Tudo O Que Eu Nunca Falei
21 Corpo
Nunca tinha me sentido tão quente e tão viva, minha vós estava perdida, havia virado outro tipo de som, suspiros, baixos gemidos, naquele momento em que senti viva no nosso segredo.
Uma brincadeira, que virou luxiria, como posso não ter feito algo assim antes? Não tem nada demais. E ao mesmo tempo tem tudo. É conhecimento de quem somos. Conheci de uma nova forma meu corpo.Seus gemidos, ao pé do meu ouvido? Doces, quentes e sexies! Como tudo em você costuma ser. Você é um anjo, mas eu agi como pecadora te ouvindo. Percorrendo minha mão em torno de mim. Meus olhos fechado, meu corpo era um livro em braile que eu queria ler e você me ensinou como o fazer. Na frente e no verso.Corpo quente e minha mente viajava em pensamentos de pecados.Sou feita de carne, e a senti tremer, em minhas pernas bambas em minhas mãos trêmulas. Dor ao sentir o pecado ir de encontro com o que antes era puro, bom no meu caso nem tanto.Dor que se acompanha ao conforto de um prazer.Sim, não há outra palavra para definir; era prazer.Um conhecimento novo, nascido da curiosidade por uma luxuria. Aprendi mais sobre mim naquele pequeno teste semi pratico, que em muitas aulas apenas teóricas.Depois da 00:00 eu tinha me redescoberto. Meus lábios, pressionados e vermelhos, minha boca seca, e meus olhos faiscantes; é essa a sensação que meu corpo pode me dar? Soube que posso ter mais! Mas meu professor me indicou esperar, manter a curiosidade da prova prática para um momento de certeza e calor e não apenas curiosidade e luxuria. Esse calor se faz a doi, luxuria se faz um.Então até a hora do calor chegar, farei luxurias. Por que quero estudar meu corpo. Ver nos testes o do que sou capaz. Uma primeira vez, um segredo, meu e seu, tão iguais, guardarei seus gemidos e você guardará os meus. Por que esse som é uma bela melodia.
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