Twist Of Fate
20 Capítulo 20
Notas iniciais
- Bem... espero que gostem desse cap tá.
- Desculpem ! Se ave algum erro ortográfico.
POV/ Dayanna Phoenix
Acordo sentindo uma forte dor de cabeça, tento abrir meus olhos, mas a claridade do ambiente me impede, mesmo assim forço meus olhos a se abrirem, aos poucos minha visão vai ficando mais nítida, tento me mover, mas a dor na minha cabeço só piora, um gemido frustrado escapa da minha boca. Então eu começo a observa o ambiente em que eu me encontrava, primeiro olho para onde eu me encontrava deitada. Era uma cama de casal, com lençóis brancos da mais fina seda egípcia, então olho em volta, tinha uma varanda do lado esquerdo da cama, e também tinha um criado mudo ao lado da cama, que continha algumas poções de cores variadas. De frente da cama tinha uma penteadeira branca com detalhes bordados a ouro puro, cheia de produtos de beleza, frascos de todos os tamanhos, cores e fragrâncias, a penteadeira ficava no meio de duas portas brancas, que eu supôs ser o banheiro e a outra algum tipo de closet. Meus olhos recaem na varanda, tento me levantar para ir na mesma, mais assim que eu começo a me mover lentamente, minha cabeça lateja descontroladamente, desisto no mesmo instante de tentar sair da cama. Então a cena constrangedora, que a minha mãe me fez pagar na frente do Riddle, vem a minha mente. OOH Merlin ! Eu nunca mais vou conseguir encarar o Riddle de novo Um barulho corta minha linha de raciocínio. A porta se abre, Riddle passa pela mesma. Obrigada Merlin... você é sensacional. Ele vem na minha direção, se senta na cama, muito perto de mim, por sinal.
– Que bom que já acordou, pensei que ia dormir o dia todo.... – Fala me encarando, num tom monotono – Você esta sentindo algo ? – Pergunta com certa preocupação.
– Uma forte dor de cabeça – Respondo calmamente. Ele se levanta da cama, se põe na frente do criado mudo, pega uma poção muito estranha, por sinal. Então se senta novamente no mesmo local de antes.
– Beba – Ordena. Pelo tom de voz dele, eu não discuto, bebo a poção rapidamente. O gosto da mesma era MUITO ruim, e desceu rasgando a minha garganta.
– Onde você estava ? – Pergunto tentando parecer desinteressada.
– Eu esta conversando com a sua mãe. Uma mulher adorável, por sinal – Responde. Nesse momento eu fico branco como papel, ele conversando com a minha mãe, não e um bom sinal. Ele realmente disse que ela era adorável ?
– Você tem certeza, que era com a minha mãe que você estava conversando ? – Pergunto desconfiada, minha boca fazia um “O” perfeito.
– Tenho, porque ? – Ele pergunta arqueando a sombrancelha direita.
– Porque a minha mãe ser adorável, com alguém não é um bom sinal ….– Respondo sem encarar o mesmo. A vergonha esta me consumindo. Como e que eu vou voltara encarar o Riddle, depois de minha digníssima mãe me fazer paga um mico daquele. O Riddle nunca que iria querer se casar comigo. Eu com certeza não devo ter nenhuma esperança, quanto a isso. – Vocês conversaram sobre o que ? – Eu não aguento minha curiosidade, e pergunto sem encara-lo.
– Conversamos, sobre o nosso futuro... – Responde calmamente. Eu fico meio atônica.
– Como ? – Pergunto, ainda desconcertada com sua resposta.
– Não se preocupe, ela me explicou tudo sobre você ter que se casar com 17 anos – Responde. Eu fico completamente desnorteada. Eu sabia que os dois conversarem, não seria uma ideia boa – Eu a sua mãe concordamos, que você tem que se casar com um homem, que honre os ideais do clã.
– Concordaram ? – Repito essa parte da frase dele, com certa ironia – Quem vocês pensam que são, para planejar o meu futuro ? – Minha voz sai baixa, mas repleta de ódio. Ele me olha confuso.
– Nos não planejamos o seu futuro, apenas queremos o seu... – Impeço-o de continuar falando.
– NÃO ME VENHAM COM ESSAS DE QUE VOCÊS SÓ QUEREM O MEU BÉM... – Explodo irada. Lagrimas caiam dos meus olhos, como uma enxurrada – Vocês não sabem o que é melhor para mim – Sussurro, entre lagrimas. Abaixo minha cabeça. Eu não suportaria olha para o mesmo. Magoa... era isso que eu sentia no momento. Sua mão vai de encontra ao meu rosto, ele começa a acariciar minha face, com uma delicadeza desconhecida por mim, mas muito reconfortante, por sinal.
