Três Príncipes, Três Princesas
49 Um Mês de saudades
Um dia após a alta de Bella do hospital...
The Forkian Times
Após uma curta viagem a Ângelus, para visitar a filha mais nova que está hospitalizada, o rei Charlie juntamente com seu genro mais velho, o príncipe Emmett, retornam para cumprir com suas atividades de monarcas.
No entanto, segundo informações preliminares, a rainha Renée e a princesa Rósalie adiaram a volta para quando a princesa, Isabella Cullen, estiver totalmente recuperada do mal- estar que a tomou, nos últimos dias.
A acessória de imprensa do reinado de Ângelus tenta acalmar todo o povo e admiradores da princesa, afirmando que ela já está bem e que recuperará as forças em casa.
E nada melhor para isso do que os mimos de toda família, principalmente o colo de mãe.
O The Forkian Times, lamenta o ocorrido com a princesa, e se solidariza com os familiares da pequena Suzie, que veio a óbito devido complicações numa cirurgia na qual a princesa Isabella clinicava.
Mais informações e cobertura completa da visita, forçada, da família real a Ângelus, na nossa edição de amanhã.
The Ângelus Journal
... Nossos repórteres bem que tentaram, porém, os fatos do que de fato aconteceu no Hospital Central no dia de ontem não foram liberados para a imprensa. O que se sabe, pelos bastidores, é que a princesa Isabella, médica neuro- pediatra, de uma pequena garotinha, caiu em desespero ao não conseguir reacorda -la de uma parada cardio- respiratória.
Segundo informações, a princesa fez o que pode, mas foi em vão. O que a deixou muito abalada e ocasionou o desmaio seguido de uma internação.
Não temos mais informações do incidente, só sabemos que um dia após receber alta, toda família real de Forkian e Ângelus compareceram ao enterro da menina Suzie.
Todos estavam muito abalados e não quiseram falar com a imprensa, mas, o que mais chamou a atenção na situação toda, é que a princesa, diferente do restante da família, que usava preto em forma de respeito e tristeza, usava branco e, o mais interessante, trazia na cabeça a coroa real. A mesma que usou na cerimônia de casamento.
Não sabemos o motivo de tal diferença, nem a necessidade do adereço, contudo sabemos, que poucos minutos antes do caixão descer, a princesa Isabella retirou sua coroa, a depositou por cima da urna, também branca, e sussurrou palavras perto do corpo. O que gerou uma comoção geral.
Instantes depois, amparada pelo pai e pelo marido, e com a joia rara nas mãos, ela foi retirada do cemitério e levada, às pressas, para o carro que os aguardava.
Duas semanas após o último acordo...
Idiotas! Fechei o jornal, antigo, que lia e o depositei perto do balcão, onde o encontrara.
Há duas semanas a imprensa sensacionalista macetava o mesmo assunto.
Em casa, minha família e eu, evitávamos que ela nos afetasse e poluísse a visão. Agora na rua...
— Bells, o que acha desse?
— Hã?
Virei à cabeça em direção a voz eufórica de Rósie. Eu havia me perdido em pensamentos e me esquecera, completamente, de onde estávamos.
— Ei irmã, se fosse para você permanecer quieta e com a cabeça nas nuvens, nós não teríamos te retirado, a força de casa. Porque você não vem para cá e nos ajuda?
Estávamos em um tour de compras de coisas de bebê.
Há duas semanas, Rósalie e mamãe, estava aqui conosco. Segundo elas, o intuito era tirar uma folga de papai e Emmett. Mas, eu sabia, que o principal objetivo, era que eu descanse nos quinze dias que Jacob me “dera” de repouso absoluto, nas recomendações finais da alta que assinara.
— Tudo bem. Já vou.
Calcei os sapatos, que em algum momento na nossa oitava loja, eu tinha retirado. Que culpa eu tenho se os pés de uma princesa também doíam?
— Está tudo bem?
