Twist Of Fate
18 Capítulo 18
Notas iniciais
- Bem... espero que vocês gostem desse cap.
- Perdão pelos erros de ortografia, nos bem que tentamos fazer um cap sem nenhum erro. Bem... mais nem sempre tudo sai do jeito que nos desejamos... sempre a alguma falha.
- Bem... espero que gostem!
POV/ Dayanna Phoenix
A cada passo que eu dava meu coração batia mais forte, não era de medo. Eu apenas estava preocupada com a reação de minha mãe, já que eu sabia que ela odiava visitas fora de hora e principalmente sem avisar, eu sei que mesmo que minha mãe não vá com a cara do Tom, ela iria o tratar pelo menos com muita educação. O trato que Morgana Le fay fez com Salazar Slytherin, e tipo a lei soberana no meu clã, seguido da lei em que, nós do clã Phoenix, nunca devemos nos misturar com sangues-ruins. Eu sinto um aperto na mão, em que o Tom segurava, olho para o mesmo, ele apenas indica com a cabeça para eu olhar para frente. Eu me deparo com os belos portões do grande e imponente castelo, em que um dia foi o grande castelo... Camelot. Suspiro frustrada. Assim que passamos pelos grande portões, nos deparamos com o belo jardim, que ficava na entrada do castelo. Lindo como sempre, penso sorrindo mentalmente. Tinha todos os tipos de flores. Mas as flores que mais se destacavam eram as rosas, as margaridas, as orquídeas, e por ultimo os belos lírios.
- Sua mãe tem um bom gosto para flores – Comenta o Riddle.
- Ela sempre amou flores – Falo casualmente. Ele apenas se desvia do nosso trajeto, e vai em direção as roseiras. Eu o sigo calada. Assim que o mesmo chega perto de uma roseira, o mesmo começa a observá-las com muita atenção, uma por uma. Ele parecia que estava as avaliando. Após um curto tempo, ele parece ter achado a rosa adequada. Ele a retira da roseira com cuidado, e vem na minha direção. Assim que ele se põe ao meu lado, começa a me encarar. Então ele sem aviso prévio pega a minha mão, é coloca a rosa com muito cuidado na mesma. Eu apenas olho para o mesmo confusa.
- Eu aposto um beijo seu, que rosas são as suas flores preferidas... – Ele fala presunçoso. Como ele adivinho ? Só me faltava essa agora... o Riddle virando vidente Aff...omnisciente..argh odiava essa sensação de estar transparente perante ele.
- Não me diga que você virou vidente agora ? – pergunto debochadamente.
- Não... eu não virei vidente, e só que de todas as flores as rosas são as que se parecem mais com você ...– Fala com seu típico sorrisinho cínico. Merlin atè quando ele sorri cinicamente, ele é lindo.Afasta os pensamentos.
- Porque as rosas se parecem mais comigo ? – pergunto sem aguentar a curiosidade. Ele apenas me dá as costa, e vai em direção a entrada do castelo. Eu apenas olho o mesmo se afasta irritadíssima. Então subitamente ele para se vira e fala.
- Você não vem ? – Pergunta se fazendo de inocente. Cretino, duas caras, penso enfurecida.
Vou em sua direção, passo pelo mesmo o xingando de tudo quanto é nome feio. Ele apenas solta uma gostosa gargalhada. Assim que chagamos na entrada do castelo, eu abro-a cuidadosamente. Assim que entramos, formos recebido por Nanda uma elfa domestica. Nanda é como uma segunda mãe para mim, era ela que cuidava de mim quando minha digníssima mãe saia para resolver alguns assuntos importantes. Nanda não para de pular e sorri para mim.
- Menina Phoenix... Nanda sentiu muita saudade da senhora – Nanda fala me abraçando. Eu retribuo o abraço sem me preocupa com o que o Riddle vai dizer ou pensa. Após eu me liberta do abraço caloroso, em que Nanda me envolveu. Eu me ponho ao lado do Riddle.
- Nanda, onde minha mãe esta ? – Pergunto calmamente. Nanda fica com a expressão preocupada, isso me deixa muito inquieta – Nanda... onde ela esta ?- falo ameaçadoramente. Nanda não se abalava mais com a minha mudança de humor, ela já estava acostumada, com as minha constantes mudanças temperamentais. Até agora o Riddle se mantinha calado, o que me deixa muito feliz, já que eu não o queria fazendo suas brincadeirinha maldosas, me triturando a pouca paciencia que ainda me restava.
- Menina Dayanna...- Começa a elfinha desajeitadamente – Sua mãe esta na varanda – Ela fala. Ao que parece ela estava tentando me falar algo muito importante.
- Essa enrolação todo só para me falar que ela esta na varanda ? – Ela me olha assustada.
- Bem... e que... ela esta com visita – Ela fala desajeitada.
- Talvez nós podemos voltar outra hora – Começa o Riddle – A visita pode ser muito importante. Então nos voltaremos outra hora... – Ele começa a andar em direção a saída do castelo.
