Notas iniciais
Então, estou repostando essa mini mini fic q
Eu estou pensando seriamente em usar essa one para escrever uma long usando com máfia no meio... anyway, é só uma ideia, já que sempre que começou uma fic no meio eu travo (por isso, preciso de alguém para escrever comigo... voluntario? q
Hmm, essa fic não tem nada demais, é só um devaneio antigo meu, já postado, e agora "revisado" ~se tiver erros a culpa não é minha~, não mudei muita coisa, por que eu queria manter, ao menos nessa one a minha antiga maneira de escrever.
De qualquer maneira, leiam~

Trovões
Os olhinhos estavam cheios de lágrimas, os bracinhos abraçavam os seus joelhos que estavam grudados ao peito. Estava com medo da chuva,e principalmente dos trovões.


Takanori resolveu se levantar, ir para quarto da sua mãe era a única opção em dias de chuva, e ela o deixaria dormir lá não é?


Devagar, se embrulhou no corbertor, e depois de pegar o ursinho que nunca largava, nomeado de Mr Donny foi se arrastando para o quarto que ficava no fim do corredor.


Parou no batente na porta, vendo como o corredor era escuro. Que monstros poderiam viver ali? E se pegassem o Mr Donny?


Forçou a vista para o final do corredor, vendo luz, mesmo que fraca, saindo das brechas da porta do quarto que o filho da amiga da sua mãe estava. Era o quarto do Aki-chan, a mãe dele a tia Komoe tinha se separado do marido e começado a morar com a sua mãe até achar uma casa pra ela e o filho.


Ficou olhando para porta, pensando se ia ou não, até que outro trovão se fez presente o fazendo pular. Tentou conter as lágrimas que começavam a se formar novamente, apertando Mr Donny ainda mais, esfregando os olhinhos com as mangas da blusa que mais parecia uma camisola, quando ia entrar no seu quarto de volta, viu uma sombra no corredor.


Ficou paralisado de medo, e se fosse o monstro que a vizinha tinha falado? Ela disse que esse monstro pegava criancinhas que tentavam sair do quarto escondidas à noite, para pegar biscoitos sem a permissão dos pais. Não que Takanori fizesse isso, ah, claro que não, só fazia isso quando Kou-chan vinha dormir em casa, ele não tinha medo de monstros, então quando ele estava por perto Taka-chan não ficava com medo também. Será que o monstro estava vindo pra pega-lo? Ele não estava saindo escondido, não queria biscoitos, só queria ir pro quarto de sua mãe.


Viu um vulto se aproximando e apertou ainda mais ursinho que tinha em mãos, os olhos vidrados na sombra que vinha em sua direção.


Sentiu a sombra o pegar no colo.


– MAMÃE SOCORROOO!! – pediu, mas nenhum sinal de sua mãe se fez presente, quando pensou em gritar de novo sentiu o monstro o abraçar.


– Sou eu Taka,'ta tudo bem hm. – disse Akira, Takanori deixou as lágrimas rolarem enquanto abraçava o adolescente que o segurava.

Outro trovão se fez presente, acompanhado de um relâmpago, fazendo o baixinho estremecer e esconder o rosto na curva do pescoço do maior.– Quer dormir no meu quarto? – Perguntou, enquanto apertava o menor ainda mais em seus braços.


Takanori só balançou a cabeça em sinal positivo, depois sendo levado até o quarto do loiro.


– O que aconteceu? – Perguntou Akira enquanto colocava Takanori em sua cama – Não deveria estar dormindo essa hora?


– Eu 'to com medo do trovão. – Disse, abraçando o corpo maior enquanto esse deitava — E a mamãe não veio me ver, então eu ia no quarto dela, mas o corredor 'tava escuro e eu 'tava com medo do monstro que a Anne-san disse pra mim, ele ia me pegar. – Falou fazendo bico, as bochechas inflando, o rosto infantil corado tentando conter o choro.


Akira riu, Takanori tinha sete anos e ainda tinha medo de trovão?


– A sua mãe só não foi ver você por que ela saiu com a minha, parece que é um jantar de negócios, algo assim.


– Hm. – O baixinho disse, apertando os bracinhos no tronco de Akira, abraçando-o como pôde, já que seus bracinhos não eram grandes o suficientes. Takanori era um pouco menor do que as crianças de sete anos normalmente são, problemas de crescimento talvez?


Akira abraçou o corpo menor, e esticou o braço para apagar a luz, dando um beijinho na bochecha do pequeno, esse que finalmente estava conseguindo dormir sorriu pensando em como tinha sorte em ter o Aki-chan por perto.

Notas finais
Então é isso, lembrando, que essa one pode virar uma long, depende da disposição da minha pessoa aqui.
Comentem, mesmo que for para me xingar, eu sei que vocês gostam.
Ah, e não me matem por ter excluído as outras fics, elas serão repostadas, ela não tinham sido betadas e estava dando agonia deixar elas ali... sozinhas... a mercer das críticas nada construtivas do mundo, já que elas estavam realmente uma porcaria...
Enfim, comentem~
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!