Trouble Maker

27 Capítulo 26- As algumas verdades.


Notas iniciais
Pronto! Capitulo terminado na madruga, como prometido! Oh!Capítulo difícil por diversas razões: falta de inspirações, dificuldade de escrever "certas" partes (vocês vão entender)... Bom é isso! ~Boa leitura

Capítulo 26- As algumas verdades.


A garota li atentamente aquele painel. Estava em silencio, não quis comentar nada. As suas expressões faciais, demonstravam que estava tentando compreender cada linha, cada palavra ali escrita.
_ Então. – mordeu seu lábio inferior
O ruivo que estava encostado na mesa que estava no canto ao lado do painel levantou o olhar para moça. Esperou ela pronunciar.
_ Você é da família Shiba – respirou fundo – Me desculpe não lembrar desse acontecimento. – Passou a mão numa reportagem – Afinal na época eu era adolescente preocupada de não sofrer bullying na nova escola.
_ Tudo bem, eu entendo – levantou aproximou da garota – Não estou cobrando isso.
_ Eu sei. – olha para o rapaz que está ao seu lado – Mas não entendi o motivo dessa chacina.
_ O meu pai trabalhava para o governo, Ishiin Shiba. – olhou para o painel – Estava desenvolvendo um projeto ambicioso. Mas as vezes aquilo que achamos estavam fazendo bem acaba fazendo mal. – apontou para foto da família – Parece que o projeto não era para bem da população ou contrário. Se fosse por isso tudo bem, meu pai poderia largar o projeto. Ele sabia de vários segredos.
_ Mas por que a família toda? Poderia ter sido somente ele?
_Poderia. – abaixou o seu olhar da foto – Não dar entender a cabeça desses ambiciosos. O assassino não aquele executa o crime e sim o mandante. Somos apenas instrumentos – fechou o punho da mão que estava na foto.
_ Por que você o único sobrevivente?
_ Nesse dia eu tinha brigado com meu pai – deu um sorriso fechado – Confesso que nunca fui bom garoto – riu – Deste daquele tempo já brigava por aí. Muitas vezes por motivos banais como a cor do meu cabelo.
_ O estranho que não citaram você nas reportagens. – concluiu a garota
_ Eu vi os malditos saindo da minha casa, creio que tive sorte. – deu uns passos para trás — O tiro passou de raspão. Não tive outra alternativa a não ser fugir. Tinha a sã consciência que eles iriam atrás de mim.
_ Enquanto ser kurosaki? – perguntou a ruiva
_ Meus tios ainda estão vivos e por outro lado sabiam que meu pai havia se metido. Foram eles que deram as entrevistas e deixaram que não haviam sobreviventes. Mesmos não encontrando o meu corpo. A cena do crime é totalmente de aterrorizante. Coisas que fizeram com as ninhas irmãs... – sua voz embargou.
_ Ichi... – a ruiva abraçou o rapaz
_ Adotei o sobrenome da minha mãe, Masaki Kurosaki – ruivo ainda não tinha recuperado – Para que poderia viver e ir atrás da verdade.
_ Entendi- compreendeu a ruiva – O que você pensa que fazer?
_ Mas o problema... – suspirou o rapaz — Não tenho coragem de enfrentar os meus tios. Que estes 15 anos estive vivo.
_ Ichi...
A moça abraçou o ruivo, não havia nenhuma palavra a ser dita. O que era necessário apenas as lágrimas que durante anos ficara contidas.
****
O homem de cabelos castanhos acompanha o movimento da SS através da parede de vidro da sua sala. Estava com um olhar refletivo dos últimos acontecimentos na agencia.
Ouve umas batidas na porta.
_ Entre – respondeu sem olhar para atrás. – O que deseja Nanao-chan?
Normalmente a moça iria irritar com “Nanao- chan”, mas o velho Shunsui estava estranho.
_ Vim entragar os relatórios. – respondeu a jovem
_ Pode deixar na mesa. – respondeu sem apresentar algum tipo de “gracinha”.
_ Mas alguma coisa, senhor? – a jovem estendeu a sua formalidade.
_ Não acha estranho o comportamento da Senhora Unohana? – perguntou sem rodeios
_ Aham!? – estranhou Nanao – Creio ela está bem.
_ Estou falando na obsessão ao Shinigami Negro. – continuou o homem – Ela poderia ter deixado desaparecido, uma vez que não tinham dado nenhum problema. Ao invés disso, ela solicitou os dois melhores agentes para caça-lo.
_ Isso porque ela acredita que ele seja o assassino do Yamamoto.
_ Não há lógica nisso. – virou para Nanao que ajeitou os óculos no rosto – Uma vez que o Yamamoto tratava como neto. Além do mais, o jovem Kurosaki estava numa missão.
