Tudo por Bella Cullen
13 Capítulo 13- O cozinheiro
Notas iniciais
Mas aká estou eu, e agora volto as postagens semanais.
Esse capítulo é "especialmente especial" para a minha amiguinha linda Lya e para Giih_bpes que se preocuparam comigo. Beijos meninas.
Obrigado de coração pelas 13 indicações.
Pov. Bella
- Mas pai...
- Nada de “mas”, Isabella. Como assim “nós nos mudamos”? Eu merecia um pouco mais de consideração. Isso é o cúmulo do absurdo, eu aceito todos os segredos e a vida a que vocês me impõem, portanto mocinha mereço um pouquinho mais de respeito.
O pior de se ouvir uma bronca é que quando o outro tem razão, você nem tem o direito de retrucar.
- Você está certo, pai. Nós nos precipitamos em partir sem te avisar, mas, por favor, pai, compreenda. Nós tivemos nossos motivos e olha, nem foi uma mudança propriamente dita, estamos à uma hora e meia do senhor, nos veremos toda semana, eu prometo.
Saí da sacada e voltei para meu quarto, Edward sorriu para mim e voltou a cariciar as costas de Nessie, que dormia toda tranqüila no centro de nossa cama. O soninho da tarde era sagrado para o bom humor de meu bebê.
- Linda...
Edward murmurou para mim. Tampei o bocal do telefone e murmurei.
- São seus olhos...
Ele sorriu torto e continuou a me olhar daquele jeito que eu amava.
- Isabella Swan...
- Diz pra ele que é Cullen...
Ignorei meu marido indiscreto e voltei minha atenção a meu paizinho bravinho.
- Você prometeu não se afastar e quem me garante que Port Angeles não é só o começo?
- Pai, vamos fazer assim, por que o senhor não vem jantar com agente. Daí o senhor, comprovará o quanto estamos perto e que não tem motivo nenhum pra essa sua irritação. Pode trazer a Sue, aproveita e trás o Seth e a Leah.
- Bells, não queira me enrolar.
- Pai, por favor?
Edward riu. Ele conhecia o meu modo persuasivo de pedir as coisas.
- Facilite pra sua única filhinha, que te ama demais.
- Aí é jogar sujo...
- Cada um luta com as armas que tem baby.
Os olhos dele ferviam para mim. Como pode? Amo demais esse meu marido.
- Ok Bells, me passa o endereço.
Ditei pra ele a localização de nossa casinha e depois de mais meia hora de lamentação consegui desligar o telefone. Eu amava Charlie, isso era fato, mas conviver com essa possessão dele, às vezes me tirava à paciência.
- Ele tem crédito. Não fique brava, ele só nos quer por perto, é o mínimo que podemos fazer por ele, depois de tudo que o coitado passou.
- Desculpa tê-los convidado sem te perguntar, mas eu não sabia mais o que fazer para acalmar o chefe Swan.
- Pode ir parando por aí, senhora Cullen. Essa é sua casa, eu sou seu marido, seus convidados sempre serão bem vindos e quem não se contentar com isso não merece a nossa companhia.
Mordi os lábios e me sentei na cama, ainda avaliando o quanto Deus tinha sido bom comigo.
- Aproveite e ligue para Esme e Carlisle. Nessie falou neles o dia todo ontem. Convide-os para o jantarzinho em família.
- Só se você me prometer que me deixará cozinhar para seu pai.
- Hum?..
Cozinhar era uma coisa que eu realmente gostava, mesmo que hoje em dia o cheiro não fosse dos melhores, agradar o paladar de Charlie ainda era uma de minhas distrações preferidas.
- Ok! Mas eu quero ajudar.
- Combinado, eu vou adorar ter você de ajudante.
Dei-lhe um selinho de leve e me levantei já indo em direção a porta.
- Aonde você vai?
- Vou dar uma olhada em como as coisas estão ficando. Isso não é obrigação de Alice. Essa é minha casa, esqueceu?
- Não, não esqueci, mas você esqueceu meu amor, que a casa está cheia de marmanjos com olhos cobiçosos e pensamentos impuros. Então tenha piedade do seu maridinho, e troque de roupa.
Dei uma olhada pra baixo e conferi meus trajes. Eu nem estava tão ruim. Uma regata branca, um short jeans e confortáveis chinelos de dedos, que Alice comprou arreveria de uma marca brasileira pela internet, eu tinha uma de cada cor e de cada estampa.
- O que tem de errado com minhas roupas? Eu gosto delas.
Dei uma voltinha meio sambanga em volta de mim mesma. A minha intenção era que ele me avaliasse e entendesse que eu estava bem.
- Eu também gosto, Bella. Na verdade amo, mas se não me engano tem 20 homens dentro dessa casa montando cada móvel que compramos, e eu sinceramente já terei problemas demais em me controlar com você devidamente escondida por uma calça jeans e uma blusa de manga comprida. A mentalidade de “eiros”, marceneiros, pedreiros, é muito fértil, portanto amor coopere comigo, vai...
Não evitei o sorriso, ele era absurdo demais às vezes.
- Ok, senhor ciumento modo on. Pedido feito, pedido aceito.
Embrenhei-me no meu closet que, diga-se de passagem, Alice já tinha arrumado, peguei uma calça jeans escura, uma blusa de manga comprida e gola alta marrom e por fim calcei uma sapatilha bege. Eu estava um trenzim...
