Tudo que Eu Poderia Pedir
2 Capítulo 2
Notas iniciais
ah esse é um dos meus preferidos, vocês vão entender porque (66' rs.
Já era hora do jantar, a tarde havia passado rápido demais e eu estava surpresa por aqueles três conseguirem quebrar o meu lado anti-social, fomos até o primeiro prédio, no primeiro andar ficava o refeitório, havia varias mesas, e no fundo do refeitório havia a mesa com comidas e sobremesas.
Eu peguei apenas uma salada com uma fatia do peixe grelhado e uma tortinha de chocolate para depois. Serena pegou o mesmo e também um iogurte, nos sentamos em uma mesa perto das grandes janelas. Encostei a cabeça na janela e dava para ver o céu estrelado e lindo lá em cima.
- Pensando na morte da bezerra Blair?
- Chuck! Me deixa em paz – falei rindo com ele.
- O que estão fazendo aqui vocês dois? Sempre se sentam com o pessoal do futebol.
- Chuck quis sentar aqui. – Nate respondeu com indiferença para Serena, como se não fosse grande coisa.
O prato deles era bem maior que o nosso, e tinham mouse de limão de sobremesa. Conversamos um pouco enquanto comemos, mas dessa vez eu fiquei mais quieta no meu canto olhando o céu através da janela, quando olhei para baixo avistei o carvalho que vi de manhã, e olhando bem, tinha um balanço preso em um dos seus galhos. Perfeito, eu sempre tive uma queda por balanços.
Terminei a minha tortinha de chocolate e disse ao pessoal que ia me sentar nos jardins, sai do elevador e caminhei em direção ao balanço no carvalho.
Sentada ali, sob aquela arvore linda, olhando o céu escuro e estrelado, dava vontade de parar o tempo para me perder entre as estrelas. Comecei a pensar como seria viver entre as estrelas, como seria estar lá em cima, quando eu fui pega de surpresa e alguém havia começado a me balançar. Olhei para trás e o Chuck estava lá.
- O que você esta fazendo? – ele bufou.
- Estou empurrando você. – minha vez de bufar.
- Isso eu percebi. – ele ficou quieto por um tempo até voltar a falar.
- Estava vendo você pela janela, e fiquei... Hum... Com vontade de vir aqui.
Ficamos em silencio, apenas olhando o céu estrelado, e ele continuava a me balançar de um jeito lento e suave.
- Sabe, quando você falou que veio pra cá porque o seu pai não te agüentava, o que aconteceu exatamente? – ele suspirou e sentou no chão. Eu desci do balanço e sentei do outro lado para ficar de frente para ele.
- É uma longa historia. – continuei quieta e olhando para ele, ele percebeu que eu queria que ele continuasse e continuou – Meu pai me culpa pela morte da minha mãe, pois ela morreu no parto, e bem, eu não sou o filho perfeito, ele se cansou de ter um filho bêbado e largado que não quer saber de nada e me mandou pra cá, disse que se soubesse que eu seria assim, teria preferido que eu tivesse morrido no lugar da minha mãe.
Uma lagrima caia dos olhos dele e eu percebi que Chuck Bass tinha sentimentos.
- Hei não chore – me agachei ao lado dele e limpei uma lagrima que caia – se o seu pai pensa assim, então mande ele pro inferno e prove que você pode ser muito mais do que um bêbado. – ele riu e segurou minha mão. Ficamos em silencio olhando um pro outro.
- Sabe, minha mãe também morreu. Quando eu tinha dez anos. – ele me olhou espantado.
- Sinto muito.
- Ah tudo bem, eu superei. Sempre que olho pro céu procuro a estrela mais brilhante e penso que ela é a minha mãe, que está lá olhando por mim. Penso em como seria viver entre as estrelas, e acabo chegando à conclusão que as estrelas são as pessoas que já deixaram essa vida e que tem filhos ou maridos aqui, e estão lá para olharem por eles. – ele me olhou incrédulo.
