Notas iniciais
Opróbrio: vergonha, vexame.

Não causaria um opróbrio, mas também não pretendia ser agradável. Por isso, não estampou qualquer sorriso falso, tampouco levantou-se quando a campainha anunciou o convidado. Sim, Melissa entendia que o pai desejava vê-las casadas por querê-las bem. Henrique não queria que elas se sentissem sozinhas no futuro, como ele próprio vinha se sentindo desde a morte de Clarice.

Contudo, era enervante que a opinião dela fosse desconsiderada.

Ouviu sons do corredor e sua carranca intensificou-se.

Inesperadamente, porém, sentiu o coração saltar e um sorriso mínimo escapar-lhe, ao ver aquele par de olhos sorridentes.

Porque era ele.

O homem do museu.

Notas finais
Oi, gente. 1. Eis que o moço do museu é sim o pintor que veio jantar na casa delas. Nenhuma surpresa quanto a isso. Em breve, mais interações deles. 2. Gente, essa quinta-feira está puxadíssima para mim, vou me atrasar nas trocas, mas amanhã já me atualizo em todas, não se preocupem. Beijos e até a próxima :*