Twist Of Fate
22 Capítulo 22
Notas iniciais
- Eu espero que todos gostem, e pesso desculpas por não ter postado antes, mais assim como a Lady Luna, eu também tó um pouco acupada demais.
- Boa leitora a todos.
- Desculpem se ouver algum erro ortográfico.
POV/ Dayanna Phoenix
Jogo mais um livro no chão, contando com aquele já deveria ser o décimo livros que eu pegava, mas não passava nem três minutos com ele em mãos. Encontrava-me no dormitório, com exatamente treze livros da seção restrita, em minha posse.Encontrava-me sozinha no dormitório, já que especificamente naquela noite nublada de sexta, minhas colegas de quarto decidiram dormir sabe-se lá onde! Suspiro frustrada,dirijo-me para o banheiro, faço minha higiene noturna, visto uma camisola lilás, confortável e ao mesmo tempo quente. Então solto meus cabelos, da trança embutida ,em que eu tinha os prendido esta manhã, e por último coloco, roupão, já que esta noite o frio estava completamente rigoroso.
(Visual da Dayanna: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=60102746&.locale=pt-br)
Assim que volto para o quarto, começo a arrumar a bagunça com os livros que eu fiz, até que um livro em particular me chama a atenção, pego cuidadosamente, já que o mesmo me parecia ser muito frágil e velho, mas o mais engraçado é que eu não me lembrava de ter pego aquele livro em nenhuma estante da seção restrita, o que mais me chamou a atenção naquele livro velho de capa de couro escura, foi seu título.
“O ocultamento”
Me sento no chão com o livro em mãos, meus dedos percorrem as letras desse nome tão peculiar, então decido abri-lo. Nas primeiras páginas, apenas aparecia rabiscos incoerentes, sem muita importância ao meu ver. Eis então que minha mão desliza pela lateral do livro, assim encontrando uma folha marcada, por uma terceira folha, mas assim que eu pego essa terceira folha, percebo que não havia nada escrito nela, minha atenção recai sobre as paginas, em que essa folha marcava, duzentos e dez e duzentos e doze, mas espera ! Não havia a pagina duzentos e onze, a mesma parecia ter sido rasgada, porque havia apenas um pequeno pedaço dessa página. Então, já que não tinha a pagina duzentos e onze, começo a ler a pagina duzentos e dez, que no começo tinha apenas magias insignificantes, como...
Ocultamento da magia. Coluna 1, pagina 225
Ocultamento de feitiços. Coluna 2, pagina 226
Ocultamento de marcas de nascença. Coluna 3, pagina 227
Ocultamento de marcas causadas por feitiços ou cortes. Coluna 4, pagina 228
Ocultamento de marcas mágicas. Coluna 11, pagina 231
Nesse momento minha atenção recai sobre a marca negra que estava em meu braço. Eu não poderia correr o risco de alguém ver essa marca em mim. Algo intriga-me,por que esta magia de ocultamento de marcas mágicas, não esta na ordem correta ? Um pressentimento estranho me vem ao peito, mas ignoro. Esse foi meu erro ! O feitiço parecia ser bem simples. Eu apenas tinha que proferir as seguintes palavras, Occultatio Lune !(Em português é “Ocultamento da lua”).Pego minha varinha, posiciono-a, fecho meus olhos, então pronuncio as palavras...
– Occultatio Lune ! – Falo em alto e bom som, permaneço com meus olhos fechado por mais alguns segundos,assim que abro... Suspiro ! Nada !
A marca continuava no mesmo local, sem nenhuma alteração. Minha raiva é tanta, que jogo o livro em um canto qualquer do quarto. Assim que termino de organizar o dormitório, percebo que já passa das 23:21, dirijo-me para a minha cama, antes de chegar na mesma uma rajada de vento me atinge, e me lembro que a janela do dormitório estava aberta. Assim que chego perto dela, olho além dos arredores do castelo, exatamente para a floresta proibida, um lugar que sempre me encantou. Uma grande bola vermelha se expande na floresta, passo alguns segundos tentando compreender o que era aquela bola. Fogo...? Aquela bola era fogo, mais como ?
– Venha até mim Dayanna ! – Escuto uma voz me chamar. Era uma voz feminina, acolhedora até um pouco maternal.
Por mais assustada que eu estivesse, meus pés começam a me guiar para fora do dormitório, passo pelo salão comunal da Sonserina, meus Pés pareciam ter vida própria, eu não consegui controlar meu corpo. O desespero me assolava.
