Twist Of Fate
5 Capítulo 5
Notas iniciais
- Desculpem qualquer erro, nós bem tentamos nao fazer nenhum x.x''' mas por vezes não dá...
- Esperemos que gostem!
POV Dayanna
Tínhamos atracado em Hogsmeade, já tinha ouvido falar desse lugar, a única vila totalmente magica da Grã-Bretanha, suspiro tristemente, que saudades da neve que esta altura estaria caindo na Bulgária, dos meus amigos. Enfim tinha que encarar a realidade, e a verdade é que estava sob as ordens deste idiota que vai ao meu lado. Alguém muito grande parecia um meio-gigante, acompanhado de um homem já idoso, vinham na minha direcção.
- Olá , boa noite, srta.Phoenix…sr. Riddle…- Riddle somente acena com a cabeça, superior. Aff parecia minha mãe.
- Boa noite…-digo sem muitas delongas, num tom frio.- quem são?
- Me chamo Lawliet Osmond e esse rapazinho…- serio rapazinho ? Esta brincando comigo não esta? Arquejo uma sobrancelha.- é o Hagrid…- Ele sorri na minha direcção, eu sorrio de leve.- Viemos acompanhá-la ate aos barcos minha jovem, pode ir cursar o quinto ano, mas terá de vir nos barcos porque é primeira vez que vem para Hogwarts…
- Tudo bem…- olho para o Riddle, ele acena com a cabeça afirmativamente. Me viro sem dizer mais nada, sigo o Lawliet e o Hagrid.
Entro nos barcos com os do primeiro, arrisco olhar para trás na direcção que o Riddle seguiu, tinha um grupo de amigos e estava uma garota que me encarava como se eu fosse merda no seu sapato. Arquejo minha sobrancelha e fico pensando quem será aquela garota... ? é porque ela não parava de me olhar...
Os barcos começam a andar, olho em volta, o lago era lindo, olho em frente em seguida, o castelo era imponente, bonito, já tinha visto imagens no castelo onde vivo, tinham sido construídos mais ou menos na mesma altura, era mesmo bonito. Chegámos, um professor de rosto amável, com uns óculos meia lua, de roupa meio extravagante, nos vem receber, com um largo sorriso na face.
- Bem vindos, meus queridos meninos e srta…- diz me olhando observador, o homem me intimidava, parecia que conseguia ler…minha alma. Que sensação estranha eu estou sentindo. Encaro o homem que me sorri docemente, não consigo evitar sorrir de volta.- bem vindos a Hogwarts, eu sou o professor Albus Dumbledore, vamos subir para irem para a selecção…a selecção consiste no vos distribuir…- ele falava conforme andávamos para dentro do castelo, subimos umas escadas e ficamos parados em frente a uma grande porta. Ele para , se vira para nos sorrindo.- Por uma das quatro casas de Hogwarts…elas são Gryffindor, Ravenclaw,Hufflepuff e Slytherin, enquanto aqui estiverem a vossa equipa será como a vossa família, os vossos triunfos vos darão pontos para a taça das casas e os vossos erros vos darão perda de pontos…Espero que passem bem o tempo em Hogwarts e lembrem-se…- ele olhou directamente para mim, eu engulo em seco.- Hogwarts ajudara a todos os que ela recorrerem… — o que diabos ele quis dizer com essa ultima frase ? O velho pirou legal...
Dizendo isto, sai de perto de nós, entrando lá dentro, dá para ver um vislumbre de um enorme salão, as portas se fecham de novo e passado uns minutos aparece de novo , faz um aceno de mão nos dizendo para o seguirmos, os alunos do primeiro ano passam todos, eu vou atrás de todos. Eu, concerteza morreria de tédio daqui a pouco, mas estava confesso, intrigada com as palavras de Dumbledore.Enfim! Ficamos em frente de um banquinho, com um chapéu lá em cima, segundo o que tinha lido em “Hogwarts, uma história”, era o chapéu seleccionador de Hogwarts que abre sua boca, se é que podia chamar e começa a cantar um canção.
“Ah, vocês podem me achar pouco atraente,
mas não me julguem pela aparência
Engulo a mim mesmo se puderem encontrar
Um chapéu mais inteligente do que o papai aqui.
Podem guardar seus chapéus-coco bem pretos,
suas cartolas altas de cetim brilhoso
porque eu sou o Chapéu Seletor de Hogwarts
E dou de dez a zero em qualquer outro chapéu.
Não há nada escondido em sua cabeça
que o Chapéu Seletor não consiga ver,
por isso é só me porem na cabeça que vou dizer
em que casa de Hogwarts deverão ficar.
Quem sabe sua morada é a Grifinória,
casa onde habitam os corações indômitos.
