Notas iniciais
Oiee, Quero dedicar essa cap a Tatyc, obrigada por cada incentivo, comentário e por sua Recomendação que A-M-E-I *0* ....e a Lana menina amei seus comentários e pode deixar que estou arranjando um esquema ai para o Garrett com vc ok? kkkkk

ps: Links serão colocados depois, estou no pc do meu serviço e num consigo entrar no face hj u.u

Postada:14/08/2013

14° — Capitulo



Por Bella



– Primeiro se acalme sim? — ele falou e nesse momento senti que estava tremendo muito ele se aproximou e colocou um roupão envolta do meu corpo – que eu nem tinha percebido que ele segurava – e me abraçou. – Me conte o que esta acontecendo.



– É Liam... Não podemos perder tempo, por favor, me leve para o hotel e depois para o hospital te explico depois, só que não agora, por favor, eu te peço. – Pareceu se passar uma eternidade antes dele assentir.



– Mas é claro que te levo, mas tente se acalmar, por favor. – ele beijou minha testa — vamos nos trocar que te levo. – assenti e fui pegando minhas roupas que achava pelo caminho colocando-as rapidamente.



Estava terminando de calçar as sandálias quando Edward apareceu já todo vestido.



– Vamos. – assenti e queria correr, mas minhas pernas estavam bambas de nervoso, eu ainda não estava raciocinando direito, não acreditava que estava acontecendo isso, por favor, meu Deus que não seja nada de grave, por favor, eu te peço, rezei mentalmente Edward estava ao meu lado segurando minhas mãos.



Entramos no elevador e bati meus pés impacientemente parecia uma eternidade descer todos aqueles andares, mas era mais rápido que de escada. Mordia os lábios fortemente tentando conter as lágrimas que queriam vir e sabia que não era a melhor hora para isso. Tinha que ser forte, por Liam ele não precisa de uma mãe desesperada.



– Eu não sei o que esta acontecendo. — Edward falou quebrando o silêncio de dentro do elevador. – Sei que quando chegar o momento você vai me contar o que se passa, mas deixe-me ficar ao seu lado agora Bella. – as lagrimas que antes que tentava segurar caíram livremente. – Não chore. – ele falou me abraçando. – Tudo vai ficar bem. – não disse nada, não sabia o que dizer.



As portas do elevador se abriram e saímos no subsolo onde fica o estacionamento Edward acionou o alarme de uma BMW branca e logo tratei de entrar, não demorou muito já estávamos na avenida, agradeci mentalmente pelo hotel que estava hospedada fosse perto da empresa, em menos de quinze minutos estávamos parando em frente ao mesmo.



– Vou esperar no carro, melhor do que ter que entregar a algum manobrista. – Edward falou enquanto parava o carro. Assenti e saltei do mesmo, corri o máximo que me era permitido por conta dos saltos, maldita hora que resolvi coloca-los, por sorte o elevador estava no térreo entrei nele apertando o botão para meu andar. Respirei fundo tentando me acalmar minha pulsação soavam em meus ouvidos e eu estava trêmula, retirei meus saltos ficando descalça sem me importar.



As portas se abriram e me apressei em ir para meu quarto retirei o cartão da minha bolsa entrando num rompente.



– Sophie! – praticamente gritei entrando.



– Aqui no quarto. – segui em direção ao mesmo, a encontrando sentada com Liam em seu colo choramingando.



– Como ele esta? – perguntei o pegando em meu colo, senti seu corpo molinho e mais quente que o normal.



– Agora esta mais calmo, antes estava chorando em plenos pulmões, e pedi a recepção um termômetro e sua temperatura esta 37,5.



– Oh meu anjo me perdoe por não ter estado aqui quando você precisava. – falei beijando sua fronte. – Pegue as coisas dele Sophi, por favor, temos uma carona.



– Garret?



– Não, o pai dele. – Sophia arregalou os olhos. — Depois explico.



– Tudo bem mais Marie, não quer trocar de roupa? – Então reparei que estava de vestido e descalça.



– Merda. O segure. – passei Liam para ela pegando a primeira roupa que vi, ou seja, a que estava usando antes de sair, coloquei o Jeans a camiseta e o chinelo, em menos de dois minutos estávamos saindo do quarto.



– Ele já sabe? – Sophia perguntou apontando para Liam



– Não. – suspirei. – Depois direi, mas não agora. – ela assentiu.



Saímos do elevador em direção à porta, assim que saímos Edward estava andando de um lado para o outro, mas parou assim que nos viu, senti meu coração perder uma batida no momento em que ele pousou os olhos no pequeno embrulho em meus braços, e olhou novamente para mim, podia sentir a pergunta em seu olhar, mas não era momento de falar nada.



– Conhece um hospital por aqui perto? – as palavras saíram arranhadas em minha garganta.



– Sim. – falou e abriu a porta detrás entrei com Sophia em seguida. Ele fechou a porta e logo estava entrando pela do motorista. — O que ele tem? – perguntou depois de um tempo em silêncio.



