Notas iniciais
Novo capítulo postado, felizmente arranjei um tempinho nesta parte da manhã para isso, ou só poderia postar no fim da noite. Espero que gostem de mais este capítulo, pois ele terá alguns desdobramentos que serão importantes para definir o futuro de Hermione em Hogwarts.

Não fez tanto tempo assim desde a última vez que ela esteve lá, mas tudo em Hogwarts teve sabor de novidade quando Hermione Granger divisou novamente os muros do castelo. Rever Hagrid foi uma de suas grandes alegrias; sentir aquele abraço de quebrar costelas, tocada pela genuína alegria daquele homem cuja generosidade era consistente com sua altura. Ela assistiu emocionada o chapéu seletor escolher para quais casas os alunos daquele ano iriam. Tudo ali fazendo com que se lembrasse de seus onze anos. Observar as mesas lotadas, percebendo que era alvo da curiosidade em todas elas, tudo isso deixou Hermione ainda mais nervosa. Ela sabia que quando o diretor Snape anunciasse o seu nome, o burburinho só aumentaria. Após as escolhas terem sido feitas, foi pedido um minuto de silêncio por Minerva MacGonagall e Hermione se permitiu deixar o nervosismo de lado para lembrar de sua antiga professora. Seus pensamentos, no entanto, foram interrompidos pela voz sussurrante, mas ainda assim, muito audível, de Severus Snape.

– Antes de iniciarmos o nosso banquete eu gostaria de anunciar que teremos um novo membro em nosso corpo docente este ano – o silêncio no salão só ajudou a enfatizar ainda mais as palavras dele – eu gostaria que vocês todos dessem as boas vindas para a nova professora de Poções, Hermione Granger.

Incentivada pelos seus colegas, Hermione teve que levantar para receber o que deve ter sido uma das maiores salvas de palmas que um professor já recebera em Hogwarts. Ela ficou surpresa ao ver que, mesmo na mesa da Sonserina, os aplausos eram fortes. Ela estava corada, não só pela longa saudação, mas também pelos muitos assobios que vinham das quatro mesas. Ela se sentou, não sem deixar de reparar nos gestos irônicos de Sirius, claramente se referindo aos assobios, aparentemente não se importando com o olhar de repreensão de Pomona Sprout. Remus se mantinha com um olhar divertido, mas sempre acolhedor. Snape, por sua vez, não pareceu se importar com nada, preferindo se concentrar no seu jantar. O restante do banquete correu normalmente. As conversas seguiram seu curso normal e Hermione foi indagada sobre suas primeiras aulas, como era de se esperar.

Após o jantar todos se dirigiram para os seus aposentos. Sirius desejou sorte no dia seguinte. Apesar do seu jeito brincalhão, Hermione percebeu um gesto de genuína amizade na sua fala. Remus fez o mesmo, com sua habitual gentileza, sempre passando muita segurança. Snape se limitou a desejar um educado, mas seco “boa noite”. Nenhum dos três fez qualquer menção sobre a experiência BDSM que tiveram, ou as sessões particulares que tinham sido combinadas. Intimamente, Hermione agradeceu-lhes por isso. Ela entrou em seus aposentos e logo estava dormindo.

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O dia seguinte encontrou uma Hermione Granger muito tensa enquanto lia a tabela com suas aulas ao longo da semana. Logo no seu primeiro dia ela teria de enfrentar os tais alunos do sétimo ano de que Sirius e Remus lhe falaram no trem. Como se não bastasse ainda seriam alunos da Sonserina, junto com os da Lufa-Lufa. Antes disso ela teria uma aula com alunos do segundo ano, completando a manhã com uma turma de primeiranistas. Poucas vezes sentiu-se tão nervosa com algo que teria de enfrentar, sendo que, todas as outras vezes, curiosamente, foram entre os seus 11 e 17 anos de vida. Pensar nisso lhe deu um pouco mais de segurança. Ela enfrentou situações que deixariam a maioria das pessoas paralisadas de medo e sobreviveu. Ela iria sobreviver ao seu primeiro dia como professora em Hogwarts também.

O salão principal estava já lotado quando uma Hermione Granger, muito mais decidida e segura de si, chegou para enfrentar o seu primeiro café da manhã como professora em Hogwarts. Ela estava pronta para iniciar sua nova grande aventura na escola de sua infância e adolescência. A primeira refeição do dia transcorreu em relativo silêncio, ninguém fazendo qualquer pergunta sobre suas expectativas em relação ao primeiro dia de aula. Os colegas pareciam entender o seu nervosismo e Hermione sentiu-se grata a todos por isso. Terminado o café da manhã os professores se dirigiram para suas salas. O primeiro dia de aula do ano letivo em Hogwarts estava para começar.

