Tudo Mentira?
1 Prólogo
Notas iniciais
Prólogo
Por Edward.
- Edward você realmente acha isso uma boa idéia? – Meu cunhado indagou enquanto eu fechava minha pasta.
- O que pode acontecer demais Jasper? – perguntei. – Você e Alice saberão onde eu estarei qualquer coisa saberão onde me encontrar. E será apenas uns meses... — terminei de arrumar minhas coisas e levantei.
- Quantos?
- Não sei, dois, três, quatro. Não passará de um ano. – brinquei e Jasper ficou branco, feito papel, ri da cara dele.
- Edward isso não tem graça. E a empresa? – perguntou nervoso
- Eu confio em você – respondi simplesmente colocando o paletó.
- Mas tem assuntos que apenas você poderá tratar...
- Alice é tão dona daqui quanto eu Jasper, ela pode muito bem tomar decisões sozinha, e eu confio na minha irmã e ela terá você para ajudá-la.
- Eu sei, mas se perguntarem por você o que direi?
- Alice já inventou uma desculpa, de qualquer modo eu estarei em algum lugar perdido do mundo tirando umas boas férias merecidas para todos.
- Eu não sei Edward, você é um dos maiores executivos do mundo, é conhecido por sua caridade em tudo quanto é parte, qualquer um poderá lhe reconhecer como você acha que pode se esconder?
- Fácil, mudar minhas aparência. – dei de ombros.
- Como assim?
- Sabe a cor de cabelo, meu jeito entre outras coisas.
- Não sei não Edward. E onde você pretende tentar ficar escondido.
- Fiz uma busca a fundo e bem, uma cidadezinha no noroeste de Washington, Forks.Um lugar bem isolado, ninguém com certeza ira me reconhecer.
- Bem se você diz.
- Eu preciso disso Jasper. – esfreguei meus olhos. – Se não eu vou enlouquecer.
- Entendo.
- Vou indo, passo na sua casa para despedir de Alice.
- Tudo bem. – abri a porta para sair daqui mas parei com a pergunta de Jasper. – E Paola? – suspirei desanimado.
- Já esta resolvido. – ele assentiu. – Até mais tarde então.
- Até.
Fui para o elevador privado, normalmente eu não o usava, preferia pegar o convencional, não era porque eu era o dono que eu tinha que me sentir acima de todos, eu tentava mostrar para todos que eu não era que nem meu pai, o que é um pouco difícil. Ninguém devia saber que eu estava saindo essa hora se não desconfiariam.
Eu não agüentava mais, era muito peso sobre minhas costas, eu precisava mesmo de férias, mais não importava onde eu fosse qualquer um poderia me reconhecer, até a idéia louca se abater sobre mim, por que não? Ir para uma cidade pequena, onde ninguém me reconheceria, mudar um pouco a aparência e as roupas, todos sempre me viam de terno e gravata, usar roupas simples me mudaria por completo.
O que de mais poderia acontecer? Dois ou três meses não me afetariam em nada.
Pelo menos era o que eu esperava.
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