– Não sei. – minha voz saiu embargada. – Esta febril. – ele assentiu e depois não falou nada, olhei de canto para Sophia que me deu um sorriso fraco e retribui. Voltei minha atenção a Liam que estava inquieto, mais não chorava mais. – Calma meu príncipe mamãe esta aqui, você é forte. – sussurrei para Liam e beijando seu rostinho quente. Olhei para frente e meus olhos cruzaram com o de Edward pelo espelho retrovisor, mas foi ele a quebrar o contato.



Voltei minha atenção para Liam, quase vinte minutos depois parávamos em frente ao hospital, Edward saiu e abriu a porta do meu lado ajudando-me a sair.



– Bella... – o olhei ansiosa. — ... Eu vou estacionar o carro e já vou.



Apenas assenti e entrei no hospital com Sophia atrás de mim, fui diretamente à recepção e uma enfermeira me atendeu expliquei o que estava acontecendo e ela logo me encaminhou para o terceiro andar onde o médico de plantão estava.



– Ligue ou mande uma mensagem para Garret e explique o que aconteceu. – falei para Sophia enquanto esperávamos na sala de espera quase vazia.



– Ok. – ela falou pegando o celular. – Marie? – a olhei. – Se ele perguntar o que você vai dizer?



– Não sei Sophi, realmente não sei. – suspirei fechando os olhos e apertando mais Liam em meu peito, agora ele dormia, mas um sono agitado. – Por mim falaria agora, mas não é momento nem local para falar sobre isso. Eu ia dizer depois de... – mordi os lábios.



– Estava com ele não é? – assenti. – Entendi... Eu... Bem eu vou ao banheiro e já volto. – assenti, e continuei minha atenção ao meu anjo fazendo carinhos leves em sua bochecha e dizendo palavras carinhosas.



– Bella. – olhei para o lado e vi Edward que entrava nesse momento e se aproximava, puxei mais a manta sobre Liam, mais sabia quem e o que eu queria esconder. – Já foi atendida? – neguei, pois sabia que não conseguia falar. Ele se sentou no banco vazio ao meu lado e notei que me olhava, vire a cabeça e fiquei presa em seu olhar. – Ele... Ele é... Seu filho? – parei por um momento me sentindo sufocada e meu coração passou a bater mais rápido, abri a boca para responder mais nada saia, então assenti lentamente. – Quem é...



– Liam Swan. – a enfermeira chamou e levantei pegando sua bolsa que Sophi havia deixado. — Sala dois com a Doutora Rebecca. — assenti indo em direção à sala que ela indicava. – O pai pode entrar também. – ela falou sorrindo e estaquei sentindo meus olhos se arregalarem e agradeci por estar de costa para Edward.



– Ele não... Ele n...



– Sou apenas um amigo. – o escutei falando e suspirei ao mesmo tempo aliviada e com um aperto no coração suas palavras me feriram como... Depois de tudo que passamos não tivesse sido nada.



– Oh desculpe. – a enfermeira disse. – Mais se quiser acompanhar sem problemas, normalmente é bom ter um acompanhante ainda mais com a mãe de primeira viagem. – ela falou gentilmente e queria que ela parasse de falar, sabia que a culpa não era dela, mas esse não era o melhor momento.



– Se não tiver problema, Bella? – assenti e ele se levantou. – Deixe que eu leve. — falou pegando a bolsa de Liam de meu ombro.



Entramos no consultório e uma mulher de quase quarenta anos com cabelos loiros nos recebeu.



– Bom dia. – ela sorriu. — O que se passa com esse garotão?



Comecei a relatar tudo que Sophia tinha me passado, os enjoos, choro e parecia ter dificuldade de respirar.



– Essa é a primeira consulta que não seja de rotina dele? – ela perguntou e assenti e escreveu mais algumas coisas. – Bem mãe o coloque na maca apenas com a roupa mais leve, ou só de frauda, vamos examinar ele para ter certeza que não seja nada grave. – Assim que ela falou grave pensei que desmaiaria, levantei e coloquei Liam na maca e ele tinha acabado de acordar e estava com a testa franzida e seus olhos estavam começando a marejar.



– Calma anjo, a tia não vai te machucar — falei e o deixei apenas com o body azul claro. Afastei-me e deixei a doutora o examinar, fiquei mordendo a unha ansiosa.



Quase cinco minutos depois a doutora se afastou e tratei de vesti-lo novamente enquanto ela voltava para sua cadeira, assim que terminei o peguei e sentando novamente, um minuto de silêncio se passou enquanto ela escrevia, comecei a balançar a perna impacientemente, mas parei assim que senti uma mão sobre meu joelho, olhei para Edward e sibilou um calma para mim e assenti.



– Bem pais. – ela começou e nem a corrigi. – Devo dizer que não é nada grave, é apenas uma gripe, por isso a dificuldade de respirar às vezes, por conta da coriza, e isso faz com que ele fique nervoso e chorão. – ela brincou. – É normal os pais ficarem nervosos com algo assim, mais o bebe de vocês esta ótimo e saudável para os quase quatro meses, a altura e o peso certo, bem aqui esta a receita, — ela me entregou os papéis, — e aqui no final do corredor temos uma sala de medicamento, só entregar para enfermeira que ele vai tomar uma injeção para essa gripe que vai ajudar.



– Tudo bem. Obrigada doutora.