- Melhor assim?
- Para a minha própria sanidade, talvez.
Dei-lhe mais um beijinho e saí do quarto, ainda pude ouvi-lo iniciar uma conversa com Esme.
- Esme?..
Já no corredor do segundo andar comprovei o que Edward dizia. Dois homens colocavam pequenos quadros e porta retratos decorando nosso acesso aos quartos, os olhares deles me deixaram meio assim, mas eu era o perigo ali, então me fingi de boa moça e fui ao encontro de Alice.
- Então teremos convidados para o jantar?
- Teremos Jasper, meu pai e alguns amigos e acho que Esme e Carlisle. Onde está Alice?
- Lá fora, tentando encontrar um lugar a beira da piscina para 10 espreguiçadeiras. Acho que dessa vez você exagerou na quantidade, Bella.
Senti a mesma onda de calor que eu sentia quando corava, se Jasper ao menos imaginasse como Edward conseguiu me convencer a comprá-las.
- Nossa família é grande Jasper. Temos que acomodar a todos.
O sorriso que ele me deu falava por si só. Ele conhecia os meios persuasivos de meu marido.
Sai à francesa, encontrando com mais alguns homens parafusando uns armários em minha cozinha, ela estava ficando impecável.
- Não aí não, esse espaço aí é para as mesas, coloquem mais para lá...
Sorrateiramente me pus do lado dela.
- Oi maninha, então o que acha?
Dei uma conferida e mais uma vez contemplei o bom gosto de Edward.
http://blogdoimovel.files.wordpress.com/2010/11/dna_pinheiros_piscinacoberta_2_amp.jpg
Por Deus, era exagero demais, mas confesso, era linda, uma área de lazer que encantaria meu bebê, e que reuniria minha família em algumas ocasiões.
A piscina refletia um azul de encher os olhos, não dava pra distinguir onde começava a água e terminava o céu, as paredes eram todas de vidro espelhado, na parte detrás um jardim de inverno dava um retoque lindo e ao longo de sua extensão as minhas lindas e caras espreguiçadeiras e por conta de Alice, dois puffs. Ainda tinha um pequeno bar, que fazia divisa com a parede de minha cozinha.
Jesus Cristo, das vampiras indefesas, aquilo a noite deveria ficar inenarrável, eu teria que estrear esse lugar com Edward.
- Ok, pode parar de babar e tirar esse sorriso idiota do rosto. Eu sei que eu sou o máximo.
- Dessa vez eu tenho que concordar Alice. Você é um Monstrinho, sabia?
Ela sorriu, era aquele mesmo sorriso de propaganda de pasta de dente que me deixava boba.
- É eu sou. Não aí não, mais pra direita. Aí vai o escorregador da minha sobrinha.
Tentei não surtar com as informações dela e continuei a interagir.
- Você acha que vai demorar muito, ainda?
- Não. Na verdade só falta aqui e os armários da cozinha, os quarto já estão prontos, tirando um detalhe no de vocês, mas Edward se nega a deixar que alguém entre naquele antro de perdição, então depois ele mesmo termina. Agora me diga qual o cardápio pro jantar em família?
As tentativas de disfarçar de Alice estavam ficando batidas, eu queria e muito saber o que Edward colocaria em nosso quarto, mas me contive e voltei minha atenção para minha cunhadinha.
- Não faço a mínima idéia, pelo que parece hoje serei só a ajudante.
- Ajudante... Hum...
Alice se perdeu em um ponto qualquer e eu sabia exatamente que ela estava visualizando o futuro de alguém. Esperei até que ela terminasse.
- Bells?
- Aqui, Jake...
Jacob fechou a cara ao passar por um dos montadores que displicentemente nos olhavam.
- Perdeu alguma coisa ali, amigo?
- Não senhor, eu já estava de saída, desculpe.
Ouvi o rosnar baixo de Edward, era melhor mudar de assunto antes que as coisas fugissem de meu controle.
- Que foi, Jacob?
- Hum... Já vou Bells, só estou resolvendo um probleminha aqui.
- Jacob?..
O repreendi. Assustar humanos era um dos passatempos prediletos dele e Emmett.
- Quê?
Ele se encaminhou até nós. Alice que já se encontrava nesse mundo de novo, gargalhava baixinho dos delírios de meu melhor amigo.
- Quê digo eu, seu cabeção. O que você quer?
- Ah lembrei. Eu vou até a cidade buscar algumas coisas pro seu marido e ele me mandou perguntar se você quer alguma coisa de lá?
- O que ele te mandou comprar?
Eu só estava curiosa. Não me julguem...
- Ah nada demais. Vinho, cerveja, amendoins salgados, e mais uns ingredientes de um prato que insiste em fazer para impressionar seu pai.
- Ele sempre pensa em tudo. Só podia ser meu irmão mesmo.
- Tá bom , Alice. E não Jacob, eu não quero nada.
- Então tá. Vou aproveitar a potência de sua nova camionete.
Ele já se afastava quando olhou pra trás e me surpreendeu.
- A propósito, se eu fosse seu marido, teria te trancado no quarto. Ver esses idiotas babando em você é revoltante. Tem que ter sangue de barata mesmo...
- Ah idiota...