- Você acredita mesmo nessa besteira?
- Nada é besteira quando se tem alguém que acredite. Sim acredito, quem sabe se você fosse menos insensível sua vida fosse melhor.
- Prefere viver em um mundo de imaginação e besteiras como essa do que encarar a realidade? – ele me perguntou rindo silenciosamente, mas tive a impressão que foi mais uma afirmação sarcástica.
- Às vezes, é um mundo melhor.
Sentei-me de volta no balanço e encostei a cabeça na corda.
- Será que um dia, tudo se resolve? Quer dizer, esse problema com meu pai, às vezes tenho a impressão que mesmo quando eu tiver na idade dele, ele ainda ira me culpar.
- No fim tudo se resolve Chuck. Se não ficou tudo bem ainda, é porque não chegou o fim.
Senti-o olhando para mim, e quando olhei em seus olhos eles eram intensos e pareciam querer dissecar a minha alma, desviei o olhar e voltei à atenção para a minha saia que tinha um fio solto, mesmo sem aula tínhamos que usar o uniforme no primeiro dia.
- Hey, ai está vocês. A diretora está mandando todos para os dormitórios, é melhor subirmos.
Serena estava parada na minha frente achando graça por eu estar ali com o Chuck. Nate se aproximou e me ajudou a levantar do balanço, mesmo sem eu precisar de ajuda.
Subimos os quatro para o dormitório.
Peguei meu pijama na gaveta junto com uma lingerie e entrei no banho. A como era boa a sensação da água quente sobre meu corpo depois de um dia cansativo daquele.
Quando terminei Chuck entrou no banho e depois Serena e por ultimo Nate.
Me deitei na cama virada para a cama da frente já que o Chuck estava virado para a porta. Quando ele viu que eu estava virada para ele, se virou para mim, porém eu estava tão cansada e dormir tão rapidamente que nem pude notar seu olhar e nem ouvir seu suspiro baixo. Mas uma coisa eu consegui perceber antes de dormir.
Chuck Bass me fascina. Por trás daquele garoto pervertido, tinha na verdade um garoto revoltado e magoado, um garoto com sentimentos.
Acordei no dia seguinte com o som nada alto de quatro despertadores tocando ao mesmo tempo, em uma mistura de Lady Gaga, Ke$ha, Sum41 e Cold Play, pois é nem fez muito barulho.
- Aaaah, porque agente não coloca um ÚNICO despertador? – Serena estava com as mãos na cabeça fazendo careta tentando abafar o som enquanto eu e os meninos tentávamos freneticamente fazer o celular parar de tocar.
- É uma boa idéia Serena, amanhã eu coloco o meu e vocês podem desligar o de vocês.
- Ótima idéia Blair. Olha vocês se importam se eu tomar banho primeiro? Não vou para a aula, tenho medico daqui a meia hora.
- Ah S. estamos em quatro com um único banheiro, não seria melhor eu e você entramos juntos para poupar tempo? – Chuck estava de pé virado para Serena e sorria enquanto falava e a olhava sugestivamente.
- Vá se ferrar Chuck.
Fui até o baú e tirei meu uniforme, coloquei em cima da cama e me sentei.
- Hey Blair, qual são as suas primeiras aulas até o almoço? – tínhamos cinco aulas até o almoço e duas depois.
- Hum... a primeira de matemática, a segunda e a terceira português, a quarta de geometria, e a quinta de química, e as suas Nate?
- As mesmas, parece que vamos ficar na mesma sala. – ele piscou pra mim com aqueles olhos azuis incríveis e eu senti que precisava de ar, sorri pra ele e fui para a varanda. Serena havia acabado o banho e desocupou o banheiro, entrei logo em seguida e me troquei, soltei o coque dos cabelos e passei os dedos para desembaraçar, resolvi deixá-lo solto, passei o perfume e sai.
- Hey Blair, eu gosto do seu perfume, quer vir mais perto para que eu possa sentir melhor?
