Troublemaker

11 Especial: Lucy Heartfilia


Notas iniciais
Oláaa meus amores ♥ Vocês estão bem? Como prometido, o especial da Lucy... Em breve, após um andamento na fic, haverá o especial do Gray... Apenas preciso esperar algumas coisas acontecerem, porque o especial dele vai explicar essas "coisas" ;P Enfim, espero que gostem do capítulo de hoje! É sobre antes da Lucy conhecer oficialmente Natsu, ou seja, antes de se mudar de Nova Iorque (e teremos a presença de um casal requisitado ;D) Boa leitura ♥

— Você está indo mesmo, então?— Levy praticamente chorava do outro lado do telefone.

— Sim, Levy. Minha mãe já está empacotando várias coisas e me entregou caixas para guardar as minhas também. – Suspirei, jogando-me em minha cama, olhando atentamente para meu teto branco embolorado.

Após a falência das diversas empresas Heartfilia, sobrou pouco dinheiro para que pudéssemos bancar nossa antiga mansão, então acabamos nos mudando para um pequeno apartamento na área urbana. Não era o melhor lugar do mundo para morar, mas pelo menos tinha um quarto só para mim.

— E a escola? Como vai ficar? Você vai simplesmente sair no meio do ano letivo? É o seu último ano, Lucy! Eu achava que ao menos iríamos nos formar juntas!— Choramingou, e escutei barulho das teclas de seu notebook. Provavelmente conversava em alguma rede social com seu namorado.

— Acha que não sei disso? Mas não há muito que eu possa fazer. Mamãe precisa ir cuidar da empresa de Magnólia, que agora é a única coisa que está nos bancando, – na verdade, está mais dando prejuízo do que dinheiro, pensei, – e além do mais, ela está noiva.

Senti meus dedos sendo lambidos, e percebi que Theodore, meu cachorro, estava ali me agraciando com sua companhia.

— Então ela está mesmo apaixonada pelo advogado rico?!

— Levy! – A repreendi.

Acariciei sua cabeça enquanto ele subia em minha cama e deitava praticamente em cima de mim, olhando-me com aqueles olhos pidões.

— Me perdoe, mas você não acha que ela talvez não esteja fazendo isso somente para conseguir bancar você e Michelle? Digo, há tantos casos que as mulheres fazem acordos assim com homens ricos, e daí eles assumem a empresa e acaba tudo indo de bom a melhor, e então eles se apaixonam de verdade, e…

— Levy, isso só acontece nos livros que você lê! Pare de fantasiar bobagem! No começo Igneel até mesmo viajou até aqui somente para conversar comigo e Michelle e perguntar se estava tudo bem isso tudo.

— Jura?! Quando foi isso? Por que não me disse antes? Que romântico! Ele é legal? O que achou dele?

Nesse último ano nós tínhamos caído em salas diferentes, por isso estávamos nos falando menos do que o normal, mas ainda éramos grandes amigas.

— Ele é muito legal, é engraçado e está sempre me tratando como se eu fosse realmente a filha dele. E minha mãe fica toda boba com ele por perto, parecendo você quando está se encontrando escondida com Gajeel.

— Lucy!— Foi a vez dela me repreender, e eu ri.

— O problema é que um dos filhos dele sequer deu as caras, nem a minha mãe ele quer conhecer… – Resmunguei, e Levy ficou em silêncio por um tempo, fazendo-me questionar se ela havia desligado o telefone, ou se a chamada tivesse caído. – Levy? Está aí?

— Ahn, me desculpe…— Ela respondeu totalmente distraída.

— Dá pra parar de conversar com teu namorado pelo menos um segundo e me dar atenção, Levy McGarden??!

— É que… Ele acabou de aparecer na minha sacada. – Ela cochichou, temendo ser ouvida por sabe-se lá quem.

— COMO É??

— Shiiiu, Lucy! Eu preciso ir! Mas prometo que te ligo assim que der. Até mais.