Agarrei um copo que estava em cima do balcão do bar e atirei nele. O filho de uma mãe se esquivou e Alice tapou os ouvidos ao ver que o recipiente se chocaria com a parede de vidro que dividia nossa área de laser com o jardim de inverno.
- Péssima pontaria, sogrinha...
- Ah seu,... Seu...
- Ah vá logo, Jacob. Antes que eu tenha que contar a ela o valor de cada copo desse.
Olhei para Alice, que insistentemente segurava meu pulso me obrigando a recolocar no lugar outra artilharia da arma que eu acabara de inventar.
- Pelo amor de Deus Alice, não me diga que eles valeram Quinhentos Dólares cada um?
- Ih bobinha, não chegou nem perto.
Suspirei aliviada.
- Mil e quinhentos dólares, sem choro.
Eu abri a boca em indignação e fiquei encarando a fadinha absurda, que se afastava ainda gracejando algumas ordens para os pobres mortais que a comiam com os olhos.
- Mamãe?
Ainda no modo: Bella em transe pelo preço de míseros copinhos. Arrastei-me para dentro. Ignorei cada cheiro de humano que me atingia e fui de encontro a meu bebê.
- Acordou bonequinha?
- Não. O papai que me fez acordar. Eu ainda quero dormir mãezinha, briga com ele.
O biquinho dela era a coisa mais lindinha de se ver. Edward que nesse momento se encontrava na nossa cama a admirando e babando em cada ceninha dela, riu para mim, eu não estava entendendo patavina de nada.
- Isso tem explicação, papai? Irritar sua filhinha não é um de seus esportes preferidos? Ou é?
Nessie parou de coçar os olhinhos e estendeu os bracinhos pra mim. Peguei-a e instantaneamente ela deitou nos meus braços, já procurando uma posição agradável para voltar a dormir.
- Claro que tem amor. Estava cansado de ouvir humanos insanos admirando o que é meu.
- Ah e por causa de uma possessão infundada você me fez o favor de irritar meu bebê.
- Ah Bella, tenha piedade de mim, eu só queria você debaixo de minhas asas e Nessie me ajudou. Desculpe amor?
Ele tinha um sorriso tímido nos lábios e eu até fiquei com peninha dele, ficar ouvindo todos os pensamentos deveria mesmo ser um inferno. Por isso eu entendia quando ele falava que eu era seu local de paz.
- Acho que você deve se desculpar com sua filha e não comigo.
Aconcheguei meu bebê nos braços e beijei de leve seus cabelos, Nessie já cochilava.
Edward ainda sorriu lindamente para a filha que irritadinha demais não esboçou nem uma reação.
- Desculpa o papai, bebê?
- Hunf... Vou pensá depois te respondo papaizinho.
Seria trágico se não fosse hilário. Aquela era a minha criança tentando de brincadeirinha torturar o pai, que claramente se divertia com o luxinho dela.
- Esme e Carlisle virão. Tudo bem?
Era no mínimo estranho, mas não, não era... Esme e Carlisle se uniriam a nós para jantar mesmo que não o fizessem, era uma maneira de nos manter unidos.
- Claro que tudo bem. Será um prazer recebê-los em nossa casa nova.
Dei as costas a ele e fui para a sacada de nosso quarto. A vista era algo inenarrável.
- Eu sabia que você ia concordar. É por isso que eu te amo você é perfeita.
Nessie enroscou as pernas em volta da minha cintura e escondeu rosto em meu pescoço, aspirou calmamente meu cheiro e sussurrou pra mim.
- Mamãe canta pra mim?...
Em outros tempos cantar, estaria fora de cogitação, mas hoje quando meu bebê pedia algo tão mãe e filha, era impossível negar.
- Cante pro seu bebê, amor.
Olhei para frente encarei o céu parcialmente nublado de Port Angeles. Aspirei forte deixando que o cheiro de meu Adônis impregnasse em mim e me desse coragem. Beijei os cabelos sedosos de meu pequeno milagre e timidamente cantarolei baixinho.
http://www.youtube.com/watch?v=aO4PqBuqr4k (Não precisa ver o vídeo, mas escutem a música.)
Aos olhos do Pai
Você é uma obra prima
Que Ele planejou
Com suas próprias mãos pintou.
Eu nunca fui uma pessoa religiosa, sempre acreditei e respeitei as leis do “Pai Maior”, mas não freqüentei templos e igrejas. Talvez tenha sido por falta de incentivo, apesar de que Renée era uma pessoa instável demais para se firmar em qualquer coisa que seja.
A cor de sua pele
Os seus cabelos desenhou.
Mas isso nunca me impediu de crer e confiar em Deus. Era Nele que eu me apegava nos momentos mais difíceis de minha conturbada gravidez.
Cada detalhe
Num toque de amor
Por isso dessa música, cada estrofe eu apertava mais Nessie junto a mim. A letra era perfeita transmitia tudo que eu sentia, tanto que não fechar os olhos e se deixar levar pelo embalo da melodia eram impossíveis.
Você é linda demais
Perfeita aos olhos do pai
Alguém igual a você não vi jamais.
Cada dor, cada sofrimento, cada medo, tudo, mas tudo mesmo tinha valido a pena. Nessie era o resultado de um amor impossível e inexplicável. E eu com certeza, faria tudo de novo se precisasse.
