Try to stay alive
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Eu acordei sentindo beijos e mordidas serem distribuídos em meu ombro e no meu pescoço.
R- Ai! – Eu falei rouca quando senti uma mordida mais forte. Quinn começou a rir. – Bom dia meu amor. – eu falei apertando ela em meus braços.
Q- Bom dia Rach. Dormiu bem?
R- Melhor impossível. E você?
Q- Maravilhosamente bem. Eu ia sair pra pegar nosso café da manhã, mas você não me deixou sair...
R- E nem vou... Vamos ficar aqui o dia todo.
Q- Mas Rach, a gente vai casar hoje.
R- O Quê? – perguntei espantada. – Que porra é essa? Tá louca mulher?
Q- Olha como você fala comigo! – ela falou irritada – casamento cancelado. – ela ia levantar-se mas eu a apertei mais forte. Ela tentou me bater, mas os braços dela estavam presos entre nós. – Me solta Berry.
R- Quinn para. Agora sou Berry pra você? Será que você vai se irritar com tudo que eu falar? – Ela mordeu meu pescoço com força. – Ai! Quinn solta! – ela apertou mais ainda. – Porra Quinn, dá pra parar de birra? Por Deus! É isso que você faz desde sempre! – eu a empurrei e fiquei em pé na frente dela — Birra! Você é muito mimada! Não pode ouvir um não, fica irritada quando algo não esta do jeito que você quer, você se irrita se te disserem o que não quer ouvir ou quando não é o que você quer que te digam! É assim que você é. Eu pensei que você tinha mudado. Mas vejo que você não mudou nada... É assim que você que criar duas crianças? Quer que elas sejam mimadas como você? Quer que elas aprendam a serem frescas como você? Em nome de Deus Quinn, cresça! – quando eu olhei pra ela vi que ela estava chorando. – Quinn, me perdoa ok? – eu tentei me aproximar mas ela levantou-se e vestiu-se. – Quinn, para com isso, vem cá.
Q- Não Rachel. Parabéns. Conseguiu me magoar em menos de três dias de namoro. Nem o Noah foi tão insensível quanto você. Tudo que você falou pra mim ele disse. Mas disse de uma forma carinhosa, delicada. Sem gritar comigo ou coisa do tipo. Eu quero ficar sozinha. Acho que preciso de um tempo. Espero que pelo menos isso não me faça mais mimada ainda do que eu já sou. – ela saiu e bateu a porta com força. Eu fiquei em pé parada no lado da porta. Ela pediu um tempo pra ficar sozinha ou um tempo pra nós? Eu sou uma idiota! Eu puxei meus cabelos azuis e me vesti rapidamente e sai. Santana estava na sala. Quando ela me viu partiu pra cima de mim me segurando pela gola da camisa.
S- O que você falou pra ela anã?
R- O quê? Santana você ta louca? Me solta!
S- O que você fez com a Fabray? Ela saiu daqui chorando e com o Allan nos braços. Você pode ser minha amiga e tudo Berry, mas a Quinn é minha melhor amiga, então desfaça a merda que você fez com ela ou eu vou chutar a tua bunda com tanta força que você vai fazer uma visitinha à Sue no quinto dos infernos! E quem está falando não é a Santana é a Snixx. Você sabe que quando a Snixx aparece é pra fazer estrago né? – Eu afirmei com a cabeça. Se é a Snixx é por quê a Santana ta puta da vida comigo.
R- Onde ela está?
S- Não faço ideia.
F- No telhado. – falou Finn.
R- Me solta Satan. Eu vou atrás dela. Tenho ideia de onde ela pode está... – ela me soltou e eu sai quase voando escadas à cima. Quando eu cheguei lá Quinn estava sentada no chão de costas pra mim. Mas eu podia ouvir o seu fungado. Eu fui até ela. Ela se virou pra ver quem era e depois virou-se pra frente novamente.
Q- Eu pedi pra ficar sozinha Berry.
R- Mas você ta com o Allan então tecnicamente não está sozinha. – Eu me sentei atrás dela e abracei-a.
Q- Me solta Berry. – ela falou tentando se soltar de mim, mas ela só um usou braço, já que ela estava segurando o Allan no outro, e não conseguiu.
R- Quinn me perdoa. Eu nem lembro por que estamos brigadas, mas sei que eu to errada. Se nós formos brigar por qualquer besteira...