Assenti ignorando cada olhar estranho que recebia, cada vez que me perdia em pensamentos.
Eu estava odiando o fato de preocupá-las tanto.
Eu tinha que dar um jeito de mostrar a todas que eu estava bem.
Alie-se superproteção a grandes quantidades de comida, folhas de todas as cores e sucos dos mais estranhos e variados sabores e terá o que Isabella Cullen vem passando nas mãos de Renée, Esme, Bá e Rosie, nestes últimos dias.
Eu estava ficando louca e se não as parasse de alguma forma, voltaria a ter um ataque logo, logo.
— Tudo bem mãe, não se preocupe. Vamos logo escolher esses vestidos, porque, os outros 200 que escolhemos, não são suficientes para nossa pequena Lizzie. Tenho pena de Emm quando a fatura do cartão chegar. Ele vai enfartar. Avise-me a data com antecedência, para que eu esteja próxima e preparada.
Brinque com Rosie e tranquilizei Renée, que sempre esperava e buscava em meus olhos e atos, um ataque de desespero. Lamentei, mas ela não o presenciaria.
Essa era eu, do mesmo jeito que caia se reerguia.
— Ei, não tenha pena de Emm. Tenha de mim. Olhe só para isso.
Ela apontou para a pequena protuberância em seu estômago. Rósalie era a grávida mais linda que eu já vira. E se ela estava reclamando agora, imagina quando entrar nas últimas semanas...
— Tá, irmã. Sua mimada, tenho muita pena de você também. Agora tenha de mim, e termine logo essas compras. Eu preciso mesmo, ir para casa. Esses sapatos estão acabando com meus pés, que, aliás, preciso descansados para retornarem ao trabalho amanhã.
Ela me olhou meio de lado, acho que em dúvida quanto a minha afirmação de que voltaria ao trabalho logo. Creio que essa fosse a dúvida de todos, seu eu teria condições e coragem para retornar ao hospital.
Eles, literalmente, não me conheciam.
Tá, confesso que nos primeiros dias me senti abalada e tive medo de não ser capaz de seguir em frente em minha profissão. Porém, ser médico é dom divino e nunca que eu fugiria das vontades de Deus para comigo.
E, insegurança é um de meus defeitos, admito. Contudo, perseverança e persistência são meu sobrenome.
Eu lamentaria para sempre a perda de Suzie e também nunca a esqueceria, mas, daria um jeito de tirar uma grande lição dessa situação toda.
— Tudo bem. Acho que esses já são o suficiente, por enquanto. Mamãe encomendou algumas coisas daquela bordadeira antiga, que inclusive, fez os seus macacões, quando nasceu. Acho que já temos um tanto bom. Podemos ir, agora.
Sacudi a cabeça em incredulidade. Rosie e Alice, quando o assunto era compras, não tinham limites.
— Mãe, sogra, já está bom. Vou pagar e já estamos indo. Bella está cansada.
“Bella cansada ”eram “as palavras”. Fizeram com Esme e mamãe deixassem tudo que estavam fazendo e se dirigissem ao caixa. Estávamos indo, graças a Deus.
— Já? Mas, Rosie...
— Depois, Alice. Nós ainda temos tempo. Afinal estou só com 4 meses e meio.
Sorrimos umas para as outras nos entendendo. Essa confidência de irmãs era o que mais me fazia ter saudades de casa.
Passamos pelo caixa onde Esme fez questão de arcar com as últimas despesas de sua primeira netinha.
Ainda estou na dúvida se foi, por já querer mimar a criança e a nora ou de pena do filho mais velho.
Então, logo depois de causarmos um “frisson” no shopping, conseguimos chegar ao estacionamento. Nunca achei o trajeto tão longo.
— Querida, você se importa de me acompanhar? Não temos tido muita privacidade, nos últimos dias e ando mesmo, querendo falar com você, há muito tempo.
