True Love

24 A Verdade


Notas iniciais
Oi meus amores! Hoje eu acordei vendo uma recomendação da fic, quase sai gritando de felicidade. Quero agradecer a Asheley Mikaelson Salvatore por essa recomendação maravilhosa, obrigada por todos os elogios e eu fico MUITO feliz por você (entre outras pessoas) amarem essa fic tanto quanto eu amo, eu fico muito agradecida. E obrigada por me elogiar, isso me deixa mais motivada para escrever, então obrigada por tudo o que escreveu. Esse capítulo (que irá desvendar um grande mistério) será dedicado a você. Amores eu postei uma fanfic nova, então quem se interessar aqui está o link: https://fanfiction.com.br/historia/634720/Psycho_Love/ Quero ver vocês lá hein, haha. Enfim espero que gostem. Boa leitura!

–Stefan, vou sair – digo me aproximando dele.

–Tá – ele vai até a porta de casa, abre, vai até o carro e entra, faço o mesmo.

Ele começa a dirigir.

–Aonde você vai?

–Para a casa do Matt.

–Ah do corno? – pergunta ele.

–Como?

–É a verdade – diz ele dando de ombros.

–Você é um completo idiota – digo revirando os olhos.

Olha eu sei que ele está com raiva, mas poderia pelo menos ficar calado.

–Vai me dizer que estou mentindo? – pergunta.

Fico calada olhando a janela.

–Por que faz isso? – pergunta ele.

Olho para ele pelo retrovisor interno.

–Como assim?

–Sabe que temos uma ligação e... – ele suspira – você piora tudo.

–Stefan, eu... Ache alguém melhor que eu.

–É impossível.

Suspiro.

–Sei que é difícil para você, mas também é difícil para mim, eu ver você machucado.

–Olha não precisa ter pena de mim, eu sabia desde o começo que eu nunca poderia ter uma mulher como você, sempre tive isso em mente, só que eu acabei me apaixonando por você.

–Não fala assim, isso não é verdade.

–Ah não? Entre eu e o Matt quem você escolhe? É óbvio ele, um cara rico, de família importante e que pode te dar uma vida de luxo, mas nunca escolheria um drogado igual a mim – diz ele magoado.

–Stefan...

Ele para o carro.

–Chegamos – diz.

Fico parada olhando-o.

–Eu nunca me importaria com o dinheiro – digo e saio do carro.

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Estou com insônia. Então resolvo ir até a cozinha e comer alguma coisa, já passam da meia noite. Desço as escadas lentamente para não acordar ninguém, até que eu escuto alguns gemidos. O que é isso? Desço mais alguns degraus e o barulho vai ficando mais alto.

–Stefan – escuto Rebekah gemendo – meu Deus... Stefan!

Sério isso? Sério que sou obrigada é ficar ouvindo esse tipo de coisa? Desço o ultimo degrau e viro em direção da cozinha, então eu vejo Rebekah pressionada na parede, com Stefan beijando seu pescoço e passando suas mãos em todo o corpo dela. Como dói ver isso, é como se fosse uma traição, é uma dor forte, que faz meu coração se partir ao meio.

–Você é incrível, sou tão sortuda por ter você – diz ela entre gemidos.

Ele para de beijar seu pescoço e volta a beijar a boca dela.

Subo correndo as escadas, entro no meu quarto, sento no chão, abraço minhas pernas e choro desesperadamente. Como eu queria estar no lugar dela, como eu queria tê-lo para mim, poder falar que eu o amo.

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Acordo com a cara inchada de tanto chorar, passo bastante base para disfarçar. Desço as escadas, chego à cozinha e o vejo encostado na parede, mexendo no celular. Aproximo-me dele.

–Stefan, preciso falar com você – digo.

–Estou ocupado – diz olhando para o celular, sem ao menos fitar meus olhos.

Tiro o celular de sua mão, ele me olha confuso, jogo o celular no chão.

–Ei! – ele grita olhando o celular no chão.

Seguro seu rosto e o guio até a minha boca. Começo a beija-lo, percebo que ele está bem confuso, mas logo começa a retribuir. Suas mãos deslizam pelas minhas costas e me puxa contra si, então leva uma mão até minha perna e a prende em sua cintura, e aperta minha coxa. Cada vez mais nos aproximamos um do outro e nosso beijo vai ficando mais quente. Com certeza é o melhor beijo do mundo, ele tem uma pegada muito forte, que me deixa louca.

–Elena, você está ai embaixo? – escuto Jeremy descendo as escadas.

Afasto-me rapidamente de Stefan, corro até o outro lado da cozinha, arrumo meu cabelo e abaixo minha saia.

Ele entra na cozinha e dou um sorriso.

–Quer falar comigo? – pergunto com a respiração ofegante.

–É que eu quero te pedir seu carro emprestado, porque o meio está na oficina.

–Tá, pode pegar – digo.

–Obrigado – ele dá um beijo na minha bochecha e sai.

Passo minha mão no cabelo e solto um suspiro de alivio. Olho para Stefan e ele está me olhando maliciosamente.

–Pode passar no meu quarto mais tarde? – pergunto.

–Com certeza – diz.

Sorrio e vou para o meu quarto. Sento na cama.

–Meu Deus, o que eu fiz? – pergunto.

Tá eu não me controlei, era para a gente conversar e eu acabei beijando-o, mas agora que eu o chamei para vir aqui, iremos conversar, somente isso, conversar. Eu preciso me controlar, porque eu estou traindo o Matt e não quero fazer isso, ele não merece isso.

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Escuto algumas batidas na minha porta, levanto da cama e abro a porta.