– Que isso é meu trabalho. – sorriu. – Acho que é só isso? – assenti. – Então qualquer coisa é só voltar.



Agradeci novamente e sai com Edward atrás de mim.



– Ela achou que eu fosse o pai também... – fiquei quieta e continuei caminhando. Chegamos à sala de espera e Sophi nos aguardava.



– Vocês tinham acabado de entrar quando voltei. – ela explicou. – E como ele esta?



– É apenas uma gripe. – então expliquei resumidamente a consulta.



– Ah menos mal então. Você nos assustou seu sapeca. – ela falou mordendo os pés de Liam e ele se remexeu. Sorri e olhei para Edward que estava sério e nos olhava atentamente, será que Liam mostrava alguns de seus traços?



– Eu... Obrigada Edward por nos trazer aqui, você me salvou. – falei me aproximando dele e sorri. – Sei que temos muito a conversar, mas esse não é o melhor lugar e nem hora, só peço que tenha um pouco de paciência que lhe explicarei tudo. – no final minha voz estava embarcada. – fechei os olhos e suspirei.



– Bella. – abri meus nos lhos e o mirei. – Eu tenho tantas perguntas em minha mente que... Eu vou esperar droga eu não quero mais irei. – ele sorriu tristemente e colocou a mão em seu rosto. – E vou esperar como tenho esperado ao longo desses meses. – senti meus olhos marejarem diante de sua declaração mordi o lábio tentando me controlar.



– Edward eu...



– MARIE! – assustei-me com o grito e olhei para a porta e vi Garret ofegante. – Oh meu Deus o que aconteceu? Liam esta bem? – perguntou entrando na sala e vindo em minha direção e me abraçando. – Porque não me ligou na hora? Não importava que horas fossem sabe que não me incomodaria e...



– Garrett esta tudo bem agora, — tentei o acalmar. – Liam esta só com uma gripe, eu que me desesperei a toa como mãe de primeira viagem.



– Sei, mas... – ele olhou para Edward como se o tivesse notado agora. – Edward? O que faz aqui? – perguntou e Edward o mal olhou estava me olhando e vi pelo seu olhar que ele fazia seu próprio julgamento, melhor seria deixa-lo acreditar no que quisesse, mas eu não seria tão hipócrita a esse nível.



– Ele...



– Já estou de saída não se preocupe primo, até mais Bella. – disse se virando.



– Edward... – ele parou. – Eu... Quer dizer, obrigada por nos ajudar. – covarde.



– Imagina, mas agora não precisa mais de minha ajuda já que o... – ele balançou a cabeça e se foi. O vi sumir e uma vontade absurda de chorar começou a brotar de minhas entranhas.



– Marie? – olhei e uma lágrima rolou por minha face. – Não disse a ele não é? – apenas assenti e ele me abraçou e permiti as lágrimas caírem livremente.



***



– Pronto, pronto, já acabou meu príncipe. – falava tentando acalmar Liam que chorava em plenos os pulmões depois da injeção.



– Isso porque ele é calmo. – Garret falou e ri.



– Agora só tenho que pagar o hospital e já podemos ir.



– Deixe que eu...



– Não Garret deixa comigo. — o cortei e fomos à recepção onde tinha que pagar. – A conta de Liam Swan, por favor.



– Sim, só um momento. – ela falou e começou a digitar. – Bem senhora a conta já foi paga. – olhei de cara feia para Garret que me olhou confuso.



– Não fui eu. – dessa vez eu que fiquei confusa.



– Moça poderia me infirmar quem pagou?



– Sim, foi o senhor Edward Cullen.



– Obrigada. – me obriguei a responder, Garret me olhou e preferi não responder.



Estamos saindo do hospital quando tive impressão de ter ouvido meu nome. Parei e balancei a cabeça, deve ter sido apenas impressão mesmo.



– Bella, Garret. – ouvi dessa vez mais próximos olhei para trás e vi nada mais e nada menos do que Alice vindo em nossa direção acenando. – Oi para vocês. – falou quando estávamos próximos o suficientes



– Olá Alice, tudo bem?



– Sim, só com um enjoou esquisito e por isso vim aqui em pleno domingo, e vocês o que fazem aqui no hospital?



– Meu filho estava com febre. – falei rapidamente e ela arregalou os olhos, e mordi minha boca.



– Seu... Filho? – falou pousadamente. Assenti — Oh, eu... Posso vê-lo?



– Claro. – Peguei Liam no colo de Garrett e mostrei para ela.



– Mais que lindo, — falou pegando na mão dele — parabéns e eu não sabia Edward... Quer dizer, quantos meses têm?



– Quase quatro.



– Nossa ele é tão miudinho, mal vejo a hora de ver o meu. – ela falou pousando ambas as mãos no estomago pouco inchado.



– Ele nasceu pré-maturo, mas já cresceu muito.



– Entendi. – ficamos em silêncio e ela continuou a olhar de testa franzida. – Bem eu tenho que ir, foi bom ver vocês e prazer – disse a Sophi. — Alice Cullen Halle.



– Sophia, babá de Liam – ela sorriu e se despediu de nós com um beijo no rosto.