Princesa linda demais
Perfeita aos olhos do Pai
Alguém igual a você não vi jamais.
Dei e daria minha vida por Nessie. Só quem já teve o prazer de ter um serzinho crescendo dentro de si poderia entender meu ponto de vista.
Aos olhos do Pai
Você é uma obra prima
Que Ele planejou
Com suas próprias mãos pintou
A cor de sua pele
Os seus cabelos desenhou
Cada detalhe
Num toque de amor.
Eu amava cada pequeno detalhe dela, desde a unha do dedo do pé até o último fio de cabelo. Deus tinha sido muito generoso comigo, eu não merecia tanto.
Nunca deixe alguém dizer
Que não é querida
Antes de você nascer
Deus sonhou com você!
Num futuro, muito distante, eu espero, me encarregaria pessoalmente para que Jacob a fizesse feliz e aí dele se pisasse na bola. Meu anjinho terá de volta tudo que me dá todos os dias, amor, alegria e motivos para se viver a eternidade, junto com o pai dela e ela.
Você é linda demais
Perfeita aos olhos do pai
Alguém igual a você não vi jamais.
Cantar pra ela era como mostrar ao mundo, a intensidade dos meus sentimentos. Eu teria que trabalhar essa minha timidez em algum momento. Todos mereciam saber o que essa garotinha fazia comigo.
Princesa
Aos olhos do Pai.
- Linda...
Abri os olhos devagar e olhei para trás, Edward tinha um sorriso de pai e marido apaixonado nos lábios. Nessie já respirava calmamente em meu pescoço e acho que o fazia há muito tempo, mas como a mãe babona que sou me deixei levar pelo momento e nem percebi.
- Vem aqui.
Adentrei o quarto e fui para a cama ao encontro dele. Ele estendeu os braços e pegou nossa filha.
- Deixe que eu a coloco no quarto, preparei um banho pra você e quero que o aproveite enquanto a água está quente.
Ele se levantou e se aproximou de mim, fiz um esforço sob- humano para não agarrá-lo, o cheiro do meu marido lindo me inebriava, ainda mais quando ele se mostrava perfeito como sempre.
- Devo te esperar?
Dei vários selinhos molhados naquela boca desenhada por Deus.
- Não me tente, meu amor. Se você pedir só uma vez, é bem provável que eu esqueça esse jantar em família e me junte a você.
- Eu até que não me importaria, mas acho que Charlie não ficaria nada feliz se faltássemos a nosso próprio jantar. E você sabe, meu pai é um tira e tem uma arma, contrariá-lo seria um pedido por escrito de morte.
Ele sorriu torto para mim e me beijou mais uma vez.
- Ok senhora Cullen, você conseguiu me assustar, então vá para o seu banho de beleza enquanto, eu coloco essa bonequinha na cama e me dirijo à cozinha pra dar início a nosso jantar.
- Tudo bem. Assim que terminar aqui, sua ajudante oficial desce a seu encontro.
- Esperarei ansioso.
Desvencilhei-me do hipnotismo que ele exercia sobre mim, e fui para o banho que ele tinha preparado.
Eu juro que no dia do julgamento final, eu olharia bem nos olhos de Deus, me colocaria de joelhos, beijaria sua mão e lhe agradeceria pela graça de ter Edward na minha vida.
E juro, que o banheiro coberto de pétalas de rosa, a banheira cheia, as essências de morango por todo o ambiente, a lingerie e o roupão branco delicadamente dobrados por sobre o balcão, não tinham surtido nenhuma influência nesse ato que cometeria ao encontrar com Deus, eu o agradeceria por ter me dado de presente o ser mais perfeito que já fez. Edward me conquistava todos os dias, às vezes com atos totalmente exagerados, como presentes caros, mas na maioria das vezes eu me apaixono mais por ele, por causa de coisas assim, pequenas, como uma flor, uma banho, um beijo apaixonado.
Mas não importa, a única coisa que eu tinha certeza é que o amei ontem, amo hoje e amarei amanhã. Para sempre e por toda a eternidade.
Pov Edward
Ainda deliciado com os gemidinhos adoráveis que Bella deu ao entrar na banheira... Tá confesso..., eu fiquei no quarto escutando, me condenem depois tá? O que poço fazer se amo cada reação dela, a meu amor a moda antiga?
Agora voltando de onde parei, depois de quase derrubar a porta do banheiro e me juntar a ela... O que? Ah pessoal, vocês me julgam por que não foram vocês que ouviram aqueles gemidos...
Tá mas agora continuando, depois de só me afastar dali porque eu precisava colocar meu neném na cama... , viram, sou um cara de responsabilidades. Levei Nessie para o quarto dela e a deitei na caminha branca que Alice escolheu a cobri com um cobertor quentinho e ainda vislumbrei minha garotinha antes de sair dali. Ela tinha uma aparência linda e serena, nada daquele biquinho de emburro de hoje mais cedo.
Posso ter sido um pouquinho egoísta e ciumento quando a acordei só para que ela fizesse um luxinho pra mãe, tá eu assumo esse também.
Fui muito ciumento e egoísta, mas e daí Bella era linda mesmo, mas só eu poderia ter pensamentos obscenos com ela, não aqueles seres sem pudor, já basta o tempo em que suportei o Newton.
- Edward? Podemos conversar um pouquinho?
- Claro Jasper. Venha.
