Twist Of Fate
14 Capítulo 14
Notas iniciais
- Espero que gostem! (-.-)
POV/Dayanna
Nos estávamos indo em direção os dedos de mel, um silêncio avassalador se estalou entre nós, mais o silêncio era confortante, me ajudava a pensar em tudo que tinha ocorrido agora a pouco. Eu ainda não consegui o encarar. Eu estava confusa, não sei direito que eu estou sentido, isso me deixava muito inquieta, um barulho me desperta dos meus devaneios, então olho para a fonte de todo esse barulho, me deparo com uma grande aglomeração de crianças e adolescentes em frente do dedos de mel, suspiro frustrada.
- Droga… – fala o Riddle, parecendo muito aborrecido.
- Parece que esta lotado… – falo tentando dissipar a tensão que estava se estalando entre nós.
- Eu odeio lugares lotados... ainda por cima lotado de crianças barulhentas – comento frustrado.
- Bem que tal agente entra ai, comprar alguma coisa, e depois sair bem rápido… – pergunto tentando o acalmar.
- Está bem… – falou tentando se acalmar.
Então formos em direção á dedos de mel. Assim que chegamos bem perto da multidão já dava para perceber que não ia ser nada fácil nós entramos, mas depois de mais o menos 4 minutos ( que pareceu horas para mim, já que eu odeio esperar ) nós conseguimos entrar, compramos alguns doces, mas assim que nos dirigimos para a saída, eu me deparo com uma prateleira cheia de maçãs do amor, aquela maçãs me traziam recordações das quais eu queria esquecer.
POV/Tom
Assim que nós estávamos perto da saída ela pára subitamente, e começa a encarar a prateleira que continha maçãs do amor, achei aquela atitude dela muito estranha.
- Dayanna vamos… – falo tentando fazer com que ela voltasse para a realidade, mas mesmo assim ela não me escuta, ou esta me escutando, mas esta me ignorando. Essa segunda opção me deixa muito furioso, mas eu tento me controlar, bom se você não quer falar por bem, eu vou ter que pegar pesado, penso furioso.
- Legilimens …– pronuncio o feitiço já com a minha varinha em punho. Mas o que eu vejo me deixa muito perturbado.
“- Papai me compra uma maça do amor…- pede uma garotinha de 4 anos, a mesma tinha longos cabelo negros, olhos azuis e brilhantes como duas safiras e uma pele branca como a neve, a garotinha estava correndo de um lado para outro, um homem de mais o menos 30 ano, mas com aspecto jovial, ele parecia estar fascinado com o jeito que a sua filha corria pela loja, a garotinha pulava, brincava, ria... até que ela cai, o homem fica desesperado, mas logo se acalma quando vê sua filha sorrindo.
- Você se machucou ? — pergunta o homem ainda muito preocupado, a garotinha apenas ri e balança a cabeça negativamente, o homem acaricia os longos cabelos negros da sua filha, ela então disse...
- Papai o senhor ainda não me falou… se vai comprar uma maçã do amor para mim… – falou a garotinha fazendo cara de brava, o homem apenas rir e disse...
- Mas é claro que eu vou comprar uma maçã do amor para você, minha princesinha – falou o homem para a sua filha, que ao ouvir a sua resposta abre um lindo sorriso.
Mas agora a cena mudou, a garotinha não estava sorrindo mais, ela estava chorando debruçada em cima de um Homem que eu não conseguia ver quem era, mas então a garotinha tenta falar, eu tenho que fazer um grande esforço para entender,já que a sua voz esta embargada pelo choro recente.
- P-papai v-volta para miim… –fala a garota já recomeçando a chorar, mas nisso entra uma mulher de mais o menos 25 anos, ela era quase igual a garotinha a única diferença era que a mulher tinha os olhos verdes e um olhar frio, mas já a garotinha tinha os olhos azuis, que tinha herdado do seu falecido pai e um olhar sofrido – M-mãe o P-papai foi embora…- fala a garotinha se abraçando a mãe.
- Dayanna filha não chore mais por favor… – fala a mulher deixando cair sua mascara de gelo, tentando acalmar sua filha. Eu fico meio atónico, então quer dizer que a garotinha era a Dayanna, não pode ser...
Então uma figura feminina começa a se forma do meu lado, a única reação que eu tenho no momento e pegar a minha varinha para eu poder me defender, se caso for um inimigo, mas assim que a figura esta formada eu percebo que não era um inimigo, e sim a própria Dayanna, agora ela estava com 15 anos, eu percebo que ela olhava toda aquela cena com muita tristeza. Mas subitamente ela olha na minha direção, eu vejo varias lágrimas escorrer pelo seu belo rosto, vê-la chorar me deu uma vontade quase incontrolável de chorar também, eu não sei porquê, mais vê-la chorar daquele jeito me deixava muito mal, mas então eu percebo que ela parou de chorar. Nós nos encarávamos intensamente, eu a vejo vir em minha direção. Assim que ela esta perto o suficiente, ela fala...
- Você não acha que já viu coisa de mais… – me pergunto, ela tentava ser forte mas eu conseguia ver a dor que ela estava sentindo, eu estava me sentido culpado, e o pior de tudo era que eu não sabia o porque desse sentimento de culpa esta me invadido. — Por favor saia da minha mente… – ela me pede, tentado esconder as lágrimas que saíam do seu belo rosto, eu suspiro. E então saio da sua mente.”