– Isso esta sendo no mínimo esquisito. – Garret comentou. – Bem acho que nenhuma das duas senhoritas tomaram café. Certo? – assentimos. – Então vamos.



Pov da Autora



Ela estava realmente confusa, Bella tinha um bebê, será que Edward sabia de tal fato? Talvez não, teria lhe dito algo se soubesse, mas aquele bebê parecia que ela já tinha o visto em algum lugar, balançou a cabeça talvez fosse só imaginação, todos os bebês eram iguais.



Assim que o carro parou saiu sem ao menos esperar por seu motorista abrir a porta, o cumprimentou e entrou na sua antiga casa. Sua mãe estava esperando para o típico almoço em família de domingo, amava sua mãe, Esme era uma pessoa maravilhosa, mas depois da morte do marido que amava apesar de tudo se tornara um pouco ranzinza e fria, mas sabia quem lá no fundo aquela mãe que a embalava no colo quando se machucava ou tinha um pesadelo estava lá, apesar de dona Esme tentar parecer indiferente a seu primeiro neto, Hector, era uma vó incrível, notava que sua mãe sofria por cada filho seu ter criado suas próprias raízes, nem todos, Edward ainda estava se encaminhando, e se tudo desse certo quem sabe um casamento no final do ano e um novo membro para família... Alice franziu o cenho quando um pensamento a atingiu, mais logo afastou.



– Mãe? – perguntou assim que entrou na casa enormemente silenciosa.



– Esta na estufa menina. – Charlotte, a velha cozinheira disse aparecendo pela a porta da cozinha.



– Ah obrigada Charlotte, e como você esta? – Alice perguntou em um tom informal, apesar de ser viúva Charlotte odiava que a chamasse de senhora, e ainda mais a menina que via a sua frente que a acompanhou desde o nascimento.



– Bem minha querida, que bom que chegou cedo sua mãe esta um pouco triste hoje, pouco falou desde que levantou e ainda mais naquela mesa enorme, tomando café sozinha, era de se cortar o coração. – Alice sentiu um pequeno aperto no coração, às vezes tinha vontade de voltar e morar com sua mãe, mas agora tinha uma vida, um marido e logo um filho e sempre quisera sua independência desde criança, e agora que finalmente já tinha queria voltar ao casulo ao qual foi criada.



– Ah Charlotte não gosto que ela fique assim. – a cozinheira assentiu então algo o correu a Alice. — Mas e Edward, saiu cedo?



– O menino Edward nem voltou da festa de ontem, não deixou nenhum recado apenas disse a Joseph que poderia voltar para casa, e bem ele é jovem e bonito deve ter saído para se divertir depois... – Charlotte deixou claro o rumo de seus pensamentos.



– Pode ser. – Alice falou suspirando. – Mas não é do feitio dele dormir em algum lugar, só espero que não tenha sido Paola a fonte de diversão dele.



– Eu também espero menina. Bem vou começar a cortar os legumes para o almoço, que domingo é um dia que ou passa rápido ou devagar. – Charlotte disse enquanto voltava à cozinha.



Alice pegou o caminho rumo a estufa que ficava no fundo da casa, a tempos que não ia ali no canto reservado de sua mãe, chegando viu a mediana casa de vidro que era possível ver a cores das mais variadas rosas, entrou pela pequena porta lateral e aquele cheiro perfumado e o ar fresco penetrou suas narinas, ali definitivamente era um lugar para se buscar paz.



– Mamãe? – chamou andando-a entre as fileiras de rosas, mas não obteve nenhuma respostas. – Mãe?



– Aqui minha filha. – escutou a voz de sua mãe e seguiu em direção da mesma, encontrando Esme com luvas de jardineiro, mudando uma muda de um vaso para o outro.



– Oi mãe mais linda do mundo. – Alice falou se aproximando e levantando o rosto de sua mãe para lhe dar um beijo em sua bochecha e assim que seus lábios tocaram a face da mulher a sua frente sentiu um pouco úmida e estranhou. – Esta bem?



– Mais é claro que sim, porque não estaria? – a senhora a sua frente falou sem ao menos lhe dirigir o olhar.



– Não minta para sua única filha Dona Esme.



– O que você quer saber filha. – Esme falou se virando para sua única filha, e a mesma viu os olhos marejados de sua mãe.



– Porque a senhora esta triste, e chorando.



– Por nada,



– Por nada? Sei ninguém chora por nada mamãe, seja por algo bom ou ruim. Sempre há um motivo. Conte-me. – Alice falou sentando no banquinho ao lado da mulher que lhe dera a vida.



– Me sinto tão sozinha às vezes filha. – disse finalmente depois de um tempo. – Você, Emmett já são casados e estão formando uma família logo será a vez de Edward, e ele não vai querer morar mais com uma mãe ranzinza ao lado dele e essa casa é imensa, já pensei que quando isso ocorrer poderia me mudar para um lugar menor e deixa-la para Edward, mas essa casa... Me trás tão boas lembranças, ainda mais de seu pai, apesar do jeito turrão dele o amava, e essa casa foi uma prova de tudo que passamos e acho que não teria coragem de larga-la, mas se eu ficar e Edward for... Bem a casa parecerá bem maior. E não sei se ele continuará por aqui perto que nem você, ou longe que nem Emmett. Já quase perdi um filho meu não quero ter que passar pela provação de quase perder outro. Por isso fico tão insistente para ele reatar com Paola, ela nunca me fez nada de mal, é uma mulher muito doce, apesar do temperamento forte, mas penso se ela casar com ele tenho uma chance de fazê-lo morar aqui ainda, do que ele encontrar outra mulher que a última coisa que vai querer é morar com sua sogra. – Esme falou tudo que estava engasgado em sua garganta, lágrimas silenciosas banhavam seu rosto.