Esme me “pegara no pulo”, enquanto eu tentava, de soslaio, acompanhar mamãe e as meninas. Estava evitando essa conversa com ela ao máximo, mas, agora não tinha mais jeito.
— Sem problemas, Esme. Dê-me só um minuto.
Voltei-me na direção de minha família e as informei que não as acompanharia na volta.
— Mãe, pode ir com Alice e Rosie. Sam e Zafrina as acompanharão. Vou com Esme.
Renée não pareceu satisfeita com minha escolha, no entanto, não disse nada a respeito.
Não consegui decifrar a expressão de desgosto no rosto dela. Ciúmes ou preocupação?
— Certo. Encontramos-nos na casa de vocês. Não se estresse.
“Preocupação nata” de mãe.
— Prometo.
Beijei-a no rosto, acalmando-a. E logo entrei no carro que me aguardava.
O trajeto era curtíssimo, talvez por isso, Esme foi logo me abordando.
Segurou, com força, minha mão e se virou para meu lado. Os olhos dela continham uma forma agradável e contagiante de afeto.
— Bella, não estou aqui para interceder por meu filho, se é isso que vem a afastando de mim, nos últimos dias. Acho que ele merece tudo que tem passado. No entanto, devo confessar, que estou me sentindo muito culpada pelos acontecimentos desagradáveis do evento e preciso, mesmo, me desculpar com você e...
Sem pensar no que fazia, afinal, estava invadindo o espaço da rainha, levei a mão a seus lábios e a impedi de prosseguir.
— Não peça desculpas, Esme. São meus problemas e de Edward, tanto que não contei nada a meus pais. Metemos-nos nessa confusão sozinhos e sairemos dela sozinhos.
— Mas, fui eu que queria tanto que ele e você comparecessem, que...
Mais atrevidamente ainda, voltei a pressionar os dedos por sobre os lábios dela, de novo. Eu não queria ouvir mais daquilo.
— Não! Nós decidimos lutar pelo nosso casamento, minha sogra. Meu primeiro passo foi perdoar meu marido. O segundo é esquecer todas as acusações, erros e agressões e isso se refere a mim e a ele. Para que possamos então, seguir em frente. Edward não erra e não errou sozinho. Tenho minha cota de culpa, tão grande quanto à dele. Por isso, cabe a nós, aproveitarmos esse tempo forçado, que nos demos, para repensar nossas atitudes, mudar e então, recomeçar.
Ela me olhava com uma expressão engraçada: Assombro? Admiração? Ou talvez tenha pensado que sou louca. Não sei. Só sei, que foi constrangedor não saber o que se passava pela mente dela.
— Você sabe que vão conseguir, não sabe?
Acenei uma afirmação com a cabeça. Sim, eu sabia. Sempre soube, de que só teria um futuro feliz, com Edward.
— O futuro de vocês será brilhante, Bella. Tenho certeza disso. Depois de todas essas provações, sairão fortalecidos e saberão o quanto o amor de vocês é capaz de suportar. Sei disso, confie em mim.
— Eu confio, sogra. Inteiramente e literalmente.
Confiaria sempre. Esme era uma segunda mãe.
— Ok. Então deixemos desse assunto repetitivo e falemos de seus uniformes novos. Fiquei sabendo que Alice se superou e...
O restante do trajeto foi preenchido com conversas amenas, como: meus horários reduzidos no hospital, à volta a Forkian, de mamãe e Rosie no dia seguinte e assim por diante.
Foi bom conversar com ela. Deixar claro o que sentia e pretendia. Eu não precisava que todos ficassem inquietos quanto a minhas decisões futuras. Se tinha uma certeza na vida, é que amava Edward e que seguiria em frente com ele.
Quanto a isso, eles não precisavam temer.
Assim que chegamos, notei que o outro carro já havia estacionado e que ninguém estava à vista. Provavelmente, o motorista, a mando de minha sogra, atrasara ao máximo nossa volta, para que desse tempo de conversamos tudo o que tínhamos que falar.
