True Love

31 Provocações


Notas iniciais
Oi meus amores! Quero falar sobre uma coisa que vem me deixando bem chateada, ultimamente venho recebendo poucos comentários, queria saber o que está acontecendo. Tudo bem que a fanfic não é movida a comentários, porém me desanima em não ver um comentário, e a vontade de escrever acaba diminuindo. O que está acontecendo? Por acaso a fanfic está ruim ou algo do tipo? Porque se estiver, me avisem que eu tento melhorar. Sei que é chato ficar falando isso, mas também é chato para um autor não ter comentários, então por favor, gente comentem, porque sério me esforço muito para escrever essa fic e amo ela demais. Enfim, boa leitura!

–Acorda! Acorda! – escuto gritos de Damon.

Abro os olhos com dificuldade, estou morrendo de sono. Viro-me para o outro lado da cama e vejo Damon no meio, sentado de joelhos e balançando Stefan.

–Damon, volta a dormir – reclama Stefan.

–Acorda! – grita ele.

Meus olhos estão pesando tanto que eu não consigo mate-los abertos, e logo volto a adormecer.

–Elena! – grita Damon.

Acordo assustada. Vejo que Stefan está sentado na cama, encarando Damon com raiva.

–Por que nos acordou? – reclama ele.

–Porque quero comer e já amanheceu, vamos logo! – diz cheio de energia. Desce da cama e fica olhando para nós dois.

Ainda estou tentando processar tudo o que está acontecendo, eu realmente estou com muito sono.

–Damon, vai descendo, a Katie está lá embaixo e peça a ela que prepare um lanche, já vamos descer – digo sentando na cama.

–Se vocês demorarem eu subo!

–Tá – diz Stefan emburrado.

Damon sai do quarto. Jogo-me para trás, deitando. Stefan levanta e vai até o banheiro.

–Ele sempre é assim? – pergunto.

–Sim – diz Stefan com a escova de dente na boca.

–Meu Deus, como aguenta?

Ele termina de escovar os dentes e se aproxima de mim.

–Você tem irmão mais novo, sabe como é – ele fica em pé ao meu lado.

–Faz tanto tempo que ele teve essa idade, que eu nem lembro.

Espreguiço-me ainda deitada e fico olhando para o teto. Stefan sobe em cima da cama e sobe em cima de mim, aproxima seu rosto do meu, porém o seguro.

–Eu nem escovei os dentes – digo.

–Não ligo – então tira minhas mãos do seu rosto, leva meus braços até o alto da minha cabeça e segura meus pulsos. Adoro quando ele me prende, fazendo com que eu não consiga sair dali. Pressiona seus lábios sob os meus e logo percorre sua língua pela minha boca, nosso beijo começa bem calmo, mas vai esquentando, e eu amo isso. Prendo minhas pernas em seu quadril, deixando nossos corpos mais grudados, e quando acaba o nosso ar, ele leva sua boca até meu pescoço e dá um chupão que faz meu corpo estremecer, e consequentemente dou um gemido. Ele tira sua boca do meu pescoço, solta meus pulsos e olha em meus olhos – temos que descer, tem uma criança impaciente lá embaixo nos esperando.

–Não, por favor, quero continuar aqui – ponho minha mão em sua nuca, aproximo nossas bocas e voltamos a nos beijar.

O oxigênio acaba e desgrudamos nossos lábios.

–Agora chega, sabe que precisamos ir.

Faço biquinho.

–Vai me dizer que não quer ficar aqui comigo? – pergunto acariciando seu rosto.

Ele fica me olhando. Seu olhar é de um caçador olhando para sua presa, ele quer continuar, ele me deseja, e vou fazê-lo ficar aqui.

–A única coisa que eu quero é ficar aqui com você, mas se o Damon subir aqui e nos ver fazendo sabe se lá o que, não vai ser legal.

–Podemos trancar a porta – insisto.

–Vamos descer, tá? – ele dá um selinho demorado e sai de cima de mim.

Bufo e fico olhando para o teto.

–Não fica brava – ele para em frente da porta e cruza os braços.

Ele está me olhando, esperando eu levantar.

–Você não vai voltar aqui mesmo? – pergunto.

Ele nega com a cabeça. Reviro os olhos, levanto-me da cama e vou para o banheiro, faço minha higiene matinal e ponho um roupão em cima do meu pijama. Saio do banheiro e vou até a porta, Stefan a abre, saio e ele vem atrás de mim. Caminhamos até a cozinha, vejo Damon sentado a mesa, sento-me do outro lado da mesa logo em sua frente e Stefan senta ao meu lado. Tem um banquete em cima da mesa, e eu e Stefan começamos a comer.

–A tia Hanna chamou vocês para almoçar depois de amanhã lá em casa – diz Damon.

–Que ótimo – digo sorrindo – pode dizer que nós vamos.

Stefan concorda com a cabeça.