Fui para a cozinha já sabendo o teor da conversa que teria com meu irmão, os pensamentos dele gritavam em minha cabeça.
- Alice, Bella já está no banho, aproveite a oportunidade.
- Já vou lá, maninho. Jaz te espero no nosso quarto, não demore.
- Tá amor, eu já estou subindo, só me dê uns minutinhos com o Edward.
Nosso pequeno diálogo com minha irmãzinha furacão foi feito ali mesmo na cozinha enquanto nós entrávamos ela saía.
- Ok Jasper tenho que preparar algumas coisas para o jantar em família, então enquanto você fala eu trabalho.
- Eu não vou te atrapalhar irmão, eu prometo. Eu só queria que pensasse na possibilidade de uma caçada de homens. Faz muito tempo que não temos um tempo só pra nós, desde a sua despedida de solteiro. Emmett está se sentindo entediado sem a nossa presença em casa, Rose está preocupada com ele, ela ligou se queixando ontem.
- Que ela pensasse nisso antes de meter os pés pelas mãos...
- Edward, por favor. Eu não estou aqui pra falar dela, estou pra falar do nosso irmão, que, aliás, não compactua em nada com a postura de Rósalie. Não precisa ficar nervosinho comigo.
Nesse ponto Jasper estava certo, Emmett não tinha culpa da cruz que carregava.
- Tudo bem Jasper, desculpe o meu rompante. Mas mano, eu não sei se uma caçada de homens está dentro dos meus limites agora, só de imaginar três ou quatro noites afastado de Bella e Nessie, chego a ter calafrios.
- Eu te entendo, mas pense na possibilidade, você sabe que Jacob não deixaria nada acontecer a elas e além do mais sua mulher é forte o bastante pra se proteger e eu sei que Esme também adoraria vir passar esses dias aqui.
Ponderei os fatos, e acho que minha careta não o deixou muito animado. Jasper bufou com um leve ar de irritação e foi se afastando, indo ao encontro de Alice.
- Pense com calma Edward, mas não se torture, faça o que você achar que é certo.
“Só acho que Bella também merece respirar um dia sem você por perto. Um dia você a sufocará.”
Nenhum dos argumentos dele me afetou tanto, quanto seu último pensamento. Será que me impunha a Bella tanto assim?
- Tá Jasper, você conseguiu plantou a dúvida. Pode comemorar, mais tarde falo com minha mulher se não tiver problema pra ela, marcamos essa tal cassada.
Mesmo estando longe, eu sabia que ele escutara.
- Obrigado irmão. Eu também estou precisando me distrair.
Sorri sozinho e me concentrei na minha mais nova missão. Fui até a dispensa da cozinha e encontrei meus trajes preparados por minha irmã. Se tinha uma coisa que eu tinha que concordar é que Alie, era uma bruxa. Ela sempre acertava.
Vesti a calça social preta, a camisa branca, coloquei o avental preto comprido por cima e dando um retoque final o bendito chapéu de cheff de cozinha. Nessie ia adorar arrancá-lo de mim.
Me bebê, tenho que providenciar algum carnívoro para ela, eu tinha que dar um jeito de mimá-la um pouquinho.
Coloquei todos os ingredientes que precisaria em cima da mesa. Um peixe assado seria o prato principal, meu sogro adoraria, tenho fé.
- E aí sanguessuga, qual é o cardápio?
- E aí Jacob, as árvores daqui são tão legais quanto às de Forks?
E que Bella não nos ouvisse, eu não estava preparado para mais uma bronca.
- Ok podem parar, nossas visitas então chegando, abre a porta Edward.
Ignorei o cachorrinho de madame e fiz o que Alice mandou.
Pareceu até combinado todos chegaram à mesma hora, minha família, meu sogro e sua agora companheira e a matilha inteira amigos de Jacob. Meu sogro me cumprimentou e sua carranca para mim, era evidente, claro que ele não me perdoaria por ter afastado sua filhinha dele.
Fiz sala para cada um até que Alice esbaforida desceu. Então voltei para a cozinha e me concentrei na minha tarefa.
- Precisa de ajuda Filho?
- Oi mãe.
Beijei a bochecha de minha Esme e lhe passei a alface para que lavasse.
- Nessie já acordou logo Bella desce com ela. Você e Carlisle devem estar com saudades. Estou enganado?
- Não querido você, não está. Nossa família não está completa sem vocês. Seu pai fica suspirando frustrado pelos cantos, Emmett cada vez que troca de canal na TV fica comentando: “a Monstrinha gostava desse desenho,” “Esse a Nessie odiava”. Você tem que ver as lamentações dele, filho. Eu me sinto perdida naquela casa daquele tamanho sem vocês e Rose...
- Mãe, por favor?
- Edward, deixe sua irmã se desculpar. Você a conhece ela é impulsiva demais, mas já se arrependeu e...
Soltei brutalmente a faca que estava em minha mão e encarei os olhos de Esme.
- É por isso que Rósalie é assim, vocês a estragam ela erra, erra e todo mundo a defende dizendo que ela é impulsiva, que tenho que perdoar. Poupe-me Esme, dessa vez as coisas são um pouquinho diferente, ela ofendeu a minha mulher, a pessoa que daria a vida por mim se pudesse. Não mãe, dessa vez eu não vou ceder.
