Trouble Maker
37 Capítulo 36 – Tempestade se aproxima
Notas iniciais
Capítulo 36 – Tempestade se aproxima
“Só vendo você sorrir uma vez apenas é suficiente para mim
Eu irei fazer tudo que quiser por você
Até se minha lamentável vida for arruinada”
Vodoo Doll – Vixx
Orihime estava sentada no sofá ouvindo a conversa de Ichigo com a sua tia, Kukaku. Estava tendo uma conversa séria, do estilo “puxão de orelha”. Não era necessário colocar na viva voz, a Kukaru praticava estava gritando no telefone. O jovem andava de um lado para outro, as vezes bufava, passava a mão na sua cabeleira ruiva e sua carranca estava estampada. Isso fazia a jovem ri. Ele olhou para ela com expressão mais séria, que não evitou da ruiva ri mais. Sibilou para ela “continua rindo que você vai ver.”
_ Tia tenha calma, já fora tudo resolvido.
_ Resolvido? – gritou nervosa — Como assim, Ichigo? Você está calmo? A minha sobrinha de coração é atacada por um delinquente na própria casa e você pede para ficar calma? Ela está gravida, Ichigo!
_ Tia...
_ Cala a boca! – gritou mais ainda – O cara não foi preso ainda, não tem como ficar calma! Como a Orihime está?
_ Está bem. Até está rindo você me xingar. – e a ruiva sorria debochado para o rapaz.
_ Não estou lhe xingando. Estou lhe chamando atenção, é bem diferente. Que mania de vocês jovens falar que xingamos! – falou indignada – Criamos com todo amor e carinho, com todynho, Danoninho, para crescer lindos e educados. Que torna quando cresce? Uns delinquentes.
_ Ok,ok – revirou os olhos
_ O que quer eu faça? – Kukaru pergunta mais calma.
_ Preciso que fica com a Orihime aí, por segurança dela. Apenas por alguns dias até que as coisas por aqui estejam totalmente resolvidas.
_ Mais é lógico, podem vim hoje. – falou animada – Até que fim pensou racional. Tempo que precisar. Orihime será bem-vinda. Ela e esse bebezinho que virá nesse mundo. Espero que vem lindo e inteligente igual a mãe, se depender do pai vai vim cabeça dura. Isso me lembra do maldito Isshin! – ficara meio nostálgica- Pelo menos de esposas vocês souberam escolher bem.
_ Estaremos indo amanhã à noite. Teremos tempo para organizar aqui e também a Orihime tem uma consulta amanhã cedo.
_ Salvo pela consulta, a primeira desculpa não cola. Tudo bem, aguardo vocês.
_ Obrigado, tia. – agradeceu o rapaz
_ Não tem que agradecer. Somos uma família, estaremos juntos até o final. Manda um abraço para Orihime.
O ruivo desligava o telefone, a Orihime permanecia sentada no sofá detendo conter um riso. Ichigo se joga no sofá, sentando ao lado dela.
_ Nem é preciso falar os detalhes da conversa, né? – olhou para jovem, que assentiu com a cabeça – Caramba, se coloca na viva voz o prédio todo ouvia. Precisa de falar gritando? Que tia estressada que eu tenho. – olhou firme para moça – E você rindo dela passando um mega sermão. Vai rindo Orihime, ri bastante.
_ Não estou rindo – mostrou a língua
_ Ah é? Vem aqui. – chamou para ruiva aproximar
_ Que você vai fazer? – perguntou ainda rindo do rapaz
_ Agora Orihime – falou sério. A ruiva aproximou meia receosa – Sabe o que vou fazer? – a menina negou com a cabeça – Um monte de cocegas!
Começou a fazer cocegas na jovem, que gargalhava alto.
_ Ichi, para – continuava a rir e tentava sair do “ataque”
_ Não. – continuava com “ataque”
_ Ok, ok. Você venceu! – tentava pegar folego.
Ele parou as cocegas e olhou fixamente e sorriu.
_ Ichi...