– Minha mãezinha querida. Não fique assim que corta meu coração. – Alice falou com a voz embargada mais segurou as lagrimas. – Sabe que te amamos muito e nunca vamos lhe esquecer, sei que não tem sido fácil para a senhora desde que papai morreu, — Alice fungou. – Mas ainda estamos aqui como uma família e apesar de estarmos longe às vezes sempre estaremos perto de você.



– Oh minha filha eu sei, eu sei, só que bem não se preocupe, é apenas uma velha já tendo uma crise. – brincou Esme. – Bem, me acompanha até meu quarto, tem uma pintura que gostaria de lhe mostrar.



– Mas é claro mãe.



– Então me deixe só terminar esse vaso, esta bem? – Sua filha assentiu e foi olhar umas das muitas rosas espalhadas e em meio a elas encontrou pequenos retratos seus e de seus irmãos, de datas festivas, aniversários, e uma que estavam todos, olhou para seu pai e sentiu saudades.



– Vamos? – Esme a chamou. Alice virou seguindo sua mãe no caminho de volta a sua casa. – Por acaso viu Edward?



– Não quando cheguei Charlotte disse que não tinha chego.



– Ele não costuma fazer isso, nem mesmo quando estava na faculdade.



– Edward sempre foi um exemplo mãe, mas não quer dizer que é um santo. – Alice disse com um tom brincalhão. – Deve estar por ai se divertindo com uma... Mulher.



Quem sabe não seja Paola essa mulher. – Esme disse e sorriu quando sua filha fez uma careta. Mas logo ele chega nunca perde um almoço em família, bem só quando... Bem você sabe.



Sim sabia, só quando tinha fingido uma viagem para sua mãe e se aventurado numa pequena cidade denominada Forks. Assim que ambas chegaram ao quarto rústico, Esme foi logo retirar o pequeno pano que cobria a tela, Alice já olhava ao redor do quarto onde tantas vezes quando pequena tinha entrado para dormir com seus pais.



– O que acha querida? – Esme perguntou nervosa.



– Oh... Esta lindo mamãe, maravilhoso, me pergunto como não pude nascer com esse seu dom. – Alice falou olhando para perfeita pintura de sua mãe, titulado de amanhecer, as cores suaves das montanhas, a cor forte das flores, e o amarelo alaranjado do sol eram ótimos e traziam uma emoção única, sua mãe com certeza tinha um perfeito talento para pintura.



– Estou pensando em da-la a Edward para colocar naquela sala sem graça dele da empresa.



– Com certeza ele adoraria mãe. – Alice sorriu para sua mãe.



Ambas começaram uma breve conversa sobre pintura, a discussão fluía bem ate os olhos de Alice pousarem em uma de muitas fotos que se faziam presente no quarto de sua mãe, era de um bebê que não devia ter mais do que 4 meses usava um macacão azul tão claro que daria para se confundir com o branco, mas o que mais chamou-lhe a atenção foi as feições do bebe, e sentiu seus olhos se arregalarem e sua boca escancarar de surpresa, agora sabia porque o bebê de Bella era tão familiar, afinal acabara de descobrir que era a cara de seu irmão.



Por Edward



Provocar um acidente com certeza não era algo que estava proposto a fazer, e sabia que pela maneira que estava dirigindo provavelmente causaria isso, tinha tantas perguntas não respondidas, estava confuso e com raiva, para falar a verdade nem sabia o que se passava, são tantas coisas que se passam em minha mente.



Tinha reencontrado Bella, tentei me aproximar e quando finalmente consigo o suficiente para finalmente tentar colocar nos eixos faço a besteira de tê-la em meus braços novamente, não que me arrependa ou algo do tipo, mas sabia que não era o momento propício de torna-la minha novamente. E depois da maravilhosa noite que tivemos novamente como da outra vez fomos interrompidos, me perguntava quando é que acordaria com ela em meus braços sem isso acontecer.



E agora estava extremamente confuso, Bella tinha um filho, porcaria um filho de outro, talvez de Garrett, imaginar outro homem a tocando em lugares que sabia que a deixavam louca era o suficiente para me deixar louco de raiva, Bella era minha. E minha vontade era de matar qualquer um que tivesse ousado a toca-la.



Uma buzina me fez sair dos meus pensamentos homicidas.



Continuei a dirigir pela cidade tentando me acalmar, eu tinha agora que pensar muito, antes era uma coisa ter apenas Bella para me preocupar, agora tinha Liam no meio, um filho dela, e independendo do pai, eu o teria para mim também. Pois se não fosse Garrett o pai, e eu torcia para que não fosse talvez fosse mais fácil.