Q- Você me chamou de fresca e mimada.
R- Se formos brigar por qualquer motivo pequeno não temos como nos casarmos e muito menos como criarmos duas crianças. Me perdoa. Eu nem lembro de quando combinamos de casar hoje.
Q- Lógico. Estávamos quase fazendo sexo e você falou no meu ouvido que íamos casar amanhã e depois voltou a me beijar. Como lembrar de casamento quando você está quase fodendo comigo? – ela falou meio magoada. Allan olhava para nós com uma carinha séria de quem tava entendendo o que se passava.
R- Me desculpa. Não quis fazer isso contigo. Não quis te magoar. Me perdoa meu amor. — Eu beijei seu ombro. – E você tem obrigação de me perdoar. Você quase arrancou um pedaço do meu pescoço. Ainda dói sabia? E a Snixx quase arrancou meu pescoço por que você é a melhor amiga dela. Vem. Temos um casamento pra ir. Nosso casamento...
Q- Eu não quero casar com você. Sou fresca e mimada demais pra casar sem uma festa de, no mínimo, quinhentos convidados.
R- Ah, Quinn! Um almoço com catorze pessoas serve? – Finn apareceu na nossa frente.
F- Ei! E eu?- eu ri.
R- Quinze convidados.
Q- Mas somos dezesseis.
R- E o Finn?
Q- Se ele tivesse aqui eu iria querer que ele fosse meu padrinho de casamento...
F- Sério? – ele perguntou sorrindo bobamente.
R- Sério?
Q- Sim. Por mais que eu tenha o traído e dito que nunca o amei, eu amei. Finn foi o único que eu amei. Por que acha que eu briguei tanto com você por conta dele? – Ok, eu estou sem palavras. E o Finn também deve estar pela cara dele. – Mas depois eu percebi que era você que ele amava. Então eu desisti dele pra ver-lo feliz.
R- Vo-você ainda o ama?
Q- Não quero falar sobre isso.
F- Insista!
R- Me diga. – falo um pouco fria.
F- Seja carinhosa. Quer outra briga?
R- Perdão meu amor. Eu quero saber sobre o Finn. Afinal, vamos nos casar certo? – falei carinhosamente e acariciando seus cabelos.
Q- Rach... – eu a virei de frente pra mim e vi que seus olhos, nariz e bochechas estavam vermelhos, mas não de vergonha, mas sim do choro. Ver-la desse jeito e saber que a culpa é minha me doeu.
R- Quinn meu amor, apenas me responda. Não vou ficar com raiva, triste ou chateada. – ela olhou pra mim e eu quebrei por dentro ao ver aqueles olhos que tanto amo cheios de lagrimas.
Q-Eu não sei. Acho que sim. Mas não é do mesmo jeito que antes. Acho que esse meu amor tornou-se um amor fraternal. Mas eu sempre vou amar-lo. E você?
R- A minha relação amorosa com o Finn foi muito intensa. Mas não acho que teríamos durado muito mais tempo juntos. Mas nós nos víamos mais como irmãos ultimamente. Sempre vou amar-lo, mas não como homem. E eu prefiro as loiras... – eu pisquei pra ela e ela deu um tapa no meu braço sorrindo.
Q- Você é uma idiota.
R- A idiota que você vai se casar.
Q- Vamos mesmo nos casar?
R- É claro! Você acha que vai se livrar de mim tão fácil assim? — ela sorriu e balançou a cabeça.
Q- Fazer o que né? Não tenho outra opção mesmo...
R- Hey! – ela sorriu pra mim e eu retribui. Logo fiquei séria. – Me desculpa por ser uma idiota. Me desculpa por te fazer chorar. – falei acariciando seu rosto.- Minha menina mimada – falei e beijei se nariz e ela sorriu. Allan começou a chorar. Eu tinha até esquecido dele.
Q- Ele ta com fome.
R- Como você sabe?
Q- Li num livro quando estava grávida da Beth. Quando o bebê chora e fica mexendo os braçinhos na altura da barriga é porque ele ta com fome. Quando ele ta com sono esfrega os olhinhos. Quando ta na hora de trocar a fralda ele esfrega as mãozinhas.Quando ta com dor ele fica com a mão aonde dói. Quando quer colo ele mexe os bracinhos na direção de quem ele quer que o pegue. E ele quer você. – e pensei que ele estaria com os bracinhos esticados em minha direção, mas ele só chacoalhava-os para o lado onde eu estava. Eu o peguei no colo e sorri pra aquele ser minúsculo dos olhos verde-dourados que me fez sentir um amor incondicional desde o primeiro segundo que o vi.
