Trouble Maker

33 Capítulo 32 – A beira do abismo


Notas iniciais
Desculpa a demora. Fiquei sem energia ( eu moro no interior ou seja roça), sem internet. No caso da internet eu estressei com atendente, mais o caso não foi resolvido. A raiva é grande! Eu reduzir o capítulo para não ficar mais uma semana sem postar. Agora chega de enrolação. ~Boa leitura.

Capítulo 32 – A beira do abismo

Aquele acordar já uma rotina há uma semana: de acordar e sair correndo para banheiro com enjoo. Estava sendo bem difícil para Orihime, que quase não alimentava pela manhã cm medo do estômago não aceitar. Ichigo como sempre era atencioso com ela, pensando no bem estar. Ela, por fim, não estava aguentando aquilo.

_ Era está aqui – revirava a gaveta do criado ao lado da cama – Minha nossa! – achou a caixinha do anticoncepcional – Esqueci completamente disso.

_ Procurando algo?

Ichigo chega de supressa no quarto, fazendo a ruiva assustar e jogar a caixa para dentro da gaveta, fechando.

_ Cloridrato de metoclopramida. – respondeu, Ichigo arqueou a sobrancelha em dúvida – Remédio de enjoo;

_ Ah sim! – esticou uma sacola de plástico para moça – Comprei um.

A moça pegou a sacola e abril para pegar a caixa que estava dentro.

_ Mas isso é um ...

_ Teste de gravidez! – completou o ruivo – E você irá faze-lo.

_ Não estou gravida, é apenas uma virose. – tentando desviar do assunto

_ Virose? – debochou-a- Não conheço nenhum virose com esses sintomas: sono excessivo, alteração de humor, tonturas, enjoo e estou esquecendo mais algum? Ah abdome dilatado e as mamas também.

_ Virou médico agora Ichigo? – a moça olhou para ele cético.

_ Não. – deitou ao lado dela na cama – Meu pai era e eu lembro mais ou menos da minha mãe gravida das minhas irmãs. – olhou para ruiva – Mas qual é o problema se você tiver? – pegou a mão dela, que obrigou a fazer um contato visual

_ A sua vida, ou melhor, a nossa de que levamos agora. Essa preocupação da Soul Society...

Ele levantou da cama, sentou ao lado da Orihime. Segurou carinhosamente o rosto dela e fitou os ambares cinzentos.

_ É melhor notícia que posso ter: um filho com você. – não desviou nenhum momento o olhar – Esta minha vida com Soul Society está a preste acabar. Vamos mudar daqui, iremos para um lugar tranquilo. Tudo que eu quero é estar com você! Esse filho é uma bênção.

_ Ichigo... eu nem sei que pode vim- sua voz era embargada

_ Orihime, não pensa em nada de ruim. – ele selou os lábios — Apenas lembra como a amo. – a beijou novamente.

_ Ichi...eu fico preocupada com você e talvez não seja o momento de pensamos isso. – falou receosa.

_ Não se preocupa, se tudo ocorrer bem isso acaba hoje. – falou passando calma e confiança para ruiva. – Não pense mais nada, vamos curtir o nosso momento.

Os dois se beijaram, aproveitando um momento de calma e felicidade. Eles não imaginam o que estava por fim.

***

Na delegacia o trabalho era continuo, e o Ulquiorra como sempre estava lá. Essa semana uma série de assassinatos de várias gangues tinha chamado atenção. Todas possuíam o mesmo padrão, assim como do rapaz em um beco um mês atrás. Detetive Sficher já tinha deduzindo quem era o autor, bastava agora juntar as provas e levar adiante o caso.

Ele estava na sua mesa analisando as fotografias, filmagens e os depoimentos, por um breve momento a sua mente divulgou para longe dali: o encontro no supermercado com “onna”.

“Onna” era como ele sempre a chamou, mesmo que a ruiva tento um espirito tão jovial e livre. Mas para o rapaz de ambares esverdeadas a via como uma mulher. Era a única pessoa que podia entender a sua solidão. E por pensar ficar com onna poderia” estragar a amizade”, a perdeu. Talvez para sempre.