— Não acredito que vai me deixar falando sozinha!

Mas ela já havia desligado o telefone. Bufei, irritada com ela e com o idiota do Gajeel. Droga, nós tínhamos pouco tempo para ficarmos juntas e ele ainda a roubava de mim!

Sim, eu estava com ciúmes. Ela era minha amiga muito antes dele resolver aparecer na vida dela.

Arrastei-me para sair da cama, empurrando Theodore junto, totalmente desanimada só de imaginar que eu teria que encaixotar minhas coisas para uma viagem extremamente cansativa. Do outro lado do país, ainda! Ás vezes eu me perguntava porque foi que o Jude não continuou em Magnólia. As coisas estariam tão menos complicadas agora.

Talvez ele sequer teria morrido.

E talvez eu soubesse o que era ter um pai.

Respirei fundo, tomando coragem para retirar as primeiras peças de roupa do meu guarda roupa e guardar em uma caixa.

Ouvi batidas na porta e um pedido de “licença”, e disse que poderia entrar.

— Lucy… – A cabeça de Michelle apareceu em uma pequena fresta, me olhando cuidadosamente. – Você está muito ocupada? Posso ficar aqui com você? – Ela perguntou baixinho, e eu balancei a cabeça em positivo.

Michelle gostou da ideia de se mudar desde o começo por causa de Igneel, mas nos últimos dias estava totalmente incerta e confusa.

— Já arrumou suas coisas? – A perguntei.

— Quase tudo. – Ela simplesmente disse.

— Está ansiosa?

Ela demorou algum tempo para responder, e parei um pouco o que estava fazendo para que pudesse olhá-la.

— Acho que sim. Um pouco. – Deu de ombros. – Lucy… Você acha que… O outro filho do Igneel vai gostar da gente?

Sorri com sua pergunta. Enquanto Michelle se perguntava se ele iria gostar de nós, eu me perguntava se nós íamos gostar dele. Pra uma pessoa que vivia nos evitando, ele não parecia ser alguém compreensivo e legal.

— Eu não sei. Igneel não disse muito sobre ele. Até Erza e Zeref evitam falar algo relacionado ao irmão mais novo, então só posso concluir que ele não deve ser o orgulho da família.

— Eu acho que vou perguntar sobre isso para o Igneel hoje no jantar.

O quê?

Olhei atentamente para Michelle, que balançava as pernas infantilmente enquanto estava sentada em minha cama, e notei que estava muito bem vestida, mais que o normal.

— Hoje á noite? Igneel está aqui?

— Mamãe acabou de sair para buscá-lo no aeroporto.

— Ah, droga! Eu sequer me arrumei ainda! Por que ela não me disse?

— Acho que ela também não sabia. Acredito que Igneel quis fazer uma surpresa.

— Será que vamos jantar fora?

— É bem provável, mamãe não fez a janta ainda.

Comecei a procurar uma roupa que fosse decente para um restaurante, e também pra reencontrar meu novo padrasto, pela milionésima vez. Era engraçado pensar assim, mas eu gostava de sempre deixar uma boa impressão. Afinal, eu estava indo me mudar para morar na casa dele.

Michelle ficou no quarto comigo, dando opiniões sobre o que ficava bom ou não, e acabamos fazendo mais bagunça do que o previsto, além de desarrumar toda a caixa que eu já havia acabado de guardar minhas coisas.

Quando Layla chegou, escutei-a rindo e conversando animadamente, e fui recebê-la junto com minha irmã e Theodore, que latia e pulava animadamente.

— Igneel! – Michelle animou-se, correndo para abraçá-lo forte.

Ela gostara dele desde a primeira vez que se viram, e o tratava como se estivesse na família há anos. E ele a tratava como se fosse realmente a filha mais nova dele.

Logo percebi que Igneel não estava sozinho, uma ruiva alta o acompanhava.

— Erza! – Também me animei ao vê-la, indo abraçá-la.