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Foi com muito alívio que Hermione viu os alunos do segundo ano saírem da sala de poções, após o que ela considerou uma boa aula. O primeiro teste fora bem sucedido, mas a prova de fogo começaria agora. Os alunos do sétimo ano iam chegar em poucos minutos e ela sabia que este seria o seu grande teste. Embora tivessem utilizado um tom de leve brincadeira, ela sabia que Sirius e Remus tinham colocado uma questão importante. A diferença de idade muito pequena em relação aos alunos que iriam entrar era algo com que ela precisava lidar, e resolver, nesta primeira aula mesmo, ou isso poderia comprometer todo o seu ano letivo.

Hermione precisava encontrar uma forma de ganhar o respeito deles, de impor a sua autoridade. Ela sabia que isso exigiria alguma perspicácia. Ela procurou se preparar para essa situação, tanto que, durante o jantar, buscou colher discretamente todo o tipo de informação sobre esses alunos com os outros professores. Hagrid foi especialmente útil nesse ponto. Hermione estava pensando como alguém que estivesse numa pequena guerra, prever as situações, identificar o principal adversário, encontrar suas fraquezas, jamais demonstrar insegurança, jamais demonstrar que conseguiam abalar sua confiança. Eram todos esses os objetivos em sua mente quanto ouviu o barulho da porta se abrindo.

Os alunos entraram e ela viu que teria um grande desafio diante de si. Alguns eram bem altos, principalmente os da Sonserina. Ela identificou logo o líder do grupo. Seu nome era Jeffrey Rosier. A postura lembrando demais o Draco Malfoy de seus tempos de estudante. Os alunos da Lufa-Lufa seriam mais fáceis de lidar, mas os da Sonserina só poderiam aceitar respeitá-la se ela conseguisse impor sua autoridade sobre Jeffrey Rosier primeiro. O olhar dele já dava uma indicação do que viria. Ela podia “ler” os sinais corporais sem maiores dificuldades; o ar de desafio e presunção, misturado a um típico interesse masculino.

– Bom dia a todos e todas – disse Hermione – eu estarei com vocês ao longo deste ano letivo. Espero que possamos fazer um bom trabalho ao longo deste ano – ela mal terminou de falar e já percebeu que foi um péssimo discurso de apresentação.

– Eu posso pensar em muita coisa que podemos fazer juntos – as risadas seguiram o comentário de Jeffrey Rosier, quase todas vindas dos alunos da Sonserina. Hermione suspirou ao ver que tudo começaria logo de cara. Ela o encarou com firmeza de seu lugar na mesa.

– Porque não compartilha os seus pensamentos comigo e com o restante da turma, senhor Rosier – uma nova vocalização veio do restante da turma, praticamente todos da Sonserina, os alunos da Lufa-Lufa permaneceram em silenciosa expectativa.

– Pode me chamar de Jeff, querida – ele continuava a manter a sua postura, mas os risos foram mais contidos dessa vez. A sala inteira parecia estar na expectativa de como seria resolvido o desafio entre aluno e professora.

– Eu entendo o seu equívoco senhor Rosier – disse Hermione, mantendo uma postura a mais fria possível, enquanto caminhava calma e lentamente até ele – eu sou apenas 4 anos mais velha do que você. Compreensível que tenha essa idéia errônea de que possa ter esse tipo de informalidade comigo. Mas não se iluda senhor Rosier. Eu sou sua professora. Você deve se dirigir a mim como professora Granger – ela viu que ele ia responder e tratou de manter o controle da conversa – mas acredite, eu realmente compreendo o seu equívoco. É justamente por compreender que em vez de 100, eu tirarei apenas 30 pontos da Sonserina pelo seu comportamento inapropriado. Em vez de uma semana, você terá apenas dois dias de detenção. Hagrid ficará muito feliz em ter a sua ajuda com os Explosivins – ela viu o rosto de Jeffrey Rosier perder toda a sua pose, ficando ainda mais pálido do que o habitual. A informação de Hagrid sobre a fobia de Rosier em relação aos Explosivins, desde o seu quarto ano, mostrou-se muito valiosa.

– Espera aí, a senhora não... – Hermione não o deixou terminar de falar. Ela voltou para sua mesa com um sorriso em seus lábios, que ela tratou de desmanchar antes de se voltar novamente para os alunos.

– Todos abrindo os livros na página 215 – ela disse se virando para encarar a classe, agindo como se Rosier não existisse – nós falaremos sobre poções venenosas este ano – ela utilizou a sua varinha e fez um feitiço que embaralhou as letras que indicavam o nome da poção nas páginas dos livros de todos os alunos – alguém pode dizer qual é a poção que está nesta página?

– A senhora apagou o nome – disse uma aluna da Lufa-Lufa.

