Twenty Generation.
2 A Designação.
O amanhecer estava radiante, o sol a surgir iluminava uma parte do mundo. Em uma casa, se encontrava uma mulher desesperada com algo, ela se preocupava com seu filho, cujo se não se apronta-se o mais rápido possível iria perder a cerimônia de ‘abertura das aulas’ do colégio Namimori, ele iria cursar o segundo ano naquele colégio, pois acharia que seria tudo diferente e por acaso e seria o primeiro ano dele naquela escola, este garoto era conhecido com o Leon Elysian e em um momento de fúria sua mãe, uma bela mulher de cabelo curto, pele branca e lábios vermelho como o sangue, se dirigiu até a escada da casa onde no topo ela teria acesso a um corredor enorme e largo com alguns quartos, para caso eles recebessem alguma visita inesperada.
– Filho, não quer se atrasar para a cerimônia de abertura, quer? – Vozeou a mulher indagando, com uma imensa firmeza em sua voz.
– Tudo bem, tudo bem mãe, já estou descendo. – Respondeu o garoto, saindo do seu quarto, vestindo uma camisa de manga comprida, que foi levantada pelo mesmo, que a deixou próximo de seu cotovelo, uma calça preta e um tênis preto, seus olhos eram negros, ao oposto da mãe, seu cabelo era um pouco desarrumado e havia um bom físico. – Não sei porque tenho que comparecer a esta abertura idiota. – Proferiu à sua mãe.
Leon foi até a escada, descendo degrau por degrau devagar, só que havia algo que ele havia esquecido de realizar, amarrar os cadarços, algo que ele sempre se esquece, pelo fato de ser um completo desajeitado e sempre se atrasar para a escola, ele havia dito que este ano seria diferente à sua mãe e que ele faria de tudo para mudar e não iria ‘farejar’ encrencas e acabou pisando em um dos cadarços, perdendo o equilíbrio e caindo da escada, rolando por ela ao chegar no fim dela, deitado ao chão com a sua mãe o fitando preocupada, mas nada surpresa, já que quase sempre acontecia isto. Ela bufou e saiu do local balançando a sua cabeça, ela desejava que ele fosse alguém astuto, sagaz, inteligente, assim como seu pai foi, infelizmente, eles o perderam e sem um homem na casa, ficaria difícil de ensinar as coisas a Leon; O mesmo se levantou e caminhou até a cozinha, pegando um sanduíche e um copo de suco, se sentando na mesa, ingerindo o alimento. Logo depois, ele se levantou, pegando uma maçã e levando até aos seus lábios e a mordendo, retirando um pedaço com os dentes, mastigando-o e se dirigiu até a sala, pegando sua mochila e a pondo nas costas.
– Então mão, irei indo, como a senhora mesmo disse, não quero me atrasar. – Proferiu o garoto, se dirigindo a porta da casa, pondo a mão na maçaneta e a girando, abrindo a porta.
– Tchau filho, se cuida. – Respondeu a mãe.
Após a mãe o responder, Leon se pôs fora da casa, ajeitando sua mochila e levando suas mãos aos seus bolsos, pondo eles lá dentro, caminhando em direção a escola, com paços rápidos. No meio do caminho, ele percebe que a rua está vazia e isto é muito perigoso, ele continuou andando e olhou para trás e fitou um homem com encapuzado, escondendo sua face na sombra que o capuz fez em seu rosto, ele tropeçou por uma pedra por está distraído, caindo ao chão, porém, não aconteceu nada, levantou velozmente, vendo que o homem desapareceu, ele alterou seus passos e começou a correr velozmente, ele corria muito e era muito veloz, ele deixou aquele lugar em questão de dois minutos e apareceu na escola ofegante, com todos olhando para ele estranhamente. Tímido, ele caminhou rapidamente diante todos, se deparando com um grande palco onde seria o local onde realizariam a abertura.
– Uau. – Ele se admirou com aquilo.
– Sim, uau, principalmente porque isto é uma total perda de tempo e exagero do diretor. – Uma voz grossa proferiu tais palavras, cujo era de um homem alto, com a aparência e um semblante assustador, ele utilizava um óculos e cativava uma mala preta; ele vestia um terno, porém, sua gravata estava um pouco solta e parecia portar algo em seu pescoço. – Desculpe, deve ter se assustado por não me conhecer. Sou o novo professor substituto do segundo ano. – Se apresentou devidamente correto.
– Ah, sim, o prazer é meu, sou Leon Elysian. – Ele estendeu a sua mão e o professor a segurou, logo a soltou e foi para sua sala, Leon veio a entender que ele não faria a mínima questão de assistir a tal abertura.
Logo uma garota linda subiu naquele palco e pegou um microfone, o deixando um pouco próximo de seus lábios e pediu a atenção de todos e todos presentes naquele local seriam encantados com a beleza daquela jovem, de longo cabelo negro, olhos azuis claros e pele branca. Após conseguir a atenção que queria e o silenciou o local ela fez o seu discurso, Leon estava bem próximo ao palco observando a garota enquanto seus olhos brilharam. Terminando seu discurso, o diretor cujo estava um pouco atrás da garota deu alguns passos para frente se aproximando da garota e cativando o microfone da garota.
