Notas iniciais
Heeey! Pessoal a fic tem mais uns 2 ou 3 capítulos, esse cap não é tão revelador, mas é importante para endireitar o caminho Leonetta. Gente deixem reviews eu estou ficando desanimada, eu recebo poucos reviews, o final da fic está muito ruim? Enfim, quero agradecer pelos reviews deixados no capítulo anterior e dizer que espero que gostem do cap :D

Pov’s Leon

–Eu estou na cadeia? –Disse alto, a ultima coisa que eu me lembrava era de ter ido a um bar com o André e o Marco, pedimos algumas bebidas, falamos coisas sem sentido, e também me lembro de uma grande aglomeração no bar, como se estivesse ocorrendo uma espécie de briga.

–Sim você está preso, e não é o único. –Disse uma voz que estava relativamente perto de mim, esfreguei os olhos tentando desembaçar os mesmos.

–André? –Eu disse assustado, ele estava pálido, com uma marca roxa no olho, o nariz avermelhado, provavelmente havia sangrado e suas vestes estavam com manchas de sangue, o que não era uma coisa muito legal para se olhar.

–Sim. –Ele disse entre risos, provavelmente rindo da minha situação, eu estava completamente perdido, meus sentidos não funcionavam de maneira alguma.

–Você está horrível. –Foi a única coisa que eu consegui dizer, me apoiei contra a parede tentando manter o equilíbrio, o que foi em vão, minhas pernas bambearam e eu acabei caindo, batendo as costas contra o banco duro. André deu uma risada e continuou imóvel.

–Você não está muito melhor do que eu, precisa ver sua cara. –Ele disse, apesar da situação que estávamos, André parecia estar se divertindo com a minha situação, e é obvio que aquilo não estava me agradando. –É melhor ficar sentado, você está tonto demais para ficar de pé ou fazer qualquer outra coisa.

–Dá para você me explicar como nós viemos parar aqui? E cadê o Marco? –Eu perguntei colocando a mão na cabeça tentando inutilmente conter a dor.

–O Marco deve estar lá fora, aguardando a nossa liberação, e o real motivo de estarmos aqui. –Ele disse e soltou uma risada sarcástica. –Você não se lembra de nada do que aconteceu ontem?

–Não, só me lembro de irmos até o bar. –Eu disse e André bufou.

–Nossa então pelo visto a história é longa, mas não se preocupe Lion, nós temos algumas horas até eles nos liberarem. –André disse ajeitando-se no banco duro e desconfortável. –Assim que chegamos ao bar.....

Flashback On (Contado pelo ponto de vista do André)

–Chegamos ao bar e fomos imediatamente pegar as bebidas. –Você Leon estava extremamente apressado e afobado, o que me assustou, pois você nunca foi o tipo de pessoa que costuma beber.

–Uma taça de vinho seco, da sua melhor marca. –Você pediu.

–Um Martini de azeitona.- Marco pediu.

–Quanto frescura Marco “Martini de azeitona”. –Você disse rindo, assim que olhamos para sua taça vimos que você tinha tomada a taça inteira em uma só golada. Eu arregalei os olhos e Marco teve a mesma reação que eu.

–E você garoto? –Uma voz grossa perguntou-me, o homem que servia as bebidas era extremamente assustador.

–Uma água sem gás. –Eu disse e engoli em seco, sim Leon, eu me lembro de tudo que passou durante a noite, pois não uma noite muito agradável para mim e nem para você. O tempo foi passando e você foi pedindo uma bebida atrás da outra, fazendo que você ficasse bêbado na primeira hora em que estivemos lá, depois disso as coisas começaram a se complicar, estávamos nós três sentados em uma mesa bem no canto do bar, eu e Marco ouvíamos você desabafar, e para te falar a verdade foi uma situação bem estranha.

–Amar? Para que amar, depois você vai descobrir que só fez mal a aquela que amava, vai terminar com ela, e em seguida irá sentir que não há mais razões para levantar e encarar a vida. –Você disse e se debruçou sobre a mesa, e eu posso jurar que vi algumas lágrimas escorrendo por seu rosto.

–Para mim, amar é a melhor coisa que alguém pode sentir. –Marco disse suspirando, ele não estava bêbado, mais como o mesmo já tinha tomado várias, ele estava meio zureta.

–Isso é aqui está muito chato. –Você resmungou e deu mais uma golada em seu copo, e aquilo já estava me preocupando.

–Onde você enfia tanta bebida? –Marco disse parecendo indignado.

–A bebida preenche o vazio que eu estou sentindo dentro de mim. –Você disse e colocou a mão sobre o peito, indicando que falava sobre o coração. Eu e Marco não conseguimos evitar as risadas, francamente Leon, você bêbado parece uma criança fazendo birra.

–Leon? –Uma voz feminina te chamou, olhei para aonde o som viera e pude ver uma garota baixinha de cabelos castanhos e pele branca, ela te olhava com um sorriso enorme.