Ousadia e sangue frio e nobreza
destacam os alunos da Grifinória dos demais;
quem sabe é na Lufa-Lufa que você vai morar,
onde seus moradores são justos e leais
pacientes, sinceros, sem medo da dor;
ou será a velha e sábia Corvinal,
a casa dos que tem a mente sempre alerta,
onde os homens de grande espírito e saber
sempre encontrarão companheiros seus iguais;
ou quem sabe a Sonserina será a sua casa
e ali fará seus verdadeiros amigos,
homens de astúcia que usam quaisquer meios
para atingir os fins que antes colimaram.
Vamos, me experimentem! Não deverão temer!
Nem se atrapalhar! Estarão em boas mãos!
(Mesmo que os chapéus não tenham pés nem mãos)
porque sou o único, sou um Chapéu Pensador! “
Definitivamente, era um chapéu…maluco, mas engraçado. Sinto um olhar me queimar as costas, desvio meu olhar do chapéu, viro na direcção, era o Riddle que me olhava serio, ele estava na casa de Slytherin, obvio não é, e meu olhar se dirigi para a garota que estava ao lado dele, continuava a me encarar com a mesma expressão parecia que queria…me matar ? Arquejo minha sobrancelha, encarando-a. E os olhares do grupinho que eu tinha visto ao pe do Riddle, se deslocam para mim, me encaravam sérios. Suspiro. Até que o meu nome é anunciado.
- Phoenix, Dayanna…
Me viro para o homem, me sento na cadeira, o chapéu é colocado na minha cabeça e mal assenta na minha cabeça e desanda a falar:
“ Ohh, nossa que honra, uma descendente de Morgana LeFay aqui sentada, pensei que nunca veria uma, mas que mente a tua minha querida, sim sim, muita inteligência, perspicácia, hmm estou a ver, sangue quente, ahaha parecia a Rowena Ravenclaw, mas parando de divagar, você se daria em Ravenclaw, mas vejo outras características em você que torna confuso eu te seleccionar, vejamos, você é corajosa sem duvida, daria para a Gryffindor, tem nobreza para o que lhe interessa, astuciosa, determinada, daria uma boa Slytherin , além de que odeia sangues ruins, mas tem uma característica que me deixa duvidar ainda mais, é extremamente leal ao que acredita e a quem é, e a alguém que lhe pode ser importante, muito trabalhadora,sem medo da dor, vejo que sim, daria sem duvida uma boa Hufflepuff…você é bem difícil…em que casa te pôr? “
Minha cabeça estava a mil, que raios o idiota do chapéu falava, porque não me escolhia uma casa, ouvia murmúrios distante ao longe, muita gente estava estranhando a demora do chapéu.Ele continua falando na minha mente.
. “ Mas para a tua missão segundo vejo é melhor, hmmm…e além de que necessita mesmo de estar perto dele, entendo..melhor que seja…”
- SLYTHERIN…
Retiro o chapéu, todos me olhavam, pouso o chapéu no banco, me encaminho para a mesa de Slytherin que festejava o facto de eu ser daquela casa. Enquanto me encaminho me sento longe do Riddle e do seu grupinho, teria tempo para mais tarde os encarar, nesse momento as palavras do chapéu seletor ressoavam na minha cabeça…“ Mas para a tua missão segundo vejo é melhor, hmmm…e além de que necessita mesmo de estar perto dele, entendo…melhor que seja…”. Que queria o chapéu dizer com aquilo…?
Mas não tenho muito tempo para pensar, uma voz arrastada ,me chama.
- Phoenix…- olho na direcção da voz, Riddle que me dizia para chegar perto dele, metade ou mais da metade da mesa de Slytherin estava embasbacada a olhar ao me verem levantar e chegar perto do Riddle. Porque essas expressões? Não entendo , aff mal tinha chegado e já me dava ordens! Que garoto… repugnante…
Ao me sentar ao lado do Riddle, a mesma garota me encarava. Quem raios era ela? Olho em volta para o grupinho que eu tinha visto. Não falo nada, me limito a comer a pensar na minha vida daqui para frente. Afinal, já não estava com fé mesmo de me livrar do Riddle, que me olhava com um sorriso de canto e que belo sorriso de canto!
Pronto era só o que me faltava essa agora, eu Dayanna Phoenix achar o sorriso do babaca do Riddle bonito, o meu conceito para com os meninos diminuiu muito ou não? , suspiro pesadamente... mais a sensação de estar sendo observada não me deixa de vir na mente, droga! Será que nem comer em paz eu tenho direito, mais ao me virar para mandar a pessoa repugnante e insolente que estava-me a observar para o inferno!
Me deparo com um par de olhos pretos como a noite me observando, logo reconheço a dona daquele par de olhos, era a mesma garota que estava perto do grupinho em que o Riddle estava, mais que merda, porque essa garota não para de me observa. Que ela quer? Mais quando eu estava pronta para mandar a tal garota , ir ver se eu estava na esquina, eu escuto uma voz rouca me chamar, mais é claro que eu não precisava ser adivinha para saber que o dono da voz rouca era o Riddle, mais o que ele queria agora...?
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