Aquela deveria ser a segunda vez que Erza ia para Nova Iorque, porque nas outras ocasiões em que nos encontramos, foram todas em Magnólia, quando eu viajava nos feriados para lá com mamãe e Michelle.

Vendo-a entrando ali pela porta, me fez lembrar da vez que nos encontramos pela primeira vez, que foi quando ela e Zeref vieram para cá, muito depois de Igneel já ter falado conosco. Quando Erza entrou pela minha porta, foi inevitável o ato de congelar instantaneamente. Ela era tão bonita e imponente, ao mesmo tempo que parecia tão doce e gentil. Seus cabelos, que iam até a cintura, tinham uma cor vívida que parecia até de mentira. Ela parecia mais velha, e sorriu quando viu eu e minha irmã. E atrás dela, um garoto que era um pouco mais baixo, de cabelos negros e expressões gentis. Ele parecia não ser capaz de matar nem uma mosca. Não sorriu quando nos viu, mas não parecia ser grosseiro. E então, depois que passamos a noite toda conversando, percebi que eles eram duas pessoas ótimas, do qual não seria nada difícil me relacionar como irmãos.

— Olá Lucy, Michelle. Que bom vê-las novamente! – Igneel nos cumprimentou, sorrindo tanto quanto Erza.

Ele era sempre tão cordial, mesmo que já não precisasse mais disso.

— Boa noite, Igneel. – O cumprimentei de volta.

— Me desculpem por chegar sem avisar antecipadamente. Erza teve uma folga no trabalho e decidiu vir aqui comigo para ajudá-las a encaixotar as coisas.

Olhei perplexa para os dois e só pude expressar minha felicidade puxando Erza para outro abraço. Eles haviam viajado para o outro lado do mundo só para nos ajudar com a mudança, aquilo era tão legal e atencioso da parte deles.

— Então, meninas… – Minha mãe nos chamou a atenção. – Igneel sugeriu de irmos á um restaurante, o que vocês acham?

~*~*~*~*~

— Ele está em aula, então? – Escutei minha mãe perguntando cuidadosamente para Igneel.

Quando ela usava aquele tom, eu sabia que se referia ao Dragneel mais novo. Ele era alguém que, antes de eu conhecer, já estava me dando nos nervos. Layla sempre ficava mal quando descobria que ele tinha fugido de um encontro com ela, ou conosco, e era sempre bastante difícil animá-la novamente.

Mamãe odiava desavenças, e simplesmente não ter contato com o seu futuro enteado mais novo era desesperador, porque ela achava que se isso continuasse acontecendo, o casamento não seria uma boa ideia. Igneel dizia que era apenas uma fase e ele precisava de tempo para aceitar.

Mas já havia passado praticamente seis meses. Mais tempo quanto, ele precisaria?

— Não exatamente em aula, é mais treino. Ele é capitão do time de basquete, e por conta de um importante campeonato que o time dele está classificado, eles treinam aos sábados também. – Erza respondeu, sorrindo.

Erza não parecia do tipo que criaria uma desculpa apenas para safar o irmão de evitar minha mãe, então eu acreditei nela. E então comecei a imaginar alguém parecido com Zeref sendo capitão do time de basquete.

Aquela imagem não me entrava na cabeça.

— Ele é realmente muito bom! Eu espero que possamos ir em muitos jogos para você assisti-lo! – Igneel falou para minha mãe, logo em seguida oferecendo uma colherada da sobremesa que ele pedira, que era diferente da de Layla.

Ela aceitou de bom grado, e depois sorriu corada.

— Está muito bom mesmo. Eu deveria ter pedido a sua!

— Aqui, tome. – Ele lhe entregou seu prato de sobremesa, pegando o de Layla em troca.

Ela sorriu e corou ainda mais.

— Qual a idade dele? – Ousei perguntar. – Digo, do Dragneel mais novo.

— Apenas dois meses mais velho que você. – Erza respondeu.