R- Hey montinho. Olha, hoje eu e a mama Quinn vamos nos casar. Legal né? – eu sorri pra ele que estava brincando com o cabelo de Quinn. – Vamos Quinnie?
Q- Vamos. – nós fomos pra casa de mãos dadas e eu levava Allan nos braços. É mas seguro eu entrar com ele. Assim a titia Snixx não ia me matar. Quando abrimos a porta vimos todos na sala esperando por nós. Santana, Cassandra, Brittany e Puck estavam em pé, de braços cruzados e caras fechadas, me encarando mortalmente.
R- Vamos nos casar agora. – todos olharam pra nos como se fossemos loucas. — Que foi?
C- Vocês não tem como se casarem aqui. Não temos um padre, rabino ou juiz de paz aqui.
R- Oh Cassandra. Desagradável como sempre. O garoto de programa ali tem licença pra casar.
Bro- Depois que eu parei de me prostituir eu virei juiz de paz. Dá muito mais dinheiro. – Eles olharam pra Brody descrentes.
R- Então irmãozinho. Você pode nos casar?
Bro- Claro que sim maninha.
R- Então, o que estamos esperando? Vamos nos casar agora. – Brody sorriu. Eu dei o Allan pra ele segurar e me virei de frente pra Quinn. Brody fez aquele falatório todo como em todos os casamentos. Na verdade eu nem sei o que ele falou. Estava ocupada demais pra olhando pra Quinn.
Bro- Bem, eu não tenho mais nada a dizer. Rachel Barbra Berry, aceita Quinn Fabray...
R- Lucy Quinn Fabray.
Bro- ... Lucy Quinn Fabray como sua esposa?
R- Sim.
Bro- Lucy Quinn Fabray, aceita Rachel Barbra Berry como sua esposa?
Q- Sim.
Bro- Eu as declaro esposa e esposa. A noiva pode beijar a outra noiva. – eu agarrei Quinn pela cintura e a beijei desesperadamente. – Whow!
R- Com licença... – eu suspendi Quinn pra ela me abraçar com as pernas e a carreguei pro quarto correndo. Eu ouvi Santana resmungando:
S- Elas poderiam pelo menos deixar a gente parabenizar-las... – Quinn parou de me beijar e falou:
Q- Ela tem razão. Podemos fazer isso depois.
R- Mas Quiiiiiiiiiin! – eu choraminguei.
Q- Vem. — ela me puxou pela mão e nos fomos falar com os outros.
R- Latina filha da puta... Empata foda dos infernos... Me aguarde Satan... – eu fui resmungando. Quando Santana veio me abraçar começou a gargalhar.
D- O que foi amor?
S- Olha só isso! Você é canibal ou virou zumbi Quinn? – Dani veio pra perto ver também.
D- Cara! Quinn você é algum tipo de animal ou só está tentando comer um pedaço da Rachel?
Bro- Porra, dá pra ver daqui. Tá muito roxo.
R- Obrigada Quinn.
Q- A culpa foi sua.
S- Sabe Quinn, — eu conheço esse sorrisinho... Vai dar merda... – eu não lembro de você ser tão selvagem na cama. Você é tão passiva que eu pensei que eu tava comendo uma boneca inflável, só que muito mais gostosa. – Cassandra e Brody cuspiram a água que estavam bebendo.
Q- SANTANA! – Ela falou totalmente corada.
S- É verdade! Você só mostra ação na segunda rodada. Quando você começa a arranhar e morder... E na terceira... Ah... é ai onde aparece o furacão Quinn Fabray...
R- Olha o que fala da minha mulher Satan!
S- É verdade! Só ta irritadinha porque eu transei com a tua mulher antes de você. – Eu olhei irritada.
D- Ok Sant. Já deu né?
S- Mas ela realmente é um furacão na cama. Tenho certeza que tem gente aqui que também tem certeza. – Falou olhando pra Puck. Kurt começou a tossir porque se engasgou com a comida.
R- JÁ CHEGA OK? – Eu sai batendo os pés com raiva. Eu bati a porta com tanta força que eu quase a quebrei. Latina filha da puta! Eu deitei na cama com o rosto enterrado no travesseiro. Minha vontade é de arrancar o pescoço da Santana. (toc-toc)
Q- Posso entrar?
