Twist Of Fate
7 Capítulo 7
Notas iniciais
- Desculpem qualquer erro, nos bem tentamos que não haja nenhum..:D
- Espero que gostem!
Pov/Dayanna
Maldito sol da manhã, porque raios tinha que surgir. Aff, estava com vontade o mandar passear. Não estava com humor, olho o relógio, eram só 6 horas da manhã. Suspiro me levantando, olho meu horário, ia ter Poções logo de manhã, aff que era logo para enjoar, mas tinha um ponto positivo, como era do quinto ano, não tinha que aturar o Riddle, pelo o menos nas aulas. Me dirijo ao banheiro,mais animada, minhas queridas colegas ainda não tinham acordado, graças a Merlin, não estava com paciência para apresentações. Vou tratar da minha higiene matinal, visto o uniforme, ohh que saudades do uniforme de Durmstrang, era bem mais quente, puxo da minha varinha, pondo um simples feitiço de aquecimento “hőség” (holandês, aquecer ), cortesia de um clã de feiticeiros da Holanda, era um feitiço bem eficaz, já me sentia bem melhor, arrumo minha mala, desço, tiro um livro sobre a poções antigas escrito em runas. Para me entreter, o pequeno almoço só seria servido daqui a meia hora.
Desço para o salão comunal, já estava lá alguém, que levantou o olhar para mim, arquejando uma sobrancelha. Suspiro frustrada. Era o Riddle. Porque diabos ele tinha que estar ali.
- Esta atrasada...- encaro-o confusa, ahh verdade, tinha dito que viriao encontrar hoje, tipo ainda não eram nem sete horas da manhã. Aff garoto irritante. Porque eu tinha que o atura logo de manhã, eu acho que ele faz isso só para o meu dia começa uma droga.
- Ainda nem sete da manhã são...- Me dirijo até a mesa onde ele está, me sento de frente para ele. O encaro com os meus olhos semicerrados — O que querias falar comigo ?... – digo tentando ao máximo controlar a minha raiva.
- Tenho de te apresentar a umas pessoas...o grupo de feiticeiros que me ajudam na causa, que você já deve saber qual é não é mesmo ?... Apareça, á meia noite aqui no salão comunal, para eu te levar para conhecer...os seus colegas...- — diz com uma clara impaciência de ter de explicar tudo para uma garota de quinze anos. Reviro os olhos. Como se ele fosse muito anos mais velho do que eu, Aff, que garoto mais medíocre. Penso enraivecidamente.
- Isto é assim, sr. Riddle, os princípios do meu clã são bem claros...o mundo livre de sangues ruins, ninguém precisa deles para nada...e claro a pureza do sangue e que os ensinamentos milenares da magia nao se percam no tempo...agora quais os seus propositos, suponho que tenham a ver com os principios do clã, senao o Sábio nao me teria mandado vir...- Ele me ouvia atentamente, gostava da atençao que ele depositava no que eu falava. Agora parecia meio surpreendido, como eu falava. Agora me avaliava. Que raiva, porque raios me enervava ao vê-lo...Ahh já lembro, ele me estuporou é eu bati com tudo contra porta da cabine do trem . Por isso, que eu o odeio mais que tudo nesse mundo.
- Você nem parece um garota de quinze anos...-diz ele, falando sussurrado, que quase não o ia ouvindo. Parecia mais uma confidencia com ele mesmo.- mas você não provou nada desse clã que você fala...- Sopro com força, impaciente. Conta carneirinhos para se acalmar, Dayanna. Não é carneirinhos que se conta pois não? Argh! Puxo a manga do pullover e da camisa, lhe mostrando a marca da fênix no meu braço, de cor laranja escuro. Ali estava a marca, suas mãos vão até o meu braço, fazendo com que eu me arrepia-se. Eram muito frias, em contacto com minha pele quente, me arrepiei. Ele solta um leve sorriso. Que me enerva, quero puxar minha mão das suas ,mas ele não me deixava tirar-las.Opto por falar.- Busque em qualquer livro que fale sobre símbolos mágicos e verá que esse símbolo é antigo, dos tempos de Merlin e Morgana, de quem sou descendente...e terás tuas respostas...Simplesmente estamos com ideais iguais, não significa que eu goste de estar aqui...mas se não quiser a ajuda do meu clã, posso perfeitamente ir embora, basta você me libertar...simples como isso ?- digo desejando fervorosamente que ele me libertasse, se bem que uma vozinha lá do fundo da minha mente, dizia que era uma pena. Balanço a cabeça , espantando esses pensamentos ridículos da minha cabeça.
POV Tom Riddle
Ela falava verdade, podia não conseguir ler sua mente, mas seus olhos eram por demais sinceros, e que belos olhos. Seu antebraço era quente, pele branquinha. Que garota essa, me odeia, mas se arrepia ao meu toque. Ahaha, que curioso! Seria muito importante ter uma descendente de Morgana LeFay ao meu lado, seus conhecimentos e poderes seriam importantes para a minha causa. Sabia do trato que ela falava, quando tinha feito a pesquisa para descobrir sobre sua descendência,tinha descoberto o trato que Salazar Slytherin fez com Morgana LeFay, tinha sido uma simples troca, Slytherin ajudaria Morgana a sobreviver após a derrota que sofreu e em troca Morgana serviria Salazar no que ele lhe pedisse. E eu sabia que a mantinha presa. Ele era descendente de Slytherin e ela descendente de Morgana. Ela teria de me servir. Liberta-la, estava mais que fora de questão...
Me levanto , ainda segurando seu braço, a puxo na minha direcção, a prendo no meu corpo, ela parecia surpreendida com o gesto, então cuidadosamente vou me aproximando do seu ouvido, é falo...
- Nunca que te liberto, Dayanna...- Ela parecia agora uma fera para se libertar. Estava enraivecida comigo, sentia isso. Riu baixo, mais sua fúria só aumentava. Encosto-a na parede, com uma cara muito seria, que ela fica quieta aos poucos, me encarando com a mesma cara de fúria e revolta.- Veja que controla bem sua fúria minha querida Dayanna, senão pode se arrepender... — digo, num tom de voz frio, puxando da minha varinha encostando na sua barriga, ao qual ela somente acena afirmativamente com a cabeça, com os lábios crispados, como se controlando para não me dar uma resposta. Depois disso, solto-a, ela escorrega pela parede, se sentando no chão agarrando suas pernas.- O que você esta fazendo ?- pergunto já impaciente, ela não me responde, apenas me ignora .- Me responda Dayanna...
- Se prepare, posso estar sob suas ordens no momento... mas farei da sua vida um inferno...- dizendo isso com clara raiva de mim, se levanta com maestria, me deixando ali no salão comunal sozinho, ela saindo pela porta. Eu somente sorrio. Isto ia ser muito interessante. Mais ao passar de uns 4 minutos vou rumo a minha primeira aula do dia, que seria de defesa contra as artes das trevas, como se essa aula fosse me ensinar algum feitiço que eu não saiba.
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