Trouble Maker
23 Capitulo 22 – O primeiro passo
Notas iniciais
Capitulo 22 – O primeiro passo
O ruivo esperou calmamente no interior da loja, enquanto aquele homem gigante chamara o gerente. Sempre mantendo o seu olhar observador.
_ O gerente está sua espera. – falou o homem sem demostrar afeição
_ Obrigado.
Caminhou a uma pequena sala, o bigodudo abriu a porta e o rapaz entrou.
_ Ora, ora quem resolveu fazer uma visita. — falou debochado o homem de cabelos loiros e que vestia um terno barato. – Vejo que está ótimo, Ichigo Kurosaki!
_ E você continua com estado deplorável, parecendo advogado de porta de presidio com esse terno, Urahara Kisuke.
_ Não sabia que virou critico de moda, — riu.
_ Cadê o gato? – perguntou o rapaz
_ Saudades de mim, ruivinho? – uma voz rouca feminina, atrás do rapaz que faz o assustar.
_ Quem teria saudade de você? – olhou para mulher de pele morena, com olhos felinos dourados e um longo cabelos arroxeados. – De você eu não teria saudade.
_ Nossa que falta de amor e de carinho! – fez um pouco de drama. – Que bom eu cheguei numa boa hora! – falou feliz se jogando no sofá – Cadê a patroa?
_ Aham!? — o rapaz ficou sem entender
_ Você achou que este tempo que ficamos sem ver, nós não teríamos notícias suas? – riu debochada do rapaz – Desta vez você foi bastante descuidado. Qualquer um ti achava fácil. – o rapaz não ficara supresso com a declaração da mulher. Sabia que eles conseguiriam qualquer informação fácil. Até mesmo da Soul Society ou do alto escalão do governo.
_ Garoto. –pronunciou o loiro – A sua visita que significa que colocará o plano em pratica. Pelo visto eles entraram com você.
_ Isso mesmo. – confirmou o ruivo – O plano terá uma pequena alteração.
_ É a garota. – a morena endireitou no sofá – Por acaso ela está gravida? – o rapaz ficou em silencio – Ichigo, me responde. – com um tom de irritação.
_ Calma, eu estava fazendo as contas. – respondeu irritado – Não, está. Isso de acordo com meus cálculos – sussurrou para si a última parte.
_ Você quer proteção para ela. – o rapaz concordou com a morena – Só tenho uma solução e podemos falar a melhor.
_ Qual seria? – o rapaz colocou as mãos nos bolsos da calça.
_ Você sabe muito bem qual é. — respondeu
_ Isso é brincadeira. – o rapaz se irritou – Como acha que vou fazer isso depois de 15 anos? Para eles estou morto, deste daquela chacina. Estou enterrado junto com a minha família.
_ Eu sei que não será fácil – finalmente o loiro pronunciou — Mas devido as circunstâncias é o melhor que tenha ser feito. Uma pergunta a garota é importante para você?
_ Sim, ela é. –respondeu convicto e firme – Orihime é importante para mim.
_ Então faça isso por ela. – recostou-se na cadeira – Mais breve possível e quando resto manteremos o acordo.
_ Bom, moranguinho. – o rapaz fechou a carranca com o apelido que a morena pronunciara – Senta-se e vamos repassar os detalhes. Vamos ver qual é o estrago do monstro vai fazer dessa vez – riu divertindo com a situação.
*********
O dia estava sendo corrido na promotoria. O homem de cabelos platinados estava tarefado naquela papelada e infinitos telefonemas que não parava.
_ Kira. – chamou o rapaz loiro — Leve isso para o chefe e você conseguiu falar com a detetive.
_Ainda não Gin. – pegando aqueles envelopes pardos – Assim que conseguir eu repasso a ligação.
_Ótimo. – continuou o seu trabalho. — Leve esses envelopes e retorna mais breve possível. E nada de passar no arquivo para “xavecar”. – fez o loirinho corar
O rapaz se retirou da sala e seu celular tocou, era o único toque que queria ouvir naquele dia.
_ Oi meu crisântemo. – sorriu mais largo quando atendeu — Que bom ouvir a sua voz!
_ Tendo um dia cheio? — perguntou já sabendo da sua resposta — Desculpa de pôr ligar, , as o assunto é importante.
_ Tudo bem, qual é o assunto?
_ Seu irmão esteve aqui em casa. Queria que eu o convencesse a voltar com o caso do
shinigami negro.
_ Então ele apelou com você. Neguei em retornar com caso.
_ Eu imaginei isso. Bom talvez você encontra uma outra solução para o caso dele
_ Pensei nisso, e estou resolvendo nesse momento. Tomara que dá certo.
_ Não se preocupe, já dando certo. — Falou com uma com calorosa- tenho que desligar, o trabalho, me chama.
_ Claro querida. — riu — Vemos a noite.
_ Lógico, amor.