– Tentem descobrir a partir dos ingredientes, dos efeitos que ela causa, enfim, das informações presentes no livro – ela respondeu. A sala estava em silêncio, Hermione já estava respondendo ela mesmo quando uma voz se fez ouvir.

– Aqua Mortalis – ela olhou para Jeffrey Rosier quando ele respondeu. A expressão em seu rosto tinha recuperado o ar presunçoso, mas ela viu algo diferente agora.

– Muito bem senhor Rosier – ela disse, se permitindo um leve sorriso – você acaba de recuperar para a Sonserina 10 dos 30 pontos que havia perdido. Diga a seus colegas porque a Aqua Mortalis é uma das poções venenosas mais perigosas, e poderá recuperar mais 10 pontos.

– A Aqua Mortalis tem uma aparência idêntica a água fresca. É sem cor, sem cheiro e sem gosto. Misture algumas gotas na água e uma pessoa terá uma séria crise estomacal. Meio a meio numa caneca d´água e é morte certa.

– Duvido que eu ou o diretor Snape poderíamos ter respondido melhor do que isso. Perfeito senhor Rosier, você acabou de recuperar 20 dos 30 pontos perdidos – a turma inteira estava em silêncio agora. Hermione imaginou se teria de fazer o que tinha preparado. Tinha certeza de que Snape a repreenderia por isso, mas decidiu que era importante. Ela percebeu que já tinha ganhado o respeito dos alunos da Lufa-Lufa, mas Sonserinos eram feitos de outro material. Ela sabia que demonstração de poder era fundamental para ganhar o respeito deles – todos devem começar a preparar suas próprias poções Aqua Mortalis. Os ingredientes necessários estarão a disposição de vocês exatamente... agora.

Um feitiço silencioso foi o que Hermione fez. Os armários de ingredientes se abriram imediatamente e vários utensílios, ferramentas e ingredientes flutuaram até as mesas dos alunos. Ela percebeu o quanto todos na sala ficaram impressionados com sua destreza. Não era nada simples controlar a flutuação de vários elementos ao mesmo tempo, ainda mais através de um feitiço silencioso, como o que ela aprendeu com Snape no seu sexto ano. Ela estava exausta pelo esforço quando as mesas de todos os alunos estavam com tudo o que era necessário para fazer a poção. Ela se sentou, procurando não demonstrar o seu verdadeiro estado.

– Vocês podem começar – ela disse – eu quero uma poção de cada um até o final da aula. Os que fizerem a poção de modo certo ganharão 20 pontos para sua casa.

Enquanto os alunos se preparavam para iniciar os seus trabalhos Hermione tomou uma poção revigorante. Ela já a tinha preparado, pois sabia o quanto o feitiço que fez exigia de um bruxo em termos físicos. Assim que se sentiu mais fortalecida ela começou a andar pela sala, inspecionando os trabalhos, orientando os alunos, quase todos, que estavam tendo dificuldades. Ela observou discretamente o progresso de Jeffrey Rosier. Era visível o quanto ele era bom na matéria. Ao final da aula, Rosier, outra aluna da Sonserina e mais uma aluna da Lufa-Lufa, foram os únicos que fizeram a poção de maneira correta. Ela fez um novo feitiço, dessa vez para lacrar magicamente os potes com as poções de cada aluno, garantindo que só quem fez a poção poderia abri-los. Antes de dispensar a turma, instruiu a todos a preparar uma redação de 50 centímetros sobre o modo correto de preparar a poção.

Ela se permitiu olhar novamente para Jeffrey Rosier enquanto a turma estava saindo. Ele havia recuperado toda a sua presunção anterior. Era indiscutivelmente inteligente, tinha também uma clara liderança junto aos sonserinos, além de visivelmente intimidar os alunos da Lufa-Lufa. Tudo apontava para ele como um novo Draco Malfoy, mas Hermione podia perceber sutis diferenças. Ela sabia que precisava conquistar o respeito e a confiança dele, mas sabia também que não podia abrir mão de demonstrar o seu poder, pois acima de tudo, ele ainda continuava sendo um sonserino.

– Senhor Rosier – ela fez questão de se dirigir a ele enquanto a turma ainda podia ouvir – você recuperou brilhantemente os pontos perdidos no início da aula, e ainda conseguiu mais 10 para a Sonserina, mas a sua detenção ainda continua em vigor. Apresente-se ao professor Hagrid para cumpri-la ainda hoje – ele olhou para ela com firmeza, um ar de presunção e desafio ainda presentes em sua expressão.

– Sim senhora – ainda havia um tom de desafio na forma como ele respondeu, mas já era um começo promissor. Hermione viu os alunos saírem da sala e se permitiu respirar aliviada ao se ver sozinha. Os alunos do primeiro ano logo chegariam, mas ela estava muito mais confiante agora.