R- Sim...
Q- Me desculpa. — ela falou sentando na ponta da minha cama.
R- Quinn, você não tem nada que pedir desculpas. Foi uma coisa que aconteceu antes disso tudo aqui. Isso me incomoda um pouco sim, mas não falo nada. O Puck, foi o seu primeiro, teve uma filha com você e tudo, e eu não ligo. Mas a Santana fica me alfinetando com isso.
Q- Eu sei. Hoje é Snixx. Por isso essa acidez toda.
R- Eu não ligo.
Q- Posso me deitar aqui com você?
R- Claro. Somos casadas agora. Pode fazer o que quiser junto à mim... — ela deitou e nós acabamos dormindo novamente.
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Estamos aqui há quatro meses e meio. A Beth e a Elise ficaram doente, então achamos melhor ficarmos por aqui até elas melhorarem. Até ai tudo bem, mas a Quinn está num estado insuportável. Ela briga, come, chora, fica enjoada, se irrita, vomita, chora, grita, come, fica enjoada, chora, vomita, reclama, chora, fica enjoada, fica carente, come, chora, reclama porque ta engordando, come, chora e assim vai. Ninguém aguenta mais essa disfunção sentimental. Nem eu aguento! O pior dia com certeza foi o primeiro, há duas semanas. Ela chorou por três horas porque Brittany, Sam e Brody colocaram tinta pra cabelo rosa no shampoo dela.
Flashback on
Q- AHHHHHHHHHHHHH! – Ouvi Quinn gritar do banheiro. – EU QUERO TODOS NA SALA AGORA! – Fomos todos para a sala. Quinn saiu do banheiro com os cabelos rosas soltos. – Eu quero saber quem foi o filho ou a filha da mãe que fez isso.
Sam- Am... Quinn, fomos eu, Britt e o Brody. Nós pensávamos que era o shampoo da Rachel.
R- O que?
Bri- Nós queríamos ver como você ficaria de cabelo rosa.
Q- Isso não importa. Aquele era o shampoo da Rachel. Eu esqueci de pegar o meu. Agora olha o meu cabelo! Tá rosa!
San- Mas você já pintou o cabelo de rosa antes.
Q- Mas ele tava curto!
P- Corta ele então!
Q- Eu não vou cortar meu cabelo. Eu não quero cortar.
R- Dá uma aparadinha amor...
Q- Não quero cabelo curto.
D- Quinn, seu cabelo está quase na altura da cintura.
Q- Não vou cortar!
Be- Mamãe?
Q- Oi Beth?
Be- Você virou a Princesa Jujuba?
Q- Princesa Jujuba?
E- É de Hora de Aventura.
Q- Hora de Aventura?
K- É um desenho.
E- Se você é a Princesa Jujuba, a Mami pode ser o Finn, o Principe Chiclete...
Be- Ela pode ser a Marceline!
K- É sim! Por causa do cabelo! Mas... – Quinn começou a chorar.
Q- Eu não acredito! Agora vou ser um colsplay da Princesa Jujuba!
Flashback off
Nesse exato momento ela está chorando e comendo um enorme pedaço de bolo. Nesse ritmo vamos ficar sem comida antes de chegar no tal lugar onde Russell nos espera...
C- Rachel, a Quinn tem que parar de comer desse jeito. Vamos acabar ficando sem comida...
R- Eu sei... Porque será que ela ta assim?
C- Não sei...
S- Hobbit!
R- Oi Satan?
S- Eu acho que sei o que a Quinn tem.
R- E o que é? Como sabe?
S- Uma série de fatores e uma coisinha que encontrei na farmácia...
R- E o que é?
S- Vou fazer um teste antes de falar sobre minhas suspeitas... – ela falou e saiu chamando Quinn para ir no quarto.
C- O que será?
R- Não faço ideia... – ficamos na sala e meia hora depois Santana chegou com uma caixa na mão e Quinn chorando. – Acho melhor nem perguntar o que houve... – sussurrei pra Cassandra.
C- Muito menos eu...
S- Cassandra, chame todos aqui na sala. Tenho um comunicado à fazer... – Cassandra chamou todos na sala e voltou pra perto de mim.
C- Isso não vai ser nada bom... – ela foi se sentar no sofá junto com os outros e eu fui a única que fiquei em pé.
