Twilight Homicide - Homicído do Crepúsculo
1 Capítulo Único
Notas iniciais
O vento soprava agradavelmente, trazendo uma agradável noite. Andando silenciosamente, a garota sorria, sabendo que era enfim a hora esperada. Ele a havia abandonado, mas ainda não conseguia entender as razões.
Logo naquela noite que o vira com aquela outra moça, ele ria, estava alegre. E ela não se conformava pelo fato dele estar feliz. Afinal, nunca rira daquela forma quando estava com ela. Nesta escuridão da silenciosa casa, apenas o utensílio iluminava e refletia.
A garota apertou o objeto com força. Estava decidida que faria aquilo. Á medida que ela se aproximava, a faca tornava-se mais brilhante. Seus olhos estavam sem vida, tudo o que se passava em sua mente era o ódio que o rapaz plantara. O mesmo só a via como uma amiga. Uma grande amiga. Nada mais, e saber que ele não se importava a deixava furiosa. Saber que ele não a via da mesma forma que ela o olhava, tudo o que fizeram não significou quase nada para o garoto. Mas o que realmente ardera no coração dela, foi que ele se importava mais com uma rapariga que havia conhecido a pouco tempo. Agora, tudo o que eles passaram também não significava nada para a garota. Para ela, ele era o grande vilão, juntamente da ‘’rapariga’’. Tudo o que a mantinha em pé agora era o ódio.
Ele a havia prometido que ficariam juntos naquela noite, mas ambos quebraram a promessa quando o rapaz falou que nunca a veria mais.
Deu mais alguns passos á frente, o garoto estava perplexo, tentando recuar.
‘’Quem está a um passo atrás de você agora? Se vai me dizer adeus, vou te prender para que nunca se liberte.’’
Antes da garota o acertar, sentiu uma dor penetrante nas costas, o sangue manchava sua pele pálida, olhou para o lado, e o ‘’amado’’ já estava ali, sem vida. Percebera que agora, havia uma faca cravada em si, agora tudo o que restava naquele silencioso e escuro local, que antes era o santuário de ambos, eram dois corpos caídos. Antes de cair completamente, ela jurou que viu ‘’rapariga’’ segurando a faca sangrenta.
Mas, na verdade, não existiu nenhuma rapariga.
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