Notas iniciais
FINALMENTEEEEEEE!!! CAPITULO NOVO! ♥♥♥ Ahh, gomen pela demora T.T estou sem computador, tive de escrever pelo Tablet então qualquer erro me avisem. Além de que estou estudando até sangrar esses dois últimos meses, POR QUE EU NÃO POSSO REPROVAR DE NOVO! T^T ENFIM. Escrito, postado, editado, tudo por Tablet, então se estiver um lixo, gomen ;-; demorei muito para escrever nas minhas pausas. Mas ano que vem pretendo retomar todas as minhas fics. Espero que gostem do capitulo! ♥

– Não lute gracinha, assim será mais fácil para você... — dizia a voz entrecortada do asqueroso homem, o loiro abaixo do mesmo mal conseguia ver seu rosto, o mais velho estava repleto de sangue.

Como ousava se auto denominar um guerreiro? Sua couraça escura estava completamente manchada de um sangue que definitivamente não lhe pertencia. O rosto com umas poucas cicatrizes, o olhar desejoso e nojento que lançava ao loiro era de causar arrepios.

Deidara gritara, se debatera, mas ninguém veio ao seu socorro. Estava horrorizado, vira seus pais tombarem a sua frente como cadáveres.

O corpo sem vida de sua mãe violado em frente a seus olhos, a bela mulher ensanguentada nada podia fazer. O corpo de seu pai fora chutado para longe, como se não passasse de uma pedra no caminho. As ruas já cobertas por cadáveres, sangue e soldados não dava nem sinais de que um dia fora um dos locais mais alegres do Reino do Trovão.

E tudo o que o pobre Deidara aos seus míseros seis anos podia fazer era chorar e clamar por piedade enquanto tinha seu corpo molestado pelo "nobre" soldado do Reino do Fogo.

♔--- TRÓIA–--♚

– ...Deidara.... — chamava uma voz grave e calma. — Deidara... Já chegamos...

O dançarino soltara um bocejo, e esfregara os olhos ao despertar, gestos adoráveis aos olhos de Sasori. Olhou para o general, e logo em seguida através da pequena janela da carruagem.

– Aonde estamos? — perguntou curioso, era audível uma forte ventania do lado de fora, e um cheiro... Salgado?

– Num lugar que você irá adorar. — sorriu o ruivo galanteador.

Saira da carruagem, normalmente optaria por cavalgar, mas sabia que o loiro estava de fato cansado após um dia exaustivo de trabalho, portanto, lhe proporcionara o máximo de conforto possível.

– Virá comigo, meu belo dançarino? — estendeu a mão levemente calejada ao rapaz, já se encontrava fora da carruagem.

Deidara corara um pouco com as palavras do outro, mas aceitou sua mão. Descendo da carruagem e o acompanhando sem hesitar. A forte ventania abaixara seu capuz, os longos fios loiros pouco a pouco iam se desprendendo, a fragil liga não era o suficiente.

Assim que o loiro avistou a paisagem de tirar o fôlego, a liga enfim arrebentou. Prendeu uma mecha atrás da orelha, o cheiro "salgado" estava explicado. A meia-lua era belamente refletida no mar calmo, as ondas baixas, as bilhares de estrelas pareciam também existir na água, que trazia o mais belo reflexo do céu.

Em todas as suas viagens, aquela era a primeira vez que via o mar tão de perto. E não estava nem um pouco decepcionado.

– É uma bela vista, correto? — perguntou Sasori com olhos fixos no horizonte.

– Sim... — o menor voltou seu olhar ao mais velho, que exibia uma expressão de calmaria junto a um curvar de lábios que se definiriam como um sincero sorriso. — é uma bela vista...

Os olhos acalorados do ruivo se encontraram aos do dançarino, uma mão foi estendida, os longos fios dourados que se debatiam com rebeldia na direção ao qual o vento mandava foram acariciados com tamanho afeto que arrancou um forte rubor das bochechas de seu dono.

– Creio que... — a voz aveludada do general soou como uma doce e envolvente melodia ao dançarino.- ja não me encontro na minha melhor época... Perdão, não tive muita experiência em cortejos... — admitiu com um sorriso nervoso. — porém...

Levou a outra mão até a cintura delgada do pequeno, o trazendo para si, enquanto os corações de ambos palpitavam insanamente. — ...Me permitiria recolher o doce sabor de seus lábios aos meus? — mesmo com os gritos dos ventos, o sussurro chegara aos ouvidos do loiro como um desejo mais para si que para o outro.

Riu discretamente, levando uma mão ao rosto do homem e acariciando a barba rala.

