans, socorro!

Ele começou a rir muito.

Toriel: — É SÉRIO! Eu não quero voltar pro castelo!

Undyne: — Não? Tanto faz, não vou te soltar!

De repente, o ambiente foi iluminado por aquela luz amarela e azul que nós conhecemos bem. Logo, Toriel estava flutuando acima da guerreira.

Undyne: — Mas o quê?!

Ela se virou e viu Sans passar correndo com o braço esticado para cima. Toriel ia junto, voando. Agora sim ela abriu os braços.

Undyne: — Voltem aqui seus punks!

Ela foi atrás deles, mas em um piscar de olhos eles não estavam mais lá.

– COMO EU TE ODEIO, SANS! Preciso ligar pro Asgore…

Ela pegou seu celular e começou a teclar enquanto andava para fora da ponte.

Embaixo dessa mesma ponte, a Undyne da segunda dimensão admirava sua obra de arte. A ponte tinha realmente sido dividida em duas, e a parte exata caiu: a com as crianças humanas. Agora, ela precisava achar o caminho para descer… Afinal, se as crianças realmente morreram, tinham duas almas que libertariam o mundo boiando no lixão lá no fundo do abismo, e todos os monstros ainda vivos estariam seguros. Se elas não morreram com a queda, a missão continuava.

Notas finais
Eu sei q a Toriel não tem ataques verdes, mas tem uma hora q ela cura no jogo, então eu quis q ela tivesse coisinho verde 'u' MINHA fanfic >—> —----------------------------- Eu: - Ela foi vista passeando com Sans em 4 capítulos, é idêntica à rainha desaparecida, mas NÃO admite. Nesse quarto e último capítulo, ela foi flagrada usando magia de cura, uma magia exclusiva da família Dreemurr. Nossa equipe foi conversar com ela. Undyne: - Qual seu nome? Toriel: - Toriel. Undyne: - Você... É o quê? Toriel: - Eu vim das Ruínas, só. Undyne: - E você... Vem sempre na Waterfall? Toriel: - Não, eu vim hoje aqui pra seguir as crianças antes que elas cheguem no castelo do meu ex. Undyne: - E você é? Toriel: - Eu sou a rainha. Undyne: - A senhora é a rainha? Toriel: - É. Undyne: - A senhora agora é rainha... Toriel: - Então, eu era, aí eu fui pras Ruínas. Undyne: - E porque você veio pra Waterfall? Toriel: - Pra seguir as crianças... Undyne: - Mas eu já te vi, você ainda é considerada a rainha, e hoje você fez a magia exclusiva Dreemurr... Toriel: - Não, eu nunca usei essa magia! Não sou Dreemurr, sou a ex-rainha, não a atual que sumiu! Undyne: - Mas a senhora usou, nós temos escrito! Toriel: - *correndo* Undyne: - *correndo atrás* Senhora! Está escrito! Dá licença? Senhora? Senhora?! A senhora é a rainha desaparecida? Toriel: - Não! Undyne: - Senhora? Mas por que a senhora tá correndo se tu não é a rainha?! Não quer conversar comigo?! Senhora! Se a senhora não tem problema, por que tá correndo? *ainda correndo atrás* Eu: - Toriel Dreemurr aparece como rainha do Underground há muito tempo, a "rainha desaparecida", casada com Asgore Dreemurr e mãe de Asriel Dreemurr. —------------------------------- Eu precisava fazer isso XD me perdoem XDXDXDXD Sans: - *gaster blaster nimim* Ai ai mn, que foi? Sans: - VC É CRUEL! Você não precisava me machucar nesse capítulo, não iria ajudar em nada na história! Talvez até piorasse algumas coisas, mas vc ignorou! QUIS me machucar! Você é suja! Vc gosta de me ver sofrer... Acertou em cheio, hihihi... Sou do mal ♥ Sans: - E AINDA ASSUME! YOU'RE GONNA HAVE A BAD TIME *treta* Flowey: - Q notas finais longas! A autora está tendo um bad time, então vou deixar o recado principal: deixem um comentário! Agradeço :3 Toriel: - E lembrem-se, meus leitores... #TodosVsBonaDoMal é a nova campanha!