_ Mas ele estava no local do crime e poderia...
_ Cuidado Nanao. – falou do seu jeito calmo – O verdadeiro assassino pode estar bem diante dos seus olhos. E nisso a Unohana sabe fazer muito bem. – sentou na sua cadeira recostando o corpo – A minha pergunta é: o por que o Kurosaki é o único suspeito?
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Zaraki Kenpachi, um homem de negócios. Possuía uma lavadeira em um bairro privilegiado e além ser um pai zelador. Se bem a única parte não esclarecida é o homem de negócios, um simples dono de lavadeira. Ele era o senhor das armas no submundo. Era muito bem respeitado. Não aceitava nem desleixo dos seus subordinados. Possuía dois subordinados leais, ou melhor, aqueles dois poderia ser considerado seus braços: Madarame Ikkaku e Ayasegawa Yumichika.
Sim, os dois eram leais ao Zaraki e não questionava nenhuma das suas ordens. Talvez poderia considerá-los uma família. Além do mais, Zaraki confia neles para cuidar e zelar o seu bem mais precioso, a sua filha Yachiru.
Quando falamos de um pai protetor, Zaraki é o exemplo. Nunca deixou a filha passar alguma necessidade, pai presente na escola, de ir assistir todas as suas apresentações de festa escolar, digamos que ele é um pai presente. A única relação sobre a menina que não dá bem é com a mãe. E isso a menina tem consciência
A única mulher que ele confiou e amou nessa vida, isso até um dia ela trair a confiança dele e ir embora. Ele conseguiu a inverter o quadro antes ser levado preso, por uma denúncia feita por aquela mulher, Retsu Unohana. Ela pode ter um rosto calmo e um sorriso acolhedor que tudo se passa uma máscara para uma verdadeira face: fria e calculista.
E por pouco ele não pedia a sua amada Yachiru, que hoje, caso a mãe a levasse estaria em algum orfanado ou com uma senhora como o primeiro filho da Retsu. Mas tudo isso não foi mérito seu, teve ajuda de uma outra pessoa no qual deve alguns favorzinhos de vez em quando.
_ É por essas entradas silenciosa que eu entendo a sua alcunha, gato. – falou ao perceber a entrada de uma pessoa no escritório.
_ Pois é. – riu a morena – Combina. Minha nossa! – zombou – O senhor Kenpachi fazendo contabilidade dos seus negócios – olhando para os livros caixas do homem acima da mesa – A pergunta é de qual dos negócios – deu um sorriso zombeiro.
_ Veio aqui como “gato” ou como a “capitã” Yourichi? – perguntou o homem.
_ A resposta é simples, basta olhar a sua volta. – fez o gesto- Se fosse como capitã eu estaria com uma jurisdição e acompanhada por dois policiais no mínimo.
_ É verdade – acabou rindo- Mas então qual é motivo da visita.
_ Uma pequena informação. – sentou na cadeira afrente da mesa do Zaraki – Digamos, da sua ex-amada mulher, Retsu Unohana.
_ O que quer saber daquela vadia? — falou um pouco nervoso – A única coisa que ela voltou a rondar o colégio da minha filha.
_ Certo, então saiu da toca. – analisou a informação.
_ Qual é seu interesse por ela agora? – perguntou curioso para mulher
_ Alguém me pediu para procurá-la.
_ Coitado. – falou o homem encostando na cadeira – Só posso lamentar por ele.
_ Pior que você está certo. – levantou da cadeira para retirar da sala – Tenho que concordar, mas ele acredita que encontrando com ela tudo na sua vida resolveria.
_ É perda de tempo. – retornando aos seus afazeres – Com ela nada está finalizado, principalmente quando tem um filho envolvido. É viver com a sombra dela.
****
Depois de revelar sobre um pouco do seu passado para Orihime, o ruivo ficara sentado na cadeira na cozinha pensativo. Os dois não trocaram nenhuma palavra durante o jantar improvisado daquela noite. A moça aproximou fazendo um afago nos cabelos rebeldes do Ichigo. Em resposta sorriu e olhou com ternura para moça e que em resposta sorriu.
_ Então qual é a sua resposta? – perguntou ou ruivo.
_ Mas não desisti em fazer a mesma pergunta – suspirou a ruiva – Já estou em envolvida com você e o perigo há muito tempo. – fechou a distância com o rapaz – E não vou desistir de você, do nosso amor e tudo que planejamos.
_ Orihime...
_ Há não ser que. – cortou o rapaz – Que essa pergunta e a minha resposta é um modo de você fugir da sua promessa. – a ruiva sentou no colo do rapaz, de modo que ficava de frente a ele – De colocar uma aliança de ouro no dedo anelar esquerdo. Cadê o rapaz que falou que casaria comigo em apenas três meses. Hein, Ichigo Kurosaki ou Ichigo Shiba?