– Venha até mim, por favor ! – Mais uma Vez a voz feminina me chama, mas agora a mesma parecia fica mais fraca. Eu entro em um estado de transe, não consigo mais me controlar. Medo ! Era a palavra exata para o que eu estava sentindo, mas sentia-me espetadora de mim própria. Assim que viro em mais um corredor, vejo uma figura não muito nítida vir em minha direção, mas pelo que eu pude constatar era um homem, pela luz de um castiçal, posso ver seus olhos altamente penetrantes ! Tom, a pessoa que eu menos queria que me visse neste estado. Eu não tinha mais o controle do meu corpo, eu temia pela sua vida. Ele me avalia encostado numa estante , parado, só noto que eu ainda continuava andando quando eu passo por ele.
– Dayanna ! – Escuto ele me chamar, por mais que eu quisesse parar, não conseguia – Dayanna ! – Sinto suas mãos prenderem meus braços, enquanto o mesmo parava em minha frente, segurando firmemente meus braços – O que há com você ? – Ele me pergunta irritado, lágrimas já rolavam em meu rosto, Tom assusta-se no começo,seu rosto começa tomar contornos preocupados – O que houve ? por que choras ? –Então o mesmo me abraça, minhas mãos vão sem o meu comando para o seus ombros, então sem o meu consentimento, ele é empurrado para longe de mim, por minhas proprias mãos.
– Não perca tempo com ele ! venha logo ! – A voz feminina me adverte, pelo semblante do Tom ele não tinha a ouvido, meu desespero só aumenta. Forço minha voz...
– Tom... vá embora... eu não... me... controlo mais... – Minha voz sai roca e falha. Eu rezo para ele ter entendido.
– Como ? – Pergunta confuso.
Uma súbita onda de choque passa pelo meu corpo, por impulso começo a correr, tendo o Tom no meu encalço. Eu passo por corredores e mais corredores sem ao menos ver onde estou indo. Assim que percebo, eu me encontrava em frente a uma parede, Tom se posta ao meu lado, muito serio e avaliativo, aproximando-se fica na minha frente, me impedindo de ver a parede.
– Por que correu daquele jeito ? Você esta bem ? Me responda – Eu via que ele ,já começava a se irritar. Aos poucos minha mente vai apagando, meu corpo vai pesando, por um instante eu fico feliz por estar desmaiando. Essa foi uma doce ilusão !
POV/ Tom Riddle
Antes dela cair no chão,consigo segura-la, seu rosto era sereno, como o de um anjo. Pego minha varinha ligeiramente e começo a murmurar feitiços, para fazer a mesma voltar a razão. Eu ainda não consegui entende o porquê da mesma ter vindo para cá, justo na entrada da sala precisa. Percebo que ela voltava a razão. Assim que ela abre os olhos, um arrepio de medo involuntario percorre meu corpo, seus olhos não eram mais azul safira, agora estavam negros como a noite. ajudo a levantar, a mesma olhava-me como se nunca tivesse me visto na vida, aquilo começa a me preocupar, então decido quebra o silêncio.
– Você esta bem ? – Pergunto parecendo despreocupado. Ela apenas me olha e afirma positivamente, depois desse mísero ato, ela se põe diante da entrada da sala precisa, fecha os olhos e então uma porta de começa a surgir. Eu me espanto já que nunca a Dayanna me falou que conhecia a entrada da sala precisa. Ela entra, eu entro em seguida,me surpreendo ao ver que a sala tinha se transformado numa biblioteca, com estantes repletas de livros que reluziam tanto, que eu poderia jurar ser feitos de ouro.
– São, sim, feitos de ouro... – Sua voz desperta-me dos meus devaneios. Eu me limito a sorrir.
– Eu não gosto que usem legilimância comigo... – Falo, sentando-me em uma poltrona que havia ali, em frente a mim tinha outra, eu indico para a mesma sentar, mas ela me ignora.
– Eu senti tantas saudades daqui... – Ela falava de um jeito completamente diferente do habitual. Então eu percebi tudo! Ela olha-me, depois sorri debochadamente – Quem é você ?
– Você é inteligente ! Também, eu não poderia esperar menos de um herdeiro de Salazar...Ele tambem era um maldito inteligente...que conseguiu comprometer-me em um trato magico... – Fala aquela voz sentando-se na poltrona á minha frente. Eu não desvio os olhos da seus, olho todos os seus movimentos, já que eu não sabia quem era ela.
Mas pelo o que ela havia falado, eu podia saber ou deduzir quem havia possuido o corpo de Dayanna. Ela sorri na minha direcção com igual deboche.
– Sim..sou eu...
Notas finais
BjsS.
Fale com o autor