Notas iniciais
- aqui estar mais um capitulo fresquinho.
- desculpem qualquer erro, nós bem que tentamos mais nem sempre conseguimos fazer um capiulo 100% sem erros.

POV/ Dayanna

Era hoje o grande dia, o dia em que eu iria para Hogwarts, note-se o sarcasmo,o dia em que eu ficaria a mercê de um idiota qualquer que iria me controlar até aos dias que ele mesmo determinasse, mais ao escutar passos vindo de encontro ao meu quarto fico estática na cama, os passos cessam agora nesse momento eu apenas escuto o barulho que o meu coração faz de tão acelerado que o mesmo está, eu chego até a suspirar de alivio quando escuto os passos se afastando, mais o meu alivio dura muito pouco, já que escuto um estrondo de alguém aparatando.

- Você ainda está deitada Dayanna… — ecoou uma voz dentro do quarto, mais eu nem precisava me levantar da cama para saber que a dona da voz era a minha queridissima mãe, nem hoje ela deixaria minha cabeça na paz.

Mais eu como sou uma filha muito obediente e que respeita muito a própria mãe apenas finjo que ela não está no quarto, na esperança de que ela vá embora e me deixasse em paz, mais eu não ando com muita sorte ultimamente.

- Vamos Dayanna levante-se… — começou a falar com aquela voz irritante,já tirava o pouco ou escasso humor que tinha — você tem apenas uma hora e meia para se arrumar e tomar café, já que o expresso para Hogwarts sai nesse mesmo horário — ela deu uma pequena pausa, batendo o pé, mais logo recomeçou a falar — Eu irei lhe esperar na sala de estar não demore…- Após falar isso ela aparata para fora do meu quarto.

Só agora posso me da ou luxo de suspirar, mais um angustia muito grande começa a tomar conta de mim. Agora não tem mais voltar atrás mesmo, eu vou ter que ir de qualquer jeito para Hogwarts, como queria que fosse outra pessoa do clã qualquer outra, suspiro mais uma vez, então me levanto da cama e vou directo para o banheiro, após tomar meu banho e fazer a minha higiene pessoal ,vou rumo ao meu closet, pego um vestido simples preto uma peep toe das cores preta e roxo, faço uma maquiagem simples, e no meu cabelo apenas faço um penteado simples, mais ao olhar para o meu despertador vejo que eu tenho apenas trinta minutos para tomar café, dou uma ultima olhada no espelho, ao constatar que eu estou apresentável saio rumo a sala de estar.

(Visual da Dayanna: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=40684897&.locale=pt-br)

Ao chegar na sala de estar constato, se muita surpresa, que a minha digníssima mãe não estava na mesma, então pergunto para um dos elfos da mansão onde ela se meteu, já era meio uma rotina fazer isso,ela dizia que estava e depois sumia, sempre foi assim, suspiro, o elfo apenas me fala que ela teve um compromisso urgente, por isso ela não iria me a acompanhar até a estação, fico meio magoada no fundo confesso apesar de tudo era minha mãe, mas nem quando fui para Durmstrang ela foi comigo por isso, suspiro . Mas depois me vem o alivio, ao saber que ela não vai me acompanhar até a estação, porque provavelmente iria encher minha cabeça até a exaustão com o trato que eu teria de honrar, então tomo meu café da manhã e em seguida aparato para perto da plataforma 9 e três quartos, é fico aguardando a chegada do Tom Riddle, que com apenas 12 minutos de espera, aparece num veículo trouxa.

Então lá vou eu fazer contato com o inimigo, desculpa quer dizer com o meu “colega “, mais eu tenho que admitir que o inimigo é bem bonito, com seus olhos azuis penetrantes, sua boca pequena e convidativa e sua expressão superior, mais o que diabos está acontecendo comigo para eu achar este ser desprezível bonito, porcaria de sorte a minha, ao sair da minha linha de pensamentos vejo que o mesmo me olhava com certa curiosidade, então eu apenas lhe dou um olhar de raiva, e vou de encontro ao mesmo com a minha expressão fria e monótona, ao chegar perto dele o encaro com tudo.

- Olá Tom como vai ?–falo com um sorrisinho de deboche, num tom extremamente frio e sarcástico. Ele tem uns olhos que lembra o mar agitado, que pele branca como a neve, larga desses pensamentos Dayanna, pensa noutra coisa.Você simplesmente o odeia lembra?

Vejo que ele me avalia com o olhar, e me fita com um misto de curiosidade, raiva e surpresa.

- Eu conheço você ? — falou me encarando, apenas lhe dou um sorriso de escárnio.