- Chuck, estou me controlando pra não te jogar da sacada, mais uma dessas e você vai ter que rezar pra saber voar. Cadê a Serena?
- Já saiu, estava atrasa. Espera eu me trocar Blair? Desço com você já que vamos ser da mesma sala. – Assenti com a cabeça e me sentei na cama enquanto Nate ia se trocar.
- Hey Chuck, temos aula juntos também? – ele pareceu se divertir pelo fato de que eu estava perguntando isso pra ele.
- Por mais que você queira Baklee, eu não tenho nenhuma aula com você. – Foi impressão minha, ou quem estava desapontado com isso era ele? Não tive tempo de perguntar, Nate saiu do banheiro e jogou suas coisas na cama.
- Vamos?
- Claro,vamos lá você é meu GPS agora. – ele riu e estendeu o braço flexionado para que eu passasse o meu.
- Olha que eu levo isso bem a sério hem. – eu ri da resposta dele e fomos andando pra fora, de canto de olho pude ver a cara de raiva do Chuck.
Quando chegamos na sala, a maioria das pessoas já haviam se acomodado. Nate me puxou pra uma carteira na fila do meio, e se sentou atrás de mim. Ficamos conversando um pouco até o professor chegar. Graças a Deus ele não pediu para eu me apresentar na frente da sala, pois eu provavelmente ia engasgar, tropeçar nos meus próprios pés e sair correndo dali.
As aulas foram calmas, os professores levaram metade da aula para se apresentar aos alunos novos e dizer como iam ser as próximas aulas, os professores de matemática e português e geometria passaram apenas dever de casa, já o professor Eliot de química passou alguns exercícios do livro. Os exercícios pareciam impossíveis de resolver pra mim então pra minha surpresa Nate encostou o queixo no meu ombro para olhar minha lição e perguntou se eu precisava de ajuda. Concordei com a cabeça meio tonta pra conseguir pensar em alguma coisa para responder. Ele ficou ali parado com a cabeça apoiada no meu ombro e os lábios quase tocando meu pescoço sussurrando o que eu devia fazer. Nate me arrepiava, com aqueles olhos azuis penetrantes, aquela gentileza toda, e pelo jeito que ele sorria maroto pra mim.
Estava tão desligada do mundo me concentrando apenas em não agarrar ele ali mesmo que quase pulei da cadeira quando o sinal tocou; Nate riu da situação como se tivesse pura noção do poder que ele teve sobre mim.
- Pra sua sorte, ele não passou dever de casa, porque ai eu não ia poder te ajudar – ele riu enquanto pegava minha bolsa e saiamos da sala – tenho treino hoje, o futebol tem que ficar em forma.
- Com certeza – eu ri e fomos para o elevador descer para o refeitório – mas Nate não precisa carregar a minha bolsa.
- Magina, está pesada pode deixar que eu levo.
Saímos do elevador e fomos para a mesma mesa que havíamos jantado, deixamos as coisas na mesa e fomos pegar algo para comer. Eu peguei uma salada, uma maça e uma tortinha. Nate pegou peito de peru e um iogurte. Tínhamos acabado de sentar quando Chuck apareceu.
- Nathaniel os caras estão te chamando. Temos que sentar com eles e pelo visto você já se esqueceu.
- Mas a Serena esta fora, e a Blair não devia sentar sozinha.
- A Blair sabe comer sem a sua ajuda. Anda vamos logo – Nate pediu desculpas dizendo que tinha que ir e saiu com o Chuck. Sem Serena eu ia ter que me sentar sozinha e encarar a realidade. Terminei minha salada e peguei a maçã e a tortinha e fui para o jardim, me sentei em baixo do carvalho e fiquei pensando no que já tinha acontecido desde que eu cheguei.