_ Perdido nos pensamentos? – a voz feminina o tira do transe.

_ Estou analisando o caso, capitã. – respondeu para sua superior.

_ Não era que parecia. – falou em um tom de deboche – Parecia está pensando em uma garota.

_ Não tenho tempo para isso – começou a mexer nos papeis – Não sei o por que da senhora me importunar com esses assuntos.

_ Nossa! – admirou a mulher – Está diferente hoje!

_ Pelo qual motivo? –perguntou ainda fazendo as suas anotações

_ Você não me deu os ombros e sim me deu uma resposta. – abaixou para falar baixo – Algo aconteceu no final semana, de lá para cá você teve vários desaveios. Você não me engana Ulquiorra. E vou descobrir. – levantou – Continua com trabalho detive.

O rapaz ficou imóvel com a declaração da Yourichi, olhando para tela do computador. Será que está tão “na cara”?

_ Onna. – suspirou ao lembrar da jovem

_ Detive Sficher. – um policial o chamou – Foi encontrado mais um corpo no píer.

_ Os legistas já foram? – levantou da cadeira e pegando o seu casaco.

_ Sim senhor.

O rapaz não falou nada apenas seguiu o seu caminho.

****

O garoto de olhos turquesa tinha seus olhos fixo na tela do computador. O seu sentimento era tédio. Deste da sua chegada à Soul Society era apenas ficar confinado, em sala com computadores à sua disposição. Qual era o seu objetivo de estar ali?

Nem ele se lembra mais. Ah sim! Descobrir a verdade sobre a morte de sua irmã de criação. Bobagem, isso ele sabia muito bem o como e o porquê. O seu motivo agora é totalmente outro, ele tinha que cumprir a qualquer custo a sua nova missão.

_ Então Toshiro, como está indo com o trabalho? – a mulher de cabelos longos negros entra na sala.

_ Estamos bem, senhora Unohana. – respondeu sem dá muito atenção para mulher – “Shinigami Negro” está perto do objetivo.

_ Que ótimo! – sorriu – Vejo que o trabalho está no fim. Tem certeza de não querer continuar? Você um excelente profissional. – elogiou o garoto.

_ Não senhora. – respondeu o garoto – Ficar aqui e lá naquele lugar é mesma coisa. Cumpro restante da minha pena por lá e sim terei a minha liberdade.

_ Ah sim! Claro. – concordou a mulher. – Vou deixar com o trabalho!

O garoto de olhos turquesa nada a respondeu. A mulher saiu da sala, andou alguns passos antes de fazer uma ligação.

_ Alô – atendeu a voz rouca da outra ligação

_ Faça logo o serviço. – falou sem rodeios

_ Calma! Nem tive um bom dia gatinho? – ironizou a voz

_ Não brinca comigo! – bradou um pouco – Nosso tempo está esgotando.

_ Nosso!? Eu que sabe é seu tempo que está se esgotando, Senhora Unohana. Se o “Shinigami” estiver vivo o seu segredo é revelado. Além disso, o seu amado chefinho está no seu pé. Não é mesmo?

_ Você vai comigo, Grimmjow.

_ Isso é de menos. Você apenas foi uma isca para matar o Aizen. Para polícia, eu e Aizen é mesma farinha do mesmo saco. O seu caso é pior, envolve governo, políticos, ou seja, a treta é grande.

A mulher ficou um silencio no telefone, algumas pessoas da organização passaram por ela, para disfarçar sorriu cumprimentando.

_ Tem outra, tenho uma pressa hoje. – riu satisfeito – E eu sei do meu fim: se não for você, será ele. Todos os meios levam o mesmo fim. Bom, até mais Lady.

_ Seu gingolô barato – falou antes de finalizar a ligação.

O que a Unohana não imaginava era que o Toshiro tinha interceptado a sua ligação da sala dele, e a informação tinha chegado à outra pessoa. Afinal essa era a sua nova missão.