— Vai subir? Não quer tomar alguma coisa antes?
Neguei com a cabeça e já de costas respondi.
Eu havia descido e entrado na frente. Precisava passar despercebida. Mas, os olhos de lince...
— Desço em cinco minutos, só preciso fazer uma coisa.
Esme, discreta como sempre, não perguntou mais. No entanto...
— Onde pensa que vai, dona Isabella? Bá está preparando um lanche, bem saudável, para você.
Parei, instantaneamente, no início das escadas.
Mais sucos coloridos.
Reprimi uma careta de desgosto e voltei-me para falar com mamãe.
Faltava muito para amanhã?
— Só vou tomar um banho rápido, mãe. O ritmo de Alice e Rosie me exauriu. Estou transpirando “em bicas”.
O que não era de tudo uma mentira. E também porque um “só preciso fazer uma coisa”, não a convenceria de me deixar escapulir sem mais explicação.
Tão diferente de Esme.
— Querida...
— Cinco minutos, dona Renée. Cinco minutos...
Antes que ela começasse com aquele sermão com voz doce de mãe, corri escada acima. Eu não queria ser mimada. Já passara desta época.
E, sem falar, que eu precisava agir agora que todos estavam ocupados ou entretidos e antes que alguém resolvesse vir a meu encontro.
Porque, isso era o que eles mais faziam, desde os últimos acontecimentos.
Me deixarem em paz e sozinha? Não me pertenciam mais.
Subi um lance de escadas, e em vez de continuar por ali, caminho que me levaria a meu quarto.
Parei, e olhando para todos os lados, como uma delinquente, virei a direita e, com pressa e cuidado, corri para o lado oposto.
Passei por algumas portas e, sem pensar muito no que fazia, entrei no que era, meu objetivo final.
— Isso...
Sussurrei comemorando, a me ver dentro do quarto que Edward ocupava agora.
Eu sabia que não corria risco de encontrá-lo ali. Afinal, era quase quatro da tarde, ele ainda estava no trabalho.
— Ah, Edward!...
Apesar de completamente limpo e organizado, o cheiro dele emanava de todas as direções. O que “doía mais que álcool na ferida”, porque a saudade era tanta que sufocava.
Ele estava cumprindo com o acordo direitinho. Fazia duas semanas que não nos víamos, nem por poucos momentos no dia. E isso estava, de fato, acabando comigo. E junte a isso a insônia, causada pelo desconforto e falta que meu corpo sentia do dele, e pronto!
Eu estava um caos de sono e não dormia.
E situações desesperadas merecem soluções desesperadas.
— Vamos, Bella. Deixe para pensar depois. Você não pode correr esse risco.
Falei comigo, enquanto passava pelo quarto e ia para o banheiro e closet. Ali encontraria o que procurava e precisava.
A fragrância dele, era mais intensa naquele local e lamentei a tristeza de não poder Inalá-la direto da fonte e ter que recorrer a estes meios. Porém, logo afastei esse pensamento, nós precisávamos desse tempo.
Abri as portas do armário gigante e passei a vasculhar o que queria, não demorando muito a encontrar.
— Agora sim...
Retirei, com cuidado, do cabide e dobrei, delicadamente, a camiseta azul, clarinha e bem básica, que ele adora usar com bermuda, depois que chegava do trabalho. Eu poderia jurar, que ele a havia usado ainda ontem. O cheiro estava forte e delicioso.
A fragrância de meu marido.
Sem conseguir me segurar, levei a peça ao nariz e inalei profundamente, deixando que a saudade tomasse conta de todo meu ser.
Eu suportaria mais um mês? O queria tanto...
Com um incentivo, talvez mais alguns dias sim.
Então, agora era hora de levar meu tesouro para um lugar seguro.
Segurei a camiseta junto ao peito e, sorrateiramente, saí do quarto e refiz o trajeto de volta. Apressei os passos e quando cheguei às escadas passei a pular os degraus de dois em dois.