- Espere Tom... – Falo para o mesmo. Ele para e me olha confuso. Eu apenas volto a minha atenção para a Nanda, que me olha avaliativamente. Hoje todo mundo resolveu avaliar algo. Aff que raiva – Nanda quem é a pessoa com quem a minha mãe esta conversando ? – Pergunto com relativa raiva.
- É... um homem desconhecido por mim menina Dayanna – Fala calmamente. Minha raiva aumenta drasticamente. Quem ela pensava que era, para trazer para dentro da MINHA casa um homem estranho ?Na casa onde morou meu pai? Argh, hoje eu coloco esse castelo a baixo. Minha vida já não estava boa o suficiente, para minha queridíssima mãe resolve engatar um namoro, com um idiota qualquer.
- Você nunca o viu por aqui Nanda ? – Pergunto tentando não demonstra a minha raiva.
- Não... eu nunca o vi por aqui ,menina– Fala Nanda.
- Deve-ser algum amigo intimo da sua mãe – Fala o Riddle sorrindo cinicamente.
- Se não vai sai algo que preste dessa sua boca Riddle, eu sugiro que você fique calado – Falo o encarando mortalmente. Ele parecia que a qualquer momento ia me jogar um Avada Kedavra. Mais eu apenas o ignorei com toda a classe – Nanda... eu quero que você vá avisar a minha queridíssima mãe, que eu estou aqui, diga também que o Riddle esta comigo – Ela faz sinal positivo e aparata.
Minha mente dava voltas sem cessar. Como ela podia esta se envolvendo com outro homem sem me falar nada ? E ainda por cima o trazer para a minha casa. A casa em que ela dividiu com o meu falecido pai, isso é imperdoável. Eu a cada momento tenho mais certeza de que eu e ela nunca mais poderemos voltar a ter uma relação saudável. Assim como nós tivemos quando meu falecido pai ainda era vivo. Riddle me encarava indecifravelmente. Um barulho de aparatação me tira da minha linha de raciocínio...
- Menina Dayanna, sua mãe esta lhe esperando no seu escritório – Assim que ela fala isso, ela desaparata na minha frente.
- Vamos ? – Pergunta o Riddle.
- Vamos – Falo, o guiando pelos corredores do castelo.
Minha mãe vai me pagar, se ela acha que vai colocar outro homem dentro dessa casa, ela esta muito enganada. Nem que Morgana, desça na Terra...
POV/ Tom Riddle
O nosso trajeto foi muito silencioso, a mesma parecia esta muito envolvida na sua própria linha de pensamento, aquilo estava me deixando preocupado. Ela estava muito estranha. Assim que chegamos na entrada do escritório, em que a mãe dela estava, ela enrijeceu o corpo. Ela se vira bruscamente, e então começa e me encarar.
- Cuidado com o que você vai falar. Ela e muito difícil de se lidar – Fala tentando transparece calma.
- Você falando assim eu vou acabar pensando que sua mãe é Grindelwald... – Falo debochado. Ela apenas me ignora, bate na porta, então abre a mesma, após nós escutamos um sonoro ``entre´´.
Assim que entramos no escritório, a primeira coisa que eu consigo ver são, grandes e bem cuidadas estantes de livros. A decoração que residia naquela grande sala, era uma decoração rústico, moveis antigos mais muito bem cuidados, as cores que ali residiam, eram tons claros, como o branco,os tons pasteis, e muitos outras cores belas. Eu tenho que admitir, esse escritório realmente é encantador. Meu olhar cai em um ponto fixo daquele escritório, sentada em uma bela poltrona se encontrava um bela mulher, a mesma tinha longos cabelos pretos, e lindos olhos verdes, digamos que a beleza dessa mulher era surpreendente. Ela com certeza jamais conseguiria passaria despercebida em um baile. A mulher que estava sentada na poltrona, que eu suponho que seja a mãe da Dayanna, faz sinal para que nos aproximássemos, e nos sentássemos nas duas poltronas que ficavam na sua frente. Assim que nos aproximamos das poltronas, a mesma se levanta e vem na nossa direção. A mesma abraça a Dayanna, que com muita grosseria, não corresponde ao abraço. Mas a mulher parece não ligar muito para isso, depois de um curto tempo a mulher vem na minha direção, com um sorriso um tanto cínico na minha opinião. Assim que a mesmo chega perto de mim, me abraço. Eu também não corespondo ao abraço, já que fui pego de surpresa. Assim que ela me liberta do seu abraço, a mesma me da um beijo na bochecha, aquilo me deixa muito desconcertado. Minha atenção sobrecai na Dayanna, que olhava toda a cena pasma. Pela reação da Dayanna, em relação ao gesto que sua mãe fez, ao me dar um beijo na bochecha,eu percebo que ela não tem muito o costume de beijar as pessoas.
Mais a pergunta é, porque ela me abraçou ? será que isso tudo e só porque eu sou descendente de Salazar Slytherin ? Com certeza deve ser, apenas por isso. Ela não me parece ser uma pessoa muito amável.
Ela desvia o olhar para a Dayanna e de novo para mim. Abre um largo sorriso, que eu ligeiramente me arrepio.
- Interessante...
Que ela queria dizer com isso ?
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