_ É tão bom vê-la sorrindo. – falou suave e puxou a ruiva para seu colo com os rostos próximos – Faço tudo nesse mundo para manter o seu sorriso. – beijou os lábios da ruiva.
_ Ichi... – falou entre beijos – Desculpa.
_ Você não tem que pedir desculpas – parou o beijos, segurou o rosto da moça com as duas mãos – O seu sorriso foi roubado por um sofrimento, no qual eu sou culpado.
_ Você não tem culpa, Ichi. – repetiu o gesto do rapaz – Não se culpa, por favor.
_ Orihime, eu meio que coloquei você nessa.
_ Eu sei dos riscos, não se preocupe – beijou o rapaz, que logo correspondeu o beijo.
Os beijos inocentes davam lugar aos luxuriosos. Ichigo percorria o corpo da Orihime com as mãos, provocando arrepios.
_ Ichi... – sussurrou o nome do rapaz.
_ Hmm – beija o pescoço da ruiva
_ Você faz qualquer coisa para ver meu sorriso?
_ Sim. – subia o beijo na mandíbula.
_ Qualquer coisa?
_ Qualquer coisa. – mordeu o nódulo da orelha
_ Inclusive buscar um sorvete de 400ml de choco menta?
Ele parou os beijos de repente e olhou com olhos arregalados.
_ Sorvete de choco menta!? – perguntou surpreso – É único sabor estranho que você não gosta. Tem certeza disso?
_ Sim, sim. – sorriu – Eu sei que não gosto muito, mas eu quero. – gesticulou com as mãos – De 400 ml.
_ Ok, ok. Eu busco para você. Minha nossa!
_ O que?
_ É seu primeiro desejo! – riu – Que legal!
_ Oh! – colocou o dedo indicador no queixo – Começando a saga de desejos. Você vai buscá-lo?
_ Nós iremos juntos. – levantou do sofá carregando a moça junto – Vamos passear como um casal. Já faz um tempo que não fizemos isso. Além do mais daqui dois dias você vai viajar e irei ficar aqui sozinho – fez um beicinho – Vou sentir a sua falta.
_ Concordo – riu com jeito de criança pidona do Ichigo
_ Depois na volta, iremos namorar um pouquinho – sorriu malicioso e mordeu de leve o pescoço da ruiva.
_ Você é safado. — falou entre o gemido
_ Você me provoca em todos os sentidos. – a beijou – Vamos logo, antes que antecipo a parte do namoro. – apertou os glúteos da moça.
_ Então me coloca no chão, Ichigo Safadão. – riu do rapaz
_ Que apelido é esse? – colocou a moça no chão.
Ela não responde nada, apenas mostra a língua e sai correndo.
_ Volta aqui, Orihime Inoue! – riu
Como velhos tempos, a alegria estava de volta naquele lar.
******
O veículo estava parado no local de costume, a mulher de cabelos negros olhava atentamente para fora. A sua expressão não demostrava preocupação.
_ Minha senhora, ela está atrasada. – alertou o motorista, pronto dar partida.
_ Ainda não. – respondeu sem desviar o olhar – Só alguns minutos.
Minutos depois a porta do veículo foi aberta. A mulher olha espantada com que ver.
_ Desculpa pelo atraso. – a menina de cabelos rosa logo se fala – Que Nozomi avisou sobre o relatório somente agora, não é? – a outra garota concorda em silencio.
_ O que está acontecendo aqui? – pronunciou a mulher
_ Oras, estou facilitando o serviço da Nozomi – balançou os ombros – Toda semana você vem atrás de saber informações sobre a minha pessoa. Ah! Eu tinha que apresentar. – bateu a mão na testa. – Aonde estão meus modos? Prazer, Yachiru Kenpachi, filha de Zaraki Kenpanchi – sorriu diabolicamente. – Oh! Também não precisava. Não é mesmo mamãe?
A mulher estreitou os olhos e olhou para a garota de cabelos verdes. Esta permanência calada e estática, mesmo com a abraço de Yachiru.