–Oi – digo.

–Oi – diz Stefan entrando.

Fecho a porta e sento na cama, ele faz o mesmo.

–Então o que você quer? – pergunta ele com um sorriso malicioso.

–Pode tirar esse sorrisinho, quero conversar – digo.

Ele revira os olhos.

–Tá, sobre o que?

–É que... – eu pauso e fico olhando-o – foda-se – ponho minha mão em sua nuca e aproximo seu rosto do meu. Nos beijamos.

O beijo vai ficando cada vez mais quente, ele deita sobre mim e põe suas mãos em meus seios, e os massageia. Dou gemido abafado pela a sua boca estar na minha. Eu sou capaz de parar isso certo? Não vou deixar isso ir para o próximo passo, eu tenho consciência certo? Consigo parar isso. Ou não. Ele tira sua boca da minha e retira sua camiseta, passo minhas mãos em seu abdômen definido, ele fecha os olhos, então volta a me beijar.

Escuto batidas na minha porta.

–Droga – empurro para o lado, ele cai ao meu lado.

–Filha? Está ai? – escuto minha mãe.

–Estou – digo me levantando, ele faz o mesmo.

Ele começa a colocar a camiseta.

–Posso entrar?

–Só um minuto – olho para ele – se esconde debaixo da cama – sussurro.

–O que? Sério? – ele sussurra.

–Agora, vai!

Ele bufa e se esconde.

Vou até a porta e a abro.

–Algum problema? – pergunto.

–Não, eu só quero conversar com você – diz.

–Tudo bem, entra – dou espaço para ela entrar.

Ela senta na cama, faço o mesmo.

–Sobre o que quer conversar? – pergunto.

–Sobre você e Matt.

Estranho.

–Como assim?

–Sabe vocês já estão há mais de dois anos juntos, se conhecem desde pequenos, eu estava pensando, não acha que poderiam passar para o próximo passo?

Sinto a mão de Stefan deslizar pela minha perna, tento me controlar o máximo possível.

–Que passo? – digo quase gemendo.

Minha mãe me olha estranhando meu jeito de falar, mas esquece. Balanço minha perna e ele tira sua mão de lá.

–Sabe pensar em casar e...

–Que? Não! – digo.

–Calma filha, para que tanto espanto?

Não, eu não posso casar com o Matt. Não o amo como já amei, sem contar que estou apaixonada pelo o Stefan, não posso, não me vejo casando com o Matt, não mais.

–É que eu sou tão nova, não estou preparada.

–Tem certeza? Vocês se amam tanto, se conhecem há tempos e ele tem um emprego, e você logo, logo termina a faculdade.

–Mãe, eu não estou preparada.

–Por causa do Stefan? – pergunta ela séria.

–O que? Não me diga que vai vir com aquela mesma conversa.

–Filha, não se deixe levar por causa de um rostinho bonito, ou um corpo sarado, não faça isso.

–Olha, eu não vou me casar com o Matt tudo bem? Não agora. Quando eu estiver pronta, eu casarei.

–Mas...

–Sem mais! Está decidido, não estou pronta.

–Não sei seu pai vai aceitar isso.

–É a minha decisão, agora eu não posso.

–Mas você o ama certo?

–Sim, eu o amo – minto – mãe relaxa, quando for para eu casar com ele, eu casarei tudo bem? Espera eu terminar a faculdade, eu prometo que casarei com ele quando eu me formar.

Ela abre um sorriso.

–Tudo bem, é que eu sonho com você entrando em uma igreja.

–Eu também – dou um sorriso.

–Te amo minha filha – ela me abraça.

–Eu também – digo.

Odeio mentir para a minha mãe, mas tenho que faze-la feliz, não posso dizer a ela que eu não sonho mais em casar com o Matt, ou que eu acho que o nosso relacionamento não vai durar muito tempo.

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Entro na sala, ligo a TV, vou até o sofá, mas vejo Stefan na porta me olhando. Ele aproxima.

–Eu escutei tudo o que você e sua mãe conversaram – diz ele.

–Eu falei o que ela queria ouvir.

–Ah é? Vai me dizer que não sonha em casar com o loirinho riquinho?

–Não mais – digo.

Ele suspira.

–Eu estou farto! Sério, para mim já chega! – diz ele nervoso – ou você me diz que me quer, ou me deixa viver em paz, porque eu não aguento mais essa dor! Só basta me falar que me ama e que deseja ter uma vida comigo, que Elena eu largo a Rebekah, eu largo qualquer coisa para ficar com você, só basta me dizer isso – diz ele me olhando profundamente.

Engulo em seco.

–Stefan, eu... Eu... Não posso, é que os Donovan são nossos amigos há anos...

–Espera! O Matt é um Donovan? – pergunta ele assustado.

–É sim, por quê?

–Não, não acredito – diz ele se afastando de mim e caminhando de um lado para o outro – você sabia de tudo! Como? Não! – grita ele com os olhos cheios de lágrimas.

–Stefan, do que você está falando? – pergunto me aproximando dele.

–Fica longe de mim! Eu tenho nojo de você! Como eu posso ter me apaixonado por você?! Não!

–Stefan, o que está acontecendo?! – pergunto desesperada.

–Para de se fingir! Eu já sei de tudo tá?!

–Não estou fingindo, o que aconteceu?! Me fala!

Ele para de andar e me olha.

–Você não sabe? – pergunta.

–Do que?

Ele respira fundo e se aproxima de mim.

–Minha mãe não morreu por causa de um câncer – ele dá uma pausa – ela foi assassinada pelos Donovan.

Notas finais
E ai?! Esses dois momentos Stelena