Notas iniciais
Vergônteas: ramos de árvore.

— Está falando sério? — questionou, quando Álvaro permaneceu em um silêncio agoniante, o rosto sisudo e contrariado. Ela tentou se recompor, embora sua barriga ainda doesse de tanto rir. — Ninguém acreditaria. É um absurdo! Nós nos odiamos, esqueceu?

— Eu não te odeio — sussurrou. — Você me odeia... de verdade?

Emília não soube o que responder. Todo aquele dia lhe parecia uma grande miragem agora. Álvaro afastou algumas vergônteas caídas sobre o banco do jardim e prosseguiu:

— Vamos começar aos poucos, sim? Nós não precisamos anunciar o namoro agora. Vamos fingir que a estou cortejando e que está aceitando. Assim, ninguém iria desconfiar.

Notas finais
Eu nunca agradeci tanto ao fato de tê-los colocado em um jardim no capítulo passado, assim eu pude usar essa palavra com certa tranquilidade HAHAHA. Ou eu teria surtado um pouco. Beijos e até a próxima :*