Twist Of Fate
16 Capítulo 16
Notas iniciais
- Hoo!!! queridos leitores, desculpe-nos pelos erros de ortográfia.
- Bem... espero que gostem!
POV Dayanna Phoenix
Eu estava na biblioteca naquele momento, ainda era de madrugada, mas como era de madrugada a bibliotecária ainda estava dormindo, e o zelador também. Então eu podia ficar lá até unas 6:00 da manhã, já que o biblioteca só abre as 6:30 da manhã. Mas eu não estava me importando com o horário, já que só lá eu me senti-a realmente feliz. Precisava urgentemente de colocar minha cabeça em ordem.
Um mês, já havia se passado desde o pequeno incidente com o maníaco do Riddle no meu dormitório. E que maníaco! Argh porque fiquei com calor de repente. Meu Merlin! Durante esse longo mês, o imbecil do Riddle tem me atormentado de maneiras que …que…aiiii preciso de água urgente, e que provocações! Você esta perdendo seu juízo Dayanna só pode, e para piorar a maluca da Black também resolveu me perseguir,e me atormentar diariamente e usando outras pessoas para me atormentar e ela pensa que eu não sei. Mas com ela lido eu bem, mas com o Riddle, eu bem tento me afastar do mesmo, mais sempre que eu estou obtendo progresso nisso, ele me faz ficar mais perto de si. Eu não sei como ele consegue ser tão cínico, e ao mesmo tempo tão cativante. No decorrer dessas ultimas duas semanas, o maldito tem me infernizado 24 horas por dia, bem,eu não sei mais o que fazer para me afastar do mesmo. Ao mesmo tempo que eu quero me afastar do mesmo, eu também o quero perto de mim. Eu não estou mais me reconhecendo. Eu não sei mais o que eu estou sentindo em relação ao Riddle. Minha vida está um caos. Mas o pior é que, por mais que eu tente odiá-lo eu não consigo. Eu simplesmente não consigo odiá-lo, isso me deixa muito inquieta e frustrada.
- Porque Merlin... eu não consigo odia-lo ? – Pergunto para mim mesma. Então sinto algo escorrendo pelo meu rosto. Não pode ser... lágrimas...! Droga... eu nunca mais havia chorado, desde da morte de meu pai.
Mas como ainda era de madrugada, exatamente 4:15 da madrugada, e ninguém em sã consciência estaria acordado a essa hora, sendo que nós estávamos em pleno sábado. Eu realmente sou patética, penso irritada, nisso aquele idiota tinha razão, ahh porque meus pensamentos fogem para ele?. Me levanto da cadeira em que eu estava sentada, e vou rumo a um sofá que ficava num canto bem afastado, e de difícil acesso, naquela biblioteca. Então... assim que me sento no sofá, recomeço a chorar, agora com mais intensidade. Minha vida é uma verdadeira merda, penso chorando intensamente. Levo minhas mãos em direção ao meu rosto, tentando limpar as lágrimas que insistiam em cair. Então olho para um relógio qualquer daquela biblioteca, Suspiro... eram 5:50. Droga... o sol já vai nascer, penso irritada. Merlin porque o senhor me odeia tanto ? Nem chorar minha desgraça em paz, você deixa?, pergunto mentalmente.
Saio da biblioteca rapidamente, vou rumo ao meu dormitório tomar um longo, e delicioso banho. Passo pelo barão sangrento. Que ainda estava sonolento. Assim que entro no salão comunal da Sonserina. Eu fico chocada com a cena que eu vejo. Bellatrix Black estava torturando uma garota de 11 anos, é pelo que eu vi no seu uniforme, a garota era da Sonserina também. Mais... Que merda passa na cabeça dessa loca varrida, penso furiosa. Um grito me desperta dos meus devaneios.
- CRUCIO... – Grita a louca da Bellatrix. Eu vejo a garota chorar e pedir para que a mesma pare, a Bellatrix apenas rir da garota indefesa. Maldita... eu preciso fazer alguma coisa, penso rapidamente.
- ESTUPEFAÇA – Eu grito o feitiço. A mesma e lançada contra uma parede qualquer daquele salão, e desmaia imediatamente. Eu apenas me dirijo para onde a menina estava deitada chorando, e soluçando de dor.