Primeiro eu tive a primeira impressão de que o Chuck não passava de um pervertido, mas depois ele pareceu ser um garoto normal e com sentimentos e agora ele fala pro Nate que eu posso viver sem a ajuda dele e ele falou como se eu fosse a pior pessoa do mundo como companhia, esse menino realmente me surpreende.
E também tem o Nate, que fica todo gentil e tentando me ajudar e que foi atrás do Chuck como um cachorrinho. Acho que eu fui muito burra em pensar que eles queriam se aproximar para sermos todos amigos, pelo visto, a novata aqui é o novo brinquedinho daqueles dois.
Terminei de comer e o sinal tocou, fui para a sala e esperei o Nate na porta, mas ele não veio pra sala e eu tive que entrar quando o professor chegou.
As duas aulas de historia passaram voando e quando o sinal tocou anunciando que estávamos livres, fui direto para o dormitório.
Para minha surpresa a porta estava aberta e Chuck estava sentando na cama dele olhando pro teto.
- Muito dever de casa Blair? – agora ele falava comigo normalmente, vai entender.
- Você tem múltipla personalidade Chuck? – ele me olhou sem entender e franziu o cenho.
- Não, que pergunta mais idiota garota.
- Vai saber não é, você estava agindo como um idiota no primeiro dia, depois você começou a agir normal, e esta agindo como um idiota de novo. – ele bufou, mas continuou calado.
Me sentei na cama e peguei os matérias das matérias que eu tinha dever.
- Esta assim só porque eu tirei o seu querido e mais novo amigo Nate de perto de você no almoço? – ele perguntou com uma sobrancelha arqueada e um sorriso torto no rosto. Por um momento não conseguia pensar em uma resposta, alias o que é pensar mesmo?
- É claro que não.
- Olha, desculpe ok. Os caras do futebol abriram uma vaga pra mim e pro Nate e é raro eles fazerem isso, e bem, eles levam muito a sério toda essa coisa de com quem você se senta no almoço e tal. Mas não se preocupe com isso, somos seus amigos também.
- Sim, quando estamos dentro do dormitório somos amigos agora na frente de todos, agente não te conhece beleza – falei em uma imitação fail da voz dele. Ficamos nos encarando por uns segundos até começarmos a rir igual doidos.
- Vem, senta aqui comigo, eu te ajudo com os deveres.
- Chuck Bass estudioso? Háhá
Ele riu enquanto eu ia sentar na cama dele com os cadernos. Ele ficou olhando as minhas pernas enquanto eu me sentava e eu amaldiçoei aquela saia por subir quando estou sentada.
- Se bem que, tem outras coisas pra gente fazer enquanto estamos aqui nessa cama – ele me olhava sugestivamente e estava tão perdida em seu rosto perfeito que não percebi que ele jogou os cadernos no chão e me puxou pra mais perto dele. Agora eu estava com o rosto a centímetros de distancia do dele e pude sentir seu hálito fresco. Ele passou um braço na minha cintura e com a outra mão afastou a franja que caia sobre meus olhos, e me beijou.
Posso afirmar que foi o melhor beijo que já recebi em toda a minha vida, na verdade, era o meu primeiro beijo! Era um beijo urgente e cheio de desejo, antes que eu pudesse protestar ele já estava completamente colado em mim e eu passei as minhas pernas pela cintura dele, ele desceu a mão que estava em meu rosto para as minhas costas e me apertou mais junto dele. Nossas bocas se encaixavam perfeitamente e quando sua língua pediu passagem, eu dei.
Podia sentir o ar ficando mais quente, podia sentir como se estivéssemos em chamas, podia sentir o desejo por trás do beijo de Chuck.
Ele passava a mão pelas minhas costas e apertava as minhas coxas enquanto eu passava as mãos por de baixo da sua camisa arranhava as suas costas, paramos o beijo para respirar e quando eu apertei as suas costas ouvi ele arfar e soltar um suspiro baixo.
Ele mordeu o meu lábio inferior e voltamos a nos beijar agora ainda mais desesperados.