_ Não culpa ela, eu meio que a forcei para contar a verdade.- riu e apertou o abraço – Nozomi é minha amiga. Afinal amigos não devem esconder nada dos amigos.
_ Que você quer exatamente? – falou friamente.
_ Credo mamãe. – ironizou – Você é assim com meu irmão também? Fiquei sabendo que ele 3 anos mais velho. Devemos reunir a família.
_ Seja objetiva, Yachiru. O que você quer?
_ Eu que lhe pergunto. – seu olhar é frio – Ficar me vigiando, querendo saber meus passos, da minha família. Por acaso se arrependeu?
_ Foi seu pai que não permitiu que viesse comigo. – falou carinhosa – Zaraki, que nós separou.
_ Ainda bem! – falou aliviada – Estaria abandonada, assim como meu irmão. Teria sido criada na ruas ou com uma vovó.
_ Você nem sabe que está falando. – tentou contornar a conversa.
_ Oras, papai me contou cada detalhe. Lógico que eu sei estou falando. Não me trata como uma garotinha. Meu futuro é chefiar família Kenpachi. Então não me venha com um blá blá de mãe arrependida, que fez e o que fez para me proteger. Isso é papo furado.
_ Então qual é seu objetivo dessa conversa, no qual você veio completamente desprotegida. Posso mandar esse carro dar partida à qualquer momento.
_ Eu pensei que você era mais observadora – riu irônica- Não sei como a Nozomi trabalha para você. Amor, você tem que trabalhar para mim – deu um beijo na bochecha da garota.
A mulher apenas sorriu para jovem.
_ Eu sei que não lhe convenço muito. Vou ser bem objetiva: sai fora da minha vida. Não irei medir as consequências, caso tu continuar. – falou com um tom assustador – Ah! A guria é minha. Vamos embora Nozomi. – abriu a porta do veiculo – Tenha um ótimo dia. – puxou a garota de cabelos verdes e bateu a porta do carro.
_ Ela está saindo melhor que eu esperava. – riu – Por favor, pode ir. – dirigiu ao motorista, que a obedeceu imediato.
****
O jovem de cabelos negros estava sentado à espera do Gin, na sala de promotoria. Tinha chegado cinco minutos antes do combinado, aquela espera era de praxe. Aproveitou aquele momento para colocar as suposições em ordem.
_ Desculpa a demora. – falou o homem de cabelos prateados – Com Kuchiki como novo juiz do fórum não está me facilitando o trabalho.
_ Não tem que desculpar. – falou do seu jeito sério — Na verdade, cheguei a adiantado.
_ Então que posso lhe ajudar. – falou sentando na sua cadeira – Por acaso é sobre a investigação do caso da Orihime?
_ Um pouco – falou o mais jovem – Estava pesquisando sobre o acusado, Grimmjow, e que no passado era um dos subordinados de Aizen.
_ Lembro do caso de Aizen. – recostou-se na cadeira, cruzando os braços na linha do peitoral – Era um dos maiores chefe da máfia local. Caiu depois ser morto pelo Shinigami Negro.
_ Com sua experiência, há uma ligação de fato? Pois, Grimmjow é quem chefia a máfia atualmente.
_ Somente se a Orihime tem ligação com alguém do tráfico, que é pouco provável. Mas fácil acreditar que o Grimmjow é um inconsequente. Deve ter a vista na rua e se engraçou com ela.
O jovem ficara em silencio, analisando as informações que acabara receber.
_ O que você está pensando? – perguntou o mais velho.
_ Seria coincidência, a vários crimes acontecendo na cidade no estilo que Shinigami praticava. E nesse momento Grimmjow também aparece. – posou a mão na sua temporã.
_ Bom, vou lhe explicar um pouco como é o perfil do Shinigami. – olhou para o jovem, revelando a seu olhar frio — Ele é apenas um assassino de aluguel, dos melhores e perfeito de encobrir rastros. Fiquei dez anos da minha vida, perseguindo esse maldito e nem se quer aproximei. Ele é apenas o peão da história, o Rei está muito bem protegido. Há vários na sua lista: destes chefes de máfias até políticos do alto escalão do governo. Grimmjow com ligação com ele, pode ter. Mas tem muita lacuna a ser preenchida. Concorda? – o jovem concordou silenciosamente – Grimmjow não é tão esperto, você deve ter olhado a ficha, várias passagens na polícia.