– Realmente, tua experiência é pouca... — se pôs na ponta dos pés, tomando graciosamente o rosto do outro entre ambas as mãos e encostando seus lábios avermelhados aos do maior.

Sasori lhe apertou possessivamente a cintura, chocando ainda mais os corpos excessivamente quentes para aqueles ventos frios.

♔--- TRÓIA–--♚

A bordo do Caveira de Sangue eram audíveis risadas altas, junto a um punhado de homens bêbados e quedas de braço, haviam "adquirido" muitos tesouros nos Reinos do Leste, agora, partiam para os Reinos do Oeste, aonde esperavam um "lucro" ainda maior...

Entretanto, completamente lúcido, sentado sobre a estátua da bela sereia-esqueleto, estava um rapaz beirando seus vinte e cinco anos, afastado de toda aquela comemoração, aonde as luzes das tochas não lhe alcançavam.

Os cabelos escuros e longos presos numa trança baixa, colada ao corpo. As botas e calças escuras, os trajes de cima brincando nos tons vermelhos e pretos, por baixo a camisa branca que já não era mais tão clara. O rapaz de olhos claros brincava com um punhal nas mãos, enquanto sua vista se perdia no mar.

– Capitão. — a voz de seu Imediato despertou-lhe de suas tolas divagações. — os ventos a Oeste estão prósperos, deveremos chegar em terra firme daqui a aproximadamente quatro dias. — faziam poucas horas que haviam deixado o porto.

– Excelente. — limitou-se a dizer.

O Imediato mordeu os lábios com seus caninos levemente avantajados, ousando subir na proa e sentousse ao lado de seu Capitão.

– Pensando nele, Capitão? — indagou sem olhar o rapaz.

– Há algum momento no qual eu não esteja pensando naquele tolo? -indagou guardando o punhal em sua bainha. — matarei-o sem piedade.

O de cabelos castanhos e curtos, com pontas repicadas, levou uma mão até o ombro esquerdo do mais novo. "Tão novo e já é Capitão...", pensara.

– Você conseguirá matá-lo quando a hora chegar? — disse o encarando.

–... Eu não sei. — respondeu após uma pausa.

Não deveria se mostrar tão fraco, mas o Imediato era um amigo de longa data, conhecia-o melhor que qualquer um.

– Tua família também se encontra deste lado do mar, não é mesmo? Os verá?

O menor baixou o olhar, cerrando os lábios.

– Creio que seja melhor não. Deixarei que acreditem em minha morte... É o melhor a se fazer.

O maior franziu os lábios, tomando o queixo do outro em uma das mãos e o erguendo.

– Quer que eu esquente teu leito esta noite, Capitão? — sorriu abertamente com os caninos pontudos a mostra.

Os olhos claros do Capitão correram as tatuagens iguais que se encontravam sobre o rosto e olhos do outro, vermelhas, deixando que seus lábios exibissem um raro sincero sorriso.

– Não somente o esquente como também aqueça todo o meu corpo, Kiba. — completou num tom sexy que arrepiou os fios do canino.

– Será um prazer acalentá-lo... Neji...

E somente a meia lua presenciou o beijo luxurioso trocado pelos dois piratas.

♔--- TRÓIA–--♚

A princesa terminava de se arrumar, mantendo a compostura nobre, muito diferente da maneira lasciva a qual se comportava minutos atrás. Já o príncipe, sentado sobre o parapeito da janela sequer a olhava, seus pensamentos estavam perdidos em outros olhos.

Em outro corpo.

– Devo me retirar agora. — disse Temari irritada. — meu pai não me dá sossego, isso me tira a pouca paciência que tenho. Fora o tolo de meu irmão, que por nenhum segundo para de divagar sobre seu grande amor que no momento não deve passar de um cadáver apodrecido... — não se calava por um segundo, não era de se surpreender que Shikamaru apenas fingisse escutá-la, como podia existir um ser tão insuportável?

"Que problemático" pensou voltando o olhar para a loira, sequer entendia o por que de ainda se encontrar com ela, seu coração já estava nas mãos de outra pessoa, então para que insistir debilmente em esquecê-la encontrandosse com a Princesa do Reino da Terra? Tão desejada por todos, mas que para si, não passava de um problema.

Era pedir muito que o tempo retornasse a cinco anos atrás? Que ainda tivesse seu amado em seus braços? E o pior de tudo, não ter mais o dono de seus pensamentos amorosos e perversos consigo era unicamente sua culpa! Se não houvesse errado tanto, se não houvesse ferido tanto o coração daquele que amava, tudo estaria bem...

Despediram-se com um beijo repleto de segundas intenções pela jovem e nenhum sentimento por parte do príncipe.

