Turbulent City

1 O Começo de Tudo - Cap. 1


Notas iniciais
Espero que gostem, tentarei postar todo Domingo,tempo suficiente para escrever uma boa história pra vocês.

Tudo começou na cidade de Seattle, quando eu fazia aniversário e ninguém sequer apareceu em minha festa depois de eu estar 5 meses internada por conta de um atropelamento. Quando me deram alta, minha tia foi quem me buscou e ela não fazia idéia de onde estava minha família, e depois dela me deixar em casa, não a vi mais.

Eu estava saudável o suficiente para ir em busca de meus pais e assim fui andando pela cidade mas infelizmente a rua estava deserta, não ouvia um grilo, cigarra ou algum tipo de insetos que fazem barulhos irritantes e descontrolados.

Depois de andar 10km, eu sentei no banco da praça e comecei a ouvir barulhos de uma espécie de animal, ou humano, mas tinha certeza de que não era completamente humano. Assustada eu corri para minha casa e quando olhei pro lado, eu vi a criatura que estava gemendo e dando passos rastejantes por perto, era com certeza um ser humano muito deformado. De uma coisa que eu tinha certeza era que aquilo tudo era real sim pois se encaixava perfeitamente nos fatos ocorridos.

Fiquei trancada no meu quarto durante 3 horas com minha cabeça cheia de pressão e pensamentos rodeando em mim, e foi quando eu sai de meu quarto que escutei gritos conhecidos, e mesmo com medo, abri a porta e vi uma amiga minha, o nome dela era Samantha, corria desesperadamente do ser horrendo que eu vi quando estava fugindo da praça, parecia assustada mas não aparentava nunca ter passado aquele caso. Me assustei e assim ela correu para minha casa me derrubando e trancou a porta.

—O que é isso Samy?

—Zumbis! Isso, zumbis, um vírus se espalhou pela cidade, pelo país, pelo planeta inteiro. Tem milhares deles em toda a parte.-Respirando forte ela falou. Meu rosto ficou pálido, não imaginava que seria zumbi aquela criatura estranha e assustadora, eram bem diferentes nas séries, parecia até menos horrorosos os zumbis nas séries e filmes. Depois de 10 minutos passando rapidamente eu fiquei tentando entender o que ela passou com os zumbis mas na verdade nada eu sabia. Não podíamos ficar ali naquela casa justo num Apocalipse, não era segura, e naquela época eu tinha um medo tremendo de morrer, mal sabia eu onde iria chegar.

—M-mas o que? Ok, é... saímos daqui depois de amanhã às 6 horas da manhã em ponto. Trouxe mala?

—Sim -levantou-a para me mostrar. Está aqui, e por favor leve alimentos, temos que invadir o supermercado que atualmente está abandonado, é óbvio. No caminho te explico tudo, prometo, e me cobre por favor.

Tudo estava muito novo pra mim, mas eu mantinha na minha cabeça que eu estava correndo risco de vida e eu precisava me apressar em tudo, ela prometia me falar sobre tudo então não havia o que ter dúvidas tão depressa.

No dia antes de irmos, ficamos observando 2 zumbis passando por perto e por pouco não viam a gente e fiquei me perguntando se zumbis são cegos e ao mesmo tempo me achando idiota por esse tipo de pergunta aleatória. O céu estava mais cinza, sombrio, e aparentava ser recente o apocalipse, pois em minha casa não tinha caído ainda a energia, quem era o corajoso que ainda não se protegia do fim do Mundo, e iria cuidar da rede elétrica, enfim, isso não era assunto meu.

Pegamos 4 malas e como Samy sabia dirigir, no próximo dia íamos com o carro do meu pai. Nas malas colocamos bastante alimentos principalmente biscoitos, na noite de antes entramos no supermercado que ficava a 1 quarteirão e a quantidade de comidas, e objetos para nossa saúde como remédios, termômetros, era enorme. O supermercado era conhecido como o maior da cidade, possuía 3 andares e 90% dele era ocupado por alimentos, quem sabe deveríamos ter voltado para pegar mais. Quatro malas foi o suficiente para nossa sobrevivência e a única coisa que nos impedíamos era obviamente os zumbis, seres nojentos. Essa foi a nossa sorte como novatas em sobrevivência, me sentia na série Largados e Pelados adicionado de zumbis e morte da natureza.

E então partimos para a estrada e tomamos um medicamento para reduzir o apetite para não comermos muito dos alimentos, precisávamos deles.

—Samy... onde estão meus pais?

—Acredito que estão vivos, eles pediram para se eu a encontrar, manter em segurança pois eles vão nos achar um dia, disse eles com toda a certeza. E nossas amigas, estão mortas. Thamires e Raysla, não sabiam de nada do apocalipse, infectadas por milhares de zumbis que vinham em grupo...-Samantha começou a chorar, e eu acompanhei no mesmo, foi uma extrema tristeza ter ouvido aquilo, eram amigas de infância que sempre estavam comigo.

Virou a direita rumo à casa da minha avó, achamos que ela teria deixado algo para nós mas sem nenhum rastro, carta ou presentes, a casa estava totalmente revirada e nenhum sinal dela. Depois de um tempo vasculhando-a, ouvimos um latido, entrei no quarto dela e vi o Cookie, o meu cachorro de estimação havia sido levado para a casa dela e ele estava tão cuidado quanto eu tinha imaginado, foi o momento de tirar a tristeza do assunto em que estava nos ocupando.

E seguimos de novo, com Cookie no banco passageiro de trás, Samy no volante e minha pessoa do lado dela, mas daquela vez estávamos sem rumo.

Notas finais
Gostaram? Deixem um comentário para me incentivar a continuar postando, isso ajuda muito. Aceito críticas também, principalmente, pois me ajuda a melhorar minhas histórias.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.