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Os dias passaram depressa e quando Hermione se deu conta, já estava a quase um mês como professora em Hogwarts. O incidente na primeira aula do sétimo ano se espalhou pela escola como normalmente acontecia em situações assim. Como previsto, Snape não gostou da sua demonstração de poder e ela teve de prometer não fazer mais isso, afinal os alunos tem de aprender a pegar seu próprio material por si mesmos. O mais importante é que ela conseguira se impor junto aos alunos.

Jeffrey Rosier confirmou a impressão de que era mesmo um aluno muito inteligente. Hermione sentiu-se ligeiramente surpreendida ao encontrar muitas similaridades entre ele, e como ela era, no seu tempo de estudante em Hogwarts. No entanto, se a relação dela com o jovem sonserino se estabeleceu bem, agora o problema estava com Alyson Yaxley, que não parecia nada contente com a maneira como Jeffrey se comportava agora com Hermione. Esta decidiu não levar essa questão muito à sério, pois via que era um típico caso de ciúmes que, ela acreditava, se resolveria com o tempo. Com certeza havia preocupações maiores ocupando a mente de Hermione Granger.

Quase um mês já havia se passado e até agora nenhum dos três Mestres tinha dado qualquer indicação de iniciar as sessões particulares com ela. Hermione imaginava se não deveria abordar o assunto com um deles, mas ponderou que não seria uma boa idéia. Não que Sirius, Remus ou mesmo Snape, a estivessem evitando. As conversas com seus dois colegas de docência eram freqüentes. Com Snape menos, até pelas próprias características de sua personalidade, somada as responsabilidades dele como diretor. Sirius e Remus, no entanto, sempre conversavam com ela, nas refeições, na sala dos professores, até mesmo nos momentos de folga, como na primeira visita a Hogsmead. As conversas, no entanto, sempre giravam em torno do trabalho, ou de questões pessoais, que nada tinham a ver com a sessão BDSM daquela noite, muito menos com o futuro adestramento de Hermione.

No entanto, as preocupações com as questões envolvendo uma possível vida pessoal e amorosa de Hermione Granger era um dos tópicos favoritos de conversas dos outros professores em Hogwarts. Pomona Sprout, em particular, parecia não entender como alguém como ela, jovem, bonita, inteligente e heroína de guerra, estava aparentemente sozinha, ou porque seus relacionamentos com Ron ou Vitor não deram certo. Nessas horas Remus e Sirius adotavam sempre um tom brincalhão enquanto Snape, nas raras ocasiões em que se envolvia, sempre emitia opiniões discretas.

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Hermione estava retornando aos seus aposentos depois de mais um dia de aula. Ela não estava exatamente cansada, só teve uma aula na parte da manhã, e outra à tarde, com alunos do primeiro e do terceiro ano, que eram bem fáceis de lidar. Na verdade, o mais próximo de um stress que teve naquele dia foi fugir das novas indagações de Pomona Sprout sobre sua vida amorosa. Hermione, por sua vez, nem tinha muito tempo para pensar sobre isso. A carga de trabalho de um professor em Hogwarts não era exatamente leve. Quando não estava dando aulas, estava corrigindo trabalhos, sem falar na sua pesquisa na biblioteca da escola. Mesmo em seus momentos de folga, sempre estava cercada de pessoas. Apenas quando estava sozinha em seus aposentos, é que sua mente vagava até uma certa noite.

As marcas em seu corpo já tinham desaparecido, mas as sensações causadas pelos golpes que as geraram, ainda estavam muito vívidas em seus pensamentos. Ainda era madrugada quando ela despertou respirando intensamente, o rosto corado ao ver os efeitos em seu corpo das lembranças sobre o que acontecera naquela noite. O barulho na janela a fez soltar um pequeno grito de susto. Ela viu uma coruja batendo com o bico no vidro. Por um segundo pensou que seria numa nova carta ameaçadora de Vitor, mas acalmou-se quando se deu conta de que aquela era uma das corujas de Hogwarts. Ela abriu a janela e deixou-a entrar. Ao pegar a carta que estava em sua perna sentiu algo que não vivia desde aquela noite na comunidade BDSM. A mensagem na carta era curta, mas muito clara: “Esteja na Sala Precisa às 9:30 da noite. Não se atreva a chegar atrasada para sua primeira sessão”. Não havia indicação de quem a tinha enviado, mas essa era a última preocupação de Hermione. Quem quer que fosse o Mestre em sua primeira sessão, tudo o que ela sentiu foi uma imensa alegria por saber que ocorreria logo mais à noite.

Notas finais
Domingo que vem tem mais. A primeira sessão irá começar. Quem será o Mestre que estará esperando pela Mione? Alguém tem algum palpite? Domingo que vem teremos a resposta.