- Você esta bem ? – Pergunto calmamente e meia inexpressiva, a garota apenas afirma negativamente. Eu apenas lhe lanço um olhar compreensivo, com memórias me assolando a mente, de um altura em que fui treinada para superar a dor dessa maldição pela minha própria mãe, abano a cabeça para afastar esses pensamentos, não era hora para pensar na minha desgraçada de vida. E então uma pergunta me vem subitamente a cabeça – Você é sangue-puro ?- digo arquejando a sobrancelha
- N-não, e-eu sou mestiça – Ela fala com muita dificuldade. Eu quase não consigo compreender nada do que a mesma fala. Ora, ai estava a justificação da louca estar torturando-a, suspiro, pior seria se fosse sangue ruim, mas agora ser mestiça, isso é ser-se rigoroso demais, afinal, ela tinha sangue puro, so tinha um ligeiro problema, não era justificação para a maluca torturá-la, afinal a garota não tinha culpa. Mas resolvo ir pela boa via.
- Porque ela – Eu aponto para a Black desacordada – estava lhe torturando? – Pergunto ajudando a garota a se levantar, e se sentar numa das poltronas daquele salão comunal. Eu apenas me ajoelho a sua frente, esperando sua resposta.
- Bem... e-eu estava com fome, porque eu não havia indo jantar ontem a noite – Ela fala tentando se acalmar e não gaguejar. Ela se preparava para prossegui com o seu relato, mas eu apenas a interrompo.
- Porque você não foi jantar ?
- Por que eu... não estava com fome – Ela me responde vagamente. Eu sabia que ela estava mentindo, mas eu apenas decido esquecer por hora. Então eu apenas faço sinal para que a mesma prossiga com o seu relato. – Bem... eu me acordei hoje as 5:31. Então me deu fome, eu fui na cozinha para comer algo. Assim que eu cheguei na cozinha um elfo doméstico me atendeu, eu falei o que eu queria comer, e ele providenciou. Assim que eu terminei de comer, eu me dirigir para cá. Mas assim que eu passei pelo barão sangrento, eu esbarro com ela – Ela fala apontando para a Bellatrix – E então ela começou a gritar comigo, me chamando nomes horriveis, e depois ela me lançou aquele feitiço estranho – Ela fala já chorando. Eu suspiro, me limito a abraçá-la, e falar palavras reconfortantes. Um tempo depois,a mesma se acalma.
- Ela está acordando – Ela fala apontando assustada para a Bellatrix. Eu me limito a olhar para a rosto da Bellatrix. Que bom que ela esta acordando, eu quero mesmo me divertir, penso sadicamente. – Eu estou com medo — A garota fala tremendo de medo.
- Não se preocupe, ela não vai lhe fazer nada – Falo calmamente. A mesma apenas me abraça forte.Nossa desde quando você virou protectora, enfim. Eu vejo a Bellatrix se levantar atordoada.
- Mas o que aconteceu ? – A mesma se pergunta.
- Eu te estuporei Bellatrix – Eu falo calmamente e quase divertida. Ela se levanta ainda zonza. Mas após um longo tempo, a mesma parece estar melhor, e com muita raiva. Oh que peninha!
- O QUE VOCÊ TEM NA CABEÇA PHOENIX – Ela falava cada palavra com ódio – SUA IDIOTA... EU VOU LHE ENSINAR, A NUNCA MAIS ME ESTUPORAR – Ela falava tudo aquilo, tentando me amedronta. Idiota... estúpida.
- Se você gritar mais alto Bellatrix, talvez com sorte você acorde o povoado de Hogsmeade inteiro… – Falo calmamente, rodando minha varinha nas minhas mãos abstraidamente. Eu a vejo empunhar a varinha com ódio – Você quer mesmo Bellatrix, me enfrentar de novo? Eu estou achando que você esta querendo levar outra surra…ou melhor um bilhete de ida para o cemitério? – Falo a ultima palavra zombando da mesma, mas ela parece levar a serio, mas...
- HORA SUA... – Uma voz interrompe a mesma.
- O que esta havendo aqui ? – Pergunta o Riddle, se aproximando da Bellatrix, a mesma fica pálida instantaneamente. Eu sinto a garota, que até agora não havia saído de perto de mim e de me abraçar fortemente, eu apenas acaricio seu cabelo, tentando lhe passar calma.É você esta mesmo protectora, Dayanna. Assim que chega perto da Bellatrix, o Riddle começa a me encarar, esperando uma resposta.