–Vai ser somente nós quatro? – pergunta Stefan.

–Sim – diz Damon dando uma mordida em seu pão.

–-----------------------------------------------------------------------------------------

Hoje mais cedo Damon voltou para casa e Stefan foi com ele, queria passar um dia de irmãos juntos, então não quis atrapalhar. Estou sentada no sofá da sala, assistindo um dos meus programas preferidos, porém sou atrapalhada pela minha mãe que aparece na porta.

–Precisamos conversar – diz ela.

Ignoro-a e continuo a assistir. Ela entra na sala e senta ao meu lado.

–Querida – ela põe sua mão em cima da minha, mas logo retiro a minha. Ela solta um suspiro – sei que foi completamente errado tentar mandar na sua vida amorosa, e mais errado ainda foi bater em você, estou arrependida do que eu falei para você, não sei o que houve entre você e o Matt, mas isso não me importa, o que realmente me importa é ver você feliz, e se o Stefan te deixa feliz, eu não quero impedi-lo.

Olho para ela e vejo seus olhos cheios de lágrimas, ela está arrependida.

–Ele tem uma família diferente da nossa, sem contar que ele se meteu em drogas, em assaltos e com gente perigosa, eu não queria esse tipo de pessoa para minha filha.

–Ele mudou – digo.

–Eu sei – ela sorri – provavelmente ele mudou por sua causa, mesmo que ele seja de uma classe inferior a nossa, eu aceito esse namoro de vocês, afinal ele deve te amar de verdade, ele mudou completamente por sua causa... Eu quero seu perdão minha filha.

Meus olhos se enchem de lágrimas e logo elas escorrem pelo meu rosto. Concordo com a cabeça e abraço-a.

–Eu te perdoo mãe, eu te perdoo.

Ela me aperta e me conforta em seus braços.

–Obrigada, meu amor – diz ela acariciando minha cabeça – eu te amo.

–Eu também te amo – digo.

A pior coisa é você estar brigada com a sua mãe, a mulher que você mais ama e que morreria e mataria por ela, quando ela me disse que se arrependia, naquela mesma hora eu a perdoei, eu a amo demais e independente do que ela faça, nunca vou odiá-la.

–--------------------------------------------------------------------------------

Depois de eu me reconciliar com a minha mãe, fui para o meu quarto, esperei o Stefan chegar e dormimos juntos. Agora estou na cozinha procurando o que comer, e Stefan também.

–Olha ali em cima, tem umas bolachas – digo apontando.

Ele concorda com a cabeça. Abro a geladeira e me inclino para olha-la.

–Tem torta, sorvete, bolo de choco... – sinto as mãos de Stefan envolver minha barriga e ele aproximar seu corpo do meu, ele aproxima sua boca da minha orelha e sussurra.

–Agora você não pode mais resistir né? – pergunta.

Dou um sorriso.

–Acho que não – digo.

Ele leva sua boca até o meu pescoço e começa a dar pequenos beijos, como da ultima vez, porém agora está diferente, meus sentimentos por ele estão maiores e meu tesão também. Mordo o lábio e fecho os olhos, e me deixo sentir esses pequenos toques. Até que não aguento mais, viro-me em sua direção, envolvo meus braços em seu pescoço e o beijo, ele segura minha cintura e me dá impulso para eu prender minhas pernas em seu quadril, e assim faço. Ele caminha pela cozinha, sem desgrudar nossos lábios, até me colocar em cima do balcão, afasto nossas bocas para afastar alguns objetos que estão ao meu lado, e logo volto a beija-lo. Sinto suas mãos percorrerem pelas minhas pernas e em poucos segundos estarem em minhas coxas, embaixo do meu vestido, ele vai aproximando suas mãos da minha intimidade, e meu corpo vai se contraindo, até que ele para suas mãos em minhas coxas e as aperta. Mordo seu lábio e ele dá um gemido, afasto nossas bocas. Aproximo minha boca da sua orelha e sussurro encostando meu lábio nela, e vejo que isso o deixa excitado.

–Sabe que não podemos fazer isso aqui – digo.

–Não me importa – diz.

Rio.

–Vamos voltar a fazer o que estávamos fazendo – olho em seus olhos e vejo que está indignado com a minha atitude.

–Você fez o mesmo comigo ontem, só estou dando o troco – ponho minha mão em seu peito e o afasto, desço do balcão e abro a geladeira, pego uma garrafa de água.

–Sabe que isso é mancada né? – ele pergunta inconformado.

–Para mim não – dou de ombros.

Ele pega dois copos e os põe no balcão.

–Você não perde por esperar – ele serra os olhos me olhando.

–Estou morrendo de medo – digo ironicamente.

Os encho e bebemos rapidamente.

–Preciso de gelo – diz ele.

–Eu também – digo.

Notas finais
E ai?! O que acharam do capitulo? Comentem e me falem sua opinião, beijos!