Notas iniciais
Quem diria que ia escrever algo sobre o Paul Lahote.

Esta fic é minha, ela se encontra noutra plataforma no spirit.A historia foi escrita por mim mas foi publicada no projeto que eu participei como ficrwitter no ImaginesLand, só quero avisar que não é plágio.

Agradeço a @Panxinha pela avaliação, a @KyoRen pela sua paciência para betar e a @Mayumi_Knight pela capa maravilhosa. Obrigada.
Espero que gostem.

[Nome] já estava farta de mudar de cidade. Desde que se lembra, nunca parava em nenhum lugar fixo. Seus pais estavam sempre mudando de trabalho porque queriam uma vida melhor para ela.

Odiava sempre passar pelos processos respectivos quando ia para uma escola nova. Decidiu que ia faltar ao primeiro dia de aulas, porém seus pais não sabiam disso.

Os pais da [Nome] deixaram a filha na escola, sem saber o que ela planejava fazer naquele dia. Despediu-se dos pais dentro do carro com um beijo nas bochechas de ambos e saiu do carro. Esperou que eles fossem embora para começar a sua pequena aventura na floresta que havia ao lado da escola.

[Nome] ignorou os olhares que os alunos direcionaram à ela. Como se nunca tivessem visto alguém novo por ali, já que era muito frequente entrar pessoas novas na escola.

Começou a andar pelo parque de estacionamento e seguiu em direção à floresta, sem saber o que esperava por ela naquela pequena aventura.

(…)

— Deixa de ser preguiçoso Paul. Vai para a patrulha que hoje é a tua vez. — mandou Sam, que tinha acabado de chegar a sua casa e foi abraçar a sua noiva Emily.

— Ele está aqui desde o café da manhã. Como ultimamente não há nenhuma ação, encontra-se desanimado. — revelou Emily que retribuiu o abraço do seu amado.

— Estava muito bem aqui. Só vou patrulhar para não ficar de vela. — resmungou Paul, que se levantou do sofá. Entre os seus amigos, era o único que não tinha namorada, mas já estava farto de ser a vela quando os casais interagiam.

Saiu da casa do seu alfa e foi em direção à floresta, caminhou até ficar bastante longe da casa do Sam e transformou-se em lobo.

Ultimamente a floresta encontrava-se calma. Paul não gostava de patrulhar nesses dias porque não havia muito o que fazer, mas tinham que sempre ficar atentos a algum perigo para proteger a população e a tribo de La Push.

Até a mente de outros lobos não se ouvia, porque naquela hora muitos dos membros do grupo estavam na escola ou a dormir. Dividiam as horas de turno para cada um descansar.

Estava andando calmamente pelos trilhos para ver se não havia algo de estranho por ali, quando ouviu o grito de uma jovem.

— Socorro. Alguém aí? — gritou uma voz feminina, longe do local onde se encontrava Paul.

Ao ouvir o grito, o lobo começou a correr em direção ao grito.

(…)

[Nome] se encontrava dentro da floresta já havia algumas horas. O lugar era único. Quando andava pelos trilhos, podia escutar os pássaros a cantar em cima dos ramos. Aquilo trazia paz a sua vida.

Olhou para o relógio e viu que devia voltar para o colégio. A hora do almoço estava quase a chegar e os seus pais iriam buscá-la no fim das suas aulas. Não queria deixá-los preocupados sem terem notícias e tinha a certeza que os professores iam falar de sua ausência nas primeiras horas do seu horário.

Quando ia dar a voltar para trás pelo que caminho que fez para regressar, viu que alguém seguia e olhava fixamente para si. Só de olhar para o perseguidor, percebeu que devia ser uma pessoa perigosa, pelos olhos vermelhos que olhavam fixamente para ela e as presas à mostra.

— Só agora é que reparou que estava a ser seguida. — falou o vampiro, que começou caminhando lentamente até [Nome].

[Nome] não falou nada para o indivíduo porque tinha medo do que ele podia fazer a ela. Começou andar para trás e começou a correr. Durante a corrida, reparou que encontrava-se muito longe da escola.

Viu que não ia conseguir se livrar do vampiro que corria muito perto dela. [Nome] sabia que não faltava muito para o outro a alcançar e acabar com a sua vida.

— Socorro. Alguém aí? — gritou [Nome] era a única tentativa para se livrar do homem perigoso. Só esperava que alguém estivesse ouvindo.

— Não vale a pena gritar. Ninguém vem te ajudar — revelou o vampiro encostando a jovem contra a árvore. Quando ia atacar, um vulto saltou para cima dele.

Quando [Nome] ia fechar seus olhos para não ver o vampiro a matar, viu um vulto saltar para cima do homem e o atacar.

(…)

Paul, ao chegar ao local onde ouviu a voz de uma jovem, só teve de saltar em cima do vampiro e atacá-lo para que se afastasse dela. Suspirou de alívio ao ver que ela não sofreu nenhum ferimento.

Ao olhá-la, o vampiro aproveitou a deixa para fugir dali. Não estava nada à espera de encontrar com aquele animal. Paul ao ver que o vampiro ia fugir, saltou mais uma vez para cima dele e começou arrastá-lo para longe daquele local.

Depois de ter dado fim ao vampiro, Paul foi na direção onde a jovem ficou. Ela devia estar em pânico pelo perigo que passou naquele momento.

— Moça, pode ficar calma. Está em segurança comigo. — pronunciou Paul ao aproximar-se da jovem e tocou em seu ombro para conferir se estava tudo bem.

— Obrigada por me socorrer. Não sabia o que fazer. — comentou [Nome], que se encontrava a tremer de medo ao perceber que o mundo sobrenatural não existe só em séries, mas sim na vida real.

— É muito perigoso vir sozinha para a floresta. Ainda bem que estava por perto e escutei o teu pedido de ajuda. — explicou Paul ajudando [Nome] a se levantar do chão.

Decidiu acompanhar [Nome] até a escola, já que não sabia qual caminho deveria regressar a Forks. Queria conferir com seus próprios olhos que ia ficar segura, porque poderia haver mais vampiros a solta e atacá-la.

Para tentar descontrair o ambiente, Paul começou a conversar com ela diversos temas e percebeu que tinham muita coisa em comum.

[Nome] nunca pensou que seu primeiro dia na nova cidade iria se encontrar com o perigo. Mas, às vezes, pequenas aventuras com esta trazem pessoas novas para sua vida.

Paul entrou na vida da [Nome] e nunca mais saiu dela porque queria vê-la feliz o resto da vida deles. A partir daquele dia, começaram uma amizade e, quando podiam, sempre estavam juntos nos seus tempos livres.

Notas finais
[Nome] para próxima já sabe que não deve aventurar-se sozinha, principalmente no meio da floresta.
Até a próxima história.
Bjs
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!