Assim que eu volto a mim, vejo que ela estava de cabeça baixa, mas o pior era que vê-la assim tão triste me fazia muito mal, que você esta pensando ?
- Dayanna olhe para mim… –Eu tinha que fazer alguma coisa, eu não podia deixa ela ficar tão triste assim, ela relutava ,não queria olha para mim. Então eu me aproximo mais dela, e então levo minha mão direita em direção ao seu rosto, o levanto, e então faço com que ela me encare, fico muito atónico quando vejo que seu rosto está banhado em lágrimas. Começo a limpar o seu rosto com a minha mão, ela parece ficar muito surpresa com o meu gesto, mas depois faz cara de preocupação, mais eu apenas finjo não ligar.
- Me desculpe… – ela fala num fio de voz, eu apenas faço cara de confuso – Por esta chorando na sua frente Milord… – então era com isso que ela estava preocupada.
- Não se preocupe quanto a isso… – falo tentando a acalmar.
- Tom… – ela me chama, eu apenas encaro-a, mas depois faz sinal para que ela proseguisse – Eu gostaria de voltar para Hogwarts… – eu tenho que admitir, por essa eu não esperava.
- Mas o passeio ainda não acabou, e o dia esta tão lindo para ficar traçado em um castelo… – eu tento argumenta de todas as formas.
- Me desculpe mais eu não estou me sentindo bem… – ela não me parecia bem realmente ,ela tenta dar uma passo para frente, mas acaba dando dois para trás, se eu não a tivesse segurado ela com certeza tinha caído.
- Você está bem?... – Pergunto tentando não demonstrar a minha aflição.
- Não, por favor…me leva para o castelo …– ela suplica, o que me faz ficar surpreendido, mais uma vez.
- Tudo bem vamos… – eu a ajudo a sair da Dedos de mel, que ainda estava lotado de crianças nojentas e barulhentas. Assim que saímos eu chamo uma carruagem, ajudo ela a subir, e então falo para o cocheiro que nós queríamos ir para o castelo o mais rápido possível. Ela estava mais pálida que o normal, aquilo estava me preocupando. Assim que eu avisto os portões do castelo, eu fico mais aliviado. Olho para ela que dorme tão tranquila, eu não queria a acorda, mais era preciso.
- Dayanna acorde… – falo suavemente, ela se mexe um pouco, mais volta a dormir, eu apenas rio. – Vamos acorde… – falo agora a mexendo, ela apenas fala algo que eu não consigo entender, aquilo estava começando a ficar divertido, mas então uma ideia me vem á mente. Eu me aproximo dela, então coloco a minha mão na sua cintura, me aproximo meus lábios da sua boca, mas o meu alvo é o seu pescoço, então começo distribuir vários beijos pela extensão do seu pescoço, eu sinto que ela começa a arrepiar, aquilo me deixa muito feliz. Com mais alguns beijos, ela acorda meio atordoada, então eu sinto a carruagem parar, havíamos chegado. Ela ainda me olha atordoada, eu apenas sorrio para a mesma.
- Vamos nós acabamos de chegar em Hogwarts… – falei divertido, ela apenas me olha torto, o que me faz rir muito, depois de um tempo me acompanha – …vamos você ainda tem que passa na Ala hospitalar… – falo tentando parar de rir, ela agora tinha a expressão séria, o que levou a ficar também sério.
- Eu já estou bem, não preciso ir na ala hospitalar… – fala tentando me convencer.
- Não adianta você tentar me convencer, você vai para a ala hospitalar sim… – falo encerrando a assunto, ela apenas rosna, mas me obedece.
Então saímos da carruagem, e formos directamente para ao ala hospitalar, a medi-bruxa que estava lá apenas disse que foi uma queda de pressão, deu algumas poções a ela que tomou de muita má vontade, depois de 15 minutos em observação, a medi-bruxa deixou ela repousar no seu próprio quarto, ela saiu mais rápido do que um pomo de ouro em dia de jogo de quadribol. Assim que passamos pelo barão sangrento, eu a acompanho até o seu dormitório.
- Obrigada por me acompanhar Tom... – Ela falou assim que nós entramos em seu quarto, mas ai eu me pego pensando de como era bom ouvir o meu nome sendo pronunciado por sua melodiosa voz — você não vai se encrencar se alguém de pegar aqui no dormitório feminino ?
- Bom suas colegas de quarto devem ainda estar em Hogsmeade, e ninguém me viu entrando no seu quarto, então é óbvio que ninguém vai saber que eu estive aqui, e se souber eu sou monitor chefe, posso inventar uma mentira… – falei já me sentando na sua cama, ela logo se senta ao meu lado, ela ainda estava muito triste, eu percebi isso. Ela começa a me encarar com certa intensidade, aos poucos eu vou me aproximando dela, tudo foi muito rápido num instante eu e ela apenas estávamos nos encarando, mas no outro eu e ela estávamos nos beijando com muito ardor. O beijo era intenso, íntimo e muito apaixonado.
Será que eu estou me apaixonando? Isso não é possível é?
Fale com o autor