Dei as costas a ela e voltei a picar uma cebola. Eu odiava aquele cheiro.
- Eu te entendo, filho. Você tem suas razões para estar magoado, eu só queria te lembrar que essa Rose impulsiva, intransigente, estressada e egoísta é a mesma Rose que ficou do lado da sua esposa e que lutou pela sua filha.
Se tortura conta pontos em uma luta, Esme tinha acabado de ganhar a batalha. Não precisava de ela me lembrar que não apoiei Bella no início da gravidez, eu já me arrependia disso todos os dias.
- Tudo bem mãe, você como sempre está certa, mas agora as coisas não são simples assim, tenho que conversar com Bella primeiro, eu sei que ela vai perdoar a Rósalie, eu já contava com isso desde o início, só acho que o posso de egoísmo merece uma lição.
Minha mãe sorriu pra mim e abraçou as minhas costas.
- Obrigada querido. Eu sabia que seu coração não ia ser tão frio assim. Pode castigar sua irmã um pouquinho, ela merece mesmo, mas a perdoe, eu não quero discórdia na minha família.
Voltei a conversar banalidades com ela, o assunto irmã-loira estava resolvido, pelo menos por enquanto. Eu já estava com quase tudo pronto, arroz branco pra acompanhar o peixe assado, purê de batata e patê de berinjela para acompanhar o macarrão, agora só faltava à salada que acompanharia a carne ao molho, eu esperava mesmo que nossas visitas agradassem.
- Vovó...
Um furacão vestindo um vestido xadrez, um par de botas pretas e uma boinazinha também xadrez, entrou devastando a minha cozinha.
- Filha não corre...
- Mas eu queria ver a vovó, mamãe.
- Tudo bem anjinho, só não precisava correr. Oi Esme?
- Oi querida, que saudades de vocês.
Bella era sinônimo de beleza e elegância, nem em uma calça, alfaiataria preta, uma camisa branca de manga comprida e com um avental e um chapéu horroroso igual a meu, ela conseguia ficar feia, Alice tinha feito o favor de ajeitar os trajes dela também. A roupa parecia ser sua segunda pele, se adequava e acentuava em cada curva daquela perdição que ela chamava de corpo e que eu certamente o chamava de “meu”.
- Estava a sua espera ajudante, você estava fugindo do trabalho? Demorou uma vida pra descer.
- Ok senhor exagerado, eu estava arrumando a sua filha e dando um pouquinho de atenção pro seu sogro. Agora deixe de embolação e vamos terminar logo esse jantar, pois senão os lobos darão um fim no meu tapete Persa, que só pra constar custou uma fortuna, de tanta fome que eles estão.
É, era agora que a diversão começava.
- Mãe você pode cuidar da Nessie por uns instantes, por favor?
- Claro querido. Tenho certeza que essa mocinha tem um quarto, novo e lindo pra me mostrar.
- Tenho mesmo vovó. Vem vê...
- Seja boazinha com a vovó, filha.
- Eu sempre sou mamãe.
Minha “espuletinha” agarrou a mão de minha mãe e saiu arrastando-a para fora contando as mil e uma aventuras de nossos primeiros dias aqui.
- Enfim sós senhora Cullen.
- Então já que eu sou acusada injustamente de fugir das minhas obrigações, será que existe uma maneira de me redimir?
Eu não tinha certeza, mas meu sexto sentido me alertou de que Bella já tinha noção do que se passaria ali naquela cozinha.
Para garantir que nenhum humano ou lobo desavisado nos pegasse em flagrante, fui até a porta que ligava a cozinha ao restante da casa e a tranquei, era meio paranóico, pois eu ouviria qualquer um deles, mas estar intimamente ligado a minha esposa era tão mágico que tenho consciência que saia de órbita no auge do prazer.
- Perdoar é meu sobrenome, princesa. Que tal se você começasse picando esses tomates para mim?
Passei-lhe a travessa e contemplei minha rainha virar de costas e começar sua tarefa. Esse era o sinal.
- Você está fazendo isso errado, amor. Eu quero que corte assim.
Encaixei-me atrás dela, cobri suas mãos com as minhas e passei a cortar os tomates de um modo diferente do que ela fazia, só pra irritá-la.
- Fino, leve, deslizando. Como se fosse uma carícia. A salada ficará mais gostosa com eles cortados na transversal.
Como sou um masoquista de carteirinha, em cada deslizar da faca, eu roçava meu pênis, já duro como uma rocha, em sua... Aiaiai... Como vou dizer isso? Ok Edward, sem pudores agora, essa é sua mulher e estamos no século 21. Rocei libidinosamente meu membro em sua bunda.
- Hummm. Assim está certo, amor?
Ele empinou mais aquele traseiro gosto e rebolou pra mim.
- Mais que certo. Continue...
Soltei minhas mãos das dela e levei-a a sua cabeça.
- Gosto mais de você assim.
- Nessie disse que você não gostaria do chapéu, segundo ela você idolatra meu cabelo.
- Essa é minha garotinha.
Arranquei aquele chapéu horroroso dela e juntei seus cabelos em uma mão formando um rabo de cavalo os afastando de sua nuca.
- Que saudades do seu cheiro.
- Então sacie- se, senhor Cullen.