- Nos já …nos vimos sim — falei como se isso fosse bem obvio, é vi seus olhos me fitando, parecia que queria me engolir viva com tanto ódio que eu por uma fracção de segundos eu cheguei a tremer, sentia sua aura mágica era poderosa, é ele era mesmo um legitimo herdeiro de Slytherin.

- Me desculpe mais eu não me lembro de tê- la visto — falou parecendo reflectir de onde me conhecia. Reviro os olhos de exasperação, ele pensa que engana, ele lembrasse de mim sim, ficou tempos me encarando naquele nojento orfanato e não se lembra, faça-me um favor.

Eu estava pronta para lhe falar que era eu a menina em frente ao orfanato, mas isso seria entrar no maldito joguinho idiota que ele devia estar jogando, mas tudo aconteceu muito rápido num minuto eu esta na sua frente e no outro eu já estava dentro de uma cabine de trem com ele apontando sua varinha para mim.Confesso que fiquei surpresa, nunca ninguém conseguiu me driblar daquela maneira, nem sequer reparei. Uau, uma vez na vida a estúpida de minha mãe tinha razão, ele seria muito bom para o clã era poderoso.

- Eu me lembrei de você, você era a menina que esta na frente do orfanato onde eu morava… — ele falou apontando ainda a varinha mas agora parou no meu pescoço — porque você esta me seguindo? – Arquejo uma sobrancelha, ele pensava que estava seguindo-o , se eu pudesse nem estaria aqui, aff.

- Você deve ser no mínimo louco não é, eu te seguindo hahahaaa não me faça rir…- falei com certo raiva, era culpa dele minha vida estar destruída, e ainda por cima,quem aquele menino idiota pensava que era para apontar a varinha para mim, uma legitima descendente das Fénix e de Morgana, aff, nossa soei como minha mãe agora, para com isso Dayanna, você não esta em boa situação para estar em conflito interno, mas eu estava tão distraida que ao ter este ultimo pensamento, nem percebi quando ele me lançou um estupefaça.

Eu voei e depois bati com tudo na porta da cabine, com o impacto eu cai no chão sentindo muita dor, desgraçado, ordinário, mestiço nojento, odeio ele, vi ele se aproximar de mim e depois se abaixar para me encarar e eu encarei de igual forma.

- Nunca me chame de louco…. — Sussurrou ameaçadoramente, praticamente cuspindo as palavras no meu ouvido, vi seus olhos mudarem de cor, de um lindo azul para um vermelho sangue, nossa que a aura de poder dele aumentou, que inveja — agora me responda quem é você e o que você quer comigo ?- Por muito que isto soasse irritante a mim, eu tenho que admitir que eu estava com medo dele, aquela voz gélida e tom arrepiante, olhos vermelhos, não inspiravam outra coisa, mas nunca na vida admitira tal facto, era orgulhosa. Mas decido ir pela boa via.

- Meu nome é Dayanna Phoenix e eu estou aqui para lhe ajudar com os seus propósitos… — falei com um pouco de dificuldade por causa da dor nas minha costas, mas mesmo assim num tom firme e autoritário.

POV/ Tom

Como assim ela quer me ajudar com os meus propósitos, ela fugiu de St.Mungus ou que? Quem é esta menina? Não tem mais de quinze anos e diz que quer me ajudar com os meus propósitos ? A minha cabeça esta a mil por hora.

- Como assim você quer me ajudar ? — essa foi a pergunta mais lógica que eu conseguir formular, arquejo uma sobrancelha, ainda cetico mas ao ver ela se preparando para me falar algo que parecia ser muito importante. Nossa nunca que vi numa garota de tão pouca idade, tanta determinação e…resignação?

- Eu irei lhe contar uma história, a história da minha família... — Eu apenas escutava atentamente a cada palavra que ela me falava.

O trem tinha começado a andar, mas nem para isso eu ligava, estava absorvido demais na historia daquela garota.

Ela ao terminar de me contar, eu não sabia se acreditava ou não, eu estava muito confuso e não sabia o que fazer. Mas de uma coisa eu tinha certeza, se isso fosse verdade, a sorte grande tinha acabado de lhe bater a porta. Olho directamente nos olhos da garota, ela não tinha expressão simplesmente me encarava sem animo nenhum. Mas mesmo assim, esboço um sorriso de canto.

Nesse momento atracamos em Hogsmeade, ao longe se via Hogwarts, ela sai comigo, sinto ela ao meu lado suspirando. Parecia não estar muito feliz de estar aqui, mas também quem se importava com o que ela sentia, se ela veio para me ajudar, ahaha ela iria ser uma serva muito competente e valiosa . Teria mesmo de averiguar a origem dessa garota, que digamos bela garota de olhos azuis e pele branca como a neve. E depois veríamos o que fazer…

Notas finais
Reviews fazem muito bem ou nosso coração e nos dão espiração.