_ O senhor tem razão. De qualquer você ajudou nas minhas duas investigações. – levantou da cadeira – Obrigado.
_ Há mais uma coisa. — levantando da cadeira para acompanhar o rapaz até na porta – Não mergulha a fundo na investigação do Shinigami Negro, irá perder anos da sua vida.
O jovem não respondeu nada, abriu a porta e saiu.
_ É garoto, você está mergulhando num rio sem volta. – Gin falou para si quando a porta foi fechada,
**********
O jovem de olhos turquesa andava tranquilamente nos corredores da Soul Society. Mantinha o seu assemblaste sério, passava perto de outras pessoas e nem se quer cumprimentava. Antes de entrar no corredor que dava para sala de Unohana, parou. Observou se havia alguma pessoa por lá e retirou do bolso um telefone. Teclou no dispositivo códigos que dava no sistema segurança e recolocou no bolso. Voltou para a sua caminhada. Parou em frente do escritório de Unohana, deu três leves batidas. Como não obteve resposta, entrou na sala.
Observou cada canto da sala. Colocou luvas de látex e foi abrindo as gavetas em busca de algo. Suspirou. Olhou para a mesa. Abaixou, passou a mão no tampão, deu pequenas batidas. Deu um pequeno sorriso. Fundo falso.
Abriu com cuidado a gaveta, retirou o fundo falso. Uma pasta de arquivos foi encontrada. Folheou o arquivo, lendo todo. Sorriu.
_ Finalmente, um algo seu. – sussurrou
Fotografou a parte que lhe interessava e enviou o arquivo. Retornou o mesmo no lugar. Saiu da sala, já com as luvas no bolso. No fim do corredor, teclou o código e continuou a sua caminhada.
****
Ulquiorra ficou pensativo após da conversa com Gin. Andava com as mãos no bolso, pelas ruas. A sua suposição de ligação entre o Shinigami Negro e Grimmjow é apenas algo da sua cabeça, principalmente, colocando a Orihime na história. Talvez o estresse esteja o afetando e está passando da hora pedir as merecidas férias.
_ Ulqui-kun.
Aquela voz melodiosa o chamou, deve estar imaginando coisas. Virou para onde tinha escutado a voz. Estava ela, sorridente. Orihime estava em frente de uma sorveteria. Vestia um vestido leve floral e seus cabelos estavam soltos. Estava linda! É realmente deve estar imaginando coisas.
_ Ulqui-kun. – ela chamou novamente – Você está bem? Está distraído – aproximou do rapaz, abraçando.
_ Eu que faço essa pergunta – retribuiu o abraço – Que está fazendo aqui? Está sozinha?
_ Relaxa – respondeu com um largo sorriso. – Estou melhor. Estou com Ichigo. Ele foi lá dentro buscar agua. – apontou para sorveteria – Acho que exagerei com meu desejo de comer sorvete de chocomenta – fez uma careta.
_ Desejo? – então percebeu a mão dela no ventre, sinal de proteção ao bebê. – Está de quantos meses?
_ Devo estar entrando na decima semana. – sorriu
Sentiu uma pequena pontada de tristeza. Não pela ruiva está gravida e sim não está participando desse momento com ela. Reencontrar –lá não estava fazendo bem para ele.
_ Orihime. – o ruivo a chamou – Aqui está a agua. – olhou para o rapaz de cabelos negros – Oi! – cumprimentou seco
_ Oi – fiz o mesmo.
Os dois rapazes olhavam estranhamente. Ichigo demostrava visivelmente o ciúmes da aproximação do jovem detive com a ruiva.
_ Já estou indo. – aproximou da ruiva e depositou um beijo na bochecha. – Até mais e se cuida. – acenou para o ruivo.