Passei a ponta de meu nariz na pele recém descoberta, soltei um gemido em aprovação. O cheiro, agora sem a interferência do sangue, era a melhor fragrância do mundo. Eu ainda teria que mostrá-lo a um perfumista, o mundo merecia exalar o cheiro de Isabella Cullen.
- Está me provocando, Edward. Se eu gemer a culpa será sua.
- Geme, vai boneca. Eu quero ouvir. Geme pro seu homem.
- Humm... ahh...
Ela se continha, e eu me deliciava. Tanto que passei a morder e beijar, em vez de só cheirar.
“Mais baixo filho. Os lobos ouvirão se continuarem assim.”
Ignorei um pensamento que eu imaginei ser do meu pai, eu não iria chegar a tanto e sei que Bella também não, era dali pra baixo.
- Os tomates, amor. Pique os tomates.
Ela se esforçou e se concentro no trabalho que tinha lhe dado. Isso era comum entre minha linda e eu, nós sempre nos perdíamos um no outro.
- Ahhh, isso Edward aí...
Ela nem precisava se dar ao trabalho, eu sabia que seu pescoço era um dos pontos mágicos daquele corpinho que eu venerava. Desfiz o nó do avental e o arranquei dela, jogand-o em algum lugar qualquer. Desci minhas mãos por seus braços e enlacei sua cintura, ainda mordiscando o pescoço sedoso.
- Cheirosa suculenta.... Muito, mas muito gostosa. Sinta como eu te quero anjo.
Levei minhas mãos para cima e as encaixei nos seios perfeitos, eu só não diria que eles pareciam ter sido feitos para estarem em minhas mãos, por que eles também cabiam certinhos em minha boca.
“Pare de gemer, seu bastardo. Alice vai me matar se eu a arrastar para um quarto agora. Isso tá parecendo filme pornô em uma TV sem imagem. Eu vou ter que contar isso a Emmett.”
Gargalhei baixinho.
- O que foi? Tá se divertindo, amor?
- Você não sabe o quanto.
Se ela ao menos imaginasse que eu estava fazendo meus pais e meus irmãos, tomarem só um pouquinho do próprio veneno, ela não me perdoaria.
Tracei os dedos pelos botões de sua camisa e comecei a arrancá-los. Quando toquei a pele alva do meu lugar de direito, o ser sem controle que eu era quis assumir o controle. Sem saber como, arranquei a camisa que me impedia de vê-los.
- Ahhh. Devagar, bebê. Vou precisar das minhas roupas pra sair daqui.
Fingi-me de surdo. O soutien meia- taça, branco com Strass prata, tinham toda minha atenção naquele momento.
- Acho que farei um decreto pra essa casa. Você terá que andar assim, somente assim. O dia todo.
“Pode me agradecer depois. Estou de olho em uma nova versão do meu carrinho.”
Ah Alice! Eu teria que recompensá-la mesmo.
- Hum! Se for isso que você quer, eu vou adorar passear de lingerie pela casa, tenho certeza que Jacob e Jasper também gostarão. Mas Alice, sei não...
Apertei-a mais junto a meu corpo e baixei a mão para sua cintura fina.
- Decreto revogado, ou melhor, modificado. De hoje em diante você estará obrigada a se vestir assim em nosso quarto, todos os dias.
- Eu posso cumprir esse, sem problemas.
Abri o botão da calça e desci o zíper bem devagar. Fiz questão de roçar meus dedos no pontinho mais prazeroso dela.
- Continue a picar os tomates, amor. Concentração.
Eu era um bastardo mesmo.
Abaixei-me até a cintura dela e comecei a tirar a sua calça. Cada parte do corpo que se revelava eu mordia e beijava. Bella era linda desde sempre, mas a imortalidade só favoreceu a minha Afrodite.
- Use mais branco, princesa. Você fica linda nessa cor.
Mais uma vez fui incapaz de tirar sua roupa como devia, primeiro porque aquela calcinha minúscula me desconcentrava, segundo porque eu não queria que ela tirasse as sandálias. Tomá-la ali, naquela cozinha, somente com aqueles saltos, era a minha fantasia.
- Pare de me provocar, Edward. Eu estou quente, muito quente, a ponto de entrar em combustão espontânea.
Ri baixinho e passei a provocá-la com os dedos insinuando tirar de seu corpo aquela peça que encobria o meu paraíso. Mordi despudoradamente aquela bundinha linda.
- Assim Edward, assim...
Ela arrebitou mais um pouquinho e eu me perdi por completo.
- Eu preciso de você, bebê. Eu preciso matar a minha fome e sede.
Levantei bruscamente a virei pra mim e arranquei aquela faca da sua mão. Juntei sua boca na minha e sem esperar já busquei sua língua. Eu estava sedento e excitado.
- Vem amor, deixa eu te ajudar.
Levei minha boca a seus seios, enquanto ela arrancava a minha camisa e minha calça de uma vez.
- Agora sim estamos empatados.
Bella traçava beijos em meu peito e eu gemia e pendia minha cabeça pra trás, suas mãozinhas faziam um carinho prá lá de gostoso em minha ereção.
- Ah princesa, assim...
O vai e vem dela, era sincronizado e perfeito eu gozaria em instantes se não freasse. Ela era o alvo da brincadeira, ela que ganharia o prêmio primeiro.
Com um esforço fora do comum, me afastei e puxei uma cadeira para perto de nós.