– Você é muito preciosa para mim Dayanna ….– Sussurra, perto do meu ouvido. Um arrepio prazeroso percorre meu corpo. Mas eu tento ignorar o calor que se estalo no meu peito – Você não que saber quem nos escolhemos, para ser seu marido ? – Pergunta sugestivamente. Nesse momento o calor, que antes tinha atingido meu peito, some, como se nunca tivesse existido. Eles escolheram um noivo para mim, isso é a coisa mais repugnante que alguém poderia fazer. Levando minha cabeça com certa fúria, ele se assusta um pouco pela minha agressividade. Me levanto da cama furiosa. Ele acaba caindo da cama, com o susto – O que aconteceu ?
– O que acontece ? – Repito entre dentes – Você aconteceu Riddle – Falo baixo e ameaçadoramente. Vou me aproximando perigosamente do mesmo, que agora já esta de pé. Ele me olha confuso – Quem você e a LOUCA da mulher, que se diz ser minha mãe, pensam que são ? Eu decido com quem me casar, não vocês...
Um sorriso sarcástico brota em seus lábios. Ele agora vinha na minha direção, com os olhos repletos de malicia. Vários arrepios involuntários, percorrem meu corpo.
A cada passo que o mesmo dava, eu dava dois para trás. Até que sinto a parede do quarto se chocar contra meu corpo. Ele sorri maniacamente. Minha raiva se esvaiu. Agora eu queria esta em qualquer lugar, menos ali com o ele. Sinto meu corpo sendo pressionado contra a parede. Meus olhos recaem, sobre ele, suas mãos já se encontravam acariciando minha cintura. Minha respiração começa a falhar. Seus lábios aos poucos vão se aproximando dos meus. Eu tento me separar do seu corpo, mas o mesmo a mais forte que eu. Uma das mãos que estavam na minha cintura, se desloca da mesma, e vão subindo pela lateral do meu corpo. Eu não posso nega que me senti excitada, com esses movimentos dominadores. A mão que ainda estava em minha cintura, me puxa de encontro ao seu corpo, mais um arrepio passa pelo meu corpo. Com certeza todos os pêlos do meu corpo, já deveriam estar eriçados. Sua boca se une a minha com certa fúria, sua lingua se entrelaça a minha, uma dança doce e erotica começa. Eu coloco minhas mãos envolta do seu pescoço, o puxando para mais perto de mim, para que conseguisse explorar melhor sua boca. Sinto sua mão esquerda acariciando meu ombro esquerdo, em quanto sua mão direita acariciava com demasiada força minha cintura. Nos separamos por falta do maldito ar. Mas mesmo assim, ele ainda me mantinha presa, colada ao seu corpo. Ele começa a me encara profundamente. Eu tento desviar a minha atenção, para qualquer outro ponta do quarto, mais eu estava hipnotizada, seus olhos me atraiam como dois imãs poderosíssimos.
– Quem você é a louca da minha suposta mãe, acham que é digno o suficiente, para se casar comigo ? – Pergunto rudemente, mas lá no fundo, eu não queria saber a resposta.
Ele me encarava intimamente, por mais que eu quisesse desviar o meu olhar, eu não podia. Eu estou a mercê do mesmo. Ele após me encarar um tempo, abre um sorriso irradiante, faço no mesmo instante uma cara confusa e frustrada, que só faz seu sorriso aumentar demasiadamente. Eu já estava começando a me irritar, quando sinto seus lábios contra os meus mais uma vez. Só que dessa vez o beijo começou casto, puro, sem nenhuma malicia ou segundas intenções. Eu tenho que confessar, que eu fiquei atônica, ao receber um beijo tão inocente assim. A sincrônica perfeita que nossas línguas fazias, ao se tocarem com certa pureza, era algo de outro mundo, não parecia ser ele me beijando. Uma verdadeira utopia, algo que nem nos meus mais loucos sonhos, eu imaginei acontecer. Sinto suas mãos deslizarem sobre minha costas. Aos poucos vou sento depositada na cama, com cuidado e delicadeza.,mas ele não deiixava o beijo se extinguir. O calor que emanava do seu corpo, era algo sublime. Suas mãos passeavam livremente por toda a lateral do meu corpo agora em chamas. Eu passo minha mãos pelos seus ombros largos, depois por sua nuca, e com isso acabo bagunçando seu cabelo sedoso. Ele começa a distribuir beijos castos pelo vão do meu pescoço. Uma onda de calor me atinge em cheio. Suas mãos hábeis, começa a subir meu vestido, enquanto o mesmo se acomodava entre as minha pernas. Sobressaltei, ao sentir o tamanho da sua excitação, roçando na minha coxa. Sem querer solto um gemido de expectativa, que não passa despercebido pelo mesmo.