S- Rachel, é melhor sentar...
R- Estou bem de pé.
S- Tudo bem... A Quinn ta grávida. – todos olharam pra mim.
Bro- Rach, quando você falava que ia fazer sexo com a Quinn até ela ficar grávida eu pensei que você tava brincando...
C- Hobbit, você tem um pinto?
Bri- A Rach vai ser papai?
D- Oh meu Deus!
P- Rach? – eu ainda estava parada olhando abismada pra Quinn.
Q- Rach! Eu n-não te tra-ai. E-eu na-não dormi-i com nin-niguém, Ra-ach. E-eu ju-juro... – Ela falou soluçando de tanto chorar, eu fui pra perto dela e me sentei no sofá.
R- Hey Quinnie, eu sei disso. Vem cá amor... – eu puxei ela pro meu colo e ela começou a chorar mais. – Hey! Não chore. Nós teremos mais um bebezinho... – eu olhei pra Kurt que ainda estava chocado. Eu tirei Quinn do meu colo e voei pra cima dele. – Seu filho da puta! – eu comecei a bater nele com força. — Magrelo filho da mãe. — Puck e Brody me tiraram de cima dele que estava todo vermelho.
S- O que está acontecendo aqui?
R- Esse ex Tchola Man dormiu com a minha mulher!
Q- Como?
R- Vai Hummel, explica pra ela!
Ku- Bem Quinn, er... nós dormimos juntos naquela festa em New Heaven no dia 12 de janeiro. Estávamos bêbados. Eu acordei antes de você, te vesti e fui pro hotel. No outro dia foi a reunião, eu contei pra Rach e ela quase me mata naquele tempo. E quase me matou hoje e você ta grávida! Ai meu Deus eu vou ser pai!
C- Chega de viver...
R- Podem me soltar. Vou pro meu quarto. – eu olhei pra Quinn e ela estava imóvel. Parecia uma estatua de Afrodite no meu sofá. – Quinn... – ela não se moveu. – Quinn querida... – eu fui pra perto dela e me abaixei na sua frente. – Meu Deus, ela está em choque, Britt trás água pra ela! Quinn amor, olha pra mim! – ela olhou.
Q- Rachel, eu to grávida de novo. Outra gravidez indesejada causada por uma noite de sexo bêbada... Será que eu vou ficar grávida toda vez que eu ficar bêbada? Que raios de vida é essa?!
R- Quinn, ta tudo bem. Vamos ter mais um filho ou filha. Apenas isso. Não se estresse. Faz mal pro bebê. Vem. Vamos pro quarto dormir.
Q- Não está nada bem! Você não vai me deixar né?
R- Não! Porque diabos eu faria isso?
Q- Porque eu voltei para o celibato, ai fiquei bêbada, fiz sexo bêbada e agora to grávida do seu melhor amigo e to gorda e em alguns meses vou estar parecendo uma baleia, porque eu só choro, como, reclamo e tudo mais...
H- Caramba, essa merda toda me soa muito familiar... Celibato, álcool, gravidez indesejada e sexo com o melhor amigo do seu namorado/a e o nome Quinn Fabray tem uma ligação especial ou o que?
W- Holly! Não ta ajudando aqui.
Q- Você vai me deixar né?
R- Não Quinn, eu não vou. Sabe porque?
Q- Não.
R- Porque eu te amo. – ela sorriu — E porque não tenho outra opção também. – falei dando de ombros e ela sorriu e me deu um tapa.
Q- Idiota... – ela encostou a cabeça no meu ombro e começou a chorar.
R- Quinn? O que houve? – ela começou a chorar com mais força.
Q- Eu não sei... Eu quero sorvete de chocolate com arroz, mas isso é nojento, mas mesmo assim eu quero!
R- Dani, pode fazer isso ai?
D- Claro!
K- Não. – Kurt levantou – Deixa que eu faço. Afinal, esse bebê ai também é meu. Quero ajudar em tudo.
Q- Obrigada Kurt.
R- Não faz mais que sua obrigação. Agora vai pegar o sorvete com arroz.