– Sejam bem-vindos ao colégio de Namimori, tenham um bom ano de estudos. – Proferiu o diretor.
Todos os alunos se dirigiram as suas respectivas salas e Leon recebeu um encontrão de dois garotos que pareciam ser do Clube de Kendo do colégio, eram veteranos populares valentões e Leon deu para trás caindo ao chão, mas nada te aconteceu e então levantou caminhando até a sua sala. Ele se sentou no fundo, distante de todos e abaixou a sua cabeça. Assim que todos entraram na sala e se sentaram em um lugar, o professor substituto se levantou e fitou todos, mas seu olhar estava vidrado em Leon, a garota cujo fez o discurso se sentou ao meio e ficou com a cabeça erguida, ao contrário de Leon.
– Bom dia. Eu sou o professor substituto, me chamo Vicenzo e é só isto que saberão sobre mim, abram suas apostilas. – Ordenou Vicenzo, os alunos obedeceram e comentaram sobre o comportamento deles, ele conseguiu escutar as pessoas conversando mas não deu a mínima importância.
Após um tempo, a aula tinha acabado e ele estava sentado com um olhar sério e encarava Leon, que foi o ultimo a se levantar caminhando em direção fora da sala, sem se quer se despedir de Vicenzo, ele então sorriu de canto com toda a discrição e se levantou, impedindo o mesmo de caminhar, ficando em seu caminho. Leon ficou um pouco assustado e deu para trás, se equilibrando perfeitamente desta vez e olhou diretamente nos olhos de Vicenzo.
– Me acompanhe, senhor Elysian. – A voz grossa assustou Leon e ele começou a suar.
– Claro, senhor. – Leon respondeu a ele, então o seguiu, onde ele parou de caminhar quando Vicenzo elevou o seu punho fechado como o sinal que faziam e fazem também hoje em dia, indicando para parar e Leon reconheceu aquele sinal, ficando imóvel e apenas moveu seus olhos para os lados, para se certificar que não havia alguém ao redor.
Realizou um movimento com a sua cabeça, onde ele virou para o lado como se sua real intenção fosse observar o garoto. Ele então pôs sua mala ao chão e se abaixou, de lá retirou braceletes onde colocou em seus pulsos fazendo com que uma descarga elétrica fosse gerada, aonde ele sentiu um poder imenso fluir por seu corpo e revelou uma corrente, onde tinha o anel e ele retirou aquele anel e o pondo no dedo anelar destro onde ele foi ativado e começou a emitir raios. O local onde eles se encontravam era deserto, na realidade, era onde ninguém se aproximaria pois é chamado de Rua Sombria, pois vários ladrões e várias mortes aconteceram no local. Então Vicenzo começou a se aproximar de Leon e o mesmo ficou com muito medo começando a correr, mas de nada adiantou, Vicenzo era veloz demais para o mesmo e o alcançou e se posicionou na frente de Leon, o segurando pelo pescoço, porém um homem encapuzado emitindo uma aura vermelha por um anel surgiu no local, atacando Vicenzo com um grande soco com sua mão coberta por aquela aura. Os dois se entreolharam e o homem avançou contra Vicenzo e começou a girar rapidamente, formando um furacão que avançou contra Vicenzo em uma grande velocidade, porém seria desviado facilmente por ele, no entanto no momento em que ele se desviou se deparou com um soco de tal homem, o soco foi em sua barriga mas em um instante seu corpo foi rodeado por uma aura verde, fazendo com que o soco não tenha dano algum. E então Vicenzo atingiu o encapuzado com uma joelhada, que apenas fez ele ir pra trás e o segurou pelo pescoço.
– A-Achilles... está na hora. – Sussurrou o mesmo, o que pareceu que ele estava falando sozinho, mas Vicenzo percebeu o que poderia acontecer e criou uma cúpula ao redor dele e apertou mais o pescoço daquele homem, o deixando sem ar e logo eletrocutando-o.
O homem cujo o homem havia acabado de falar seria o Arcobaleno do Céu, Achilles, era um dos homens mais temidos no mundo da máfia, ele estava em um prédio deitado no terraço com um rifle de precisão em mãos, Achilles portava uma chupeta amarela/laranja em seu pescoço e logo ela começou a brilhar e o rifle recebia uma aura alaranjada disparando um enorme tiro, de uma bala que se partiria em dois liberando apenas uma energia que iria em uma grande velocidade contra a testa de Leon; Assim que ele foi atingindo, o garoto caiu ao chão enquanto uma tocha alaranjada/amarelada surgiria em sua testa e ele se levantaria. Quando se levantou sua roupa foi totalmente evaporada.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – Bradou Leon. – Eu irei te derrotar, professor! – Afirmou Leon, mas Vicenzo logo daria uma gargalhada maléfica.
