Trust: Season 1
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Notas iniciais
Por Edward: Nesse instante eu estou tomando banho, tenho que levar a aloprada da “Liana” pro serviço, ou então ela vai dar um daqueles surtos psicóticos de sempre, odeio ser a babá dessa garota mimada, peguei a toalha e me enrolei na mesma e me direcionei até o quarto, me vesti e desci até a sala, sentei no sofá e fiquei a pensar naquela morena linda, Eita, essa morena balançou o meu coração, meu corpo, espírito, e tudo o que me pertence.
Fiquei espantado com a “Bella”, ela nem deu bola pra mim vei, dei em cima dela e ela nem se importou, essa garota resiste a tudo mesmo, mais quando eu topar ela de novo, vou fazê-la perder o fôlego, e ela vai se arrepender de ter me dado um fora.
—Esme: O que ouve filho? Tá pensativo!...-diz ela sentando ao meu lado.
—Edward: Mãe, se a senhora soubesse...
—Esme: Compartilha comigo... -diz olhando nos meus olhos.
—Edward: Não, a senhora não vai me entender, você só se importa com meu relacionamento com a Liana, que eu acho muito estranho... -digo me pondo de pé.
—Esme: Filho você tem que entender que a Liana te pertence, assim como você pertence á ela, vocês são prometidos um para o outro e. -diz ela não terminando de falar.
—Edward: É isso que não entendo mãe, que porcaria é essa de que somos prometidos um para o outro? Eu odeio aquela garota, ela me dá arrepios, eu não entendo essas decisões de vocês.
Nesse instante peguei minha mãe pelas mãos e a fiz levantar e nisso disse...
—Edward: Mãe me fala a verdade, em que tipo de merda, papai se meteu, tecnicamente, sou o prometido de Liana desde que nasci, e até hoje nunca entendi essa causa.
—Esme: Ai meu filho, isso é coisa de seu pai e dos Liberatos, é que Daniel o pai de Liana, sempre quis conservar a sua fortuna, então ele conversou com o Carlisle, que adorou a idéia, de tornar o nosso filho um herdeiro milionário tanto dos Liberatos quanto da nossa família... -diz ela andando pela sala na maior tranqüilidade.
—Edward: Fala sério mãe! Você acha mesmo que vou cair nessa bobagem de zelar pela fortuna?...-digo revirando os olhos e zangado.
—Esme: Pensa bem filho, você e a Liana fazem um belo casal, podem ter o que quiser, seu pai fez isso pensando exclusivamente em seu futuro... -diz ela vindo em minha direção e segurando minhas mãos.
—Edward: Mais e a minha liberdade em? Vocês não pensaram em como isso me deixaria triste! É sério mãe, eu não tenho nada a ver com aquela garota... -digo apartando as nossas mãos.
—Esme: Claro que tem a ver, e que você não percebeu.
No mesmo minuto o meu celular toca, e ao olhar na tela, vejo que liana esta ligando pra mim.
*Ligação on:
—Edward: O que foi?...-digo num tom de raiva.
—Liana: Ai amor, você esqueceu que iria me levar pra lanchonete hoje... -diz ela com uma das suas melhores vozes sensual.
—Edward: É eu tinha me esquecido.
—Liana: Agora que lembrou, vem me pegar! Pode ser das duas maneiras gato.
—Edward: Está bem Liana, eu vou te “LEVAR” pra lanchonete...-digo com um tom de nojo.
—Liana: Sem graça! Ed a gente já é prometido mesmo não tem nada se a gente brincar... -diz ela toda... toda.
—Edward: Tem que dançar conforme a música Liana... -digo rindo... –isso não vai acontecer entre a gente, então Good bye!..-digo desligando o meu celular.
*Ligação off.
—Esme: Era a Liana filho... -fala tranquilamente.
—Edward: Sim! Vou levá-la até a lanchonete.
Com isso peguei as chaves do carro e me direcionei até a porta e...
—Esme: Tenta se divertir com ela Edward.
—Edward: Não mesmo! Não vou perder meu tempo com aquele projeto de ser humano, vou fisgar coisa melhor... -falo dando um sorriso de lado totalmente sem graça.
Fui para o lado de fora da casa, abri a garagem e entrei no meu carro, com isso zarpei rumo à casa da desequilibrada da Liana, ao chegar lá, a vi á minha espera, estacionei o carro perto dela e ela foi entrando.