Vi a preocupação em sua voz e ações quando a levei ao hospital, ela amava aquele menino incondicionalmente, eu queria exigir respostas assim que ela tinha entrado em meu carro, mas não era hora nem o momento. Por isso me contentei com o silêncio, quando chegamos ao hospital mal me contive e tive que ouvir de sua própria boca se o filho era seu, e quando ia perguntar quem era o pai fui interrompido.



Então pensei em esperar pacientemente pela consulta e depois de pagar a conta do hospital e leva-la novamente para o hotel a ajudaria no que fosse preciso e depois faria minhas perguntas e quem sabe com sorte ela responderia. Enquanto formava meus planos fui interrompido pela enfermeira e quando a mesma achou que eu fosse o pai eu travei, eu queria dizer que sim que eu era o pai, pois algo dentro de mim disse que era o certo a se fazer. Mas quando Bella começou a negar e me contentei em dizer que era apenas um amigo.



Mas quando a médica disse nosso filho nenhum de nós a corrigiu e gostei disso, queria dizer para Bella que independentemente de quem fosse o pai eu criaria como se fosse meu próprio apesar de tudo, eu queria ambos na minha vida agora. Saímos do consultório e não pude conter minha língua dizendo que a médica também achou que eu fosse o pai, e quando ela falava isso meus olhos iam furtivamente para Liam, algumas coisas nele me lembravam de algo como se já tivesse o visto em algum lugar, mas bebes eram muito parecidos às vezes, e talvez fosse apenas imaginação minha.



Senti uma vibração em meu bolso e olhei para meu celular. Alice. Joguei-o no banco do passageiro, pois não estava com paciência para falar com ninguém no momento, passei a dirigir mais um pouco.



***



Já era quase meio dia quando entrei em casa, estava cansado, mas não tinha o que reclamar sobre isso, um sorriso brincou em meus lábios quando me lembrei da noite anterior quando a tive em meus braços novamente, agora entendia porque seu corpo estava um tanto diferente mais maduro.



Vi o carro de Jasper e lembrei que teríamos o almoço de família, estava tão distraído que mal me lembrava, minha mãe fazia questão dele, só não participei quando estava em Forks, foi à época que mal falei com ele, tomaria só um banho então.



Entrei pela porta da frente mesmo, estava indo para escadas quando Alice apareceu.



– Lembrou que tinha uma casa? – disse sinicamente. – Estou te ligando a mais de meia hora.



– Não o ouvi tocar. – menti. – Vou tomar um banho e depois falamos. – falei enquanto subia as escadas.



– Mas preciso falar com você. – ela falou me seguindo.



– Depois Alice.



– Mas é urgente.



– Alguém morreu? – perguntei já no corredor.



– Não, Deus me livre, mas...



– Então pode esperar. – simplesmente falei e fechei a porta em sua cara, retirei minhas roupas de qualquer jeito e nu já entrei no meu banheiro ligando uma ducha morna, deixei a água cair sobre meu corpo relaxando meus músculos com o contado, e tentei não pensar em nada me concentrei apenas no suave barulho da água caindo contra o chão.



Quanto tempo já tinha se pesado não sei, mas me lavei sem pressa nenhuma ensaboando meu corpo e imagens da noite anterior, das pequenas mãos de Bella...



– Merda. – respirei fundos várias vezes tentando me acalmar, mas foi em vão, um arrepio subiu por minha coluna e meu coração começou a bater mais forte, todo meu sangue parecia se concentrar em meu pênis que estava tão inchado e duro que podia explodir no mais simples toque, ou apenas na minha imaginação.



Suas mãos em meu membro o agarrando firmemente e o movimentando lentamente...



Segurei meu pênis firmemente e fechei os olhos deixando as lembranças tomarem posse da minha mente, suas curvas deliciosas, seus gemidos quando eu entrava em seu corpo, o calor e a umidade de sua feminilidade abrigando meu membro dentro dela, o seu gozo escorrendo por meu pau deixando-a mais lubrificada (escorregadia?) os movimentos mais fortes e duros sua respiração ofegante...



– Oh... Bella... – gemi esfregando meu pau freneticamente para cima e para baixo o apertando, estava tão perto, mordi os lábios para evitar um urro alto sair, a última coisa que precisava era alguém saber o que estava fazendo, senti meu corpo começar a formigar com aquela sensação única, meu pênis inchou então liberou meu gozo, continuei com os movimentos ate me aliviar totalmente.



Ainda ofegante limpei os vestígios de minha semente, liguei a ducha na temperatura mais baixa que era permitida, se não começaria tudo novamente, pois um simples pensamento em Bella me deixava ativo.



Terminei de me lavar peguei uma toalha me enxugando por cima e a enrolando em minha cintura e outra coloquei em minha nuca, sai do banheiro e ouvi uma batida forte na porta seguida de uns gritos pouco compreensivos.



Abri a porta num rompente e Alice quase caiu, mas a segurei a tempo.



– Esta louca fazendo esse barulho todo, sabe que não pode ficar agitada.



– o que mais queria? Esta a mais de meia hora nesse quarto e não me responde, já estava a ponto de chamar Jasper e derrubar essa porta, já estava imaginando que tinha escorregado batido a cabeça e ficado inconsciente, ou ter tropeçado na banheira e ...