–Quem é você? –Você disse confuso a garota pareceu ficar triste.

–Não está me reconhecendo? Sou eu a Lara. –A tal da Lara sorriu simpaticamente, porém você pareceu não reconhecê-la.

–Ele está bêbado! Não vai te reconhecer. –Marco disse aparentemente nem ligando para o que eu falava, a tal da Lara sorriu maliciosamente e foi até você, ela tentou sentar-se em seu colo porém você relutou e não deixou, apesar de bêbado você ainda tinha algum juízo.

–Meu amor, não está me reconhecendo? –Lara perguntou apoiando a mão em seu ombro, eu olhei para Marco e o mesmo ainda continuava indignado, tínhamos completa certeza que Lara estava tentando te enganar, porque afinal você nunca trairia a Violetta, você negou e continuou assustado.

–Irei te dar uma dica, sou a garota que você ama. –Ela disse acariciando seu rosto, e quando íamos interferir:

–Violetta é você? –Você disse olhando para Lara, a mesma fechou a cara e saiu andando, eu e Marco controlamos a risada, mesmo bêbado você sabia que a única garota que você amava era a Violetta.

–Acho que já chega por hoje, vou pagar a conta. –Marco disse se levantando, mas você o impediu.

–A noite mau começou, eu não vou em bora agora. . –Você disse, logo em seguida você abriu um sorriso e se levantou sem dizer nada, e como sempre eu e Marco tivemos que ir atrás de você. Te encontramos perto da mesa de sinuca, estava praticamente discutindo com um homem que era duas vezes o seu tamanho, chegamos mais perto para poder ouvir a conversa.

–Apostado? –Você perguntou e estendeu a mão, o homem a apertou e pegou um taco na mão, você fez o mesmo.

–Ótimo ele apostou na sinuca. –Eu disse para Marco.

–E qual o problema?

–Você não percebe? Esses caras são profissionais. –Eu disse e dei um tapa na cabeça de Marco devido a sua “lerdeza”. A partida começou e você milagrosamente começou ganhando, porém sua vitória não durou muito, pois o seu “adversário” praticamente acabou com você, te triturou, te esmagou como se você não fosse ninguém.... Mas enfim, você perdeu e o homem venceu a tal aposta que até agora eu não entendi muito bem.

–Vejamos, eu vou querer essa corrente. –O homem disse apontado para uma corrente que estava pendurada em seu pescoço.

–Isso não! –Você disse desesperado.

–Oras! Mas o acordo era que eu pegasse o que eu quisesse, e eu quero essa corrente. –O Homem parecia estar ficando nervoso.

–Já disse que a corrente não.

–Anda Leon! Dá logo a corrente para o homem, caso contrário você vai acabar virando saco de pancadas. –Marco disse.

–Mas é a corrente que a Violetta me deu! –Você resmungou, já disse e repito você parece uma criança quando está bêbado.

–Moço, quer dizer, senhor, será que não dá para esquecer essa aposta, sabe o meu amigo está bêbado e não sabe o que faz. –Eu disse tentando acalmar a situação.

–Eu já disse que quero a corrente. –O Homem disse, ele estava evidentemente nervoso, as veias pareciam que iriam saltar de sua testa, o cara já estava vermelho, ele foi até você e te pegou pela camisa.

–Me solta seu troglodita! –Você gritou, o cara te deu um soco que você voou no chão, eu idiota fui tentar te defender, mas acabei levando um belo de um soco também, e assim começou uma baita de uma briga, e como o cara era do tamanho de um armário, eu e você apanhamos feio, alguém chamou a policia, ainda bem, pois acho que se ninguém apartasse a briga, nós estaríamos mortos. A policia chegou e nos trouxe para cadeia, aí você dormiu e o resto você já sabe.

Flashback Off (Continuação Pov’s Leon).

–Eu nunca mais vou beber na minha vida. –Eu disse esfregando as mãos na nuca.

–Assim espero, e se beber, por favor, não me arraste junto com você! –André disso rindo, por que ele achava graça em tudo?

–Vargas e Pervetti? –Disse um guarda abrindo a cela.

–Sim vossa excelência. –Disse André fazendo uma referência, e agora eu ri dele.

–Sim senhor. –Eu disse apenas me levantando.

–Estão liberados, e tem uma moça a sua espera Vargas. –O guarda disse me olhando maliciosamente. –O que estão esperando? Saiam logo. –Ele disse e eu e André saímos correndo. Olhei para o corredor e pude ver uma figura baixinha com expressão preocupada e marcas de choro, assim que me viu, levantou-se e veio até mim.

–Violetta?

Notas finais
Então gostaram? Pretendo voltar logo, deixem seus reviews, é muito importante, principalmente que a fic está acabando, e eu preciso saber se estão gostando, Beijos e até a próxima. :D Ah e me desculpem se tiver algum erro de port, eu não tive tempo de revisar o cap.