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Esse é o sétimo mês de gravidez da Quinn, e Deus! Essa mulher está numa espécie de cio macabro! Ela só pensa em sexo! Não tem um minuto que ela e a barriga enorme dela não tente transar comigo. Ou com qualquer pessoa dentro dessa casa. Faz uma semana que ela parou de usar blusas ou vestidos. Só usa short e sutiã. Ninguém escapa do furacão Fabray nesse período fértil. Só Cassandra e as crianças. Até com a Kitty e a Marley ela tentou transar. Agora estamos trancadas no quarto com ela em cima de mim chupando meu pescoço.
R- Por Deus Quinn! Para por dois minutos! – eu gritei tirando ela de cima de mim. – Me desculpa amor, mas assim não dá. Te disse que quero nossa primeira vez perfeita. – ela começou a chorar. Isso é novo. Normalmente ela me dá um tapa e sai irritada pra comer. Essa é a primeira vez que ela chora. – Hey, o que houve?
Q- E-eu sei que vo-você não me ama mais po-porque eu to horrível e e-enorme de go-gorda! M-meu corpo ta ho-horrivel eu sei! To go-gorda, feia, com o cabelo ro-rosa, che-cheia de estrias, celulite e o-olheiras, mas eu po-posso tentar me arrumar ma-mais e-e...
R- Hey! Não é isso! Claro que eu te amo Quinn! De onde diabos tirou isso? Você não ta gorda. Tá grávida. Você está linda, seu corpo é perfeito assim. Vai voltar ao normal em dois meses. Seu cabelo rosa é sexy. Você não tem estrias. – ela olhou feio pra mim. – Ok, você tem QUATRO estrias Quinn! QUATRO! E elas mal aparecem de tão brancas que são. Você não tem celulite amor, nem olheiras. Isso é paranóia de grávidas. Você é linda assim, toda gravidinha... – eu beijei ela carinhosamente.
Q- E porque você não quer fazer sexo comigo?
R- Porque não é a hora. Você ta grávida.
Q- Isso não é problema. Enquanto eu morava com o Finn, Carole disse que fazer sexo durante a gravidez é bom. Porque relaxa a passagem.
R- Como? – perguntei confusa.
Q- Ai Rach... Relaxa a passagem do bebê.
R- Ainda não entendi. – ela bateu com as duas mãos no rosto.
Q- Caramba, você passou muito tempo com o Finn hein? Como você é burra!
R e F- Hey!
R- “Sai daqui Finn”
F- Ok... Eu sei o que quer fazer Rachel...
R- “Não sabe não”
F- Sou sua consciência.
R- “Merda. Só sai”
F- Tuuudo bem! – ela falou rindo.
Q- Abria a passagem é deixar minha vagina mais elástica Rachel. Alargar lá em baixo pra não doer tanto, entendeu?
R- Ahhhh... Entendi... Mas mesmo assim Quinn. Não vamos fazer isso hoje. – ela voltou a chorar.
Q- Rachel, por favor, faz amor comigo! Eu preciso de você. Se você não fizer isso vou ter que me masturbar, só que minha barriga não deixa eu enxergar minha vagina... – ela não pode ta falando sério.
R- Você não pode ta falando sério! – eu pulei de cima da cama.
Q- Rachel, eu estou.
R- Quinn... Não faça isso comigo. Você não sabe o quão louca eu estou pra ter nossa primeira vez mas...
Q- Eu to horrível!Eu sei! – ela colocou a mão no rosto.
R- Eu te amo Quinn. Nada disso importa pra mim. Você pode ter quatro pernas e duas cabeças. Se você for você, vou te amar do mesmo jeito. – ela sorriu pra mim. Eu deitei ela na cama e deitei meio que em cima dela. – Você realmente quer isso Quinn?
Q- Sim.
R- Tudo bem. Qualquer coisa avisa e paramos. – ela afirmou com a cabeça. Eu beijei ela. De repente eu não sabia como fazer. Por Deus! Eu já transei com zilhões de mulheres, porque isso agora? Relaxa Rachel. Relaxa... Eu comecei a fazer carinho no seu corpo e na sua barriga enorme. Deve ter uns dez bebes ali. Eu desci os beijos pela sua mandíbula, pescoço, ombro, vale dos seios e a barriga. Ela sorriu alisando meu cabelo quando eu beijei onde o bebe chutou. – Oi bebe. Olha, fica quietinho ai, eu e a mamãe vamos namorar, e se você não ficar quietinho não vai rolar por que eu vou brochar.
Q- Rachel! – ela falou rindo. – Vem logo!