- Agora sim está ficando bom.
Rasguei aquela peça infame, que uma vendedora desonesta vendeu para minha irmã, afirmando ser uma calcinha.
Fiz minha esposinha gostosa pra chuchu, se sentar na cadeira e abrir aquelas pernas lindas.
- Ei? Isso aí é meu, pare de desperdiçar.
Minha voz já rouca de tanto tesão engrossou duas oitavas, na hora que vi que o tesão dela simplesmente escorria pernas abaixo.
- Se é seu, pegue. Aí de mim se eu tirar algo de você, não quero nem imaginar.
Ela estimulou e eu caí feito um patinho. Ajoelhei-me a sua frente, tracei a... O... Ah que porra! Levei meus dedos aquela boceta deliciosa, e estimulei.
Por misericórdia!
Bella me engolia e apertava com os dedos, imagina o que ela faria com meu... Ah não de novo não... Porra Edward, se concentra.
- Delícia. Isso Edward, delícia...
Tirei meus dedos dela e o cheiro me atingiu como uma droga. Sem esperar caí de boca. Eu sugava e mordia do jeito que ela gostava. Em certo momento, que eu não sei especificar qual foi, penetrei-a com minha língua. O estremecimento dela foi instantâneo, Bella gozou com força em minha boca.
- Ahhh, gostoso do caralho. Como pode, fazer um oral tão perfeito.
Ela sussurrava, para não dar um show para nossa platéia, mas eu ignorava ainda estava bêbado depois de tomar a minha dose diária do meu Uísque favorito e particular.
- Vovó, cadê a mamãe? Eu quero a mamãe. Ela saiu?
Ouvi o murmúrio de minha criança e Bella também ouviu. Pois seu corpo se retesou e ela ficou de pé me levando ao chão.
- Não querida. A mamãe e o papai estão terminando o jantar. Espere só um pouquinho, daqui a pouco a mamãe será toda sua.
Minha mãe estava com ela, suspirei mais aliviado. Levantei-me do chão, arranquei a minha boxer e sentei na mesma cadeira onde Bella tinha estado. Comecei a me estimular.
“Termine o que começou querido. Eu controlo a ferinha”
- Vem cá, vem. Eu ainda estou fervendo por você.
Senti ela apurando os ouvidos. Nessie não fez mais nenhuma reclamação, mas o modo mãe preocupada estava sempre ligado.
- Esme está com ela, pode ficar tranqüila. Senta aqui, bebê. Ele está babando por você.
As pupilas dela se dilataram em luxúria e prazer.
- Você ainda será minha perdição, Edward.
Antes de me presentear com a boceta, quente, melada e apertada em volta de mim, ela ainda arrancou o soutien e liberou aqueles peitinhos gostosos para delírio geral da minha boca.
- Forte e firme, como eu gosto.
- Cavalga pra mim, princesa. Como só você sabe fazer.
O corpo dela subia e descia, era sexy ao extremo. O som de nossos sexos se chocando era música para meus ouvidos.
- Ah Bella. Isso me aperta gostosa.
Busquei sua boca, minhas mãos foram para seus seios, eu brincava e apertava os bicos mais que rosados e ansiosos pelo meu toque.
- Mais forte amor. Mais forte...
Ela entrelaçou seus dedos em meus cabelos e os puxou. Intensifiquei meus atos, ela estava perto e eu queria que chegássemos lá juntos.
- Vem pra mim, vem amor. Ah Bella.. Eu vou... Eu vou... Agora... Ahh...
- Agora Bebê, agora...
No momento certo, no momento exato. Juntos, com sincronia de bailarinos.
- Perfeita senhora Cullen. Você é a melhor ajudante que já tive.
- Me conte uma coisa que eu ainda não saiba senhor cozinheiro gostosão.
Levantei seu corpo e nos separei. Meu membro protestou na hora. Ele queria mais e eu também.
“Ah maninho, desculpa cortar seu barato, mas sua filhinha vai surtar em quinze segundos. Portanto trate de deixar isso pra mais tarde.”
Quase grunhi pros pensamentos de Alice, mas ela nos conhecia e sabia que Nessie era nossa prioridade.
“- Vovó, eu quero a mamãe, e quero agora...”
Sorri pra Bella e ela sorriu pra mim. O gênio de nosso bebê era a mistura perfeita do dela e do meu.
- De volta a realidade senhora Cullen, seu bebê quer sua atenção.
- Ok senhor Cullen, só me diz como vou poder me vestir se minhas roupas desceram ao nível de farrapos?
Observei o pequeno monte perto da geladeira.
- O dó. Mas eu dou um jeito, vista isso princesa...
Entreguei-lhe minha camisa.
- Vá pelos fundos e quando chegar à piscina tem uma porta a direita, entre por ela e suba as escadas, ela te levará direto a sacada de nosso quarto. Tome um banho, pois você está cheirando a sexo.
Virei de costas pra ela e me abaixei para pegar minha boxer e minha calça, quando um tapa estalou em minha bunda. Quase gritei de susto.
- Gostoso...
Virei-me para pegá-la de jeito, mas a danada já tinha fugido.
E claro como o sol, mais uma vez eu me dei conta que seria capaz de qualquer loucura por essa mulher, que era o meu mundo particular.
Notas finais
Beijinhos e comentem.
Fale com o autor