A minha idade? Então estávamos no mesmo ano. Será que haveria possibilidades de eu estudar na mesma sala que ele? Será que seria uma boa ou péssima ideia?

— Igneel… E se seu filho não gostar da gente? – Michelle perguntou, e eu quase me engasguei com meu milkshake, olhando para ela de forma incrédula.

Igneel também pareceu meio sem graça, mas não dava para dizer se era porque a sugestão da Michelle era uma grande possibilidade, ou se era porque ele não sabia mesmo como responder.

— Acho que vai ser muito difícil isso acontecer. – Fora Erza quem respondera, tomando total controle da situação. – De nós três, ele é o mais comunicativo e o que faz amizades muito fácil. O Zeref é o mais difícil de agradar e ele gostou muito de vocês, então não precisam se preocupar.

Novamente, Erza não parecia do tipo que mentia, então eu apenas acreditei no que ela disse.

— Quanto a escola… Está tudo certo mesmo para colocá-las na Fairy Tail? – Minha mãe perguntou.

— Sim, tudo certo. Eu expliquei toda a situação para o diretor Makarov e ele falou que, assim que você chegar em Magnólia, para ir com os documentos delas até ele. – Igneel respondeu, comendo um pedaço de sua torta enquanto sorria.

— Mas e sobre o desconto das matrículas? Você sabe que eu não vou ter condições de pagar para as duas, ainda estou arcando com alguns prejuízos das empresas.

— Eu vou cuidar disso, querida. Fique tranquila.

— Com cuidar disso, você quer dizer que vai pedir o desconto para o diretor ou que vai arcar com a conta? – Minha mãe pareceu um pouco desafiadora ao falar, e isso significava que, se Igneel soltasse a resposta errada, mamãe teria um provável ataque.

Aqueles momentos eram delicados, e percebi que até mesmo Michelle parou de comer ao meu lado para observar bem, enquanto prendia a respiração e se mantinha atenta a todas as ações de nossa mãe. Layla era extremamente doce e amável grande parte do tempo, mas tinham momentos que eram exceções, principalmente depois que todas as responsabilidades das empresas caíram em suas costas.

— Eu vou arcar com as matrículas delas. – Igneel respondeu normal, provavelmente nem percebendo que estava pisando em um terreno perigoso. Até olhar para o rosto de mamãe. – Não me olhe dessa forma, Layla! É o mínimo que eu posso fazer! Estou fazendo vocês três se mudarem para o outro lado do mundo, e além do mais, você será minha esposa, elas serão minhas enteadas, o que há de errado nisso?

— Você já está fazendo demais deixando-nos morar na sua casa, Igneel…

— Não estou fazendo caridade, Layla. – Ele a cortou rapidamente. – Nós vamos nos casar, é obvio que você vai morar comigo. E na minha casa o único que eu banco é o meu filho mais novo, Erza e Zeref já trabalham e podem se virar sozinhos. Não vai doer meu bolso pagar a matrícula da Lucy e da Michelle. Na verdade, vou ficar muito feliz por poder fazer isso.

Pela expressão da minha mãe, ela provavelmente estava anotando mentalmente tudo o que Igneel estava fazendo por nós, para que futuramente pudesse “pagar de volta” de alguma forma. Ela já tinha aprendido a ser independente desde a morte de Jude, e acredito que tão de repente começar a depender de outro homem de novo deveria ser um pouco estranho. Por mais que esse outro homem fosse Igneel, o homem do qual ela amava mais do que pudesse admitir.

— Certo… – Ela finalmente disse, terminando sua sobremesa.

— Vamos querida, coloque um sorriso no rosto. Eu sei que é uma mulher forte e consegue se virar sozinha. Só me deixe te ajudar um pouquinho, você não precisa mais cuidar de tudo por conta própria.

Assim como Igneel pediu, mamãe sorriu para ele, e ele a beijou ternamente.