Com um impulso de coragem, eu inverto as posições. O deixando embaixo de mim. O mesmo rosna de frustração. Agora é a minha vez de brincar Riddle, penso divertida. Eu começo a distribuir leves chupões, pela extensão do seu pescoço alvo. O sinto o mesmo se arrepiar, um sorriso triunfante se forma em meus lábios. Passo minha mãos por cima da sua camisa, procurando uma abertura na mesma. Assim que eu encontro uma leve abertura, coloco minha mãos dentro da mesma. Começo uma doce tortura, arranhado levemente o tórax do mesmo. Riddle deixa escapar um gemido rouco. Volto minha atenção para sua boca, beijo-o desesperadamente. Agora nossas línguas, não tinha nada de pureza ou castidade, era apenas luxuria desmedida, paixão reprimida e um desejo enlouquecedor. Eu começo a retirar a blusa do mesmo sem pudor algum. O mesmo fazia o mesmo com meu vestido, nenhum de nós dois aguentava mais o desejo, que havia se estalado em nossos corpos. Assim que nos livramos das nossas peças de roupas. Iniciamos mais um beijo ardente. O mesmo inverte nossos posições, se colocando, agora por cima de mim. Suas habeis mãos logo se livrou do meu sutiã rendado preto. Eu me livro da sua blusa, sem muita dificuldade. Minha respiração, aos poucos vai falhando. A ansiedade estava me atingindo. Ele começa agora e distribuir tortuosos beijos na extensão do meu pescoço. Gemidos involuntários escapam entre meus lábios. Então subitamente o mesmo para, me deixando completamente frustrada. Ele começa a acariciar me rosto, instantaneamente fecho meus olhos, para aproveitar ao máximo essa sensação deliciosa.
– Você tem certeza, que quer continuar ? – Pergunta acariciando meus lábios, com seus dedos pálidos. Abro meus olhos e começa a encara-lo.
POV/ Tom Riddle
Por mais que eu estivesse amando, aquele momento intimo que nós estávamos tendo. Eu não poderia força-la a nada. Começo a acariciar seus lábios, que agora já se encontravam vermelhos, por conta dos beijos que nós trocamos.
– Você tem certeza, que quer continuar ? – Essa pergunta escapou dos meus lábios. Ela começa a me encarar. Aquilo me deixou aflito, por mais que eu a desejasse, eu nunca poderia a força-la a ter relações comigo. Por mais que fosse difícil admitir... Eu queria seu amor, não seu ódio. Ela me beija desesperadamente, uma atitude que eu nunca pensei que a mesma ia ter. Correspondo ao beijos, com a mesma intensidade. Assim que nos separamos, ela leva seus lábios ao meu ouvido.
– Sim Tom... Me faz sua... – Fala provocantemente.
Rapidamente a volto a beijar, meu peito sentia excitação, felicidade com isso. A atenção dela recai sobre o volume, dentro do minha Box preta. A mesma morde os lábios, e fica completamente vermelha de vergonha. Se ela soubesse o quanto me deixa louco, quando morde seus lábios, não faria isso. eu Sinto uma certa insegurança, pairando sobre a mesma.
– Não se preocupe... eu não vou te machucar – Falo suavemente,a mesma relaxa.
Continuo com mais um beijo, só que esse era repleto de carinho, ternura e uma paixão avassaladora. Minha mão vão para sua coxa macia e quente, acaricio aquela região. Cuidadosamente, sem pressa. Eu queria memorizar cada detalhe daquele corpo frágil, e deslumbrante. Desloco minha mãos para a barra da sua calcinha também rendada, logo a retiro. A mesma fecha os olhos, completamente envergonhada. Me afasto um pouco da mesma. Seus seios eram médios, mas firmes e completamente proporcionais ao seu corpo, seu quadril também tinha um tamanho médio, suas coxas eram grossas, e bem definidas. Começo a acariciar seu baixo ventre com minha mão, a mesma da um leve gritinho, por eu esta tão perto da sua intimidade húmida e latejante. Rapidamente retiro minha Box, me posiciono entre suas pernas. Ela abre os olhos assustada, mas desejosa. Beijo-a com paixão, ela relaxa. Adentro-a, vou deslizando cuidadosamente para dentro dela. Que morde meu lábio inferior, mas eu não me importo com isso. Ela era bem apertada, assim estava quase completo dentro dela, sinto uma barreira me impedindo de continuar. Droga ! como eu sou burro... mas é claro que ela é virgem sua anta, penso me xingando mentalmente. Faço menção de sair de dentro da dela. Ela me impede, envolvendo suas pernas ao redor da minha cintura. Ela me encarava com expectativa, faço menção de falar, mas a mesma me impede.