****

Ichigo estava sentando na beira da cama, após receber uma ligação. Olhou para trás viu a ruiva dormindo. Levantou e escreveu um bilhete avisando que iria dar uma saída. Poupou acordá-la, pois ela estava tendo um período de sono irregular.

Vestiu um casaco jeans, pegou as chaves e antes de sair depositou um beijo na Orihime e a cobriu com um lençol. Saiu do apartamento, pegou o seu celular:

_ Lojas de doces – falou uma voz animada

_ Preciso falar com o gerente – anunciou quando descia as escadas até a entrada do prédio.

_ Oras, oras Ichigo-san. – continuou a voz animada – O que precisa?

_ Preciso falar com você e Yourichi com urgente. Chego em 20 minutos.

_ Hmm... acho melhor chamar um reforço. Fico de aguardando.

_ Ok. – desligou o celular, colocando no bolso.

Deu a partida na motocicleta e foi até na loja de doces.

*****

Orihime acordou ainda sentindo tonta. Revirou se na cama, espreguiçando. Viu um pequeno bilhete do Ichigo na cabeceira:

Hime, volto logo. Não se preocupe.

Beijos. Te Amo!

Ichigo

A moça dei um sorriso bobo, levantou da cama e caminhou até a cozinha. Afinal não tinha comido nada naquele dia. Nada o seu estomago havia “aceitado”. Preferiu apenas tomar um chá de erva doce com torradas. Arriscar com receitas malucas não seria boa ideia.

A campainha toca, a ruiva deu um longo suspiro. Não queria receber visitas naquele estado, a pessoa insistia continuar tocando.

_ Oh Deus! Faça a pessoa desistir! – orava baixinho.

Levantou da cadeira, praticamente arrastando o chinelo. Verificou no olho mágico da porta da sala a sua visita inesperada: Uryuu Ishida.

Por que ele está fazendo ali? Para que?

_ Orihime! – ele a chama – Eu sei que você está aí, por favor abra a porta.

Ela ficou estática. Atendia ou não? A sua náusea estava voltando, deu passos para trás. Quase tropeçou no sofá.

_ Orihime! Temos que conversar! – o rapaz continuava tocar a campanhia.

_ Vai embora. – falava baixinho – Por favor.

_ Orihime! – estava aos gritos.

_ Você novamente por aqui? – uma voz de senhora estava do lado do rapaz – Se continuar estarei chamando a policia.

_ Senhora Kaede. – sussurrou a moça ouvindo a conversa.

_ Eu estou precisando de conversar acom ela. – respondeu o rapaz – Tenho assunto trata-las com ela.

_ Não desse modo – respondeu a senhora — Como ver ela não pode estar em casa ou atende-lo. Antes de vim, liga para ela. E não fica gritando atrapalhando os vizinhos.

_ Ok, ok – o rapaz finalmente o rapaz concordou.

A ruiva agradeceu mentalmente a senhora Kaede ter intervindo, não sabia que fazer se Uryuu continuasse. Ela abaixou no chão e chorou.

As suas emoções estavam afloradas.

****

Moe chegava no bar com as mãos no bolso. Grimmjow, que estava no balcão tomando um copo de bebida, olhou com um olhar de reprovação fazendo o garoto estremecer.

_ E aí? Quais são as noticias? – pronunciou o rapaz de cabelos azuis.

_ Ela está em casa. Não saiu até presente momento.

_ Que ótimo! – sorriu Grimmjow – Finalmente uma notícia boa.

_ Que você pretende? – perguntou o garoto

_ Se divertir um pouco. – tomou o ultimo gole e colocou o copo no balcão – Chama os rapazes, hoje à noite vamos divertir.

O garoto não podia negar, quando o Grimmjow ficava com aquele sorriso coisa boa não era.

Continua...

Notas finais
Mais revelações no próximo capítulo! He he. Quem mora em BH e região? Vão para o AF (Anime Festival -BH)? Eu vou no sábado. o/ Até mais e não esqueça de deixar o seu comentário. Beijos♥