Ele começou a beijar meu pescoço e mordeu o lóbulo da minha orelha, eu arfei e ele riu silenciosamente e continuo a beijar meu pescoço.
De repente me dei conta de que eu estava me agarrando com Chuck Bass, um garoto que parece ter múltipla personalidade e que eu só conheço a dois dias. O que esse colégio fez comigo.
Me separei de Chuck meio que no susto e ele olhou confuso pra mim.
- Chuck! Nunca mais faça isso. – ele riu e eu franzi o cenho meio confusa.
-Qual é Amy, não venha bancar a puritana, tenho marcas nas minhas costas que iriam falar o contrario, alias você também estava gostando. – ele tinha razão nisso, mas eu percebi uma coisa que podia usar pra entra no seu jogo.
Cheguei mais perto dele e fiz a cara mais sexy que consegui e sussurrei.
- Você disse também gostou... Isso quer dizer que VOCÊ gostou... Hum bom saber. – ele estava completamente hipnotizado e eu ri por dentro por conseguir causar nele o efeito que ele causa em mim, ele parecia ter se esquecido de como falar, mas logo voltou ao normal.
- Olha quem esta querendo jogar agora.
- Você não respondeu minha pergunta – falei me aproximando dele de novo.
- Tenho meu próprio jeito de responder – ele chegou mais perto e agora faltava só uns dois centímetros entre nós. – mas alguém pode entrar no quarto e ficar chocado. – pensei na possibilidade, mas ele estava tão perto e tão... Irresistível.
- Dane-se quem entrar aqui – eu falei fechando o espaço entre nós e voltando a beijar ele urgentemente. Seu beijo parecia uma droga viciante, que eu não conseguia largar.
Depois do que me pareceu serem horas, nós paramos de nos agarrar e conseguimos voltar ao normal e começar a fazer os deveres. Conversamos sobre coisas bizarras e demos muitas risadas, algumas vezes quando nós voltamos a atenção pra os cadernos eu pude notar que ele sorria, e era um sorriso sincero.
Estava parada olhando pro seu rosto perfeito de novo quando a porta se abriu violentamente e eu pulei da cama de susto enquanto Serena entrava no quarto aos risos e Chuck a acompanhava na gargalhada.
- Hey garotos, espero que vocês dois não tenham explodido o quarto – ela riu e se sentou com agente. – o que estão fazendo?
- Dever de casa – eu bufei.
- Bom como eu já acabei, se de dêem licença senhoritas, irei tomar um banho, estou me sentindo meio cansado. – Chuck tirou a camisa e jogou dentro do baú enquanto pegava roupas limpas. Foi quando percebi o corpo daquele ser extremamente lindo, tinha o peitoral definido e um tanquinho que me fez perder os sentidos, ele pareceu perceber que eu estava olhando e sorriu para si mesmo e foi pro banho, enquanto ele dava consegui perceber que realmente havia deixado marcas nas costas dele e pelo visto não fui a única que percebeu.
- Por que será que as costas dele esta assim toda arranhada? – Serena me olhava confusa e eu fiquei vermelha. Ela começou a me olhar atentamente e provavelmente notou as marcas no meu pescoço já que ela deu o maior grito.
- Ai meu deus, eu não acredito nisso!
- Serena cala a boca – ela riu.
- O que aconteceu? Não me diga que vocês...?
- Que? Argh. Não Serena. Agente só se beijou.
- Se os beijos de vocês deixam todas essas marcas, vou ter que te levar pro hospital quando acontecer. – ela falou rindo e eu jurei ter ouvido uma risada vinda do chuveiro.
- Não vai acontecer. – ficamos rindo e falando besteiras a tarde toda pois depois do banho Chuck foi procurar o Nate. Estava quase na hora do jantar quando eles chegaram
Notas finais
ah meu sonho de consumo era estar no lugar na Blair na hora daquele beijo rs, proximo cap sai no sabado ;p
xoxo ;*
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