—Liana: Oi Ed!
—Edward: Oi.
Com isso ela se despede do pai…
—Liana: Tchau pai... -diz ela bem desanimada.
—Daniel: Tchau querida, cuida da minha filha em Edward!
—Edward: É o que eu faço.
Nisso dei partida rumo ao serviço da desmiolada, e como sempre, Liana tenta me seduzir, claro que perdendo todo o tempo.
—Liana: Tá quente né Ed?
—Edward: Esqueceu de tomar banho meu “AMOR”?
—Liana: Quando se tornou tão chato em Ed?
—Edward: Nem sei! isso sempre foi um mistério para mim... -digo rindo.
—Liana: Você me acha tão feia a ponto de não me desejar... -diz ela quase subindo em cima de mim.
—Edward: Acertou em cheio!
—Liana: Como assim?
—Edward: Você é feia! Além disso, você se joga demais, parece mais uma cachorrinha no cio... -digo rindo bastante da cara dela... -além de ser patética.
—Liana: Ora seu desgraçado...
—Edward: Além disso, tem a boca porca!
—Liana: Pois é, eu estava pensando, Quantas mil vezes não tentei te conquistar, te levar á loucura que com certeza gostaria de sentir, ao delírio de um desejo, a uma vontade estrema de me tornar sua... -diz ela acariciando o meu peitoral... –mais nunca consegui, porque você nunca me deixou mostrar a minha verdadeira face... -diz ela baixando cada vez a mão.
Com isso, começo a acariciar a mão de Liana (que se encontra já perto de meu umbigo), e logo, começo a apertá-la com raiva, eu estava com tanto ódio, que nem percebi que eu estava á machucando.
—Liana: ED! VOCÊ ESTA ME MACHUCANDO... -diz ela exaltada... -ED!
—Edward: SABE O QUE EU ESTAVA PENSANDO? QUE TE ODEIO GAROTA, SINTO NOJO DE VOCÊ, ALEM DE SER MIMADA, É EGOISTA, TA PENSANDO QUE VOU FAZER O QUE VOCÊ QUISER?-digo com muita raiva.
Soltei a mão de Liana, e ela ficou quieta até o momento de nossa chegada á lanchonete, estacionei o carro e Liana abriu a porta e saio sem dá um piu.
Eu ia embora, mais pelo retrovisor do carro pude ver a minha presa, agora o meu dia ficou perfeito, sai do carro e fui em direção da lanchonete, assim que adentrei, fui na bancada do barzinho que havia lá dentro e fiquei a observar aquela garçonete gostosa, andando de lá pra cá.
Era ela, “Bella”, linda e maravilhosa como sempre, eu queria ter cinco minutos com ela, só cinco minutos, e ela nunca mais se esqueceria de mim, eu faria chegar ao declive da loucura, eu faria dela minha.
—Edward: Bella, Bella, Bella, minha doce e adorável Bella... -digo bebendo uma dose de Uísque... -Ô GARÇONETE VEM ME ATENDER, EU ESTOU PRECISANDO DE ASSISTÊNCIA... -digo alto e claro.
Logo Bella veio em minha direção, e logo dei aquele meu sorriso safado.
—Bella: Vejo que você não desiste mesmo né John?-diz ela séria.
—Edward: O que posso fazer se você me excita, a cada palavra que sai da sua boca, eu fico cada vez mais ligadão em você gata... -digo puxando ela ao meu encontro.
—Bella: Você esta bêbado?-pergunta ela tocando o meu rosto.
—Edward: Bêbado por você... -digo levantando o copo de Uísque... –Querendo tomar uma dose de você... -digo pegando Bella pela cintura.
—Bella: É melhor me soltar, ou vou ter problemas com a chefa... -diz ela olhando em meus olhos e tentando se livrar do meu ataque feroz.
—Edward: Fala sério, esquece aquela vadia... -digo puxando Bella pelo braço.
—Bella: Me solta John... -diz ela na maior tranqüilidade, tentando não assustar os clientes.
—Edward: Você vai e pronto!..-digo colocando Bella no meu ombro e saindo da lanchonete com ela como refém.
—Bella: ME SOLTA SEU INDIOTA!
#Continua...
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