Porém, ele não sabia, o destino estava lhe pregando uma peça.

Logo veria seu Amado tão de perto, e ao contrário de agora, desejaria que ele houvesse se mantido tão longe quanto pudesse.

♔--- TRÓIA–--♚

–...Nnh... — gemidos baixos ecoavam pelo quarto, juntos a barulhos úmidos, estalados e obscenos, exatamente como o Uchiha gostava.

Naruto tremia abaixo de si, enquanto era estocado de maneira lenta e gostosa, o moreno fazia questão de demorar em cada investida, além de fazer movimentos circulares, o menor estava tão inquieto que lhe dava prazer ver a agonia que sentia para gozar

. — Sasu... — apertou as cobertas com tanta força que temeu rasgá-las.

O príncipe apenas ignorava sua voz chorosa, ainda o estocando devagar, amando a maneira como seu loirinho comprimia as paredes internas para tentar chegar ao orgasmo, mas Sasuke não deixava, segurando a glande do outro e o impedindo de chegar ao ápice quando percebia que o menor estava próximo.

– Teu rosto agonizado me faz querer marcar-te por inteiro, Naru... — a voz normalmente firme falhava, ofegava, há dias que não tocava em seu precioso garoto, aquele momento devia ser apreciado com calma e sensualidade, coisa que não faltava-lhe nem um pouco.

Sons impudicos escapavam dos lábios do Escravo, ele se contorcia, corava, implorava para que o seu Mestre o deixasse gozar, mas aquilo tudo apenas divertia Sasuke que se retirou calmamente do menor — nem ele sabia como estava se controlando naquele momento — e afastou-se um pouco, encostandosse a cabeceira da gigantesca cama.

– Toque-se. Quero vê-lo gozar por suas próprias mãos... Devagar.

Naruto o obedeceu sem nem pensar duas vezes, sentando e olhando quase inocentemente para Sasuke.

– Em que posição quer que eu fique, Sasu-sama?

– Assim esta bom. Abra tuas pernas. Use teus dedos, quero vê-lo completamente exposto para mim.

– S-Sim, Mestre...

Dito e feito, ruborizado, o mais novo abria lentamente suas pernas,cada vez mais excitado com o olhar lascivo e penetrante de seu Mestre sobre si. Os dedos pequenos e bem lubrificados iam e vinham lentamente, sempre que tentava acelerar seus movimentos, Sasuke o mandava parar.

– Mestre, por favor... — choramingava, estava tão duro e pulsante, tudo o que mais queria era um pouco de alívio.

Após mais alguns minutos nessa deliciosa tortura, Sasuke se apiedou do rapaz.

– Já é o suficiente. — ergueu uma mão. — agora... Passou uma mão sobre os fios negros, jogando-os para trás e seus olhos levemente pintados de carmin fizeram Naruto extremesser. — Cavalgue em mim, Naru.

Quase que desesperadamente, o obedeceu. Hipnotizado com o príncipe a sua frente. Apoiou as mãos macias em seus ombros, com um gemido sôfrego sentiu sua entrada praticamente estrangular o moreno, apesar de toda a preparação.

– Nhh... — o Uchiha mordeu os lábios, permitindo alguns gemidos ecoarem contra o lóbulo já vermelho de tão mordido do menor. — ah, não me importaria nem um pouco... Nn... Em morrer assim contigo, Naru.

– N-Não diga... Aah... E-Essas coisas.. Sa... Su... — dizia ofegante, sem parar de se mover.

Foram minutos deliciosos que pareceram não ter fim. As pupilas escuras de Sasuke se tornavam mais avermelhadas a cada segundo, droga, ele o queria. Muito.

– Naru... — suspirou, tombando o rosto para trás assim que atingiu um violento orgasmo.

A essência do menor sujou seu abdômen, não que se importasse com isso, apenas o abraçou contra seu peito.

– Naruto... — disse calmamente. — a lua cheia está próxima.

–... Entendo. — as safiras procuraram os belíssimos ônix. — não se preocupe comigo, estou pronto.

Sasuke acariciou lentamente o pescoço macio do outro, podia ouvir o sangue correndo por baixo daquela pele quente e sedosa, estava tão perto...

– Só mais três dias, meu pequeno. — sussurrou plantando um beijo molhado e lento em sua boca carnuda.

O Escravo encolheu seu frágil corpo contra o de seu Mestre. Esquentando o corpo frio abaixo de si. Os ventos fortes sopravam como sussurros lá fora.

As cortinas semi-cerradas permitiam que apenas a meia-lua presenciasse os dois amantes.

Notas finais
Então? *-* ♥