O garoto se tornou um demônio naquela forma, ele estava assustador e ‘fervendo’, alterou seus passos, iniciando uma corrida em enorme velocidade contra Vicenzo, que também fez o mesmo. Os dois se debateram com um enorme soco, porém o soco de Leon foi muito mais forte, levando a causar um impacto enorme, o impacto causaria uma enorme pressão que racharia o chão e os muros daquela rua, o que fez com que Vicenzo fosse arrastado para trás sem saber como reagir, pois sua suposta armadura foi quebrada apenas com um simples soco de um garoto de 16 anos, realmente, era ele quem procuram... o garoto cujo chamam de Salvação. Aproveitando esta brecha, Leon avançou e começou a soca-lo em grande velocidade, ele conseguiu acertar muitos socos no queixo do mesmo que fez com que ele perde-se o equilíbrio to corpo, já que estava inconsciente, se debatendo contra o chão, a tocha em sua testa se extinguiu e ele caiu nos braços de um homem. Um homem que vestia um terno e utilizava um óculos escuro, portando uma chupeta amarela/alaranjada, ele era Achilles, o Arcobaleno do Céu. Achilles se dirigiu para uma mansão com ele. Nesta mesma mansão, Leon acordou e viu Achilles de pé, com uma postura rígida na janela, observando as estrelas, ele apagou desde aquela hora.
– O-onde eu estou? – Perguntou Leon para o mesmo.
– Em minha casa. – Respondeu o homem.
– O que houve? – Indagou novamente para o homem, logo uns flashs surgiram em sua mente com ele lutando contra seu professor. – Eu me lembro que estava em uma luta com meu professor e ele tinha poderes de eletricidade e cobriu seu corpo por uma camada de algo sólido e eu possuía uma tocha em minha testa... – Comentou sobre o que se recordava.
– Sim, isto aconteceu e graças a mim, você saiu vivo daquela luta, eu atirei aquela energia em você. É uma bala especial chama Shinu Ki no Dan, ela permite ativar o Diyng Will Mode, cujo assim que é atingindo pelo mesmo, é preciso se arrepender por algo para sobreviver e ganhar aqueles poderes, isto é algo da máfia. – Explicou a Leon.
– M-Máfia? Poderes? Não é possível, então é real? – Ele demonstrou espanto total.
– Está correndo perigo, você e sua mãe, Leon, venha comigo para que eu lhe treine para que você possa liderar a família mafiosa mais forte, a Vongola! – Fez um pedido a Leon.
– Não! Isso é loucura, eu não sou ninguém. – Retorquiu o jovem ao homem.
– A Angel não mandaria um homem atrás de um qualquer. – Proferiu.
– Angel? O que é isto? – Indagou o jovem.
– Uma família cruel, ela dominou o mundo da máfia e agora todos devem viver as suas regras. – Explicou. – Você é a única esperança da máfia e do mundo, depois que viram seu poder, você e a sua mão não estão seguros em lugar algum, a não ser ao meu lado. Sou uma pessoa do bem, sou uma Arcobaleno, uma classe mafiosa que é superior e mais forte de todas. – Proferiu Achilles à Leon.
– S-Se você diz... Mas isto é loucura... se for para a salvação do mundo, eu aceito me ajuntar a máfia, até porque, eu sonhava com este dia e também sonhei com o que aconteceria se não aceita-se, isso só deve significar algo. – Aceitou Leon.
– Já temos o líder da Vongola... agora nos resta os guardiões.
– Guardiões? – Indagou.
– Sim, são os seus “súditos” e seus leais protetores. Assim como você, eles possuem um poder, cujo se chama Shinu ki no Honoo, são atributos, como elementos. Cada Shinu ki no Honoo possui uma habilidade, as mais conhecidas são as do Céu, cujo são: Céu, que tem a habilidade da harmonização e se assemelha a fogo, por isso a tocha em sua testa, sua chama é a do Céu, assim como a maioria dos chefes das famílias, tem a da Tempestade, que tem a habilidade da degeneração, Chuva que tranquila, Nuvem que propaga, Névoa que constrói, a construção é a ilusão, Sol que ativa e Trovão fortifica, estas são as Sete Chamas do Céu.
– Pensei que essa guerra era só minha. – Proferiu Leon Elysian.
– Claro que não, afinal, um homem não ganha uma guerra sozinho. – Retrucou Achilles. – Amanhã começaremos o treinamento e já entreguei um atestado a sua escola, dizendo que iria se ausentar por tempo indeterminado, sua mãe está ciente de tudo que está acontecendo, ela foi levada para um local seguro por um de meus homens. – Proferiu. – Amanhã mesmo começaremos o treinamento e após isto, iremos reunir os seus guardiões.
Os dois se e entreolharam e Achilles sorriu, pegando um charuto e o levando até seus lábios, acendendo-o, dando uma tragada e liberando uma fumaça de sua boca enquanto Leon olharia para aquele homem e pensou consigo que um dia desejaria ser assim como ele, ter aquela mansão e morar sozinho, mas só depois de realizar os maiores feitos de sua vida. Ao amanhecer, Achilles e Leon acordaram e se alimentaram, logo fizeram suas malas e partiram em direção ao treinamento.
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