– Continue... Tom, por favor... Continue – Ela implora. Eu não consigo negar esse pedido.
Adentro mais profundamente mas com mais delicadeza e cuidado, a barreira se rompe. Eu a beijo, para abafar o grito, que ela ia dar. Suas mãos põem-se no meu ombro, suas unhas perfuram minha pele. Apenas sinto prazer, com esse ato. Ela me aperta mais contra seu corpo frágil. Ao passar de alguns minutos, Dayanna começa a beijar meu pescoço, me causando vários arrepios. Eu seguro seu rosto em minha mão, dando-lhe um beijo ardente, aos poucos vou me movendo dentro dela, sentindo sua humidade envolver meu membro deliciosamente. Após um certo tempo, nós dois estávamos gemendo descontroladamente. Minhas estocadas eram lentas, mas profundas, eu queria prolongar aquele momento unico e magnifico. Aos poucos o cansaço vai me atingindo, não só a mim, já que a mesma também demonstrava sinais de cansaço. Sinto a mesma crava mais profundamente suas unhas em meus ombros. Um gemido alto escapa dos seus lábios. Então a mesma goza, e em seguida urro de prazer e me despejo dentro dela. Caiu para o lado, para não machuca-la com o peso do meu corpo. Ambos estávamos ofegantes. Puxo-a delicadamente contra o meu peito. Após algum tempo deitada em meu peito ela se remexeu desconfortavel.
– Algum problema pequena ? – Pergunto preocupado. Será que eu a machuquei ?
– Tom... eu vou me casar com quem? – Ela pergunta com a voz chorosa, suspiro aliviado. Ainda bem, que eu não a machuquei, penso.
– Pequena... você vai casar comigo...eu aceitei ...o estranho enrolo da sua mãe... – Falo calmamente. A mesma se sobressalta.
– Como ? – Pergunta receosa.
– Pequena... eu nunca que vou deixar outro homem tocar em você, digamos que eu me afeiçoei a você... E pudeste comprovar que vos desejo... – Falo calmamente. Afeição... eu sentia muito mais do que isso por ela. Poderia ser paixão, amor. Eu ainda não consegui distinguir, qual era o sentimento que eu nutria por ela, mas não queria admitir. Olho para a mesma, que tinha um brilho celestial em seus belos olhos azuis. Um sorriso castro brotou em seus lábios.
– Tom. Se essa for a sua maneira de dizer que me ama. Eu aceito ... — Fala sorrindo. Eu apenas sorrio de volta.
Começo a acariciar seus cabelos macios, como lençóis de seda. Aos poucos sinto a mesma amolecer mais, ate que adormece. Ela era um verdadeiro anjo. Um anjo que eu não merecia, mais que era egoista demais para deixa-la livre. Aos poucos inconsciência vai me tomando por inteiro. Adormeço com meu mais preciosos tesouro, em meus braços.
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Um barulho me despertou do meu sono. Olho em volta, percebo que minha pequena continua dormindo ao meu lado. Olho para a cama, que esta uma verdadeira zona de guerra. Mas uma coisa me chama a atenção, uma bandeja de cheia de comida, estava sobre a cama, num local estratégico, para que nem eu nem a Dayanna a derrubássemos. A porta do quarto é aberta. A mãe da Dayanna passa pela mesma, com um sorriso enorme do rosto.
– Que bom que você já esta acordado Tom – Ela fala, se sentando no final da cama – Nossa... parece que ocorreu uma guerra aqui ...– Fala olhando a cama completamente desarrumada, seu olhar cai na mancha de sangue que tinha ficado no lençol. Ela agora me encarava maliciosamente – Então Tom... Parece que a festinha foi boa – Engulo minha saliva secamente. Raios que a mulher era mesmo louca.Com certeza nesse momento eu deveria esta mais vermelho do que uma pimenta. Ela começa a ri, me deixando completamente atônico – Tom eu não vou brigar com você, minha filha é crescida o suficiente, para decidir o rumo da vida dela. Eu não estou brava – Suspiro aliviado – Eu acho melhor depois você acordar a dorminhoca ai, para vocês comerem, já que você passaram o resto da manhã dormindo.
– Que horas são ? – Pergunto atordoado.