Eu ficava realmente feliz que Layla finalmente estivesse seguindo em frente, após o tanto que sofreu com a morte do Jude e os problemas com as empresas. Ela merecia Igneel, e eu tinha certeza que ele a faria a pessoa mais feliz do mundo.

Era somente por isso que, diante tantas coisas, eu sequer reclamava de nossa mudança de país, de casa e de família. Eu poderia aguentar tudo aquilo pela felicidade de Layla.

~*~*~*~*~

Uma semana mais tarde...

— Então é isso! – Finalmente disse, segurando-me para que não chorasse.

Levy e Gajeel estavam em meu já vazio apartamento, e Levy segurava um lencinho em suas mãos, pronta para qualquer choradeira que se seguiria.

— Eu nem acredito que você está realmente indo. – Ela falava chorosa. – Isso não pode ser verdade! Me belisca, Gajeel.

E ele a beliscou, fazendo-a saltar.

— Foi um pedido retórico, seu besta! – Levy esbravejou.

Claro que eu ri, porque era isso ou chorar, e eu definitivamente não queria chorar.

— Eu espero que você se dê conta de que está com o maior babaca do mundo e termine logo com ele. – Lhe mostrei a língua, e ela fez a mesma coisa.

— E eu espero que você não seja boba pra cair na lábia do primeiro garoto que falar contigo! – Ela devolveu.

— Você é muito idiota, Levy! – Ri sem realmente achar graça. Puxei-a para um abraço apertado, que Levy acabou chorando. – Você vai ficar bem, não é?! Eu juro que te mando mensagem todos os dias falando como estão as coisas.

— Você podia simplesmente não ir, ia ser muito melhor. – Ela me apertou mais forte, e eu acariciei seus pequenos e bagunçados cabelos azuis. – Se você me trocar por outra piranha, eu juro que vou até Magnólia apenas pra te socar, Heartfilia!

— O mesmo para você, McGarden.

E então ela me soltou, e deu espaço suficiente para que Gajeel se despedisse de mim. Ele nunca fora um amigo muito próximo, mas era o namorado da minha melhor amiga, então quase sempre estava presente. Era até loucura dizer isso, mas provavelmente eu também sentiria falta dele.

— Boa viagem, Bunny girl. – E deu tapinhas no topo de minha cabeça.

— Pare de me chamar assim, brutamontes. – Estapeei sua mão. – Se eu ficar sabendo que você magoou minha amiga, você estará absurdamente encrencado, entendeu?!

— Eu nunca magoaria minha baixinha. – Ele admitiu baixo, ficando até mesmo corado.

— Lucy… Vamos? – Mamãe apareceu na porta, com a chave em mãos para fechar o apartamento.

— Certo. – Respondi, pegando minha bolsa e suspirando alto. – Então é isso. Eu não vou me despedir, a gente vai se ver logo, não é?! – Olhei firme para Levy.

— Nós vamos?

— Definitivamente!

Ela sorriu grande e me deu um último abraço, e então saímos do apartamento abraçadas. Gajeel e Levy me acompanharam até o táxi que ia levar eu, mamãe e Michelle para o aeroporto, e enquanto o carro se distanciava, finalmente me permiti derramar lágrimas.

Agora uma nova etapa da minha vida estava para começar.

Notas finais
E então, gostaram? Algumas perguntas foram respondidas? Há ainda perguntas que precisam de respostas? Fiquem a vontade para fazê-las! Eu pretendo fazer outro capítulo narrado pela Lucy, mas ainda não sei quando. A única certeza é que vai ter! Enfim, esses dias eu entrei no terrível estado de bloqueio criativo, e nossa... Odeio tanto isso! A boa notícia é que há vários capítulos de Troublemaker que já estão prontos... A péssima notícia é que eu não faço ideia de quando vou melhorar... :c Então, aceito todo tipo de ajuda, dicas, e tudo mais... E é isso... Quinta tem atualização e eu espero vocês nas reviews... ;D Bjinhooos *3*