Desligara o celular, refletiu, pouco da situação do seu irmão encontrara.
_ É maninho, tomara que encontramos a mulher que que estragara a sua vida. Aliás de todos nós.
*******
Orihime estava olhando para vitrine da padaria, escolhendo alguns donuts. Não há nada de gostoso que um donuts após de um dia estressante.
_ Por favor, embala cinco destes para mim. – falou para atendente – Este com um cappuccino gelado.
A atendente confirmou o pedido e a ruiva caminhou para o caixa para finalizar as compras. Pagou as suas compras e sentou em uma mesa perto de da janela. Pegou o celular para verificar alguns e-mails. A atendente entregou os seus pedidos, a ruiva agradeceu com sorriso. Ficou ali, divagando com seus pensamentos e fazendo o seu lanche.
_ Orihime – uma voz feminina a chamou
_ Arisawa... – sussurrou o seu nome
_ Preciso conversar com você. – pronunciou
_ Não temos nada para conversar, afinal esta conversa está completamente atrasada. Não concorda?
_ Tem toda razão. – concordou – Mas tenho que falar, por favor, me escuta. — insistiu
_ Sente-se, estou todo ouvido.
A morena sentou-se, olhou para ruiva. Nunca a vira com aquela expressão, olhos sem brilho e semblante sério. Que sempre foi oposto.
_ Tenho admitir que eu errei com você. – quebrou o silencio – No início nenhum dos dois sabíamos que tinham ligação com você. Quando conheci o Uryuu, não me falou que tinha namorada.
_ Mas um dia você soube.
_ Foi. Você sempre falou o nome dele, sei lá, um nome comum.
_ Sei. – não deu muito “ligança” para palavras da morena e bebeu o cappuccino gelado.
_ Orihime, por favor.
_ Por favor o que, Arisawa? – exaltou um pouco – Vocês esconderam durante dois anos. Não acham que foi muito? Fui enganada pelo meu namorado e o pior de tudo com minha melhor amiga que considerei como irmã. No mínimo, principalmente, você ter me contado.
_ Eu sei, Hime. Conversei isso com ele. Tinhamos combinados de contarmos juntos. Uryuu tinha medo de você sofrer.
_Me poupe. – encostou-se na cadeira e cruzou os braços na linha peitoral – Sofreria de qualquer modo, talvez menos doloroso do que ter descoberto. Era dia do aniversário de namoro, marcamos jantar no Golden Garden. Fiquei duas horas esperando por ele. Por que ele fez isso? Ainda jurar que me amava... – respirou um pouco – Agora já aconteceu e não há volta.
_ Me desculpa, Hime. – a pediu – Por favor.
A ruiva olhou para morena e que lhe estendia a mão. Não sabia que fazer, o lado racional não queria a perdoá-la. Enquanto o emocional a perdoaria. Afinal são amigas de anos, estudaram sempre juntos. Separando somente na Universidade quando a ruiva escolheu a medicina e a morena Educação Física.
_ Tudo bem, Arisawa – deu a mão para morena – Eu te perdoo.
As duas amigas deram um sorriso. Amizade estava sendo restruturada.
****
O jovem de olhos turquesa encontrara no quarto, mobiliado com uma cama de solteiro, uma mesa e uma cadeira e nada mais. O quarto não possuía janelas, apenas ar condicionado e um tubo de ventilação. Vestia uma calça moletom preta e camisa branca. Olhava para basta de arquivos que recebera da Unohana mais cedo.
_ Como isso me acrescentara alguma coisa. – resmungou o rapaz – Velha bruxa.
Olhou em sua volta, jogou a pasta para cima da mesa.
_ Grande merda de proposta, estou de qualquer jeito numa prisão. — se jogou na cama
Ouve umas três partidas na porta antes de ser aberta. Era a senhora de cabelos negros.
_ Olá meu caro, já verificou o arquivo? – perguntou com seu típico sorriso nos lábios
_ Já. –respondeu seco
_ Então?
_ Apenas confirmou a minha hipótese: a Momo está morta. Pena que avó nunca saberá o motivo.
_ Certo. – aproximou do rapaz – Mas você tem outras coisas que queira saber ou fazer...
_ Não há nada que possa ser feito sobre esse assunto, ela envolveu com aquele cara porque quis. Se estava na hora errada, no lugar errado problemas. E outra o meu trabalho por aqui acabou: afinal achei o Shinigami Negro para você.
_ Mas podemos esticar o nosso contrato, que tal Toushiro? – tentou persuadir os ambares turquesa
_ E...?
_ Umas das vantagens é sair desse quarto. – sorriu – E ter um laboratório de computação na sua disposição.
_ Tudo bem. – respondeu sem pensar.
_ Está combinado. – caminhou para retirar do quarto – Amanhã passarei os novos detalhes.
Ele apenas olhou a mulher saindo do quarto.
_ Mas é claro, mamãe. – sussurrou.
Continua...
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