– Ainda é cedo, uma 2:30 da tarde, não se preocupe, você não estão encrencados, já que os passeios para visitar Hogsmeade duram até as 4:00. Bem... quando a dorminhoca acordar diga a ela, que eu a quero aqui para as férias de natal, sem falta,e que nem venha com desculpas esfarrapadas,mas é claro que eu também exijo a sua presença aqui também Tom ...– Fala se levantando da cama, indo em direção a porta de saída do quarto.
– Não que seja da minha conta mas... – Deixo a frase no ar. Ela que já esta com a mão na maçaneta da porta, se vira para me encarar – A senhora vai sair ? – Ela afirma positivamente – E não vai se despedir da Dayanna ?
– Tom ,minha relação com a Dayanna, não e nada boa, desde que meu marido faleceu – Ela responde com o rosto sofrido. Seu olhar estava vago.
– Então... porque a senhora não tenta se aproximar da mesma ? – Pergunto desinteressadamente. Ela suspira.
– Tom... ela mal fala comigo, como e que eu vou me aproxima dela assim – Ela fala. Seus olhos agora demonstravam uma tristeza sem fim – Era tudo mais fácil, quando Christian estava aqui – Fala mais para a mesma do que para mim.
– Desculpe-me! Mas quem é Christian ? – Pergunto realmente curioso. Um sorriso se forma em seus lábios, um sorriso completamente verdadeiro.
– Christian, foi e sempre será o homem mais maravilhoso, que eu já conheci... – Ela responde com os olhos brilhando. Fico extremamente confuso, como esse tal de Christian pode ser tão maravilhoso assim. E o pai da Dayanna fica aonde nessa história?Ela vendo minha confusão, abre um largo sorriso sarcástico – Christian... esse é o nome do pai da Dayanna ...– E com isso ela sai do quarto, me deixando completamente pasmo.
Dayanna se remexe desconfortavelmente na cama, mas graças a Merlin não acorda. Meus pensamentos estavam a mil. Fecho meus olhos, e tento organizar meus pensamentos, tantas coisas aconteceram hoje, que eu fiquei bastante confuso. Após um certo tempo, fico de olhos fechados. Até que Dayanna começa acorda. Abro meus olhos e começa a olhar o rosto tão angelical da mesma. Ela abre os olhos calmamente, boceja, passa levemente as pontas dos dedos nos olhos. Então assim que percebe, que eu a observava abre um lindo sorriso.
– Dormiu bem pequena ? – Pergunto dando- lhe um beijo na sua testa.
– Sim dormi... Agora vê se para de me chama de pequena. Eu não gosto... – Fala ainda um pouco sonolenta.
– Tudo bem, mas agora que tal, nósnos deliciarmos com este banquete... – Falo apontando para a bandeja repleta de comida, em cima da cama. Ela sorri concordando. Pego a bandeja, coloco-a na colo da mesma. Então me ponho do lado aposto da mesma. Começamos a come calmamente. Poucas palavras foram traçadas entre nos, até que quando nos acabamos de comer ela faz a pergunta crucial.
– Será que minha mãe ainda esta em casa ? – Fala me olhando, tento a todo custo parecer o mais natural possível.
– Não sei, talvez sim talvez não. Eu não sei – Falo o mais natural, que eu consigo. Ela parece não acreditar muito, mas mesmo assim, não insiste na pergunta. Minha atenção agora é dirigida, ao seu corpo nu, apenas coberto por um fino lençol de seda branco. A meus assim que percebe, que minha atenção esta voltada para seu corpo, fica extremamente vermelha. Dou uma sonora gargalhada, a mesma me joga um travesseiro, eu apenas desvio, e provoco.
– Você tem uma mira terrível – Falo entre gargalhadas, após um tempo me olhando irritada, a mesma começa a rir também. Subitamente ela para de rir – Aconteceu alguma coisa.
– Não... Mas nós temos que voltar para o castelo... – Ela fala tristemente.
– Eu sei mas não é isso que te incomoda... – Falo afirmativamente.
– Bem... como vai ser, de agora em diante ? – Pergunta enrolando os cabelos entre os dedos. Um claro sinal de nervosismo. Olho para a mesma confuso, ela continua – Nós dois... como nós vamos ficar de agora em diante. Bem... você disse que vai se casar comigo – A corto veemente.
– Nos iremos... sim nos casar – Falo rudemente.
– Tudo bem... mas Tom o que realmente nós somos um para o outro ? Namorados, noivos ou nos não temos nada ?
Esse pergunta me pegou completamente desprevenido. Essa era uma pergunta, que deveria ser respondida total sinceridade da minha parte.Iria me casar com ela verdade,mas que eramos mesmo um do outro?... Mas o pior era que eu não tinha a resposta para essa pergunta. Não eu ainda não tinha essa resposta.
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