Aquele beijo foi uma provocação. Ichigo puxou a Orihime pela cintura, insatisfeito com a atitude. Orihime sentiu o apertar na cintura e olhou para olhos castanhos do Ichigo. Seu olhar era mortal, Ulquiorra acaba de assinar a sua sentença de morte.
_ Não gosto desse detetive. –resmungou – Merda.
_ Ichi... – chamou suavemente – O que aconteceu? – perguntou inocente.
Ele olhou para ela com ternura, mudando a feição em segundos. Não queria que ela irritasse com sua crise de ciúmes.
_ Nada não. – beijou na testa – Vamos para casa. Melhor você descansar.
_ Ok – sorriu. – Nunca mais me deixa exagerar no chocomenta. – sentiu um pouco enjoada.
_ Eu avisei. – riu da ruiva – Eu sabia que isso iria acontecer, se fosse de flocos...
_ Próxima vez, me amarra sei lá, faz qualquer coisa. Só não deixa fazer essa loucura.
_ Falando amarrar – aproximou do lóbulo da garota – Você não está esquecendo de nada, né? – falando rouco. – Você prometeu. – mordeu a orelha dela
_ N-não fala dessas coisas na rua. – a garota ficara vermelha – Não faça isso – quando o rapaz repetiu o ato – Tem gente olhando. – afastou um pouco – Não esqueci. Eu cumpro com minhas promessas.
_ Está certo, Lannister. – riu – Vamos embora.
Foram caminhando de mãos dadas.
***
Um grupo de rapazes entram no galpão abandonado. O homem de cabelos azuis esperava encostado num carro sem placa de identificação. Sorriu sarcástico para o grupo.
_ O que deseja? – falou ríspido um dos rapazes
_ Oras, aonde está seus modos. – Grimmjow aproximou do rapaz – Esqueceu quem é o chefe aqui? – socou o rapaz no rosto fazendo cambaleando pra trás – Espero que lembra na próxima vez.
_ Sim, senhor. – falou levantando.
_ Ótimo. – falou sério – Eu lhe chamo para uma missão, que será bem divertida. E que quero nada dar errado. Ei Moe! – fez sinal para o garoto aproximar. – Nosso amigo, irá passar os detalhes das nossas pressas. – passou o braço no ombro do garoto
O garoto começa a falar para o grupo, mostra as fotografias de Orihime e Ichigo. Fala da rotina do casal e entre as outras coisas. Grimmjow apenas repassa o plano para eles.
_ Ah! Nada e nadica de nada pode acontecer com a garota. – o rapaz de cabelos azuis fala firme — Nem sequer um arranhão. Estamos entendidos?
O grupo concordou com a proposta.
_ Que bom! Não se preocupa com a grana será bem satisfatória. – sorriu — Agora vão, seus bandos de molengas.
O grupo assentiu e saiu do local.
_ Tem certeza? – perguntou Moe para Grimmjow – Que isto dará certo?
_ Lógico que vai. – passou a mão no cabelos azuis – Tenho que ficar livre daquela mulher.
_ Sabe que será arriscado. Principalmente com a ...
_ Vira essa boca pra lá – irritou-se – Tem que dar certo, aliás, vai dar certo.
_ É você que diz. – deu os ombros
_ Vai logo moleque! Vai fazer o seu serviço! – mandou o garoto embora.
_ Claro, claro. – resmungou-se – Serviço de sentinela.
_ Não reclama, pelo menos você tem comida quando volta. Além do mais que você que podde fazer? Tu é ruim até como jogador de Crush Suggar.
O menino saiu pisando duro do galpão. Grimmjow entrou no carro, no lado do motorista. Pausou a cabeça no volante.
_ Tem que dá certo! – pela primeira vez demonstrou preocupação – Aquela bruxa no meu pé. Merda! – levantou a cabeça e girou a chave na ignição – Mas por qual motivo que ela protege tanto a ruivinha? – ficou a questionar – É. Talvez seja mera simpatia ou ela deve valer um bom preço. Hmm... foda-se.
Saiu com carro cantando pneu do galpão.
A tempestade aproxima novamente.
Continua...
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