Notas iniciais
Galerinha, desculpem-me a demora na postagem. :D

Com uma força aparentemente sobre-humana, ele girou o corpo dela e a ergueu do chão empurrando-a pela borda do tanque aberto e deixando seu rosto acima do etanol. Os vapores queimaram suas narinas.

JM: Qual é a senha? – repetiu. – Me fale. – disse aproximando o rosto dela da superfície. – Qual é?

SC: 1403! – ela exclamou. – Me solte! 1403...

JM: Se estiver mentindo... – ele disse encostando os cabelos dela no etanol.

SC: Não estou mentindo... É meu aniversário... Dia quatorze de março! – ela choramingava. – Senha temporária.

JM: Obrigado, Sophia!

As mãos vigorosas apertaram ainda mais a cabeça dela e uma força esmagadora e empurrou para baixo, mergulhando seu rosto no tanque. Uma dor lancinante queimou seus olhos. O homem a empurrou com mais força afundando toda a cabeça dela no etanol.

Ela continuou submersa, lutando para não abrir os olhos e nem a boca. Seus pulmões queimavam enquanto ela resistia à poderosa ânsia de respirar. Mas o reflexo de inalação dela finalmente a dominou.

Sua boca se abriu por inteiro e seus pulmões se expandiram violentamente, tentando sugar o oxigênio que seu corpo precisava. Em um jato ardente, uma onda de etanol penetrou sua boca. Quando o produto químico desceu por sua garganta até chegar aos pulmões, ela sentiu uma dor que jamais imaginara ser possível. Misericordiosamente, a dor só durou alguns segundos antes de seu mundo cair na escuridão.

James permaneceu em pé ao lado do tanque, recuperando o fôlego e avaliando os estragos.

Ele então jogou o resto do corpo para dentro do etanol.

O homem limpou a mão e então fechou o tanque.

Ele recolheu o cartão de acesso dela.

O Galpão 5 lhe aguardava...

FIM DO CAPÍTULO 8

Notas finais
É curtinho, mas é de coração. :D