Tudo o que sou, meu orgulho Saiyajin!
1 Luta de vida ou morte
Notas iniciais
Aproveitem a leitura.
Dragon Ball não me pertence
"Não me entrego sem lutar, tenho ainda coração, não aprendi a me render que caia o inimigo então..."
Metal Contra as Nuvens
Legião Urbana
Tudo o que sou, meu orgulho Saiyajin!
Munido de todo seu orgulho e força, ele encarou o oponente a sua frente. Faria tudo por aqueles a quem amava, cumpriria sua promessa ao seu aprendiz e voltaria ao seio da sua família.
Apostara todas as suas esperanças, naquele grande ataque. Derrotaria seu adversário. Se preciso fosse se sacrificar, ele o faria. Se fosse para cair, certamente não cairia sozinho.
Pensou em tudo o que aquilo representava: sua sobrevivência e de todos com quem se importava; o universo sete e todos os seus habitantes, que desconheciam a efetividade de um torneio para definir quem seria merecedor da existência; por mero capricho de alguns deuses infantis, que estavam entediados e sem qualquer outro motivo relevante, julgaram a extinção de universos, cujos, os níveis mortais não eram expressivos o suficiente, para continuarem existindo.
Entregou-se ao momento; a fúria e a adrenalina da batalha correndo em suas veias. Elaborou seu plano; iria executar o mesmo ataque que acabou findando sua vida em outra batalha para garantir o mesmo resultado. Ele iria salvar a todos, iria certificar-se que seu mundo sairia vencedor a qualquer custo.
No entanto, da outra vez, seu ato de sacrifício e sua abnegação, mostraram-se inúteis; não dera fim ao demônio, o qual, devido ao seu grande poder de regeneração, voltou a vida matando a todos, sua esposa, seu filho, e todos os terráqueos; por fim, destruindo a terra.
Dessa vez ele sabia, que o resultado teria que ser outro. Seu ato faria diferença e conseguiria assim, aniquilar seu oponente, jogando-o para fora da arena, sem qualquer possibilidade, de se reerguer novamente.
Seu golpe seria definitivo e certeiro, com seu poder elevado ao máximo iria suportar a explosão, confiava em si mesmo, estava muito mais forte, tinha ultrapassado todos seus limites mais uma vez com seu próprio esforço, conforme lhe era de costume. Alcançando os níveis dos Deuses, deixou de lado tentar se igualar ao seu companheiro de luta, amigo e grande rival, eram os últimos representantes de seu findado planeta — que levava seu nome —, descendentes de uma família poderosa de guerreiros: Os Saiyajins. E como Príncipe, possuía plena consciência, que o simbolismo de sua técnica, perseverara a fidelidade, junto a sua raça.
Apenas ele e Kakarotto eram os remanescentes — sangue puro — Saiyajins, no sétimo universo, não conheciam limites, não havia inimigo que não pudessem superar e vencer.
Fazia pouco tempo que descobrira, haver outros Saiyajins no universo seis, porém, estes não eram iguais a ele, haviam evoluído, eram bondosos, gentis e não conquistavam outros planetas com violência e intenções egoístas, eles defendiam, ajudavam e protegiam os outros povos, eram heróis por excelência. Sua contraparte, como uma grande ironia do destino.
Os ataques se chocaram, elevando ainda mais seu Ki, depositando toda sua energia, todo seu orgulho. Ele não abriria mão de nada que lhe era importante, diferente do guerreiro a sua frente, que abdicou de tudo, para ter mais poder, deixando de lado todos seus valores, e este motivo, fora a contestação que fizera o Príncipe, saber que ganharia. Ele aprendeu que não precisava trair a si mesmo, afinal, era o oposto. Seu orgulho, sua promessa, sua família, o deixava ainda mais forte, lhe garantia um motivo, teria a quem retornar, seus princípios eram tudo o que precisava e o faziam ainda mais forte.
O desfecho daquela disputa era eminente, o choque de poderes era ainda mais acirrado, ele gritara ainda mais forte e mais alto.
Viu-se apenas um enorme clarão.
A explosão ressoara por toda a arena.
Ambos ataques eram muito poderosos.
Toppo recaira sobre a arquibancada.
Ele, estava completamente debilitado.
— Ainda não estou morto – proclamou.
O orgulhoso príncipe dos Saiyajins, ressurgira de pé, diante de todos!
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