_ Não falei em desistir de você. – envolveu as suas mãos na cintura da moça. – E sim, irei casar com você.
_ Não foi que pareceu. – rebolou no colo do rapaz – Pareceu que iria me abandonar — fez um beicinho infantil – Nesse caso eu iria te perseguir, do outro modo – seu olhar era mortal e ao mesmo tempo sensual.
_ Tem toda razão. – sorriu com ato da moça – Tenho realmente tomar cuidado com você. — puxou a para mais contado.
_ Tem sim. – envolveu a sua mão na nuca do rapaz. – E muito – puxou para um beijo voraz.
Os dois se beijaram ardente por alguns minutos antes de separar. A ruiva mudou a direção do beijo, na extensão do pescoço do rapaz.
_ Orihime. – o ruivo gemeu com as mordidas que a moça dava no seu pescoço e suas mãos passeava no seu tórax – Você sabe que está fazendo?
_ Sei – sua voz sou rouca – E muito bem – mordeu o lóbulo do rapaz – Por que vai desistir?
_ Não sou de desistir. – Levantou da cadeira com a moça no seu colo – Vou querer mais de você. – colocou sentada na mesa da cozinha.
_ Na mesa? – arqueou a sobrancelha
_ Você será a sobremesa de hoje – voltou a beijar voraz
A moça procurava a barra da camisa do rapaz para puxar para cima e ele já estava tirando a sua.
_ Isso não vale – murmurou entre os beijos.
_ Posso facilitar para você. – afastou a, tirando a camisa jogando ao lado da mesa – Pronto.
_ Com você é um piscar de olhos – questionou
_ É ruim? – trilhando beijos entre os seios da moça
_ Não – respondeu com um gemido
Ele não perdera tempo, tirou o soutien da moça e abocou logo em seguida um dos seios e enquando o outro era massageado com mãos.
_ Ichi. – puxou os fios alaranjados do rapaz para que o mesmo não parava do contado
Ela gostava cada toque do rapaz, das mãos grandes e ásperas que percorriam seu corpo provocando arrepios. Dos seus lábios que acariciava e ao mesmo tempo demonstrava a luxuria de a desejá-la. Com ele era sempre assim, ficava a ver estrelas.
_Odeio quando você veste calça nesses momentos. – levantou da posição que encontrava-se para retirar a peça que implicava – Gosto de você de vestidos ou saias, facilita mais.
_ Seu pervertido. – zombou um pouco
_ Olha quem fala! – riu da moça – Para quem veio preparada pro crime. – olhando para peça que cobria a parte intima da moça.
_ Se você reparasse no soutien saberia.
_ Eu sei.
O rapaz beijou o abdome liso da garota. Chegou na última peça e puxou com a boca até nos joelhos e no restante do caminho puxou com as mãos. Ichigo não podia negar, a sua bela ruiva Orihime tinha um corpo de uma deusa. E toda aquela inocência de menina naqueles momentos dava ao lugar para mulher sedutora. E literalmente adorava a” devorar”.
_ Ichi...vai mais – pedia suplicante para continuar com seu trabalho na área intima.
Seu contado com a língua a deixava cada vez mais úmida.
_ Por favor, não para Ichigo.
Ele a olhou. Estava com seus olhos cinzentos semicerrados e cravava as suas mãos nos ombros do rapaz. Seus gemidos eram como músicas que incentiva o rapaz a continuar cada vez mais. O ruivo parou afastou um pouco da moça. Ela o olhou sem saber.
_ Não dá segurar mais. – disse a ela com uma voz sedutora – Tenho que lhe possuir. E agora
Retirou as suas peças de roupas, a chutou para debaixo da mesa. Puxou a moça pela cintura para próxima os corpos. Penetrou na intimidade da ruiva, para uma dança de quadris ao som do ruído da mesa. Chegaram ao clímax juntos.
_ Wow! – exclamou a garota antes abraçar o ruivo – Nunca imaginei na cozinha.
_ Isso porque você me provocou. – sorriu maliciosamente antes de beijar na temporã
_ Sei disso, senhor Ichigo. – riu e o beijou – Eu sempre lhe provoco um pouco né? – deslizou a mão ao longo do peitoral do rapaz.
_ Sim, e vamos ao segundo round – pegou a no colo – Mas dessa vez na cama.
_ Pervertido!
_ Com você, sempre.

Continua...

Notas finais
Sim, tentei fazer um hentai e sim, é meu primeiro. Isso que dá pra atender os pedidos dos seus leitores. E tiver muito "mimimi", eu apago e mato algum personagem. Combinado? Não esqueça deixar o seu comentário embaixo, favoritar, recomendar a fanfic. Até na próxima. Beijos e tchau♥