Trouble Maker
28 Capítulo 27 - Como gato e rato.
Notas iniciais
Capítulo 27 — Como gato e rato.
_ Bom dia! – praticamente gritou a garotinha de cabelos rosa ao entrar na cozinha. – E aí seus noias, como estão? – mostrava um sorisso largo e travesso – Papaiii! – pendurou no pescoço do homem do tapa olho.
_ Vejo que a pequena Yachiru acordou animada hoje – comentou Yumichika
_ Me avisa o dia que ela não acordar animada. – reclamou o Madarame
_ Nossa que humor, careca – rebateu a garota
_ Yachiru – falou firme o homem mais velho – Está com tempo livre hoje?
_ Hmm... – pousou o dedo indicador no queixo – Tenho somente a aula de ballet pós aula. Por que papai?
_ Temos ter aquela conversa séria. – respondeu o homem levantando da cadeira – Passa no meu escritório. – saiu da cozinha
_ Aulas de ballet. – bufou o careca – Até parece que é delicada. Só se for igual à uma mula.
_ Qual é careca? – sentou igual uma paty, avoaçando os fios rosados igual propaganda de shampoo – Ano passado fui uns papeis principais do recital.
_ Deste quando o Rei Rato¹ é importante? Hein? – retrucou
_ Não implica com a senhorita Yachiru, Madarame – finalmente pronunciou o Yumichika – Ela ainda está crescendo, pode tornar uma bela dama.
_ Vai sonhando...ai.
A garota deu um tapa na cabeça do careca.
_ Só tem que tirar algumas manias. – o magrelo continuou beber seu café – Vamos logo, vai atrasar para o colégio.
_ OK! – levantou os braços para alto e com um grande sorriso no rosto.
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Ichigo parou o carro em frente de uma pequena mansão com decoração, digamos um pouco extravagante. Hesitou um pouco, para descer do carro.
_ Ei, vai ficar tudo bem. – dissera a ruiva com sorriso confiante nos lábios – Não que temer.
_ Ok. – olhou para ela e sorriu – Apenas irei sair morto ou matar eles de susto.
_ Um pouco – riu a ruiva – Por ter lós procurado antes e aparecer anos depois.
_ Vamos lá, cumprir essa missão. – deu um selinho nos lábios da ruiva
O casal foi atendido por um mordomo.
_ Creio que é senhor Kurosaki. — o ruivo confirmou com a cabeça – Por favor por aqui, a senhora Kūkaku o aguarda.
Ichigo olhou para Orihime que deu um sorriso encorajador. A dona da casa exigiu que o encontro somente com Ichigo, sem nenhuma outra pessoa presente.
O rapaz entrou no escritório da casa. Havia duas estantes de livros, uma mesa de mongo que dava para de frente da porta e alguns objetos de gosto particular. A mulher estava sentada na cadeira à sua espera. Vestia camisa social branca com uma gravata preta, calça social e scarpin pretos. Olhou –o analisado.
_ Posso dizer que você tem a mesma aparência do meu irmão e cor dos cabelos da minha falecida cunhada. – pronunciou com sua voz firme – Para falar a verdade é assustador depois de quinze anos sem notícias de você, sobrinho. Que fez agora nos procurar?
_ Às vezes você encontra algumas situações o que fazem mudar de ideias e atitudes.
_ Já ouvir essa frase. – manteve o seu olhar no rapaz – Faz trinta anos. – riu – É mesma personalidade que aquele idiota do Isshin e até nos gostos. Vejo pela moça que o espera na sala.
O rapaz manteve em silencio. Na verdade o silencio era um modo de agir diante da situação. Melhor que falar insistindo que é o sobrinho tão procurado e pronto. Aquela situação estava desconfortável.
_ Então senta-se. – convidou para assentar na cadeira na sua frente – Não vai ficar em pé o dia todo. – riu – Isso é nostálgico.
_ Por quê?
_ Quando pequeno aprontava pequeno agia deste modo toda vez que eu chamava atenção. Eu sei que irei fazer isso. Mas depois que você me contar toda a história nesses últimos quinze anos.
****
_ Você é um idiota! – gritou a mulher de cabelos longos negros ao encontrar com homem de cabelos azuis.
_ Por que tanto stress. – riu debochado
_ Você sabe muito bem. – parou em frente dele, que estava sentado no sofá com duas mulheres.
Ele fez sinal para todos saíssem do lugar, deixando o salão vazio.
_ Por causa da merdinha do Shinigami Negro.
_ Creio que minhas ordens foram claras, era execução.
_ Isso teria acontecido, caso a senhora Unohana tivesse passado todas informações relevantes. – levantou se do sofá.
_ Seu serviço era apenas executar que eu tinha passado – levantou o rosto dando o ar de superioridade. – Você está nesse posto graças à mim.
_ Eu teria lhe agradecer ou o merdinha por ter levado o Sousuke dessa pra melhor. O que você fez é seduzi-lo como puta e não ter tirado a vida.
A mulher deu um tapa no rosto como resposta.
_ Cala a sua boca, Grimmjow. Você não tem nenhum direito de me julgar.
_ Pode ser. Esse não é o momento.
_ Isso mesmo. Pelo menos dessa vez você faça que eu lhe pedi, se quiser ficar com essa bunda nesse sofá.
_ Que você amou naquele dia.
_ Não estou brincando – seu olhar era gélido – Não venha com gracinhas.
_ Então me diga, toda poderosa – ainda sentindo dor do tapa no rosto – Como eu faço para matar alguém destruitivo?
_ Atigindo o seu coração para enfraquece-lo.
_ Como?
_ Aqui estou as informações relevantes, você tanto quer. – jogou uma pasta de arquivos na mesa – Seja breve, meu tempo está acabando. Não irei tolerar erros.
Saiu pisando duros com saltos finos. O rapaz ficou a admirar o seu rebolado antes de puxar a pasta para si. Abriu para ver o conteúdo, uma foto a chamou atenção.
_ Oras,oras que temos porá aqui. – seu sorriso de predador alagou ainda mais – Desta vez vai ser divertido. Quem diria o melhor assassino de Soul Society teria um belo dos corações. – riu, mas logo grunhiu de dor – Maldita mulher! Esse tapa haverá volta.
****
O lugar era cheio de armários de arquivos devidamente aliados e organizados e O homem de cabelos castanhos presos em rabo de cavalo lia detalhamento alguns arquivos.
_ Isto não está correto. – falou para si mesmo – Falta detalhes. Isso foi furtado. Hmmm...
_ Senhor Shunsui.
_ Diga meu doce Nanao. – falou sem olhar para sua assistente.
_ Estive a procura do senhor, há tempos. – aproximou do homem.
_ Sentiu saudades? – deu um sorriso travesso
_ Nada disso. Você tem reunião com os representantes da cúpula.
_ Há é mesmo. Tinha esquecido.
_ Você tem uma hora. Não atrase, eles estão impacientes.
_ Certo, não vou atrasar – guardou o arquivo no lugar – Nanao. – chamou a moça que estava de saída do local.
_ Sim.
_ Temos alguém que posso recuperar alguns arquivos perdidos.
_ Tem aquele garoto... – ajeitou seus óculos – Toshiro. É este é o nome. Ele trabalhou com senhora Unohana no ultimo caso.
_ Há claro! Irei falar com ele.
_ Depois da reunião. – a moça saiu do local.
_ O que você tanto me esconde Unohana? – refletiu o homem antes de sair do local, apagando todas as luzes. – Eu irei descobrir. – fechou a porta.
Continua...
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