R- Seu desejo é uma ordem! — eu voltei a beijar-la. Tirei seu short e beijei suas coxas. Beijei suas quatro estrias. – Viu. Quatro estrias... – ela sorriu. Eu continuei beijando seu corpo inteiro. Eu abri seu sutiã e passei os dedos ao redor do bico do seio direito dela e ela gemeu baixinho mordendo o lábio inferior.
Q- Raaachel! Meus hormônios tão me matando! Dá pra adiantar o seu trabalho?– Eu sorri pra urgência dela.
R- Calma Princesa Jujuba!
Q- Rach, não me chama assim.
R- Tuuuuudo bem... – eu falei ainda passando os dedos ao redor do seio dela.
Q- Porra Rachel! Vai. Logo! – ela falou puxando meu cabelo com força.
R- Ai! Ok, Ok! Já vou. – eu comecei a beijar-la e massagear seus seios com as duas mãos. Quinn soltou um gemido baixinho e sorriu pra mim. Eu desci os beijos para seu pescoço, ombros e seios. Eu mordi, chupei e lambi seus seios. Eu continuei e comecei a beijar sua enorme barriga e voltei a descer. Tirei sua calcinha e me levantei da cama pra ter uma visão melhor de Quinn. Já que abaixada sua enorme barriga me impedia de ver seu corpo por inteiro. Foi a visão mais bela da minha vida. Eu tirei minha roupa e voltei de onde parei. Dei beijos pela parte interna das suas coxas e ela gemeu.
Q- Rachel!
R- Calma amor! – eu falei sorrindo. Eu dei um beijo em sua vagina e comecei a chupar-la. Chupei-a até ela gozar e bebi todo seu gozo. Foi a coisa mais deliciosa que já provei. E os gemidos de Quinn inundaram o quarto. Tenho certeza que Deus e o mundo sabia que estávamos fazendo sexo. Principalmente quando Quinn começou a gemer meu nome e pedir pra ir mais fundo. Quando suguei tudo subi e fiquei de lado dela, já que a barriga dela me impedia de ficar em cima dela. – Ainda aguenta mais?
Q- Com certeza... Mas por favor, não me torture. E por favor, use os dedos e fique aqui em cima comigo. É horrível não te enxergar por causa da minha barriga. – ela falou e fez biquinho. Coisa fofa esse biquinho. Eu a beijei pra desfazer o biquinho dela e ela sorriu pra mim.
R- Pode deixar amor... – eu desci minha mão e comecei a acariciar seu clitóris e ela voltou a gemer. Fiquei brincando lá e ela gritou:
Q- Dá pra enfiar os dedos ai logo? Por Deus, eu to morrendo aqui! Para de me torturar Rachel! — Eu sorri.
R- Sem pressa Quinnie... — comecei a colocar aponta dos meus dedos e tirar.
Q- Amor... Por favor! — parei tudo.
R- Me chamou de amor? — perguntei boba.
Q- Sim. Porque você é o meu amor. A mulher da minha vida depois da Beth. Eu te amo Rachel. — sorri e beijei sua bochecha.
R- Tambem te amo Quinn. Agora vamos continuar?
Q- Sim! Por favor! — sorri para o desespero dela e introduzi meus dedos lentamente. Ela soltou um gemidinho baixo.
R- Tão apertada baby...
Q- Rapido — ela sussurrou rouca em meu ouvido. Comecei a fazer um vai e vem rapido e ela começou a gemer mai alto e a cama bater na parede. — Isso Rae...
R- Rae não... — sussurrei rouca — Rick...
Q- Me fode com força Rick... — eu soltei um rosnado baixo e comecei a bomber-la com força e rapido. — Jesus! — me abaixei e comecei a beijar-la desesperadamente. A cama continuava batendo e eu tava com medo de quebrar a cama ou a parede. Ou os dois. — Estou perto... — eu sorri.
R- Eu tembém... Posso gozar so observando seu orgasmo baby... — ela gemeu e eu senti meus dedos serem sugados e apertados.
Q- Porra... — depois de falar isso ela gozou e eu gozei junto. — Por Deus... Por que diabos eu esperei tanto? — sorri pra ela — Eu tenho que retribuir...
R- Não precisa amor. Você tem que descansar.
Q- Tem certeza?
R- Sim... Agora vira de costas. Amo dormir com sua bundinha linda encostada em mim. — ela sorriu, me deu um beijo e se virou. — Dorme bem meu amor... — dormimos rapidamente.
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