– Alice menos paranoia sim, agora que viu que estou bem pode me dar licença para eu me trocar?



– Não, não, você já me fez perder muito tempo, o que tenho para dizer é muito importante Edward, mas antes onde estava na noite anterior? Mamãe disse que não veio para casa e não deixou nenhum recado, ela ficou preocupada sabia, podia pelo menos ter falado dito que não voltaria, só espero que não tenha estado com nenhuma vadia, principalmente uma certa, antes de ir embora a vi praticamente lhe agarrando na frente te todos, então acho que se pretende reconquistar Bella devia deixar sua ex amante longe disso...



– Alice! – chamei-a a interrompendo minha cabeça logo iria explodir de tanto que falava. – Não estava com nenhuma vadia, e sim com uma mulher, e só para você saber essa mulher era Bella. – seus olhos se arregalaram diante de minha declaração.



– Não. Acredito. – ela enfatizou suas palavras. – Então conversaram? Acertaram-se? Vocês passaram a noite juntos? Mas conversaram? Resolveram-se? E foi tão fácil assim? Conte-me o que aconteceu, vamos Edward!



– Tentamos conversar. Alias eu falei quase tudo o que tinha para dizer, só que nós.. Bem nós.



– Vocês transaram. Tipicamente masculino, homens, homens, que só pensam com a cabeça debaixo nesses momentos.



– Nem comece Alie ela queria tanto eu, então não mereço ser apenas eu o responsabilizado.



– Bem mais devia ser forte e resistir.



– Para um homem é difícil resistir quando se passa mais de um ano sem uma mulher em sua cama. – falei frustrado, e Alice me olhava boquiaberta. – O que foi? Acha que só vocês mulheres que conseguem passar um bom tempo sem sexo? Não tive ninguém depois de Bella, e pretendo nunca ter mais nenhuma mulher, iremos nos resolver eu tenho certeza.



– Se tivessem conversado antes de pular para reconciliação, talvez fosse mais fácil.



– Estava disposto a colocar tudo no eixo pela manha, mas bem fomos interrompidos novamente.... E Bella tem um filho. – suspirei.



– Então já sabia e não me contou.



– Você sabia?



– Bem fiquei sabendo hoje, quando estava saindo do hospital, e bem é por isso que precisava falar tão urgentemente com você...



– Também fiquei sabendo hoje quando a levei para o hospital, — Alice me olhou com a pergunta em seu olhar. – A baba do bebê de Bella ligou dizendo que o menino estava meio ruim, Bella me fez leva-la ao hotel e depois ao medico, a mesma disse que me explicaria depois, mas não precisou não depois que Garret chegou... Ele... Ele deve ser o pai de Liam, e se não for provavelmente ele cuidou desde que ele nasceu, e talvez ele e Bella tenham algo e... Cacete não sei o que pensar... Eu devia ser o pai deLiam, quando entrei naquela sala e fiquei para consulta dele, me senti tão bem, eu que gostaria de lhe segurar enquanto Bella falasse com a medica, sentir aquele calor em meus braços... Eu os quero para mim Alie e vou lutar por eles.



Alice ficou muda, mas pela sua expressão estava impressionada pelo o que disse depois de piscar ela retirou um pedaço retangular de sua pequena bolsa.



– Bem então acho que você pode fazer isso agora mais do que nunca. – disse me entregando o papel, e vi que era uma foto olhei e vi Liam ali.



– Como você tem uma foto dele? – ela revirou os olhos.



– Olhe bem Edward. – continuei olhar sem entender. – Olhe atrás. – virei à foto e bem pequeno num dos cantos estava escrito.



“Edward 4 meses”



Senti meus olhos arregalarem e meu coração perdeu uma batida e começou a bater freneticamente, não... Isso não podia ser verdade ou podia... Olhei par Alice que sorria brilhantemente para mim.



– Não pode ser. – falei abobalhado. – Ou pode. – Alice assentiu. – Então quer dizer que Liam pode ser... Ele é...



– Ele é seu filho Edward.



Falou e senti meu mundo virar de cabeça para baixo, mas não de uma maneira ruim.



Por Bella



– Como ele está agora? – Garrett perguntou assim que sai do quarto onde deixei Liam com Sophia



– Não tem mais febre à injeção realmente ajudou muito, e o remedinho do nariz tem que comprar. Agora Sophia está brincando com ele.



– Vou pedir na recepção para ver se tem o remédio e peço para lhe trazerem qualquer coisa.



– Obrigado Garrett, agora vou tomar um banho e me deitar com Liam.



– Tudo bem, e bem, quero saber de tudo depois. – ele piscou e acabei soltando uma risada. — Bem vai lá. – me deu um beijo na bochecha e fechei a porta quando saiu.



Voltei para o quarto e Liam chupava seu dedo olhando para Sophia que fazia caretas para ele.



– Vou tomar um banho que estou precisando urgentemente Sophia e depois fico com ele e você vai poder descansar.



– Que isso Bella, não é mais do que um dever que faço com muito prazer.



– O que eu faria sem você Sophi.