- N-nada s-senhor– Bellatrix responde. E tão bom te ver... com medo Bellatrix, penso divertidamente.
- E verdade Dayanna ? – Ele me pergunta.
- Não... não é verdade – Falo . Eu percebo que o Riddle olhava furioso para a Bellatrix, a mesma quase estava tendo um ataque de pânico. Por fora eu estava calma e serena... mas por dentro eu estava me matando de tanto rir.
- O que realmente aconteceu aqui ? – Ele pergunta.
- Eu encontrei a louca da Bellatrix, torturando uma garota da sua própria casa – Respondi calmamente, acariciando mais ainda os cabelos da garota, que por ironia, eu ainda não sei o nome.
- É o que você fez ? – Ele pergunta curioso.
- Eu apenas a estuporei – Falo ingenuamente,calmamente, ele arqueja a sobrancelha indeciso entre olhar zombador ou expressão meia surpresa, creio que optou pela segunda.Dayanna desde quando ficou tão observadora.
- Apenas? – Falou num tom casual. Mas a verdadeira pergunta era: Só isso ?
- Sim. Eu apenas fiz isso. Mas você sabe que eu poderia ter feito muito mais… – Falo sorrindo sugestivamente. Ele apenas se põe a frente da Bellatrix. Me impedindo de ver o que ele vai fazer, com a mesma. Ele se aproxima dela, e fala algo no ouvido da mesma, que eu não consigo escutar. Eu percebo que ela entrou em um estado de choque. Após ele falar mais algumas coisas, ela se retira indo para o seu dormitório. Então ele se vira, e fica me encarando.
- Bem... obrigada. Eu acho – Falo para o mesmo, num tom sarcástico, como se eu tivesse medo da bellatrix?. Ele apenas me lanço seu típico sorriso cínico – Você esta melhor ? – Pergunto para a garota.
- Minha cabeça ainda dói um pouco – A mesma fala, colocando as mãos na cabeça. Eu a levo de volta para a poltrona. Assim que a mesma esta sentada. Eu me afasto um pouco dela.
- Me espere aqui esta bem. Eu já volto – Mais antes mesmo de, eu sair totalmente de perto dela, a mesma me abraça forte.
- Não vai... não me deixa sozinha... com ele – Ela fala a ultima parte apontando para o Riddle. Que estava de braças cruzados, observando a cena.
- Eu apenas vou buscar uma poção para a sua dor de cabeça – Falo a colocando de novo na poltrona – E quando a ele, não se preocupe ele não vai fazer nada com você – Completo no seu ouvido. Eu percebo que ela se acalma mais. Eu saio de perto da mesma, que se encolhe na poltrona, e vou em direção onde o Riddle estava. Assim que chego perto o suficiente, eu sussurro para ele...
- Não faça nada com ela – Eu sussurro ameaçadora. Ele apenas sorri cinicamente.
- Eu... fazer algo com a seu animalzinho de intimação... nunca...jamais – Fala debochadamente.
- Eu não estou brincando Riddle – Eu fala, tentando ser mais ameaçadora.
- Parece que, seu extinto materno esta lhe dominando – Fala sorrindo cinicamente. Maldito...infeliz. E depois coloca um dedo debaixo do queixo , finge um ar pensativo e lança o mesmo sorrisinho.- Seria lindo te ver como mãe, Dayanna…- diz ele num tom, que eu vou fingir que não notei , que era, sugestivo? Ele não falou isso….
- Por favor Tom, não faça nada com ela… – Eu implorei. Ignorando veemente sua ultima frase. Eu não sei, o porque daquele sentimento de proteção estar a me invadir. Eu só sei que, a garota me encanta. Eu acho que o Riddle esta certo, sobre eu esta adquirindo instinto materno. Maldito desgraçado!
- Tudo bem... eu fico de olho na garota – Ele fala calmamente – Eu acho melhor você ir rápido... Eu posso mudar de ideia – E com essa, eu fui rapidamente para o meu dormitório.