— Ei, devagar aí, Bella.
Droga! Dei de frente com Esme quando faltava pouco para que me abrigasse no conforto de meu quarto.
— Ah! Hã. Desculpe-me, Esme. Vim tão apressada que nem percebi que estava aqui.
— Pois é. Você demorou e vim te chamar para lanchar. Pensa qual foi minha surpresa ao encontrar o quarto vazio. Onde você estava, querida?
Ela falava comigo, mas a concentração estava inteiramente em minhas mãos que seguravam junto ao peito a camiseta de Edward.
Droga! Ela reconhecera?
— É...
Olhei para os lados tentando encontrar um desculpa. Eu era péssima em mentir, ainda mais quando pega de surpresa.
Encarei, de relance, a janela e algo desconhecido lá fora, me chamou a atenção.
— Bella?
— Ah! Sim...
Voltei-me para ela que ainda olhava para minhas mãos aguardando uma explicação.
— Passei na lavanderia, primeiro. Eu queria usar essa blusinha e sabia que a havia colocado para lavar. Ela é mais fresca e soltinha e...
Esme sorriu, aquele sorriso de quem tinha ciência de que havia pegado outra na mentira. Porém, não insistiu no assunto. Era discreta demais para isso. Uma rainha.
— Tudo bem. Não precisa se explicar. Essa casa também é sua. As pessoas farão suas vontades. Só não se demore muito mais, para se juntar a nós. Porque, Bá está lamuriando que sucos naturais perdem as vitaminas se não forem consumidos no momento do preparo.
Ela falava e já se afastava.
Acenei em afirmação e acompanhando com o olhar me lembrei do que me chamara atenção instantes atrás.
— Esme?
— Sim.
Ela voltou a me olhar, dando-me total atenção.
— O que são aqueles tapumes? O que eles escondem? Eu não havia os percebido ali.
Apontei para a imagem mostrada na grande janela no fim do corredor.
Por um milésimo de segundo, vi toda cor deixar o rosto de Esme, porém, ela logo se recompôs.
— Ah, não se preocupe. É só Carlisle reformando, mais uma vez, uma antiga quadra de esportes. Imagina que ele já esteja pensando que precisa de lugares apropriados para os netos brincarem? Acho que ele anda querendo se redimir comigo.
Sorri para ela e dei de ombros. Eu também sabia que Esme estava mentindo, no entanto, ele me ensinava, aos poucos, como uma verdadeira rainha e esposa, mantinha a compostura para ter tudo em suas mãos.
— Não demore, Bella. E, a propósito...
Ela me encarou e sorriu, pela milésima vez naquele dia...
— Quando você e meu filho fizerem as pazes, façam umas compras. Vocês estão precisando de mais roupas. Acredita que peguei Edward, ontem à tarde, com uma camiseta preta junto ao peito, descendo essas mesmas escadas, dizendo que vinha da lavanderia? Fiquei intrigada porque a peça era de cetim. Nunca vi camiseta masculina de cetim.
Rá! Eu sabia que não havia perdido, nem colocado minha camisola favorita para lavar.
— E o mais interessante, querida, é que ele nem me deu tempo de dizer que a lavanderia fica na área da cozinha, exatamente, a três andares abaixo de nós.
Senti meu rosto esquentar e de repente me peguei sorrindo com a mesma intensidade de minha sogra.
Ela sabia.
— Vou segui seu conselho, Esme.
Comentei me referindo à compra de roupas futuras.
— Bom mesmo. Agora se apresse.
Voltei a assentir.
Adentrei o quarto e guardei, com todo cuidado, a camiseta junto com minhas roupas. Algo me dizia que naquela noite, eu voltaria a dormir em paz, ou mais ou menos isso, porque, para ter minha paz de volta, somente quando Edward e eu voltássemos a ser um casal normal.
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