Tudo que não pudemos dizer
5 IV. Encontro
Notas iniciais
Opróbrio: vergonha, vexame.
Não causaria um opróbrio, mas também não pretendia ser agradável. Por isso, não estampou qualquer sorriso falso, tampouco levantou-se quando a campainha anunciou o convidado. Sim, Melissa entendia que o pai desejava vê-las casadas por querê-las bem. Henrique não queria que elas se sentissem sozinhas no futuro, como ele próprio vinha se sentindo desde a morte de Clarice.
Contudo, era enervante que a opinião dela fosse desconsiderada.
Ouviu sons do corredor e sua carranca intensificou-se.
Inesperadamente, porém, sentiu o coração saltar e um sorriso mínimo escapar-lhe, ao ver aquele par de olhos sorridentes.
Porque era ele.
O homem do museu.
Notas finais
Oi, gente.
1. Eis que o moço do museu é sim o pintor que veio jantar na casa delas. Nenhuma surpresa quanto a isso. Em breve, mais interações deles.
2. Gente, essa quinta-feira está puxadíssima para mim, vou me atrasar nas trocas, mas amanhã já me atualizo em todas, não se preocupem.
Beijos e até a próxima :*
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