– Nada horas, sem mim você não seria ninguém.



– Ai meu Deus isso que da quando se aumenta o ego de alguém. – brinquei com ela indo para o banheiro, tirei a roupa e a deixei no chão mais tarde me ocuparia, entrei no chuveiro morno e fechei os olhos diante do prazer da agua sobre meu corpo, o banho era bem vindo, mas infelizmente ele tirava o cheiro de Edward de mim, que estava presente provavelmente em todo o meu corpo, o tê-lo novamente tinha sido mais maravilhoso do que da ultima vez, seu sabor ainda era o mesmo, seus lábios mais convidativos seu corpo só tinha amadurecido mais do que achei ser possível. E aquelas mãos que me deixavam louca.



Só de imaginar tudo novamente sentia minha parte mais intima formigar de antecipação, rocei uma perna na outra e tentei mudar meus pensamentos, pois estava começando a ficar difícil ate de respirar.



Foquei meus pensamentos em Liam, meu anjo graças a deus estava melhor e nada mais do que uma gripe comum. Mas com os remédios tudo ficaria bem, só uma injeção já ajudou muito, provavelmente então com os remédios em menos de uma semana ele estará totalmente curado, agora terminaria meu banho e ficaria deitada com meu lindo.



Terminei de enxaguar meus cabelos, coloquei um dos roupões e sai enxugando meus cabelos.



– Bem Sophi pode deixar que tomo conta de tudo aqui agora. – falei indo para o lado de Liam.



– Bem Bella vou acatar essa sugestão vou tomar um banho agora e acho que nós três iremos cair na cama depois.



– Com toda certeza, prepararei uma mamadeira para Liam, tomei umas bebidas ontem e ainda não se passaram nem 24h prefiro não arriscar nada, ainda mais agora.



–É melhor mesmo, bem vou lá. – Sophi fechou a porta e fui para o lado de Liam.



– Oh meu bebê como está? – perguntei o beijando delicadamente. — Mamãe promete que não vai sair do seu lado até que você esteja totalmente bem. – beijei sua bochecha rosada e ele soltou um gritinho alegre e ri. – Ai se gostoso se fazer isso novamente vou te morder todinho. – mal comecei a brincar com ele quando fomos interrompidos pela campainha. – Mais seu tio já achou seu remédio, mas que rápido. – falei pegando Liam e indo até a porta.



Assim que abri a porta petrifiquei, Edward estava parado na minha frente com cara de poucos amigos, ele deu um passo na frente e institivamente dei outro para trás segurando Liam fortemente em meus braços, ele resmungou e os olhos de Edward foram para eles, e voltaram para mim, e pela sua expressão ele não estava de bom humor.



– Só tenho uma pergunta para você Isabella. – seus olhos cravaram fundamente em mim, e sabia o que quer que perguntasse eu responderia. — Liam é meu filho?



Não estava preparada para isso.



Notas finais
N/B: AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH Edward amor você ainda tem alguma duvida? Eu não teria mais nenhuma depois das semelhanças que você notou pessoalmente e essa foto é pra comprovar mais que teste de DNA. Espero que depois de ser lindo fofo e romântico ele não me venha agora agir como um bronco reivindicando direitos que ele ainda não tinha, a final de contas quem errou no começo foi ele, todos os outros erros depois foram suscetíveis a tudo aquilo. Adorei o capitulo fiquei até com uma dozinha da Esme, quem sabe se ela tratar a Bella bem não receba ela e um netinho em casa? Alice sempre super Alice que descobre tudo rápido como um jato.. E esses dois com essa conversa pendente. Eu mesma vou rezar muito pra Mah postar rápido que nem dessa vez pra ver o que vai desenrolar. E vocês comentem muito, recomendem também acho que TM merece esse retorno de vocês. Beijos até o próximo Kah.

N/A: Buu *0* .. Antes de mais nada quero agradecer a todas minhas leitoras , e principalmente as que comentaram no cap anterior : Thaises Cullen; Leila; Andie; RoCullen; Ana; Angel; Sonimai; Tatyc; Lana; Isa Salvatore; Vcs foram de grande incentivo, não sabem quantas vezes li e reli os comentários de vocês para servir de inspiração;

Apareci minha gente pois é, capítulo fresquinho, ele ia ser postado ontem por conta do niver de casamento do Edward e da Bella, mas uns contratempos num foi possível, só digo Tcc na prática, monografia, trabalhar e mais sete matérias do Tec num esta fácil num >.< isso pk esta no começo do semestre... Tenho as vezes que rebolar para conseguir fazer tudo, bem então a uma semana tive um surto de inspiração para TM e deu no que deu, e particularmente amei escrever ele, tanto que já estou começando o próximo, então cruzen o dedo e peçam para essa inspiração continua comigo kkkk.... Mas parando de blá ..blá... blá

O que acharam do Cap? Quero muito saber a opinião de vocês o próximos teremos mais emoções e olhem logo no começo, qual será a reação de Edward, o que Bella dirá? Prometo trazer o mais rápido possível o pro, e sabem meus combustíveis são seus comentários, então boa comentar meu povo kkkkk....
Bem então acho que é isso, e até a proximo...

Kisses Marluce Cullen ;D