POV/Tom Riddle
Parece que, a Dayanna esta cada dia mais vulnerável, isso é… muito bom. Bem... agora eu tenho que cuidar da moleca. Eu me aproximo da mesma, que se encolhe na poltrona.Assim que eu chego bem perto dela, eu impunha a minha varinha, e falo o feitiço.
- Obliviate – Ao fala esse feitiço. Eu faço mais outros feitiços, para altera as suas memórias. Ela agora deve estar pensado que o motivo da sua dor de cabeça, foi causado porque a mesma caiu da escada. Eu não podia deixar que ela saísse por ai dizendo que, a pirada da Bellatrix tinha lhe lançado um cruciatus. Ia nos comprometer muito. Um barulho de passos, me tira da minha linha da pensamentos. Então a Dayanna aparece trazendo um frasco, com o liquido branco dentro. Ela faz a garota beber. Assim que a garota acaba de beber a poção, ela se vira na minha direção. Eu sabia que ela queria saber, o que eu tinha feito com a garota, mas eu não vou fala agora.
- Qual é o sou nome garotinha ? – Ela pergunta docemente.
- É Sophia Smith. Mas todo mudo me chama de Sophie – A garota responde sorrindo. Eu apenas me aproximo mais das duas.
- Bem... Sophie, meu nome e Dayanna, e ele se Chama Tom – Ela fala apontando para mim.
- É eu sei quem ele é…- Ela se arrepia na poltrona, o mesmo sentimentos de todos em direcção a mim. Já era normal.- Ele é seu namorado ? — A garota pergunta. Nesse momento, eu vejo a Dayanna fica corada, depois vermelho, e por ai vai. Eu tive que fazer uma força sobrenatural, para não rir da cara dela. Então uma ideia me vem a mente.
- Sim... nós somos namorados – Eu falo, vendo a Dayanna quase ter um troço, ali naquele momento. A Dayanna ia tentar falar algo mais eu a interrompo.
- Bem... já esta, ficando tarde é melhor você ir para o seu quarto, se arrumar para o passeio? — Ela apenas sorri, e depois se despede com o ligeiro bom dia. A dayanna parecia que, ia me matar. Nossa ela estava com uma raiva mas ficava ainda mais linda, penso admirando a sua beleza.
- Você esta ficando louco? E si, ela contar para as amigas dela que nós estamos namorando, e depois todo mundo ficar sabendo – Ela fala furiosa, mais sem alterar a voz.E cutucava meu peito com fúria a medida que falava. Ela era linda mesmo, você esta ficando irracional, mas ela me estava deixando maluco, só podia?. Decido brincar mais um pouquinho.
- Não se preocupe... quem vai acreditar numa criança ?, e ademais você esta admitindo que namoramos Dayanna… – Falo calmamente. Ela parece ponderar, com a minha resposta e com as minhas palavras, ela fica com um olhar de choque e depois intenso. Nossa porque intenso ? Ficamos no silêncio, uns segundos, que pareceram horas.
-Tudo bem... mas que história é essa de passeio ?- Ela pergunta.
- Vai a ver outro passeio, para visitar o povoado de Hogsmeade – falo calmamente. – Ahhh você vai comigo de novo – Completo calmamente. Ela me olha incrédula.
- Não... eu não vou – A mesma fala.
- Bem... você ira, por bem ou por mal – falo.
- Porque eu tenho que ir ? – Ela me pergunta tristemente. Eu odeio vê-la triste.
- Por que nós não vamos para o povoado – Falo calmamente. Ela me olha confusa.
- Então para onde nós vamos ? – Ela me pergunta curiosa.
- Nós vamos para a mansão da sua mãe… – Falo como se isso fosse óbvio.- Quero saber com quem lido….
Ela endireita o corpo, sua postura fica mais dura, seu olhar fica vago, ela bem tenta esconder a expressão de dor, mas eu noto-a. Ela realmente, não se da bem com a mãe, penso. Fico a olhando por um tempo, a espera de alguma reação. Mas a mesma apenas me encara vagamente. Depois de um tempo, eu vejo a mesma se preparando para falar algo.
Bem... a discussão vai começar, penso divertidamente.
- Tudo bem…-diz ela num tom baixo e frio.- Só espero que saiba o que o espera…
Ela dizendo isso, sobe para o seu dormitório e eu fico vendo-a subir, curioso.
O que queria ela dizer ?
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