Trágico Romance
6 O Que antecede.
James acorda, o sol ilumina sua face, as cortinas estão abertas e ele acorda com o raiar do sol, olha o relógio e eram 06:21 da manhã, mais cedo de que de costume, e como de rotina só que agora mais cedo ele foi ao banheiro escovou seus dentes, trocou de roupa colocou sua bermuda jeans, o tênis All star e sua camisa gola v e resolveu sair pra dar uma volta após tomar o café da manhã, em torno de umas 8:00 da manhã. Quando prestes a atravessar a porta de saída ele avista o calendário que está aberto no seu notebook e a data marcada é 13 de Maio de 2011, uma sexta-feita, Sexta feira 13, que por algum motivo o arrepiava todo. Enquanto caminhava e pensava ele tropeçou em uma pedra e foi quando novamente saiu daquele estado de paralisia mental e percebeu onde suas pernas e seu inconsciente o haviam levado, era a "Praça do horror", nome que ele mesmo havia posto devido as histórias que as pessoas contavam daquele local, era um local que ninguém ia, um daqueles que todos tem uma história para contar, mais um daqueles em que ninguém ousa pisar, uns dizem ser por respeito, outros dizem que é porque é só um lugar com histórias míticas, outros não querem perder tempo, mas no seu interior a verdade é que todos não pisam lá por receio, por medo e por precaução para caso seja verdade as todos os mitos sobre o local, dentre as histórias do local diziam que havia um senhor que matava as pessoas com sua garra afiadíssima no lugar da mão esquerda e que o sangue ele aparava com seu copo de metal desenhado e forjado pelo próprio satã, e nesse copo ele bebia o sangue e o oferecia a alma ao próprio satã, era uma espécie de ceifeiro, outra história era de uma menina que uma vez se perdeu da mãe e até hoje vaga no local depois de entorno de 300 anos ela suga a essência da alma das pessoas e as deixa vagando impotentes no alem pela eternidade presas em um mundo espiritual onde ela sempre se alimenta na esperança de um dia encontrar sua mãe, pessoas afirmam que ela sugou a vitalidade da própria mãe nessa busca sem reconhecê-la pois no plano espiritual os rostos são irreconhecíveis, são como borrões. Ao tropeçar em uma pedra na floresta do horror um súbito arrepio percorreu a espinha de James e ele sentiu como se algo gelado o apalpasse as costas e aquela sensação dava vontade de sair correndo mesmo que sem rumo, mas por puro instinto ele permaneceu no local e ao virar-se não viu nada nem ninguém, estava tudo calmo sem ninguém neblinado, o que foi uma súbita mudança no tempo, ele respirava sua boca fumaçava, mas ele não sentia frio, ele só não correu a esmo porque sua mente estava confusa e ele pretendia descobrir como chegou aquele local mesmo que com medo, ele apanhou a pedra na qual tropeçou e a jogou longe para o alto e para a frente de modo que ela pairasse e depois caísse, em vão pois a pedra ficou com tamanha pressão que passou do local que ele achou que ela pousaria e foi-se voando a uma distancia desconhecida enquanto ele praguejava, e praguejava até não poder mais sendo que o que restava agora era seguir fosse para onde fosse para encontrar uma saída e descobrir o que era aquilo tudo, ele estava na praça do horror e havia uma rua atrás e duas a frente uma placa no meio e nesse meio um buraco com circunferência para uma pessoa de cada vez ja as placas dos caminhos eram uma para cada um dos dois Caminhos que ele pudesse seguir com exceção do buraco que não havia placas a rua que se seguia a sua frente na direita se dividia em mais dois caminhos e a placa no meio outras instruções e assim se seguia quer ele pegasse o caminho da esquerda ou o da direita sempre os caminhos iam se dividindo varias vezes e varias interminavelmente, fato que ele percebeu em seguida ele leu os dizeres da placa da direita que dizia " da esquerda a direita o futuro, o futuro não esqueça" ele tentou em vão e foi percebendo a mesma seqüência se repetir quer ele pegasse o da direita ou o da esquerda e eram cada vez uma placa diferente com frases diferentes em ambas as partes, foi quando ele notou que a placa do buraco ao meio era a única que se repetia pegasse ele qual caminho fosse, assim estava escrito nela: " Do céu ao inferno, as nuvens que operam aqui desintegram os anjos do céu só tem domínio no céu, o anjo supremos governa o inferno e o céu" um símbolo do infinito abaixo da frase com a mesma imagem que ele havia visto naquele sonho, era uma cobra de duas cabeças e cada cabeça em cada ponta tentando se abocanhar espetadas por uma suástica quebrada. Ele então, pensou durante vários minutos e quando resolveu descer mesmo com medo já eram exatamente onze horas da manhã.
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